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Empresa nasce como quarto maior grupo automotivo do mundo; ações começarão a ser negociadas na próxima semana. A Fiat Chrysler e a PSA selaram sua esperada fusão neste sábado (16) para criar a Stellantis, quarto maior grupo automotivo do mundo com dinheiro suficiente para financiar a mudança para a direção elétrica e enfrentar rivais maiores, Toyota e Volkswagen. Stellantis, nome da empresa fruto da fusão da PSA com a FCA Divulgação Demorou mais de um ano para as montadoras ítalo-americana e francesa finalizarem o negócio de US$ 52 bilhões, período no qual a economia global foi afetada pela pandemia Covid-19. Elas anunciaram o plano de fusão em outubro de 2019, para criar um grupo com vendas anuais de cerca de 8,1 milhões de veículos. Entenda como a fusão bilionária entre Peugeot e Fiat vai dar origem à Stellantis "A fusão entre a Peugeot e a Fiat Chrysler, que conduzirá o caminho para a criação da Stellantis, tornou-se efetiva hoje", disseram as montadoras em comunicado. Fusão da Fiat e Peugeot cria 4ª maior montadora do mundo As ações da Stellantis, que será chefiada pelo atual presidente-executivo da PSA, Carlos Tavares, começarão a ser negociadas em Milão e Paris na segunda-feira (18) e em Nova York na terça-feira (19). Agora, analistas e investidores estão voltando seu foco para como Tavares planeja enfrentar os enormes desafios que o grupo enfrenta - desde o excesso de capacidade de produção até um péssimo desempenho na China. Tavares dará sua primeira coletiva de imprensa como presidente da Stellantis na terça-feira, após tocar a campainha da Nyse com o presidente John Elkann. A FCA e a PSA disseram que a Stellantis pode cortar custos anuais em mais de 5 bilhões de euros sem o fechamento de fábricas, e os investidores estarão ansiosos para obter mais detalhes sobre como isso fará. Como todas as montadoras globais, a Stellantis precisa investir bilhões nos próximos anos para transformar sua gama de veículos para a era elétrica. Mas outras tarefas urgentes se aproximam, incluindo reviver a operação do grupo na China, racionalizar seu enorme império global e lidar com o enorme excesso de capacidade. O presidente da FCA Mike Manley - que chefiará as principais operações da Stellantis na América do Norte - disse que 40% das sinergias esperadas virão da convergência de plataformas e motores e da otimização de investimentos em P&D, 35% de economias em compras e outros 7% de economia nas operações de vendas e despesas gerais. Vídeos: Últimas notícias de economia

Em postagem, órgão pede que o tratamento precoce seja solicitado por quem apresentar sintomas da Covid-19. Pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção com a ajuda de medicamentos. Twitter faz alerta de informação enganosa em postagem do Ministério da Saúde O Twitter colocou uma marca num post do Ministério da Saúde apontando que houve "a publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19". O tuíte do órgão pede que o tratamento precoce seja solicitado por quem apresentar sintomas da doença, o que não é endossado por especialistas. Marcação do Twitter em posto do ministério Reprodução/Twitter O "tratamento precoce", ou "Kit Covid", disponibilizado pelo Ministério da Saúde é uma combinação que inclui a hidroxicloroquina e a cloroquina, junto com outros fármacos. As substâncias inicialmente foram testadas em laboratório e, depois, em estudos clínicos, pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção e/ou tratamento com a ajuda de medicamentos. "Todos os países com seriedade, que seguem a ciência, eles já compreenderam que esses medicamentos não são eficazes contra a Covid", disse Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e pós-doutora em epidemiologia pela Universidade Johns Hopkins. "Se esses medicamentos tivessem qualquer comprovação científica, seria impossível que esses países, onde existem pesquisadores muito sérios e instituições muito respeitadas e competentes, não estivessem recomendando para a sua população", acrescentou. Pelo mesmo motivo, o Twitter já fez alertas na conta do presidente Jair Bolsonaro e nos perfis dos deputados federais Carla Zambelli e Daniel Silveira. Apesar da marcação, as publicações seguem visíveis. Esse tipo de medida do Twitter, no entanto, ajuda a restringir a circulação desse tipo de postagem. Twitter inclui alerta em postagem do Ministério da Saúde; Ana Flor comenta Posts apagados em 2020 O Twitter já agiu contra as postagens do presidente Jair Bolsonaro no ano passado. Em março, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia. Na ocasião, foram tirados do ar posts que registravam um passeio de Bolsonaro em Brasília, que provocou aglomerações, e o posicionamento dele contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro. Nas regras sobre remoção de conteúdo que envolva desinformação sobre a Covid-19, em texto de julho passado, a rede social aponta o que leva em conta ao considerar essa medida. Podem ser alvos posts que: reflitam não uma opinião, mas algo apontado como fato, e, entre os exemplos, o Twitter cita postagens que abordem supostas medidas preventivas contra a doença, tratamentos ou curas; tenham sido apontados como falsos ou enganosos por especialistas no assunto, como autoridades de saúde pública; possam causar danos se as pessoas acreditarem nessa informação, da forma como ela foi apresentada, podendo levar a uma maior exposição ao vírus ou afetar a capacidade do sistema de saúde de lidar com a pandemia, por exemplo. A plataforma afirma ainda que, em vez de remover um post, poderá colocar um advertência no tuíte, nos casos em que o risco de dano seja menos grave, mas, ainda assim, possam confundir as pessoas. E que isso reduz a visibilidade da postagem. Initial plugin text
Tem o biodiesel extraído da soja, o etanol da cana e agora também do milho. Brasil é um dos maiores produtores de energia renovável do mundo O Brasil é um dos maiores produtores de energia renovável do mundo. Tem o biodiesel extraído da soja. O etanol da cana e agora também do milho. A eletricidade produzida pela queima do bagaço da cana nas caldeiras das usinas de açúcar e álcool. Série do G1 mostra a origem dos alimentos consumidos no país Nas granjas de suínos, o biogás movimenta geradores que abastecem a rede elétrica. Nossa natureza ainda gera energia da água, do sol e do vento. As fontes renováveis já fornecem quase metade do consumo do país. Energia renovável polui menos e se torna cada vez mais lucrativa. Energia renovável é Agro! VÍDEOS: veja mais sobre a indústria-riqueza do Brasil

Postagens dos deputados mencionam estudo que comprova a eficácia do tratamento precoce para evitar evolução da Covid-19. O Twitter colocou uma marcação em postagens antigas dos deputados federais Carla Zambelli (PSL-SP) e Daniel Silveira (PSL-RJ) por "publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19". Na sexta-feira (15), o Twitter fez o mesmo tipo de alerta em um post de Jair Bolsonaro. Todas as postagens mencionam um estudo que comprova a eficácia do tratamento precoce para evitar uma evolução da Covid-19. Apesar da marcação, as publicações seguem visíveis. Esse tipo de medida do Twitter, no entanto, ajuda a restringir a circulação desse tipo de postagem. Post de Carla Zambelli Reprodução/Twitter O "tratamento precoce", ou "Kit Covid", disponibilizado pelo Ministério da Saúde é uma combinação que inclui a hidroxicloroquina e a cloroquina, junto com outros fármacos. As substâncias inicialmente foram testadas em laboratório e, depois, em estudos clínicos, pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção e/ou tratamento com a ajuda de medicamentos. "Todos os países com seriedade, que seguem a ciência, eles já compreenderam que esses medicamentos não são eficazes contra a Covid. Se esses medicamentos tivessem qualquer comprovação científica, seria impossível que esses países, onde existem pesquisadores muito sérios e instituições muito respeitadas e competentes, não estivessem recomendando para a sua população", disse Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e pós-doutora em epidemiologia pela universidade Johns Hopkins. Post de Daniel Silveira Reprodução/Twitter Posts apagados em 2020 O Twitter já agiu contra as postagens do presidente Jair Bolsonaro no ano passado. Em março, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia. Na ocasião, foram tirados do ar posts que registravam um passeio de Bolsonaro em Brasília, que provocou aglomerações, e o posicionamento dele contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro. Nas regras sobre remoção de conteúdo que envolva desinformação sobre a Covid-19, em texto de julho passado, a rede social aponta o que leva em conta ao considerar essa medida. Podem ser alvos posts que: reflitam não uma opinião, mas algo apontado como fato, e, entre os exemplos, o Twitter cita postagens que abordem supostas medidas preventivas contra a doença, tratamentos ou curas; tenham sido apontados como falsos ou enganosos por especialistas no assunto, como autoridades de saúde pública; possam causar danos se as pessoas acreditarem nessa informação, da forma como ela foi apresentada, podendo levar a uma maior exposição ao vírus ou afetar a capacidade do sistema de saúde de lidar com a pandemia, por exemplo. A plataforma afirma ainda que, em vez de remover um post, poderá colocar um advertência no tuíte, nos casos em que o risco de dano seja menos grave, mas, ainda assim, possam confundir as pessoas. E que isso reduz a visibilidade da postagem. Initial plugin text

Cativeiro negro beneficiou pequena elite, mas postergou desenvolvimento do país, dizem pesquisadores. Escravizados urbanos coletando água no Brasil da década de 1830. Para pesquisadores, escravidão atrasou desenvolvimento do país Johann Moritz Rugendas/Slavery Images via BBC O Brasil importou mais africanos escravizados do que qualquer outro país e, por aqui, a escravidão durou mais tempo do que em qualquer outra parte do Ocidente. No entanto, ao invés de promover o crescimento econômico e o desenvolvimento, o trabalho compulsório de negros e negras atrasou o processo de industrialização do país, mostra estudo feito por pesquisadores das universidades de Manchester, Bonn e da FGV (Fundação Getulio Vargas). De maneira inédita, usando a econometria — um método que utiliza a matemática e a estatística para avaliar teorias econômicas —, os analistas mostram com números algo que a literatura historiográfica e econômica já apontava: que a escravidão beneficiou apenas uma pequena elite enquanto atrasou o desenvolvimento do país como um todo. Escravidão no Brasil em números Segundo o estudo, entre os séculos 16 e 19, cerca de 4,9 milhões de africanos desembarcaram na costa brasileira, o que representa 46% de todas as chegadas de escravizados ao continente americano. Em comparação, 388.746 escravizados foram levados para os Estados Unidos. Escravizados recém-chegados da África sendo desembarcados em um porto brasileiro. Entre os séculos 16 e 19, cerca de 4,9 milhões de africanos desembarcaram no país Johann Moritz Rugendas/Slavery Images via BBC O tráfico de africanos começou no Nordeste do país na década de 1560, com os cativos sendo empregados inicialmente em grandes plantações de cana-de-açúcar nos entornos de Recife e Salvador. Na década de 1590, a chegada de escravizados aos portos da Bahia e de Pernambuco superava 12 mil por ano e flutuou em torno desse nível até a proibição do tráfico pela Lei Eusébio de Queirós, em 1850. O Sudeste se tornou um destino relevante para escravizados no século 18, durante a corrida do ouro em Minas Gerais. A maioria dos africanos chegou à região através do Rio de Janeiro, que se tornou o maior porto de escravizados do mundo. Os desembarques de cativos ali chegaram a 25 mil por ano entre 1801 e 1850, com os escravizados sendo direcionados também à produção de café nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Números do fim do século 19 sugerem que a população de escravizados no Brasil chegou a cerca de 1 milhão a 1,5 milhão de pessoas, num país com uma população de 3 milhões. O país também foi o último do Ocidente a abolir a escravidão, em 1888, depois de todos os vizinhos sul-americanos e caribenhos e dos Estados Unidos (1863). Um debate que vem de décadas "Nosso objetivo é contribuir para um debate amplo que é qual é o papel da escravidão no desenvolvimento econômico de longo prazo", diz Thales Pereira, professor da EESP-FGV (Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas). Pereira é um dos coautores do estudo, junto a Nuno Palma, Andrea Papadia e Leonardo Weller. Palma é professor na Universidade de Manchester, no Reino Unido; Papadia é pesquisador na Universidade de Bonn, na Alemanha; e Weller é professor da EESP-FGV. O artigo foi apresentado como texto para discussão pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, e os autores esperam sua publicação em periódico acadêmico ainda este ano. Africanos em um mercado de escravizados em Pernambuco. Debate sobre papel da escravidão no desenvolvimento econômico começou na década de 1940, com o historiador Eric Williams Crédito: Maria Graham/Slavery Images via BBC Segundo Pereira, esse debate começa na década de 1940, com o historiador Eric Williams, que discute o papel da escravidão no Caribe para a revolução industrial inglesa. Nos últimos dez anos, ganhou força uma nova literatura sobre o tema, parte da chamada "Nova História do Capitalismo", produzida por um grupo de historiadores americanos, que busca analisar o papel da escravidão para o desenvolvimento dos Estados Unidos. Para esses autores, como Edward Baptist e Sven Beckert, a industrialização dos EUA estaria ligada ao acesso a algodão barato, fruto da exploração violenta dos escravizados. "É uma visão de crescimento econômico em que o desenvolvimento vem da exploração", avalia Pereira. Segundo ele, apesar da interpretação desses autores ser considerada por muitos pesquisadores como extremamente falha e baseada em premissas equivocadas, essa visão ganhou espaço no senso comum, daí a importância de testar essas hipóteses a partir de dados concretos da realidade. No Brasil, produção de algodão com e sem escravizados O Brasil ofereceu aos pesquisadores uma ótima oportunidade para esses testes. Isso porque, por aqui, houve um aumento repentino da produção de algodão a partir da década de 1860, em resposta à paralisação das lavouras americanas em meio à Guerra Civil daquele país. Além disso, no Brasil, houve uma situação peculiar: duas províncias vizinhas, Maranhão e Ceará, passaram por esse forte crescimento na produção de algodão, mas uma delas tinha praticamente só trabalho escravo e a outra, somente trabalho livre. Assim, pela hipótese da "Nova História do Capitalismo", a produção do Maranhão deveria ter crescido mais do que aquela do Ceará. Mas não é isso que os pesquisadores encontram, ao analisar dados dos ministérios da Fazenda e da Agricultura do século 19. "Na verdade, marginalmente, a produtividade do Ceará aumentou mais do que a do Maranhão", diz Pereira, acrescentando que isso descarta a hipótese de Edward Baptist de que seria a violência contra os escravos a causa do aumento de produtividade nas lavouras de algodão. Por aqui, afirmam os pesquisadores, com base em registros históricos, o fator determinante nesse ganho de produtividade foi o uso de novas sementes, importadas dos Estados Unidos, e a adoção de tecnologias inovadoras. Escravidão e industrialização Outra hipótese que pôde ser testada na realidade brasileira é a que relaciona a escravidão e o avanço da industrialização. Para isso, os pesquisadores usaram dados do Censo nacional de antes de depois da Abolição, mais precisamente, de 1872 e 1920. E compararam dados municipais dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro (excluída a capital fluminense, cuja realidade era muito peculiar, pelo fato de a cidade ter sido a capital do país entre 1763 e 1960). Vendedoras de Angu. Regiões com presença de escravizados afastavam imigrantes e o trabalho livre de maneira geral Jean Baptiste Debret/Slavery Images via BBC "Testamos se áreas que tinham maior presença de escravos, no Censo de 1872, que foi o primeiro Censo nacional brasileiro, tinham mais indústrias no início do século 20", explica Pereira. "Levamos em conta um monte de controles para analisar isso." Entre os controles utilizados estão a parcela de trabalhadores ocupados na agricultura, a presença de imigrantes, o grau de alfabetização, se os municípios eram produtores antigos ou tardios de café, se havia presença ou não de estação de trem, a distância em relação ao porto mais próximo e a desigualdade na posse de terras. "O que encontramos é que há uma forte correlação entre industrialização e capital humano. Tanto regiões onde os brasileiros são mais alfabetizados, quanto regiões que têm imigrantes — que à época tinham mais acesso à alfabetização —, têm mais industrialização", diz Pereira. "Mas o que encontramos de interessante é que esse efeito só aparece após a abolição da escravidão. Ou seja, regiões com mais alfabetização e mais imigrantes em 1872 não têm mais indústria. Mas, onde esses fatores estão presentes em 1872, aparece a indústria em 1920." "Isso é o que a literatura, à exceção da 'Nova História do Capitalismo', já discutia há muito tempo: que o potencial produtivo do país era limitado pela escravidão. Então, com o fim dela, houve um melhor uso dos recursos humanos na sociedade." 'Escravidão foi um desastre e atrasou o país' Segundo o pesquisador, a presença de escravizados afastava os imigrantes e o trabalho livre de maneira geral. Além disso, em regiões onde havia muitos escravos, não havia incentivo municipal para a abertura de escolas para alfabetizar a população. O professor da FGV diz que há evidências de que houve escravizados trabalhando na manufatura e na indústria têxtil, por exemplo. Mas que havia limites para a expansão dessa industrialização, pela falta de um mercado consumidor, já que esses trabalhadores não recebiam salários. Além disso, não havia estímulo para empregar escravizados na manufatura, porque o retorno deles na agricultura era maior. "Resultados como os nossos, apesar de não serem conclusivos, ajudam a dissipar essa ideia, que vai e volta na literatura, de que crescimento econômico ocorre simplesmente por exploração", diz Pereira. "Tentamos retomar a literatura que diz que isso não é verdade. A escravidão foi um desastre, um horror. Ela gerou riqueza para alguns, mas não gerou crescimento econômico para a sociedade." "Ela não teve um efeito positivo 'oculto' como sugere a 'Nova História do Capitalismo'. Ela era indefensável. Mas por que a escravidão durou tanto? Porque ela era lucrativa para as pessoas que eram donas de escravos. Mas isso atrasou o país." Vídeos: Últimas notícias de economia

Segundo a Superintendência de Seguros Privados, o banco substitui a Líder e passará a receber os avisos de sinistros que tenham ocorrido a partir do dia 1º de janeiro de 2021. Trânsito no Centro do Rio Marcos Serra Lima/G1 A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anunciou neste sábado (16) que a Caixa Econômica Federal é o novo gestor do DPVAT — o seguro obrigatório usado para indenização de vítimas de acidente de trânsito. A Caixa passará a receber os avisos de sinistros que tenham ocorrido a partir do dia 1º de janeiro de 2021. Acidentes ocorridos até 31 de dezembro do ano passado, independentemente da data de aviso, permanecem sob responsabilidade da Seguradora Líder. Como fica o atendimento agora A partir de segunda-feira (18), as solicitações de indenização poderão ser feitas nas agências da Caixa. Para isso, o solicitante deve apresentar a documentação requerida por lei, conforme a cobertura aplicável. Com a solicitação aprovada, o pagamento da indenização será feito em até 30 dias em uma Conta Poupança Social Digital da Caixa, no CAIXA Tem, em nome da vítima ou dos beneficiários, dependendo do caso. Em breve, será lançado o App DPVAT. O aplicativo permitirá o upload dos documentos e o acompanhamento da solicitação de indenização. Nos casos de morte, o valor é de R$ 13.500. Nos casos de invalidez permanente, o valor é de até R$ 13.500, variando conforme a lesão da vítima, com base em tabela prevista na lei. As despesas médicas e hospitalares são reembolsadas em até R$ 2.700, considerando os valores gastos pela vítima em seu tratamento. A mudança na gestão A Susep e a Caixa firmaram contrato na última sexta-feira (15), conforme determinação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). A medida atendeu a uma decisão cautelar do Tribunal de Contas da União (TCU), que estabeleceu que a Susep deveria manter a operação do seguro após a extinção do consórcio de seguradoras que administrava o DPVAT. No dia 29 de dezembro, o CNSP autorizou a Susep a contratar uma instituição para gerir e operacionalizar as indenizações referentes ao Seguro DPVAT. A mudança de gestão ocorreu depois que as seguradoras decidiram, em novembro, pela extinção do consórcio que operava o Seguro DPVAT. A Seguradora Líder continua responsável pelos atendimentos para os sinistros ocorridos até 31/12/2020, mesmo que o aviso seja feito posteriormente. Veja os canais no link https://www.seguradoralider.com.br/. Sem cobrança de DPVAT em 2021 O conselho já havia decidido que proprietários de veículos não precisam pagar o DPVAT este ano. Segundo a Susep, há recursos em caixa suficientes para a operação — são valores pagos em anos anteriores e que não foram utilizados. Uma eventual decisão sobre 2022 ainda terá de ser tomada pelo conselho. Em 2020, o DPVAT passou por redução de 68% para carros, passando para R$ 5,23, e de 86% para motos, chegando a R$ 12,30. O que é o DPVAT? O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), instituído por lei desde 1974, cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país. Vítimas e herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de 3 anos após o acidente para dar entrada no seguro. VÍDEOS: Os mais vistos do Rio nos últimos 7 dias

App enviou notificação de nova política de privacidade para usuários e gerou alta em downloads de concorrentes. WhatsApp enviou aviso sobre mudança de privacidade e causou debandada para outros aplicativos. AFP O WhatsApp, aplicativo de mensagens número um do Brasil e com mais de 2 bilhões de usuários no mundo, começou a enviar uma notificação sobre mudanças em sua política de privacidade. O texto prevê mais detalhes sobre o compartilhamento de dados com o Facebook, dono do app, no início deste ano. A comunicação sobre os novos termos gerou dúvidas, reações negativas e preocupação com a privacidade. Aplicativos concorrentes como Telegram e Signal foram baixados milhões de vezes após essa alteração. WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens Entenda abaixo o que se sabe e o que falta esclarecer sobre essa alteração. O que o WhatsApp anunciou? Isso significa que o WhatsApp e o Facebook podem ler minhas mensagens? Por que o app não garante a privacidade em chats com empresas? O que mudou na nova política? O que o WhatsApp compartilha com o Facebook? Desde quando o WhatsApp compartilha informações com o Facebook? Eu posso escolher não compartilhar dados com o Facebook? Por que o WhatsApp coleta esses dados? O que diz o WhatsApp? Como saber se autorizei o Facebook a acessar meus dados do WhatsApp? O que o WhatsApp anunciou? O aplicativo passou a exibir, no começo de 2021, uma notificação sobre mudanças em sua política de privacidade. No documento, há novidades sobre o compartilhamento de dados com o Facebook, dono do app. As pessoas precisavam concordar com os novos termos até 8 de fevereiro para continuar usando o WhatsApp, mas o prazo foi estendido e a política só entrará em vigor em 15 de maio. Notificação com informações sobre os novos termos e políticas de privacidade do WhatsApp. Reprodução/Arquivo pessoal Isso significa que o WhatsApp e o Facebook podem ler minhas mensagens? Não. Conversas entre duas contas comuns ou em grupos não podem ser lidas pelo WhatsApp, Facebook ou qualquer terceiro. O aplicativo usa criptografia ponta a ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem ver a mensagem. A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir essa proteção em conversas com contas comerciais, aquelas usadas por empresas (entenda mais abaixo). Por que o app não garante a privacidade em chats com empresas? Imagine, por exemplo, uma grande varejista que ofereça atendimento pelo WhatsApp. Os atendentes não respondem por um celular, mas por ferramentas que gerenciam os chats. Essas ferramentas são vendidas por empresas de tecnologia. Algumas delas, certificadas pelo Facebook, oferecem opções de hospedagem dos diálogos com clientes. Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações com empresas, o WhatsApp não consegue garantir a criptografia ponta a ponta para esses chats. O app se defende dizendo que avisa os usuários e que a conversa com uma conta comercial é opcional. Quando uma pessoa inicia um chat com essas contas, o aplicativo exibe um aviso no topo do chat que diz "você está conversando com uma conta comercial". Aviso do WhatsApp ao entrar em contato com uma conta de empresa. Reprodução A partir de agora, o Facebook também vai oferecer essa hospedagem. A novidade foi anunciada em outubro e a nova política de privacidade aborda com mais detalhes as interações com empresas. Outra mudança na política prevê que dados gerados nessas interações podem ser usados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram. Foi só isso que mudou? Não. O WhatsApp afirma que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, mas o novo texto prevê a coleta de dados que não estavam presentes na versão anterior do documento. Entre eles: carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nas três plataformas. O trecho sobre dados de localização também foi modificado e diz que “mesmo se você não utiliza nossos recursos relacionados à localização, usamos endereços IP e outros dados como códigos de área de número de telefone para calcular sua localização geral”. O que o WhatsApp compartilha com o Facebook? Entre os dados que o WhatsApp compartilha com o Facebook mencionados em sua política de privacidade estão: informações de registro, como o número de telefone; endereço de IP; informações sobre o dispositivo utilizado (modelo, nível da bateria, força do sinal, versão do aplicativo, informações do navegador, rede móvel); dados de transações e pagamentos; informações sobre como você interage com outros, incluindo empresas (o tempo, a frequência e a duração de suas atividades e interações, nunca o conteúdo); relatórios e registros de desempenho. Segundo a companhia, as informações podem ser usadas para: ajudar a aprimorar os sistemas de infraestrutura e entrega; entender como os serviços são usados; promover proteção, segurança e integridade em todos os produtos; aprimoramento dos serviços e experiências, incluindo sugestões para os usuários (como a recomendação de conteúdos, conexões de grupos ou amigos); integração para conectar o WhatsApp com outros produtos do Facebook. O último item cita integração com o Facebook Pay, base do sistema de pagamentos do WhatsApp, que chegou a ser testado no Brasil no ano passado, mas foi barrado pelo Banco Central e pelo Cade. Desde quando o WhatsApp compartilha informações com o Facebook? Desde 2016. Foi quando o WhatsApp apresentou a primeira grande mudança em sua política de privacidade – dois anos depois de ser comprado pelo Facebook. Na época, foi revelado que o mensageiro começaria a compartilhar informações com a rede social. Eu posso escolher não compartilhar dados com o Facebook? Atualmente, não. As pessoas que usavam o WhatsApp em 2016 podiam negar a troca de dados com o Facebook, mas tiveram apenas 30 dias para aproveitar essa opção. Novas contas, por outro lado, não podiam escolher. Muitas pessoas compartilham os dados com o Facebook desde 2016. Com a nova mudança da política, em 2021, e o ultimato para aceitar as novidades, ficou a sensação de que esse compartilhamento de dados passaria a ser obrigatório para todos, mesmo para aqueles que negaram em 2016. O WhatsApp disse ao G1 que continua respeitando a escolha dos usuários que decidiram não compartilhar seus dados naquela época. Porém, esse ponto não é citado em nenhum trecho dos termos do aplicativo. Para saber se você está compartilhando informações com o Facebook, é preciso baixar dados de sua conta (veja como fazer abaixo). Por que o WhatsApp coleta esses dados? Embora o WhatsApp mostre em sua política quais são os fins da coleta de dados, não há um detalhamento individual. Representantes da Coalizão Direitos na Rede, um grupo de entidades acadêmicas e da sociedade civil em defesa dos direitos digitais, disseram ao G1 que estão em contato com o WhatsApp para entender as novidades e que ainda há lacunas. "A política de privacidade não explica quais os motivos específicos da coleta de alguns dados. O documento diz quais informações são obtidas e para qual finalidade podem ser usados no geral, mas não dá para entender a finalidade para cada uma dessas coletas", afirmou José Renato, membro da Coalizão Direitos na Rede. Segundo ele, há contradições. O app publicou, recentemente, uma página com perguntas frequentes alegando que protegia a privacidade dos usuários e que a companhia não poderia ver a localização dos usuários, mas a redação da política diz outra coisa. O que diz o WhatsApp? A repercussão fez com que o WhatsApp se manifestasse, reforçando que o conteúdo de mensagens e ligações é protegido por criptografia e não pode ser acessado pela companhia, e que os dados que são compartilhados entre ele e o Facebook permanecem os mesmos desde 2016. "Esta atualização não muda as práticas de compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook, e não impacta como as pessoas se comunicam de forma privada com seus amigos e familiares em qualquer lugar do mundo", disse o aplicativo em um comunicado enviado ao G1. Como saber se autorizei o Facebook a acessar meus dados do WhatsApp? O WhatsApp explica que para saber se em 2016 um usuário aceitou compartilhar suas informações com o Facebook, é preciso baixar informações de sua conta do app. Veja o passo a passo: Abra o WhatsApp; Acesse as Configurações (menu de três pontos no Android ou em Ajustes no iPhone); Toque no item "Conta" e selecione "Solicitar dados da conta"; O relatório com seus dados será disponibilizado em três dias. Veja vídeos sobre tecnologia no G1
Serviço está entre as ideias de negócio mais buscadas no site da instituição em 2020. Escritório de consultoria foi uma das ideias de negócios mais buscadas em 2020 no site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A instituição criou um material com dicas para quem quer investir no segmento, que oferece consultoria para clientes e empresas potencializarem sua gestão e aumentarem oportunidades de negócios. Veja dicas para abrir um pet shop Confira dicas para investir em uma distribuidora de bebidas Saiba como abrir uma empresa de frete e transporte de cargas Veja como empreender com uma clínica de estética Os profissionais da área podem atuar em diversos segmentos, como estratégia, operações, recursos humanos, financeiro, tecnologia e inovação. Veja 10 dicas do Sebrae para abrir um escritório de consultoria: Mercado: o crescimento das consultorias está ligado à necessidade das empresas de crescer, enfrentar crises e criar estratégias para manter a competitividade. Conhecimento: para ser um consultor, o profissional precisa ter conhecimento e habilidades na área em que vai atuar. É importante ter capacidade analítica e uma postura ética, pois seus conselhos podem influenciar diretamente a tomada de decisão das empresas. Localização: é totalmente viável atuar no formato virtual, sem a necessidade de um escritório físico. Alugar um coworking é uma opção para quando for necessária uma reunião presencial. Equipe: a maioria dos escritórios de consultoria contam com profissionais que atuam individualmente ou com equipes de consultores, que são classificados pelo nível de experiência. Prospecção: este é o primeiro contato entre empresa e consultoria. Nesta fase, os consultores mostram seu portfólio e tudo que podem fazer para ajudar o empreendimento a crescer. Criatividade: as empresas buscam consultores que tragam inovações, novidades para o segmento, e soluções criativas para os problemas comuns do dia a dia. Clientes: fique sempre em contato, observe se as ações estão sendo implantadas e se os resultados estão agradando o cliente. Conhecimentos específicos: uma empresa do segmento imobiliário possui interesses diferentes de uma organização do setor alimentício, por exemplo. Por isso, é essencial que o consultor tenha um conhecimento aprofundado sobre a área de atuação do cliente. Mesmo que a opção seja uma pequena consultoria, é fundamental ter velocidade nas decisões e reduzir as possibilidades de erro. Estratégias: usar a tecnologia para reduzir custos para o cliente, focar no relacionamento e não somente na receita, e explorar pontos nebulosos dentro de alguns segmentos são ideias para atrair mais clientes. Planejamento financeiro: ter uma reserva de recurso para troca de equipamentos eletrônicos ou aquisição de sistema mais modernos é uma necessidade deste modelo de negócio. Veja reportagem do PEGN sobre uma startup que oferece consultoria digital para pequenos negócios da periferia: Startup muda foco durante a pandemia e passa a ajudar pequenos negócios da periferia Vídeos: Conheça empreendedores que estão superando a crise
Veja ainda as notícias do campo, como a chuva antecipada que alegra produtores do sertão da Paraíba, e a redução do plantio de algodão. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (17) O Globo Rural deste domingo (17) inicia uma série que relembra as melhores reportagens do programa. Uma delas mostra em detalhes a produção do fio da seda no Paraná, um produto que é exportado para o mundo todo. Conheça ainda os tamanduás brasileiros e a Ilha das Cinzas, na Amazônia, onde ribeirinhos aproveitam a riqueza da floresta e preservam a natureza. Veja também as notícias do campo, como a chuva antecipada que alegra produtores do sertão da Paraíba, e a redução do plantio de algodão. O programa começa às 8h30. VÍDEOS mais vistos do Globo Rural

Aumento nos preços dos combustíveis ocorre mesmo sem que a Petrobras tenha promovido reajustes em suas cotações nas refinarias em 2021. Diesel aumentou cerca de R$ 0,10 em alguns postos de Divinópolis Reprodução/TV Integração O preço médio do diesel subiu pela sétima semana consecutiva nos postos de combustíveis do Brasil, atingindo a marca de R$ 3,685 por litro, mostrou levantamento publicado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (15), enquanto a gasolina também ficou mais cara. Com o movimento, o preço final para o consumidor do diesel, combustível mais utilizado do Brasil, apurou alta de 0,27% em relação à semana anterior. O valor médio da gasolina, por sua vez, subiu 0,15% na semana, para R$ 4,572 o litro, no quarto movimento de alta semanal consecutivo, de acordo com a ANP. O aumento nos preços dos combustíveis ocorre mesmo sem que a Petrobras tenha promovido reajustes em suas cotações nas refinarias em 2021. O repasse de movimentos de preço nas refinarias aos postos, no entanto, não é automático e nem obrigatório, com a cotação nas bombas dependendo de uma série de fatores, incluindo margens de distribuição e impostos. Os últimos reajustes da Petrobras, que domina o mercado de refino no país, foram anunciados no final de dezembro, quando a empresa elevou o diesel em 4% e a gasolina em 5%. Concorrente da gasolina nas bombas, o etanol hidratado registrou leve queda de 0,06% na última semana, atingindo preço médio de R$ 3,202 por litro, após ter avançado 0,75% na semana anterior. Vídeos: Últimas notícias de Economia
Decisão foi publicada no 'DO' e vale para pilotos que transportarem pacientes ou insumos médicos. Amazonas enfrenta crise na saúde, com hospitais superlotados e falta de oxigênio. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu nesta sexta-feira (15) que pilotos de avião que atuem na crise na saúde no Amazonas podem ultrapassar os limites de tempo voo. Segundo a Anac, a autorização vale para pilotos que: transportarem pacientes com Covid-19 da cidade de Manaus para outra localidade; transportarem insumos médicos ou profissionais para a capital amazonense. A jornada depende da operação, mas, na maior parte dos casos, funciona assim: Tripulação simples (2 pilotos): jornada máxima de 8 horas; Tripulação composta (3 pilotos): jornada máxima de 11 horas; Tripulação de revezamento (4 pilotos): jornada máxima de 14 horas. O Amazonas enfrenta uma crise na saúde em razão do aumento no número de casos de coronavírus. Os hospitais de Manaus estão superlotados e sem oxigênio para os pacientes. A decisão da Anac foi publicada no "Diário Oficial da União" e vale até o próximo dia 25 de janeiro. Na portaria, a agência afirma que, apesar de a extrapolação do limite de voo implicar em aumento dos níveis de risco à segurança operacional, "há razoabilidade para se admitir um incremento pontual do risco com o fim de evitar a morte certa de pessoas caso esse incremento não seja admitido". A portaria da Anac alerta, no entanto, que nenhum tripulante poderá ser coagido a voar caso declare estar fadigado a ponto de não ser sentir "suficientemente seguro" para realizar operações, "mesmo dentro dos limites legais de jornada". Initial plugin text
Cobrança tinha sido zerada em 2020, mas foi retomada porque Ministério da Saúde não pediu renovação. Amazonas enfrenta superlotação de hospitais e falta de oxigênio para pacientes. O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, decidiu nesta sexta-feira (15) zerar o imposto de importação dos cilindros usados para armazenar oxigênio. A decisão foi tomada em razão da crise no sistema de saúde de Manaus (AM). A medida foi antecipada pelo presidente Jair Bolsonaro em uma rede social. Em nota divulgada em seguida, a Camex informou que o imposto foi zerado para "monitores de sinais vitais, sensores de O² (oxigênio), tanques (cilindros) para armazenamento de gases medicinais, bem como diversos insumos médicos que permitem intensificar o combate à pandemia da Covid-19". Esse imposto de importação já tinha caído a zero em 2020, por conta da pandemia. No fim do ano, no entanto, os cilindros não foram incluídos na lista de prorrogação da medida, elaborada pelo Ministério da Saúde. Por isso, no começo de 2021, a tarifa foi retomada. Camex se reúne para zerar imposto de importação de cilindros para oxigênio "Os ajustes à lista de reduções tarifárias são promovidos tendo em conta o monitoramento das circunstâncias epidemiológicas verificadas no país. Atualmente, a lista de reduções tarifárias contempla um total de 561 produtos", diz a nota da Camex. As medidas devem começar a valer neste sábado (16), quando forem publicadas em edição extra do "Diário Oficial da União". Segundo o governo, a vigência do imposto zero é prevista até 30 de junho deste ano. Sem a portaria que zera a cobrança, o imposto previsto nas tabelas é de 14% para o cilindro de ferro, e de 16% para o cilindro de alumínio. Falta de oxigênio deve afetar produção da Zona Franca de Manaus Crise do oxigênio no Amazonas: entenda o quanto falta e as ações para repor o insumo A reunião desta sexta-feira foi solicitada pelo secretário especial de Comércio Exterior, Roberto Fendt, e pelo secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys. Com o recorde de internações por Covid, unidades de saúde de Manaus ficaram sem oxigênio. O governo local está sendo obrigado a enviar pacientes para outros estados. Bebês prematuros internados em maternidades públicas também foram transferidos para outros estados. 5 pontos sobre a Covid-19 no Amazonas Além disso, os cemitérios da capital amazonense estão lotados — o que obrigou a administração dos espaços a ampliar o horário de funcionamento e a instalar câmaras frigoríficas. Para tentar frear a expansão do vírus, o governo estadual decidiu proibir a circulação de pessoas entre 19h e 6h em Manaus. Imposto de importação No começo de 2020, o governo zerou o imposto de importação de uma série de produtos médicos a fim de combater o avanço da pandemia da Covid-19. Entre os itens, estavam os cilindros para armazenamento de oxigênio. A medida que zerou o imposto venceria em setembro, mas foi prorrogada até o fim de dezembro do ano passado. Como não entraram na lista elaborada em dezembro, os cilindros ficaram de fora da renovação para 2021 – e a tributação foi retomada de forma automática em janeiro. ‘A realidade é aterrorizante. Oxigênio acabar é de perder a fé’, diz médico de Manaus Íntegra Confira abaixo a íntegra do comunicado divulgado pela Camex: O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex) aprovou nesta sexta-feira (15/01), em reunião extraordinária, a redução temporária a zero do Imposto de Importação para 258 produtos. Dentre outros produtos, a medida contempla monitores de sinais vitais, sensores de O² (oxigênio), tanques (cilindros) para armazenamento de gases medicinais, bem como diversos insumos médicos que permitem intensificar o combate à pandemia da Covid-19. Na reunião desta sexta, o Comitê também suspendeu o direito antidumping que incidia sobre tubos de plástico para coleta de sangue a vácuo. Ambas as medidas passam a ter vigência neste sábado (16/01), quando forem publicadas em edição extra do Diário Oficial da União. Desde a publicação da Resolução Gecex nº 17, de março do ano passado, o governo brasileiro tem realizado reduções tarifárias temporárias e suspendido gravames antidumping com vistas a aumentar a oferta de bens utilizados no enfrentamento à pandemia da Covid-19. Os ajustes à lista de reduções tarifárias são promovidos tendo em conta o monitoramento das circunstâncias epidemiológicas verificadas no país. Atualmente, a lista de reduções tarifárias contempla um total de 561 produtos. As duas medidas aprovadas hoje pelo Gecex têm previsão de vigência até 30 de junho de 2021. Covid-19: veja mensagens de brasileiros em tempos de isolamento Initial plugin text

Rede social colocou alerta sobre 'publicação de informações enganosas'. Este tipo de medida restringe a circulação do tuíte, mas ele continua disponível na rede social. O Twitter colocou por volta das 20h desta sexta-feira (15) uma marcação no post do presidente Jair Bolsonaro que falava sobre um "tratamento precoce" contra Covid-19 que não tem comprovação médica, alertando que a mensagem viola as regras da plataforma sobre publicação de informações enganosas. Este tipo de medida restringe a circulação do tuíte, mas mantém a mensagem no ar. Na postagem feita às 15h36 desta sexta, Bolsonaro disse que "Estudos clínicos demonstram que o tratamento precoce da Covid, com antimaláricos, podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e estão associados à redução da mortalidade". Mas pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção e/ou tratamento com a ajuda de medicamentos. Tuíte de Bolsonaro Twitter No fim da tarde, o G1 questionou a rede social sobre se a postagem violava suas regras e se alguma medida seria tomada neste caso. Horas após a publicação, a rede social colocou um aviso em cima deste tuíte, dizendo que ele "violou as Regras do Twitter sobre publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais" relacionadas à Covid-19". Mas disse que "no entanto, o Twitter determinou que pode ser do interesse público que esse Tweet continue acessível". Não estava mais visível a contagem de curtidas e de compartilhamentos. Em sua política de uso, a plataforma afirma que, se um post de um líder mundial violar as regras, "mas houver um claro interesse público em mantê-lo na plataforma, nós o colocaremos atrás de um aviso que trará contexto sobre a violação e permitirá que as pessoas cliquem e vejam o conteúdo se assim desejarem". "O aviso é potencialmente informativo. Ele pode fazer com que a pessoa passe a procurar informações verdadeiras em outros canais e romper o canal da desinformação”, avalia Yasmin Curzi, especialista em Direito Digital, da FGV-Rio. “Adicionar uma informação a mais, um aviso ou um link para que a pessoa chegue à checagem de fato daquela informação é uma boa medida porque não suprime a manifestação de um usuário”, diz Ivar Hartmann, professor associado do Insper e especialista em direito digital. Posts apagados em 2020 Esta não foi a primeira vez que o Twitter agiu contra postagens do presidente. Em março de 2020, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia. Na ocasião, foram tirados do ar posts que registravam um passeio de Bolsonaro em Brasília, que provocou aglomerações, e o posicionamento dele contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro. Nas regras sobre remoção de conteúdo que envolva desinformação sobre a Covid-19, em texto de julho passado, a rede social aponta o que leva em conta ao considerar essa medida. Podem ser alvos posts que: reflitam não uma opinião, mas algo apontado como fato, e, entre os exemplos, o Twitter cita postagens que abordem supostas medidas preventivas contra a doença, tratamentos ou curas; tenham sido apontados como falsos ou enganosos por especialistas no assunto, como autoridades de saúde pública; possam causar danos se as pessoas acreditarem nessa informação, da forma como ela foi apresentada, podendo levar a uma maior exposição ao vírus ou afetar a capacidade do sistema de saúde de lidar com a pandemia, por exemplo. A plataforma afirma ainda que, em vez de remover um post, poderá colocar um advertência no tuíte, nos casos em que o risco de dano seja menos grave, mas, ainda assim, possam confundir as pessoas. E que isso reduz a visibilidade da postagem. Initial plugin text

Após processos e demissões, a National Rifle Association (NRA) afirmou que tentará se reorganizar no Texas. Movimento foi visto como tentativa de escapar de processos por fraude. Sede da NRA em Fairfax, Virgínia, nos EUA, em foto de 6 de agosto de 2020 Jonathan Ernst/Arquivo/Reuters A National Rifle Association (NRA), principal lobby favorável à legalização do porte e da posse de armas nos Estados Unidos, declarou nesta sexta-feira (15) que pedirá falência. Os sinais de má saúde financeira da associação ficaram mais evidentes no ano passado, quando a NRA demitiu dezenas de funcionários e cancelou uma convenção nacional. No entanto, o pedido de falência foi visto pela imprensa americana como uma tentativa de escapar de processos judiciais. Isso porque o governo de Nova York, onde a empresa tinha foro, processou a associação por fraude fiscal. Agora, a NRA afirma que buscará se reorganizar no Texas — estado governado por republicanos que tende a ter postura mais favorável à flexibilização das normas de armas. Em comunicado, a NRA disse que entrou com pedido de falência para salvaguardar a própria associação. "A medida permitirá nosso crescimento de longo prazo e sustentável e assegurará o sucesso contínuo da NRA como a maior defensora da liberdade constitucional — livre do ambiente político tóxico de Nova York", disse. O que é a NRA Encontro anual da NRA em Indianápolis, nos EUA, em abril de 2019 Bryan Woolston/Arquivo/Reuters Durante décadas, a NRA representou milhões de proprietários e defensores de armas nos Estados Unidos, lutando com sucesso substancial para enfraquecer e eliminar as leis que impunham controles, usando a Segunda Emenda à Constituição como argumento. Na política, a NRA apoiou os candidatos que se alinharam com seus pontos de vista e criticou aqueles que apoiavam a regulamentação de armas de fogo. Ele teve um papel importante nas eleições de Donald Trump em 2016. Os filhos do presidente americano, Eric e Donald Jr, são membros e participam regularmente de eventos da NRA. VÍDEOS: Mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
Bancos registraram lucros melhores do que o esperado no quarto trimestre de 2020, mas setor viveu forte rali nos últimos dias. Os principais índices de Wall Street encerraram em queda nesta sexta-feira (15), sob o peso dos grandes bancos dos Estados Unidos após a divulgação de seus balanços trimestrais, enquanto o setor de energia foi prejudicado por uma investigação regulatória contra a Exxon Mobil Corp. O Dow Jones teve queda de 0,57%, aos 30.814,26 pontos, o S&P 500 perdeu 0,71%, aos 3.768,25 pontos, e o Nasdaq recuou 0,87%, aos 12.998,502 pontos. O índice de bancos do S&P 500 perdeu terreno conforme as ações da Wells Fargo & Co, JPMorgan Chase & Co e Citigroup Inc tiveram fortes quedas, embora tenham registrado lucros melhores do que o esperado no quarto trimestre de 2020. O setor bancário viveu forte rali nos últimos dias. A Wells Fargo e a Exxon Mobil ficarem entre os líderes de maiores perdas do índice S&P 500 na sessão. "As finanças e energia têm sido decepcionantes... isso está derrubando todo o mercado", disse Chris Zaccarelli, diretor de investimentos da Independent Advisor Alliance em Charlotte, Carolina do Norte. "Este ano é o ano para os setores de finanças, energia, materiais, indústria. Então, se chegar algum dia no qual eles não liderarem, não será uma boa notícia para o mercado." Recentemente, os principais índices de Wall Street atingiram máximas recordes, sob a esperança de um robusto pacote de estímulo fiscal. O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, revelou na quinta-feira (14) um pacote de estímulo no valor de US$ 1,9 trilhão, que inclui cerca de US$ 1 trilhão em auxílio direto às famílias. Biden anuncia pacote de US$ 1,9 trilhão para combater Covid-19 e estimular economia Enquanto isso, dados mostraram um declínio adicional nas vendas no varejo dos EUA em dezembro, no último sinal de que a economia perdeu velocidade considerável ao fim de 2020. Vídeos: Últimas notícias de economia

O petróleo Brent e o WTI registraram suas primeiras perdas semanais em três semanas. Campo de exploração de petróleo no RN Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação Os preços do petróleo caíram mais de 2% nesta sexta-feira (15), com ambos os contratos acumulando perdas na semana, à medida que preocupações com a imposição de lockdowns em cidades da China por causa de surtos de coronavírus ofuscaram um rali guiado por fortes dados de importação do país. O petróleo Brent fechou em queda de US$ 1,32, ou 2,3%, a US$ 55,10 por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) recuou US$ 1,21, ou 2,3%, para US$ 52,36 o barril. Ambas as referências, que chegaram a atingir os maiores patamares em quase um ano no começo da semana, registraram suas primeiras perdas semanais em três semanas, com o Brent cedendo 1,6% e o WTI recuando cerca de 0,4% no período. China registra primeira morte por Covid em oito meses Embora os produtores enfrentem desafios sem precedentes para equilibrar as equações de oferta e demanda, com cálculos envolvendo programas de vacinação e lockdowns, os contratos têm sido impulsionados pelas altas dos mercados acionários e pela desvalorização do dólar, que torna o petróleo mais barato, além da forte demanda chinesa. Mas esses pontos positivos foram colocados em dúvida nesta sexta-feira (15), diante da alta do dólar e da intensificação de medidas de lockdown pela China. Um pacote de alívio de quase 2 trilhões de dólares anunciado pelo presidente eleito dos EUA, Joe Biden, pode aumentar a demanda por petróleo no maior consumidor global da commodity. Ainda assim, alguns analistas afirmam que o movimento pode nãoser suficiente para alimentar a demanda. "Em termos de demanda, a Ásia tem sido o único ponto positivo", disse John Kilduff, sócio da Again Capital Management em Nova York. "Esse novo lockdown está atingindo o coração da demanda na Ásia. É um problema." Vídeos: Últimas notícias de Economia

Programa habitacional divide os beneficiários em três grupos e prevê juros mais baixos para moradores da região Norte e Nordeste. Governo regulamenta Casa Verde e Amarela Divulgação O governo publicou nesta sexta-feira (15) o decreto que regulamenta o programa habitacional Casa Verde e Amarela, que substitui o Minha Casa Minha Vida (MCMV). Lançado em agosto do ano passado, o programa contempla famílias residentes em áreas rurais com renda mensal de até R$ 7 mil e famílias de áreas rurais com renda anual de até R$ 84 mil. Minha Casa Minha Vida e Casa Verde e Amarela: entenda as diferenças entre os programas O Casa Verde e Amarela divide os beneficiários em três grupos e prevê juros mais baixos para moradores da região Norte e Nordeste (veja detalhes ao fim da reportagem). O governo diz que o Casa Verde e Amarela deve atender 1,2 milhão de famílias até o fim de 2022. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, o programa habitacional vai contemplar linhas para: Produção ou aquisição subsidiada de imóveis de imóveis novos ou usados em áreas urbanas ou rurais; Produção ou aquisição financiada de imóveis novos ou usados em áreas urbanas ou rurais; Requalificação de imóveis em áreas urbanas; Locação social de imóveis em áreas urbanas; urbanização de assentamentos precários; Melhoria habitacional em áreas urbanas e rurais; e regularização fundiária urbana. No caso de contratação de operações de financiamento habitacional com recursos orçamentários da União, o atendimento do programa será limitado para famílias em áreas urbanas com renda mensal de até R$ 4 mil e para agricultores e trabalhadores em áreas rurais com renda anual de até R$ 48 mil. O governo diz que as solicitações de financiamento pelo programa podem ser feitas na Caixa Econômica Federal (saiba mais aqui) e também nas construtoras. Segundo o governo, desde o lançamento do programa, já foram contratadas 113,2 mil operações de crédito imobiliário por meio do Casa Verde Amarela. Nova política de juros Na prática, com Casa Verde e Amarela, a faixa mais baixa do programa Minha Casa Minha Vida, que não tinha juros e contemplava as famílias com renda de até R$ 1,8 mil foi pausada. Segundo o Ministério da Economia, novas unidades dentro dessa modalidade só podem ser contratadas caso haja "suplementação de recursos" pelo Orçamento Geral da União. Por hora, essas famílias passam a ser atendidas pelo Grupo 1, que tem taxas a partir de 4,25%- semelhante à que era oferecida pelo MCMV na faixa 1,5. Entenda as diferenças entre o Minha Casa Minha Vida e o Casa Verde Amarela O Casa Verde e Amarela passa a dividir o público-alvo em três grupos e, além de financiamento de imóveis, prevê outras ações, como reforma para melhorias da moradia e regularização fundiária. Compare as faixas de renda dos dois programas MCMV X CVA Economia G1 Para a área rural: famílias com renda anual de até R$ 84 mil (desconsiderando benefícios temporários indenizatórios, assistenciais e previdenciários). Veja as diferenças de taxa entres os dois programas: No programa Casa Verde e Amarela, os juros do financiamento das habitações do programa serão menores nas regiões Norte e Nordeste. MCMV X CVA, juros Economia G1 Vídeos: Últimas notícias de economia

Nesta sexta-feira (15), em meio ao colapso do sistema de saúde em Manaus, o presidente voltou a defender o uso de ‘antimaláricos’ contra a doença. Não há comprovação de que o uso de qualquer remédio tenha a capacidade de proteger e/ou tratar o coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta sexta-feira (15) o "tratamento precoce" contra a Covid-19, mesmo sem qualquer comprovação científica. A insistência em defender o uso de medicamentos ineficientes contra a doença acontece em meio ao caos do sistema de saúde de Manaus, com falta de oxigênio para atendimento dos pacientes nos leitos hospitalares. Pacientes do Amazonas são transferidos para outros estados Mulher denuncia falta de oxigênio e descaso com pacientes em hospital de Manaus Mundo tem mais de 2 milhões de mortos por Covid-19, afirma universidade "Estudos clínicos demonstram que o tratamento precoce da Covid, com antimaláricos, podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e estão associados à redução da mortalidade", escreveu Bolsonaro em sua conta no Twitter. Algumas horas após a postagem, a rede social colocou uma marcação explicando que as informações não têm comprovação. Tuíte de Bolsonaro Twitter O "tratamento precoce", ou "Kit Covid", disponibilizado pelo Ministério da Saúde é uma combinação que inclui a hidroxicloroquina e a cloroquina, junto com outros fármacos. As substâncias inicialmente foram testadas em laboratório e, depois, em estudos clínicos, pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção e/ou tratamento com a ajuda de medicamentos. "Todos os países com seriedade, que seguem a ciência, eles já compreenderam que esses medicamentos não são eficazes contra a Covid. Se esses medicamentos tivessem qualquer comprovação científica, seria impossível que esses países, onde existem pesquisadores muito sérios e instituições muito respeitadas e competentes, não estivessem recomendando para a sua população", disse Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e pós-doutora em epidemiologia pela universidade Johns Hopkins. "O Brasil precisa deixar isso pra trás. O Brasil precisa colocar o nosso dinheiro, que é um dinheiro público, naquilo que é realmente efetivo: as vacinas e as medidas emergenciais, para que as pessoas possam fazer isolamento social com dignidade", completou Maciel. Homem carrega cilindro para tentar socorrer pacientes com Covid-19 em Manaus, no Amazonas Bruno Kelly/Reuters Nesta sexta-feira (15), centenas de pacientes de Manaus estão sendo transferidos para outros estados. As transferências ocorrem em meio ao colapso do sistema de saúde amazonense, após recorde das internações por Covid-19 e com uma nova variante do coronavírus circulando no estado. Hospitais do estado ficaram sem oxigênios para pacientes. O G1 registrou nesta quinta-feira (14) cenas de médicos transportando cilindros nos próprios carros para levar ao hospital e familiares tentando comprar o insumo. Cemitérios estão lotados e instalaram câmaras frigoríficas. 'Terrível o problema em Manaus. Agora, nós fizemos a nossa parte', diz Jair Bolsonaro Sobre o assunto, o presidente disse: "Problemas. A gente está sempre fazendo o que tem que fazer. Problema em Manaus. Terrível, o problema em Manaus. Agora, agora, nós fizemos a nossa parte. Recursos, meios. Hoje, as Forças Armadas 'deslocou' para lá um hospital de campanha. O ministro da Saúde esteve lá segunda-feira e providenciou oxigênio". Estudos de medicamentos contra a Covid Em novembro, um estudo brasileiro mostrou que pacientes que tomam cloroquina há anos tem o mesmo risco de desenvolver a Covid-19 do que aqueles que nunca tomaram. Participaram cerca de 400 estudantes de medicina e quase 10 mil voluntários espalhados por 20 centros do Brasil. Antes disso, outras pesquisas já haviam acusado a ineficácia das substâncias para prevenção e tratamento da infecção pelo coronavírus. A revista científica "Nature", uma das mais renomadas do mundo, publicou dois estudos que apontaram que a cloroquina e a hidroxicloroquina não são úteis contra a Covid-19. Em um dos artigos da "Nature", o medicamento anti-malárico falhou em apresentar efeito antiviral contra a Covid-19 em macacos. Já a outra pesquisa não viu efeitos da cloroquina nas células pulmonares infectadas pelo vírus, em laboratório. Agência reguladora dos Estados Unidos cancela autorização da cloroquina Em 16 de julho de 2020, outra revista, a "Annals of Internal Medicine", mostrou com testes randomizados padrão ouro, o mais preciso possível em pesquisas científicas, que a administração de hidroxicloroquina em pacientes com quadro leve de Covid-19 também não se mostrou eficaz. Esses mesmos resultados continuaram se repetindo em outros estudos. Uma pesquisa brasileira também fez testes em humanos e foi publicado no “The New England Journal of Medicine". Mais uma vez, os pesquisadores apontaram que a hidroxicloroquina não teve eficácia no tratamento da Covid-19 em pacientes com casos leves e moderados atendidos em hospitais. OMS suspende testes com hidroxicloroquina contra a Covid-19 EUA cancelam autorização para uso da hidroxicloroquina no tratamento contra a Covid-19 A decisão de não recomendar o uso de antimaláricos e de um tratamento precoce não ficou a cargo apenas dos cientistas. A FDA, agência reguladora dos Estados Unidos com papel similar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), suspendeu o uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 em junho do ano passado. Em outubro, a Organização Mundial da Saúde divulgou seus próprios resultados: mais de 30 países envolvidos em um estudo com mais de 11,2 mil participantes. No artigo, os cientistas afirmaram que quatro antivirais utilizados contra a Covid-19 são ineficazes: remdesivir, hidroxicloroquina, lopinavir/ritonavir (combinação) e interferon beta-1a. Initial plugin text

De acordo com o Ministério da Economia, foram desligados 12,3 mil profissionais. Dados do ano passado, no entanto, ainda não foram fechados. Bancários protestam em Natal e Parnamirim contra reestruturação do Banco do Brasil Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi Desde 2019, início do governo Bolsonaro, 23 programas de demissão voluntária (PDVs) foram aprovados em estatais de diversos segmentos, como Banco do Brasil, Caixa, Correios e Petrobras. De acordo com a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, do Ministério da Economia, foram desligados 12,3 mil profissionais. Os dados de 2020, no entanto, ainda não foram fechados. O enxugamento no quadro de funcionários em estatais é confirmado pelo "Panorama das Estatais" do Ministério da Economia: em 2020, as estatais reuniram um efetivo de 472.234 funcionários, contra 476.643, em 2019, e 496.142, em 2018. Realizaram PDVs: Basa (2 vezes); Banco do Brasil (2); BNDES (1); BNB (1); BBTS (1); Caixa (2); Casa da Moeda (1); Correios (2); Dataprev (2); CDRJ (1); Codesp (1); Eletrobras (1); Embrapa (1); Finep (1); Infraero (1); Serpro (2); Valec (1). Banco do Brasil abriu dois programas de demissão voluntária Na segunda feira (11), BB anunciou a abertura de dois PDVs com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários. Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades— 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento — no primeiro semestre deste ano. Desgaste da gestão Brandão Com a decisão, as relações entre o presidente do banco, André Brandão, e o governo Bolsonaro ficaram ainda mais estremecidas — uma vez que o presidente não estava satisfeito com a gestão de Brandão. Bolsonaro está irritado com o anúncio de fechamento de agências do Banco do Brasil, que faz parte de um projeto de planejamento de reestruturação do banco, mas o presidente teme o desgaste político da medida em véspera de ano eleitoral. Por isso, nos bastidores do governo, há uma pressão para a troca de Brandão. Enxugar o número de funcionários em estatais, no entanto, não é caso isolado de bancos, tampouco do Banco do Brasil. Em julho do ano passado, a Petrobras anunciou que deve reduzir em torno de R$ 4 bilhões por ano com a saída de mais de 10 mil profissionais em PDVs até 2025 — o equivalente a 22% da força de trabalho. Video: Últimas notícias de Economia

Com o estoque excedente de oxigênio doado para os hospitais, empresas devem ficar sem gás para a produção. Caminhão da empresa White Martins é abastecido de oxigênio em Manaus após chegada de carga levada por avião da Força Aérea Brasileira Bruno Kelly/Reuters A falta de oxigênio na região de Manaus também deve afetar a produção industrial da região já nos próximos dias, segundo avaliação do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam). Com o estoque excedente de oxigênio doado para os hospitais, as empresas da Zona Franca de Manaus devem ficar sem o gás para a produção no momento em que acabar a quantidade que já está conectada na linha de produção. Até terça-feira (12), a doação das companhias para o sistema hospitalar já somava 43 mil metros cúbicos de oxigênio. Manaus vive uma crise sem precedentes com o avanço dos casos de Covid-19. Com internações batendo recordes, unidades de saúde ficaram sem oxigênio. Crise do oxigênio no Amazonas: entenda o quanto falta e as ações para repor o insumo. 5 pontos sobre a Covid-19 no Amazonas "Essa situação vai atrapalhar, sem dúvida", diz o presidente da Ciam, Wilson Périco. "As empresas continuam utilizando o oxigênio que está conectado nas suas linhas, mas elas vão parar assim que o gás acabar", afirma. Na Zona Franca de Manaus, operam importantes indústrias dos setores de eletroeletrônico e duas rodas, como Whirlpool, Honda, Yamaha, LG e Electrolux. O oxigênio é utilizado nos processos de soldagem e em testes de emissão de gás. As doações de oxigênio, segundo o presidente da Ciam, começaram no fim de semana depois que um apelo das equipes de saúde alertou sobre a escassez do gás . "Agora, nós estamos atrás de outras empresas. A maioria tem ambulatório com um pouco de oxigênio, e estamos tentando com essas companhias, mas é coisa pequena", diz Périco. O déficit de oxigênio estimado pelo governo estadual na região de Manaus é de 48,3 mil metros cúbicos por dia. É um número bem maior do que os 28,2 mil metros cúbicos diários produzidos pelas fornecedoras White Martins, Carbox e Nitron. Vídeos: Últimas notícias de economia

Termos passariam a valer em 8 de fevereiro, mas aplicativo decidiu estender prazo para 15 de maio após repercussão negativa. WhatsApp adia vigor de nova política de privacidade. REUTERS/Thomas White O WhatsApp anunciou nesta sexta-feira (15) que irá adiar o início de sua nova política de privacidade para 15 de maio – a data anterior era 8 de fevereiro. Desde a quarta (6) passada, o aplicativo vem avisando as pessoas sobre os novos termos, que prevê o compartilhamento de novos dados com o Facebook. A extensão do prazo servirá para que as pessoas "tenham mais tempo de entender a política", segundo o aplicativo. WhatsApp e Facebook: entenda o que se sabe e o que falta esclarecer sobre privacidade WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens WEBSTORIES: Entenda as novas regras do WhatsApp A nova data também coincide com as mudanças que vão acontecer na coleta de dados em conversas com contas comerciais, aquelas usadas por empresas. A partir de agora, o Facebook vai oferecer hospedagem de mensagens para as companhias. A novidade foi anunciada em outubro e a nova política de privacidade aborda com mais detalhes as interações com empresas. O anúncio de novidades na política de privacidade gerou desconfiança entre usuários – aplicativos concorrentes como o Telegram e o Signal foram baixados milhões de vezes desde que a notificação surgiu para usuários do WhatsApp. A repercussão fez com que o WhatsApp se manifestasse, reforçando que o conteúdo de mensagens e ligações é protegido por criptografia e não pode ser acessado pela companhia, e que os dados que são compartilhados entre ele e o Facebook permanecem os mesmos desde 2016. "Esta atualização não muda as práticas de compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook, e não impacta como as pessoas se comunicam de forma privada com seus amigos e familiares em qualquer lugar do mundo", disse o aplicativo em um comunicado enviado ao G1. Veja vídeos sobre TECNOLOGIA no G1
Objetivo é facilitar aquisição do material para as unidades de saúde de Manaus, que enfrenta o caos no sistema de saúde devido ao recorde de internações de Covid e à falta de oxigênio. Crise em Manaus: Governo pede ajuda aos EUA para transporte de cilindros de oxigênio O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, fará uma reunião extraordinária nesta sexta-feira (15) para zerar o imposto de importação de cilindros para armazenamento de oxigênio devido ao colapso do sistema de saúde de Manaus. A reunião foi solicitada pelo secretário especial de Comércio Exterior, Roberto Fendt, e pelo secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys. O comitê execuitivo tem dez integrantes. A votação é eletrônica e ficará aberta de 17h às 19h. Com o recorde de internações por Covid, unidades de saúde de Manaus ficaram sem oxigênio. O governo local está sendo obrigado a enviar pacientes para outros estados — nesta quinta, o governo estadual informou que 235 pacientes com Covid-19 começaram a ser transferidos. Bebês prematuros internados em maternidades públicas também serão transferidos para outros estados. Além disso, os cemitérios da capital amazonense estão lotados — ampliaram o horário de funcionamento e instalaram câmaras frigoríficas. Para tentar frear a expansão do vírus, o governo estadual decidiu proibir a circulação de pessoas entre 19h e 6h em Manaus. Imposto de importação No começo de 2020, o governo zerou o imposto de importação de uma série de produtos médicos a fim de combater o avanço da pandemia da Covid-19. Entre os itens, estavam os cilindros para armazenamento de oxigênio. A medida que zerou o imposto venceria em setembro, mas foi prorrogada até o fim de dezembro do ano passado. Mas o cilindro não entrou na lista feita pelo Ministério da Saúde de itens que continuariam com o imposto zerado. Por isso, a tributação voltou a valer automaticamente em janeiro. O imposto para o cilindro de ferro é de 14% e para o de alumínio, de 16%. VÍDEOS: crise da saúde em Manaus

Perspectivas de lockdown, lentidão na imunização e novos casos de coronavírus na China diminuíram as esperanças de uma rápida recuperação econômica. Pessoas caminham por Manchester, no Reino Unido. Europa vive segunda onda do coronavírus. REUTERS/Phil Noble As ações europeias interromperam uma sequência de quatro semanas de ganhos nesta sexta-feira (15), uma vez que as perspectiva de lockdowns mais rígidos, distribuições lentas da vacina para o continente e casos ressurgentes de coronavírus na China diminuíram as esperanças de uma rápida recuperação econômica. O índice pan-europeu STOXX 600 encerrou em queda de 1% em sua pior sessão desde 21 de dezembro, com as perdas acelerando depois que as ações de Wall Street recuaram após os balanços de grandes bancos. O índice STOXX 600 registrou uma queda semanal de 0,8% - sua primeira queda semanal desde meados de dezembro. Para aumentar as preocupações, algumas nações da União Europeia estão recebendo doses menores do que o esperado de vacinas contra o coronavírus, já que a farmacêutica norte-americana Pfizer diminuiu os envios de lotes do imunizante desenvolvido juntamente com a parceira alemã BioNTec.As ações da BioNTech caíram 2,2%. O Reino Unido proibiu a entrada de pessoas vindas do Brasil e outros 15 países A chanceler alemã, Angela Merkel, pediu uma "ação muito rápida" para conter o vírus depois que o país viu um número recorde de mortes pela COVID-19, enquanto o governo francês disse que fortaleceria seus controles de fronteira a partir de segunda-feira. Os papéis da rede de supermercados francesa Carrefour caíram quase 3% depois que o governo francês praticamente eliminou uma possível aquisição, no valor de 20 bilhões de dólares, pela canadense Alimentation Couche-Tard. Em LONDRES, o índice Financial Times teve queda de 0,97%, a 6.439 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX teve queda de 1,44%, a13.787 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,22%, a 5.611 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,13%, a 22.381 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou queda de 1,69%, a 8.230 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,51%, a 5.038 pontos. Vídeos: Últimas notícias de Economia

Aplicativo tem visto número de usuários crescer após WhatsApp anunciar mudanças em seus termos de privacidade. Pessoas utilizam celulares diante de projeção dos logos do Signal, WhatsApp e Telegram em foto ilustrativa Dado Ruvic/Reuters O aplicativo de mensagens Signal está enfrentando problemas técnicos nesta sexta-feira (15). A conta do serviço no Twitter publicou que a empresa está ciente das dificuldades para o envio de mensagens e que trabalha em uma correção. A pane também afeta a criação de novas contas e o registro de dispositivos. Ao tentar incluir um número de telefone para confirmar identidade, o app mostra uma mensagem afirmando que "não conseguiu se conectar com o servidor". O Signal teve um grande crescimento nos últimos dias, após o WhatsApp anunciar mudanças em seus termos de privacidade. O aplicativo não revelou se a alta de usuários está relacionada com a instabilidade. WhatsApp, Telegram e Signal: conheça as vantagens de cada um dos aplicativos de mensagens Initial plugin text Crescimento O Signal foi baixado por 17,8 milhões de usuários nos últimos sete dias, de acordo com dados da empresa de pesquisa de mercado Sensor Tower. O WhatsApp foi baixado por 10,6 milhões de usuários durante o mesmo período, uma queda de 17%. O crescimento fez com que os executivos do app anunciassem a contratação de mais funcionários para reforçar o serviço e a infraestrutura de suporte. Brian Acton, que co-fundou o WhatsApp antes de vendê-lo ao Facebook e depois fundou a Signal Foundation, se recusou a fornecer dados equivalentes para o Signal, mas disse que a expansão nos últimos dias foi "vertical". De onde surgiu o Signal? A Signal Foundation, sem fins lucrativos, sediada no Vale do Silício, que atualmente é responsável pelo aplicativo, foi lançada em fevereiro de 2018 com Acton fornecendo um financiamento inicial de US$ 50 milhões. Desde então, a Signal recebeu doações. O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, está entre os apoiadores do aplicativo e Acton disse que não há planos de buscar fontes diferentes de financiamento. "Milhões de pessoas valorizam a privacidade o suficiente para sustentá-la e estamos tentando demonstrar que há uma alternativa aos modelos de negócios baseados em anúncios que exploram a privacidade do usuário", disse Acton, acrescentando que as doações continuam "chegando". Vídeos sobre TECNOLOGIA no G1
Fim do auxílio emergencial, a situação ainda grave do mercado de trabalho e o aumento da inflação apontam para vendas mais lentas neste início do ano. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reduziu de 4,2% para 3,9% sua previsão para a expansão do setor neste ano, destacando a desaceleração das vendas em novembro frente ao mesmo mês de 2019. De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o varejo restrito subiu 3,4% em novembro, quando comparado a novembro de 2019. Segundo a CNC, o fim do auxílio emergencial, a situação ainda grave do mercado de trabalho e o aumento da inflação apontam para vendas mais lentas neste início do ano. Empresários pedem a reabertura do comércio em Belo Horizonte Para o varejo ampliado, que inclui o setor automotivo e material de construção, 2021 ainda será um ano de queda, aponta a confederação. A projeção é de recuo de 5% das vendas. “O resultado de novembro foi uma combinação de redução do auxílio e alta de preços e isso pressiona o orçamento das famílias. Com isso, vimos um ritmo bem mais fraco da série interanual, que motivou nossa revisão”, afirma o economista sênior da CNC, Fabio Bentes. Segundo ele, é preciso acompanhar com atenção também como será a vacinação da população contra a covid-19 e a evolução da pandemia. “Caso o processo de imunização não seja tão eficiente, se tivermos dificuldades, especialmente na questão dos Estados, o impacto pode ser maior no varejo”, diz Bentes. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
Atividade aumentou 0,9% no mês passado após avançar 0,8% em novembro, informou o Federal Reserve nesta sexta-feira (15). Estados Unidos batem recorde de mortes diárias por Covid A produção manufatureira dos Estados Unidos aumentou mais do que o esperado em dezembro, mas os distúrbios às cadeias de fornecimento conforme a pandemia mantém os trabalhadores em casa podem desacelerar a produção nos próximos meses. A produção manufatureira aumentou 0,9% no mês passado após avançar 0,8% em novembro, informou o Federal Reserve (Fed, BC dos EUA) nesta sexta-feira (15). Foi o oitavo mês seguido de ganhos na produção fabril. A manufatura está sendo sustentada por uma mudança na demanda para bens, deixando serviços de lado. Economistas consultados pela Reuters esperavam alta de 0,5% da manufatura em dezembro. Pesquisa no mês passado mostrou que os fornecedores têm tido dificuldades para entregar matérias-primas à indústria devido ao coronavírus. A força na produção manufatureira junto a alta de 6,2% em serviços públicos e salto de 1,6% na mineração impulsionaram a produção industrial para um ganho de 1,6% em dezembro. Em novembro a alta havia sido de 0,5% e a produção industrial aumentou a uma taxa de 8,4% no quarto trimestre. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
Índice da Universidade de Michigan caiu para 79,2 no início deste mês, de uma leitura final de 80,7 em dezembro. Estados Unidos registram mais de 4 mil mortes em 24 horas A confiança do consumidor dos Estados Unidos caiu no início de janeiro, quando os norte-americanos reagiram ao ataque ao prédio do Capitólio em Washington e a um aumento implacável de infecções e mortes por Covid-19, o que pesou sobre as perspectivas econômicas, disse a Universidade de Michigan nesta sexta-feira (15). O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan caiu para 79,2 no início deste mês, de uma leitura final de 80,7 em dezembro. Economistas ouvidos pela Reuters previam que o índice teria pouca alteração, ficando em 80. "O sentimento do consumidor registrou quedas pequenas no início de janeiro, apesar do aumento horrendo nas mortes de Covid-19, da insurreição e do impeachment de Trump", disse o economista-chefe da pesquisa, Richard Curtin, em comunicado. O período da pesquisa cobriu os primeiros dias de janeiro, incluindo 6 de janeiro, quando milhares de apoiadores de Donald Trump invadiram o Capitólio enquanto congressistas certificavam a vitória do democrata Joe Biden sobre o presidente republicano na eleição de 3 de novembro de 2020. Trump foi posteriormente acusado de incitar a multidão à violência. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
Empresa foi uma das principais empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, por isso foi divulgada também uma carta compromisso de adoção de melhores práticas, chamada "Pedido de desculpas e compromissos futuros". Em busca de apagar o histórico de envolvimento com esquemas de corrupção revelados pela Operação Lava Jato, a empreiteira OAS iniciou o ano de 2021 com mudança de nome. A empresa passa a se chamar Metha. Foi divulgada também uma carta compromisso de adoção de melhores práticas, chamada "Pedido de desculpas e compromissos futuros". Dentre as promessas, estão "tolerância zero" à fraude e corrupção, cumprimento da legislação dos países em que a empresa atua e "conduta profissional com equidade, transparência, respeito, honestidade e responsabilidade". Lava Jato denuncia ministro do TCU Vital do Rêgo por corrupção e lavagem de dinheiro "Nos últimos anos, a OAS prestou todos os esclarecimentos necessários sobre os assuntos relacionados à Operação Lava Jato. Nesse período, a empresa, por meio de uma nova gestão, passou por inúmeras transformações", diz a carta aberta. "Esse é um momento em que a OAS assume seus erros perante à sociedade e mostra-se interessada em seguir adiante, de forma ética e íntegra, com o objetivo de continuar os negócios em infraestrutura, além de manter e criar milhares de empregos", segue o texto. Operação Lava Jato Acordo de leniência: OAS terá que pagar quase R$ 2 bilhões em 28 anos A OAS foi uma das principais empreiteiras envolvidas no escândalo de propinas a políticos e diretores da Petrobras em troca de contratos com a estatal. Em novembro de 2019, o grupo OAS assinou um acordo de leniência com a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria Geral da União (CGU), no qual aceitou pagar R$ 1,92 bilhão até 2047. Os valores serão destinados à União, no valor de R$ 1,03 bilhão, e às "entidades lesadas" (empresas estatais). O acordo de leniência é uma espécie de delação premiada para empresas e prevê que a companhia colabora com investigações em troca da diminuição das penalidades. R$ 720 milhões correspondem à restituição de valores pagos a título de propinas; R$ 800,37 milhões correspondem ao enriquecimento ilícito obtido em razão da influência em contratos fraudulentos; R$ 320,06 milhões correspondem à multa administrativa, prevista na lei anticorrupção; R$ 84,73 milhões correspondem à multa civil, prevista na lei de improbidade administrativa. Em março de 2020, a Justiça de São Paulo decretou o fim do processo de recuperação judicial da OAS. O grupo havia iniciado o processo em abril de 2015, na esteira dos desdobramentos da Lava Jato. "Declaro que o plano de recuperação judicial foi cumprido no que tange às obrigações vencidas no prazo de fiscalização em vigor até a presente data", destacou o juiz Tiago Henriques Papaterra Limongi, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo. Odebrecht O mesmo movimento foi feito no mês passado pela Odebrecht. No dia 18, a empresa passou a se chamar Novonor. Segundo a empresa, a nova denominação marca a transformação empreendida pela empresa nos últimos cinco anos, com mudanças de "processos internos" e "métodos de atuação", agora "rigorosamente pautados pela ética, integridade e transparência". As alterações fazem parte de acordos que a empresa firmou com autoridades em virtude de seu envolvimento com esquemas de corrupção, em especial, a Operação Lava Jato. "A empresa implantou um sistema de conformidade no padrão das grandes corporações internacionais, e que foi certificado há dois meses por um monitor independente do Departamento de Justiça dos Estados Unidos", diz nota da Novonor. A Odebrecht foi uma das empresas mais correlacionadas e impactadas pela Operação Lava Jato desde 2015. Além do Brasil, há outros 11 países em que a Odebrecht admite ter pago propina para funcionários do governo, políticos e outras autoridades com o objetivo de obter contratos ou benefícios em obras, de acordo com relatório do Departamento de Justiça dos EUA. “Não estamos apagando o passado. Passado não se apaga. Passado é exatamente o que ele é – passado. Depois de tudo o que promovemos de mudanças e de correção de rumos, estamos agora olhando para o que queremos ser: uma empresa inspirada no futuro. Este é o nosso novo norte”, afirma em nota Maurício Odebrecht, acionista majoritário do grupo. Em 2020, as entranhas dos escândalos em que a Odebrecht esteve envolvida foram revelados pelo livro "A Organização", da jornalista Malu Gaspar. Veja abaixo a reportagem do Fantástico. Livro 'A Organização' traz os bastidores do caso Odebrecht VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Hackers invadiram site e utilizaram falha do Chrome para ganhar acesso aos sistemas. Hackers atacaram site e deixaram código que invadia dispositivos com Android e Windows. Vivek Chugh/Freeimages Os especialistas do Projeto Zero e do Grupo de Análise de Ameaças do Google publicaram um relatório técnico que descreve como hackers tentaram atacar usuários de Android e Windows usando um código altamente sofisticado e vulnerabilidades que, à época, não estavam corrigidas. Os ataques foram identificados pelo Google no início de 2020, mas as equipes da empresa se dedicaram por meses para analisar o funcionamento do código de ataque. As brechas no Chrome foram corrigidas pelo Google em fevereiro, enquanto as falhas do Windows ficaram abertas até abril, quando a Microsoft disponibilizou uma atualização para o sistema. Os hackers recorreram a um método de ataque conhecido como "watering hole". Essa é uma tática em que os invasores adulteram um site que o alvo costuma visitar para que, na próxima visita, o site tenha sido alterado para executar um código de ataque no dispositivo da vítima. O "watering hole" se diferencia de outras técnicas, como o phishing, por não haver um contato direto com o alvo para direcioná-lo ao site ou arquivo contendo o programa malicioso. Em vez disso, o hacker atinge um site legítimo. A vítima não precisava baixar nenhum arquivo ou programa. Bastava visitar o site para ter o computador ou celular hackeado. O relatório do Google destaca que os responsáveis pelo ataque tinham grande capacidade técnica. Eles desenvolveram um código complexo e bem projetado, com vários métodos de exploração inovadores e técnicas bem calculadas, inclusive para evitar a análise dos peritos. Os especialistas também observaram que o código realizava diversas checagens para garantir que apenas os alvos corretos seriam espionados – o que normalmente é muito importante em ataques do tipo "watering hole", já que o site pode ter muitos visitantes que não fazem parte da lista de alvos. No entanto, não foi revelado quem teria sido o alvo dessa operação, nem o endereço do site que foi adulterado pelos hackers. Brechas no Chrome, Windows e Android Quando a página era visitada por um dos alvos, o navegador baixava um código de ataque colocado na página pelos hackers. Esse código explorava uma vulnerabilidade no navegador Chrome, ou então falhas no Windows que poderiam ser exploradas por meio do navegador, para violar a barreira que existe entre os sites e o sistema operacional. O código, que já havia determinado o sistema operacional da vítima, tentava então aprofundar o acesso ao sistema explorando mais vulnerabilidades. No Windows, era usada uma falha inédita (o que os especialistas chamam de "dia zero") e que funcionava no Windows 10. No Android, os invasores usavam falhas conhecidas e corrigidas, com códigos de ataque baseados em amostras públicas. Ou seja, a exploração não era realizada com o mesmo nível de sofisticação do que o ataque contra o Windows. Contudo, os especialistas do Google acreditam que os responsáveis pela operação tinham capacidade técnica para localizar e explorar falhas inéditas também no Android, mas que teriam optado por usar ferramentas públicas neste caso. Uma possibilidade é a de que os hackers já sabiam que seus alvos não estavam usando um smartphone recente com Android atualizado, eles havia benefícios em usar falhas mais recentes. Outra hipótese levantada pelo Google é a de que códigos de ataques mais sofisticados eram usados apenas em casos específicos, que os especialistas não conseguiram simular. Nesse caso, os hackers estavam reservando suas maiores capacidades para quando elas eram necessárias. Como muitos aparelhos com Android estão com software defasado, é possível atacar usuários sem utilizar brechas muito recentes. Google e Qualcomm anunciam mudança para viabilizar até 4 anos de atualização para celulares Android As vulnerabilidades eram utilizadas para obter acesso de superusuário (ou "root") no Android e instalar um programa de acesso remoto com permissão para realizar qualquer atividade e ler qualquer arquivo no sistema. O código então entra em contato com um servidor de controle para receber comandos ou programas que serão executados diretamente no dispositivo. Assim, os invasores tinham flexibilidade total para fazer o que quisessem nos celulares atacados. O Google não forneceu informações sobre o que de fato acontecia com os aparelhos após este estágio. Em alguns casos, não é possível determinar exatamente como o ataque continua, já que os responsáveis detectam um alvo inválido e interrompem o curso normal da ação. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] Dicas de segurança digital 5 dicas de segurança para sua vida digital Saiba mais como se proteger na internet

Cesta de consumo de famílias mais pobres teve alta de 1,58% em dezembro, 0,53 ponto percentual a mais que a dos mais ricos. Alimentos e bebidas foram destaques em índices inflacionários em 2020, e pesam mais no bolso de famílias mais pobres. Karina Almeida/G1 A inflação para famílias mais pobres acumulou alta de 6,22% em 2020, segundo o Indicador de Inflação por Faixa de Renda do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A título de comparação, a inflação oficial do país, medida pelo IBGE, ficou em 4,52% no ano passado. A sondagem do Ipea estabelece índices de preços para cestas de consumo de grupos separados por renda. No ano passado, a faixa de menor renda sofreu com o maior aumento de valores dentre as estudadas. Trata-se do grupo com renda domiciliar até R$ 1.650,50 mensais. E, não bastasse o reajuste mais severo para famílias mais pobres, conforme o faturamento aumenta, cai o índice de inflação calculada pelo Ipea. Renda muito baixa (até R$ 1.650,50): 6,22% Renda baixa (de R$ 1.650,50 a R$ 2.471,09): 5,43% Renda média-baixa (de R$ 2.471,09 a R$ 4.127,41): 4,80% Renda média (de R$ 4.127,41 a R$ 8.254,83): 3,97% Renda média-alta (de R$ 8.254,83 a R$ 16.509,66): 3,37% Renda alta (acima de R$ 16.509,66): 2,74% IPCA: inflação oficial fecha 2020 em 4,52%, maior número em 4 anos Resultados de dezembro Só no mês de dezembro, a inflação para famílias mais pobres teve alta de 1,58%. O resultado é 0,53 ponto percentual maior que o índice registrado para famílias de renda alta, que foi de 1,05%. Renda muito baixa (até R$ 1.650,50): 1,58% Renda baixa (de R$ 1.650,50 a R$ 2.471,09): 1,46% Renda média-baixa (de R$ 2.471,09 a R$ 4.127,41): 1,38% Renda média (de R$ 4.127,41 a R$ 8.254,83): 1,21% Renda média-alta (de R$ 8.254,83 a R$ 16.509,66): 1,02% Renda alta (acima de R$ 16.509,66): 1,05% "Embora tenha se mantido em dezembro o padrão inflacionário presente nos últimos meses, o reajuste da energia elétrica e a alta nos preços dos serviços livres se revelaram focos de pressão adicionais no orçamento das famílias", diz o instituto. Os focos de pressão apontados pelo instituto pesam mais entre os mais pobres. As tarifas de energia elétrica foram as protagonistas, com aumento de 9,3% no mês. Ainda nos itens para casa, destaque para alta de preços do botijão de gás, que subiu 2%. Entre alimentos, o Ipea destaca aumento de 7,3% da batata, de 5,6% das carnes, de 3,6 no arroz e 3,3% no feijão. WEBSTORIES: Veja as maiores altas e baixas da inflação de 2020 "Por certo, como para as famílias mais pobres os gastos com alimentos, energia e gás comprometem 37% dos seus orçamentos, os reajustes acumulados de arroz (76%), feijão (45%), carnes (18%), leite (27%) e óleo de soja (104%), além das tarifas de energia (9,2%) e do gás de botijão (9,1%), contribuíram para uma alta inflacionária bem mais intensa que a observada no segmento mais rico, cujo peso destes itens nas despesas mensais é de 15%", diz o Ipea. "Como consequência desta dinâmica de preços ao longo do ano, na comparação com 2019, os dados mostram que para as três faixas de renda mais baixa houve uma aceleração da inflação, ao passo que para as três classes de renda mais alta, o ano de 2020 trouxe um alívio inflacionário", conclui o instituto. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Inscrições começam em 22 de janeiro, e prazo vai até 9 de fevereiro. Prova está marcada para 21 de março; confira cargos. Policiais federais prenderam homem, que estava no Uruguai, quando ele tentava ingressar no Brasil Divulgação/Polícia Federal A Polícia Federal publicou, nesta sexta-feira (15), o edital para o concurso da corporação. Ao todo, são 1.500 vagas e expectativa de convocação de mais 500 excedentes. As provas estão marcadas para ocorrer em 21 de março, em todas as capitais. Polícia Federal vai abrir concurso para 1.500 vagas PF faz operação contra grupo que pede intervenção militar e prisão de ministros do STF O período de inscrições começa em 22 de janeiro e vai até o dia 9 de fevereiro, com taxas entre R$ 150 e R$ 250, a depender do cargo escolhido. Os salários iniciais variam de R$ 12 mil a R$ 23 mil. As vagas são para: 123 vagas de delegado 400 vagas de escrivão 84 vagas de papiloscopista 893 vagas de agente Além das provas objetivas e discursivas, a seleção conta com: exame de aptidão física avaliação médica e psicológica prova oral e prova de digitação para os cargos de delegado e escrivão, respectivamente avaliação de título investigação social Os candidatos que passarem por todas as etapas serão convocados para o curso de formação, realizado no período de 10 semanas na Academia Nacional de Polícia, em Brasília. Segundo o edital, os aprovados na seleção vão ingressar na academia ainda em agosto de 2021. O provimento de cargos deve ocorrer até 31 de dezembro. A estimativa é que no fim do processo, a PF conte com "o maior efetivo de sua história", podendo ultrapassar a marca de 12 mil policiais. Polícia Federal apreende obras de arte de filho de ex-ministro (vídeo de arquivo) Cotas raciais Uma mudança no novo edital é a possibilidade de o candidato, que optar pela concorrência por meio de cotas raciais, ser aprovado na prova objetiva e discursiva, mas desclassificado na banca, por não atender ao requisito racial. Jovem acusada na internet de fraudar cota racial em concurso da PF diz que fotos foram tiradas por banca examinadora Nesse caso, o estudante poderá migrar para as vagas de ampla concorrência. Antes, se o candidato não fosse considerado negro, ele era eliminado do concurso, independentemente da nota alcançada na prova. VÍDEOS: Concurso e Emprego Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

Nesta sexta-feira, o principal índice da bolsa subiu 2,54%, a 120.348 pontos. Semana tem queda de 3,75%. Painel da B3, antiga Bovespa, mostra cotações dos papeis negociados na bolsa Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em queda forte nesta sexta-feira (15), em meio à orientação negativa dos mercados de Nova York e dados inesperados de recuo do comércio no Brasil. O Ibovespa caiu 2,54%, a 120.348 pontos. A semana teve queda de 3,75%. Veja mais cotações. Entre as ações mais negociadas, os papéis da Petrobras tinham queda acima de 3%. Vale, Itaú e Bradesco caíam mais de 2%. Na véspera, o Ibovespa subiu 1,27%, a 123.480 pontos. No mês, a bolsa acumula alta de 1,15%. Por que as Bolsas bateram recordes em 2020 enquanto a economia mundial afundou Biden anuncia pacote de US$ 1,9 trilhão para combater Covid-19 e estimular economia Cenário global e local Em notas a clientes, bancos e gestoras de recursos observavam que o otimismo da véspera antes de um plano de estímulo econômico nos Estados Unidos, de US$ 1,9 trilhão, rapidamente se desvaneceu após o anúncio do pacote pelo presidente eleito Joe Biden ser formalmente anunciado. Mas os investidores acreditam que o esforço fiscal possa ser esvaziado no Congresso ou resultar em alguma elevação indesejada de impostos, afirmou a equipe da SulAmérica Investimentos à Reuters. As ações de JPMorgan Chase & Co, Citigroup Inc e Wells Fargo & Co — que tiveram forte valorização em antecipação à divulgação de seus balanços — caíam, mesmo com as instituições registrando resultados melhores que o esperado para o quarto trimestre. No plano doméstico, o IBGE anunciou que as vendas no varejo brasileiro tiveram queda inesperada de 0,1% em novembro na comparação mensal. A expectativa, em pesquisa da Reuters, era de alta de 0,4%. O dado pode pressionar empresas de varejo, que têm algumas ações entre os destaques de alta recentemente. Além disso, as atenções seguiam voltadas para a corrida nas eleições para as presidências da Câmara e do Senado. Enquanto isso, investidores seguem avaliando cenários após a inflação em 2020 ter ficado no maior nível em quatro anos. Ganharam força as discussões sobre a antecipação da alta de juros no Brasil — o que poderia aumentar a rentabilidade do real e elevar a atratividade da moeda brasileira. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne nos dias 19 e 20 de janeiro para decidir sobre o rumo da Selic. Os analistas do mercado passaram a projetar uma Selic em 3,25% no final de 2021 e em 4,75% em 2022. Histórico de variação do Ibovespa G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Nesta sexta-feira (15), a moeda norte-americana fechou em alta de 1,93%, a R$ 5,3078. Notas de dólar REUTERS/Dado Ruvic O dólar fechou em alta de 1,93%, cotado a R$ 5,3078, nesta sexta-feira (15), com investidores avessos a risco por conta do coronavírus. O mercado captou o clima arisco do exterior em meio a temores de mais abalo econômico decorrente de medidas para conter a pandemia. Com isso, o anúncio de um pacote trilionário de estímulos nos Estados Unidos na quinta-feira (4) acabou ofuscado. No mês e no ano, a moeda tem alta de 2,32% frente ao real. Veja mais cotações. Joe Biden anuncia pacote econômico de quase US$ 2 trilhões Cenário global e local No exterior, o dólar subia e moedas mais arriscadas recuavam nesta sexta-feira, uma vez que o novo plano de estímulo anunciado pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, era ofuscado por novas tensões entre EUA e China e aumento nas infecções por Covid-19 na China e perspectiva de restrições mais rigorosas na Alemanha e na França. Na véspera, Biden anunciou um novo pacote de estímulo de 1,9 trilhão destinado a impulsionar a economia e acelerar a resposta à pandemia. Biden, que tomará posse em 20 de janeiro, também prometeu acelerar o ritmo de vacinação, com um slogan de 100 milhões de injeções a serem aplicadas nos primeiros 100 dias de governo. Além disso, o presidente do Federal Reserve (BC dos EUA), Jerome Powell, afastou qualquer possibilidade de altas de juros no horizonte. Powel afirmou que a elevação da taxa de juros nos EUA "não virá tão cedo" e que o Fed não deve fazê-lo a menos que veja "sério risco" inflacionário. "Agora não é hora de falar sobre a retirada de estímulos", resumiu Powell. “O Fed não vai elevar juros apenas para espantar ameaças teóricas de inflação.” No plano doméstico, o IBGE anunciou que as vendas no varejo brasileiro tiveram queda inesperada de 0,1% em novembro na comparação mensal. A expectativa, em pesquisa da Reuters, era de alta de 0,4%. O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) apresentou em janeiro alta de 1,33% contra avanço de 1,97% em dezembro, uma vez que o aumento dos preços tanto no atacado quanto no varejo perderam força, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Além disso, as atenções seguiam voltadas para a corrida nas eleições para as presidências da Câmara e do Senado. O mercado prefere vitória dos candidatos alinhados ao governo, em hipótese de que ruídos diminuiriam em Brasília. Investidores seguem avaliando também os cenários após a inflação em 2020 ter ficado no maior nível em quatro anos, reforçando discussão sobre o momento de alta de juros no Brasil -- o que poderia aumentar a rentabilidade do real e elevar a atratividade da moeda brasileira. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne nos dias 19 e 20 de janeiro para decidir sobre o rumo da Selic. Os analistas do mercado passaram a projetar uma Selic em 3,25% no final de 2021 e em 4,75% em 2022. O banco Itaú revisou nesta sexta suas projeções e avalia que o BC começará a subir a Selic mais cedo, em maio, e que a Selic encerrará o ano em 3,5%. Já a estimativa para a inflação em 2021 foi elevada de 3,3% para 3,6%. Histórico da variação do dólar G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Apesar da perda de ritmo, setor se encontra 7,3% acima do patamar pré-pandemia. Na comparação com novembro do ano passado, houve alta de 3,4%, impulsionada pelas promoções da Black Friday. Movimento em shopping de Manaus Rebeca Beatriz/G1 AM As vendas do comércio varejista caíram 0,1% em novembro, na comparação com outubro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), impactadas principalmente pelo recuo nas vendas dos supermercados em meio à alta da inflação. O resultado interrompeu uma sequência de 6 altas seguidas. "No confronto com igual mês do ano anterior, também houve perda de ritmo, com o varejo crescendo 3,4% em novembro de 2020, menos que a alta de 8,4% em outubro. Apesar da desaceleração, o setor se encontra 7,3% acima do patamar pré-pandemia", destacou o IBGE. Vendas do comércio mês a mês Economia G1 O resultado veio abaixo do esperado. A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,40% na comparação mensal e de avanço de 4,90% sobre um ano antes. Vendas no comércio têm leve queda de 0,1% em novembro, segundo IBGE Setor ainda acumula alta no ano de 2020 No acumulado entre janeiro e novembro, o setor ainda registra alta de 1,2%. Em 12 meses, manteve avanço de 1,3% em novembro, sinalizando estabilidade no ritmo das vendas em relação a outubro. Das 8 atividades do varejo analisadas pelo IBGE, no entanto, apenas quatro apresentavam crescimento acumulado no ano. As que tiveram melhor desempenho foram móveis e eletrodomésticos e artigos farmacêuticos, medicinais, ortopédicos e de perfumaria. Já as atividades de livros, jornais, revistas e papelaria e a de tecidos, vestuários e calçados tiveram os piores resultados. Metade das atividades do comércio varejista apresentavam taxas negativas no acumulado do ano Economia/G1 Pelo conceito varejo ampliado, que inclui "Veículos, motos, partes e peças" e de "Material de construção", o volume de vendas cresceu 0,6% em relação a outubro e 4,1% na comparação com novembro de 2019. No acumulado no ano e nos últimos 12 meses, ainda há queda, de 1,9% e de 1,3%, respectivamente. Veja o desempenho de cada uma das atividades em novembro Combustíveis e lubrificantes: -0,4% Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: -2,2% Tecidos, vestuário e calçados: 3,6% Móveis e eletrodomésticos: -0,1% Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 2,6% Livros, jornais, revistas e papelaria: 5,6% Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 3% Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 1,4% Veículos, motos, partes e peças: 3,5% (varejo ampliado) Material de construção: -0,8% (varejo ampliado) Impacto da inflação nas vendas Das 8 atividades investigadas pelo IBGE, 5 cresceram na comparação com o outubro, porém hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que têm peso de cerca de 45% no índice geral, apresentaram retração de 2,2%, pressionando o resultado de novembro na comparação com outubro. “Se olharmos, por exemplo, para a receita das empresas dessa área [hipermercados], houve um declínio de 0,8%. E a diferença entre a receita e o volume de vendas demonstra um aumento de custos. Mas, além disso, é comum que o consumidor, quando tem uma queda de renda ou do seu poder de compra, passe a comprar menos produtos que não são essenciais e a optar por marcas mais baratas”, apontou o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. Black Friday impulsiona alta na comparação com 2019 Embora as vendas tenham ficado praticamente estáveis em relação à outubro, houve alta na comparação com novembro do ano passado, refletindo as promoções da Black Friday. Segundo o gerente da pesquisa, foi o desempenho dos hiper e supermercados, prejudicados sobretudo pela inflação, que impediu a percepção do impacto positivo da Black Friday no resultado mensal do setor, dado o peso desse segmento sobre o comércio. Santos apontou que a Black Friday impacta principalmente as atividades de outros artigos de uso pessoal, móveis e eletrodomésticos, além de equipamentos de escritório, informática e comunicação. Sendo que, em novembro, essas duas primeiras atividades tiveram um desempenho bem superior ao do ano anterior, ao contrário dos equipamentos de escritório e informática, que ficaram 9,9% abaixo do mesmo período de 2019. "Esses resultados também refletem o fato de as pessoas estarem ficando mais em casa”, destacou Santos. Segundo o IBGE, as empresas que estabeleceram estratégias específicas para as vendas da Black Friday informaram aumento de 9,6% na receita na comparação com novembro de 2019. O gerente da pesquisa enfatizou, ainda, que da taxa de 3,4% de crescimento das vendas do setor nesta base de comparação, 3,1 p.p. foram de impacto direto da Black Friday. Perspectivas Após o forte tombo no 1º semestre, o comércio tem sido um dos destaque de recuperação da economia, tendo retomado já em agosto o patamar pré-pandemia. Todavia, o setor mostrou perda de fôlego na reta final do ano. Na quarta-feira, o IBGE mostrou que o setor de serviços cresceu 2,6% em novembro, mas ainda se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro. Já a indústria cresceu 1,2% em novembro, mas acumula queda de 5,5% na parcial de 2020. Analistas avaliam que o setor varejista passou a enfrentar um cenário mais desafiador em 2021 diante da maior cautela dos consumidores em meio a um cenário ainda complicado do mercado de trabalho e com o término dos auxílios do governo. "O varejo conseguiu apresentar expansão significativa em 2020, especialmente em meio aos estímulos sustentados durante a pandemia. Mas, olhando para frente, existe a possibilidade de que a alta da inflação de alimentos e a redução do auxílio emergencial continuem trazendo um viés negativo para o setor avaliou Lisandra Barbero, economista da XP. Lisandra destacou que alguns indicadores de curto prazo já apontam para alguma desaceleração do comércio em dezembro, como o das vendas de veículos novos da Fenabrave, que apontou queda de 26% no ano, o pior resultado desde de 2016. Outro indicador que já apontou a perda de ritmo foi o Índice de Confiança do Comércio (ICOM), por exemplo, recuou pelo terceiro mês seguido em dezembro. Os economistas do mercado financeiro estimam um tombo do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,37% em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2021, projetam uma alta de 3,41%. Os analistas do mercado passaram a projetar também uma Selic em 3,25% no final de 2021 e em 4,75% em 2022. Economias do Norte e Nordeste devem ser as mais prejudicadas com o fim do Auxílio Emergencial Vídeos: veja as últimas notícias de economia:

Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou inclusão de companhias em uma lista de supostas 'empresas militares'. Smartphone da chinesa Xiaomi exibido em Hong Kong. Bobby Yip/Reuters O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou na última quinta-feira (14) a inclusão da fabricante de celulares Xiaomi e outras 8 empresas chinesas em uma lista de supostas "companhias militares", que teriam ligações com o governo da China. A Comac, fabricante de aviões, a GTCOM, que desenvolve tecnologias de inteligência artificial, e fabricantes de semicondutores também foram alvos da decisão. A ordem do governo Trump proíbe que pessoas e organizações americanas mantenham ações dessas companhias. Caso o futuro presidente Joe Biden não reverta a medida, será obrigatória a retirada de investimentos até novembro de 2021 – e as empresas podem sair de bolsas de valores americanas. O fornecimento de equipamentos e tecnologia não será afetado, ao contrário do que aconteceu com a Huawei (veja mais abaixo). A Xiaomi é uma das maiores fabricantes de celulares do mundo, segundo um levantamento da consultoria IDC – a marca é a 3ª em participação de mercado global, atrás da Samsung e Huawei. Em comunicado, a Xiaomi disse que "reitera que oferece produtos e serviços para uso comercial e civil" e que "confirma que não é controlada ou afiliada com os militares chineses". Aa ações da empresa caíram mais de 10% no fechamento da Bolsa de Valores de Hong Kong após o anúncio dos EUA. Trump vs. China A iniciativa é mais uma ofensiva de Trump contra empresas de tecnologia da China. Na última semana, Trump assinou uma ordem executiva proibindo transações com 8 aplicativos chineses, incluindo o Alipay, do Ant Group. O presidente americano ordenou em 2020 que a rede social TikTok fosse vendida para uma companhia americana, alegando ameaças à segurança nacional. Na mesma ocasião, anunciou a restrição ao aplicativo de mensagens WeChat. Uma negociação entre TikTok e Oracle avançou, mas nenhum acordo foi finalizado até agora. As ameaças de Trump de retirar os serviços das lojas de apps não se concretizou após decisões judiciais favoráveis aos aplicativos chineses. A Huawei está na mira de Trump desde 2019, quando foi colocada na "lista de entidades" – que proíbe empresas americanas de fazer qualquer tipo de negócio, incluindo transferência de tecnologia ou venda de materiais. A companhia, que também fabrica equipamentos de telecomunicações, foi colocada nessa lista por supostos riscos à segurança nacional dos EUA relacionadas com a instalação de antenas 4G e 5G. Veja vídeos sobre tecnologia no G1

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Homem segura carteira de trabalho enquanto procura emprego na região central de São Paulo Amanda Perobelli/Reuters Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (15) em Petrolina e Salgueiro, Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis GR2 de quinta-feira, 14 de janeiro
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,23%, perdendo 0,7% na semana. O índice de ações blue-chips (mais negociadas) da China fechou em baixa nesta sexta-feira (15), interrompendo quatro semanas de ganhos, uma vez que as preocupações com as tensões sino-americanas e o aumento nos casos de Covid-19 pesaram sobre o sentimento do investidor. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,23%, perdendo 0,7% na semana. O índice de Xangai teve variação positiva de 0,01%, com perda de 0,1% na semana e também interrompendo quatro semanas de ganhos. As ações da Xiaomi despencaram mais de 10% nesta sexta-feira na Bolsa de Valores de Hong Kong.depois que os Estados Unidos incluíram a terceira maior fabricante mundial de telefones celulares em uma lista de empresas consideradas uma ameaça à segurança nacional. O governo do presidente norte-americano Donald Trump deu outro golpe na China e suas maiores empresas na quinta-feira, ao adotar sanções sobre autoridades e companhias por supostos delitos no Mar do Sul da China e uma proibição de investimento a Xiaomi e mais oito outras empresas. As medidas vão intensificar ainda mais as tensões com a China, dias antes de o presidente eleito Joe Biden assumir o cargo na quarta-feira. A China ainda informou o número mais alto de casos diários de Covid-19 em mais de 10 meses, mostraram dados oficiais, devido a um forte surto no nordeste que colocou mais de 28 milhões de pessoas em lockdown. Na Europa, as bolsas operavam em queda e caminhavam para interromper quatro semanas de ganhos nesta sexta-feira, uma vez que a perspectiva de restrições mais rigorosas na Alemanha e na França bem como novos controles na China por conta da Covid-19 reduziam o otimismo sobre uma recuperação econômica global. Às 7h47 (horário de Brasília), o índice FTSEEurofirst 300 caía 0,38%, a 1.583 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdia 0,4%, a 410 pontos. Veja as cotações e fechamento das principais bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,62%, a 28.519 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,27%, a 28.573 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,01%, a 3.566 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,23%, a 5.458 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 2,03%, a 3.085 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,58%, a 15.616 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,16%, a 3.004 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 teve estabilidade, a 6.715 pontos. China registra primeira morte por Covid em oito meses Vídeos: veja as últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
CI&T, Mobills, GetNinjas, Track.co, HeroSpark, Gestão 4.0, Connekt, AeC, Grupo Adecco e Positivo Tecnologia são as empresas com processos seletivos abertos. As empresas CI&T, Mobills, GetNinjas, Track.co, HeroSpark, Gestão 4.0, Connekt, AeC, Grupo Adecco e Positivo Tecnologia estão com vagas de emprego abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país CI&T A CI&T tem cerca de 340 novas vagas abertas para profissionais que atuam com tecnologia para trabalhar no modelo remoto. As oportunidades podem ser acessadas por este link: https://br.ciandt.com/carreiras. A empresa estendeu o trabalho remoto no Brasil até junho de 2021. Mobills A Mobills está com cinco vagas para atuação de forma remota. As oportunidades são para as áreas de desenvolvimento, design, CRM, contábil e produção de conteúdo. Os interessados podem mandar seus currículos no site: https://www.mobills.com.br/vagas/ GetNinjas O GetNinjas está com cinco vagas abertas em São Paulo para as áreas de tecnologia, customer service, design e produto. As oportunidades são para os cargos de Atendimento ao Cliente, Desenvolvimento Back End, Desenvolvimento Front End, Design System e Product Manager. Os profissionais interessados podem encontrar mais detalhes no seguinte link: https://getninjas.breezy.hr/ Track.co A Track está com 11 vagas abertas em Belo Horizonte. As oportunidades são para os cargos de Customer Success, Financeiro, Marketing, Tecnologia, Recursos Humanos e Comercial. Os profissionais interessados podem encontrar mais detalhes no seguinte link: https://jobs.track.co/ HeroSpark A HeroSpark está com 18 processos seletivos abertos no Paraná. As oportunidades são para os cargos de Inside Sales, Customer Success, Front and Developer, Back end Developer, Engenheiro de Dados, Analista Contábil, Product Design Senior, Analista de Setup e Coordenador de Inside Sales. Os profissionais interessados podem encontrar mais detalhes e informações de como se candidatar através do link: https://herospark.abler.com.br/ Gestão 4.0 O Gestão 4.0 está com 15 vagas abertas em áreas como marketing, produto e venda. As posições são para os cargos de Analista Comercial, Analista de Marketing de Performance, Analista de Produtos, Assistente de Eventos, Business Development, Community Manager, Executivo de Vendas, Executivo de Vendas in Company, Gerente de Eventos e Operações, Gerente de Marketing de Conteúdo, Growth Marketing, Product Manager Junior, Redator Pleno e Representante de Desenvolvimento de Vendas. Os profissionais interessados podem encontrar mais detalhes no seguinte link: https://gestao40.gupy.io/ Connekt A Connekt está com vagas abertas para as mais diversas áreas, como Administração, Arquitetura, Atendimento de clientes, ciência de dados, corretagem, engenharia, finanças, marketing, recursos humanos, tecnologia, entre outras. Os profissionais interessados podem encontrar mais detalhes através do link: https://vagas.connekt.com.br/ AeC A AeC está com 400 vagas abertas para a unidade Chácara Santo Antônio, na capital paulista. Todas as oportunidades são para atendentes. As contratações irão até o final deste mês de janeiro. Para participar da seleção é preciso ter mais de 18 anos e ter concluído o Ensino Médio. Os interessados devem se cadastrar no site https://queroser.aec.com.br. Além de remuneração compatível com o mercado, os contratados terão direito a vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde e plano odontológico. Há vagas tanto para trabalho presencial como para home office. A definição do modelo de jornada ocorrerá durante a seleção, por isso é desejável que os candidatos possuam infraestrutura para a jornada em home office. Grupo Adecco Estão abertas as inscrições para o CEO for One Month, programa do Grupo Adecco que seleciona um universitário em cada um dos 40 países participantes para concorrer a uma vaga de CEO global por um mês. Para participar, o candidato deve estar matriculado em qualquer curso universitário e ter inglês fluente, já que algumas etapas do processo seletivo são realizadas neste idioma. Para fazer a inscrição, basta acessar o link até o dia 16 de abril. O vencedor selecionado CEO por um mês que representará o Brasil trabalhará no mês de julho na sede da empresa, na cidade de São Paulo, em princípio virtualmente devido à pandemia, participando do dia a dia do trabalho, acompanhando a liderança e visitando clientes. Os 40 candidatos selecionados para CEO for One Month local concorrem para ser um dos Top 10 do Global CEO for One Month, que acontece na Europa, em agosto de 2021, e concorrem à vaga global para CEO por um mês. O estudante selecionado irá administrar a empresa multinacional, que conta com 34 mil funcionários em 60 países, trabalhando ao lado do CEO Global do Grupo Adecco. Para saber mais do programa acompanhe o Instagram da Adecco Brasil https://www.instagram.com/adeccobrasil Positivo Tecnologia A Positivo Tecnologia está com aproximadamente 50 vagas de emprego abertas em todas as regiões do país, em diversas áreas como Logística, Tecnologia, Marketing, Novos Negócios, Recursos Humanos e Administrativo. O candidato deve acessar https://positivotecnologia.gupy.io. Assista a mais notícias de Economia:

Serviço está entre as ideias de negócio mais buscadas no site da instituição em 2020. Setor de beleza e estética desperta interesse de futuros empreendedores Reprodução/PEGN Abrir um centro de estética foi uma das ideias de negócios mais buscadas em 2020 no site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A variedade de serviços que podem ser oferecidos em uma clínica de estética é grande e vai de limpeza de pele, tratamento de acne e revitalização facial, até tratamento contra gordura localizada, depilação, drenagem linfática, massagens e podologia. Veja dicas para abrir um pet shop Confira dicas para investir em uma distribuidora de bebidas Saiba como abrir uma empresa de frete e transporte de cargas O Sebrae criou um material com dicas para quem pensa em investir nesse segmento. Veja 10 dicas do Sebrae para abrir uma clínica de estética: Mercado: esse é um segmento em crescimento, que tem dois grandes aliados: a busca por qualidade de vida e o surgimento de novas tecnologias. Com tantas opções de serviços, é importante ter foco e definir quais serão as atividades oferecidas. Estrutura: na hora de montar o espaço de atendimento, é interessante pensar no conforto que será oferecido aos clientes. A sugestão do Sebrae é que o estabelecimento tenha recepção, sala de espera, espaços comuns de atendimento e também gabinetes ou salas individuais, e banheiros suficientes para o fluxo de pessoas que frequentará o espaço. Oferecer estacionamento próprio ou convênio em locais próximos é importante. Equipe: para um centro de estética de pequeno porte, o Sebrae sugere começar com quatro profissionais: um recepcionista, dois esteticistas e um responsável pelo administrativo. O empreendedor precisa cuidar da segurança do trabalho e da saúde ocupacional dos funcionários, que devem ser capacitados para manipular produtos químicos e manusear equipamentos. Especialização: para atuar na profissão, o esteticista deve fazer cursos técnicos, tecnólogos ou superiores oferecidos e reconhecidos pelo Ministério da Educação. O curso técnico de graduação, por exemplo, tem duração de dois anos e oferece matérias que envolvem estética, anatomia, bioética, cosmetologia, economia, administração, biologia, química, nutrição, psicologia e marketing. Gestão do estoque: o estoque de mercadorias deve ser suficiente para o bom funcionamento da empresa, mas mínimo para reduzir o impacto no capital de giro. É importante verificar se os produtos estão com situação regular nos órgãos de fiscalização. Em alguns casos, é preciso ver o rótulo do produto e conferir o número do registro ou notificação na Anvisa, orientações de uso, advertências e a data de validade. Concorrência: apesar de ser um mercado em contínuo crescimento, há uma forte concorrência altamente especializada e treinada. Por isso, o investidor deve estar sempre atento às inovações do setor. Atendimento: para fidelizar os clientes, é importante ter pontualidade nos atendimentos, oferecer materiais de qualidade, ambiente acolhedor e silencioso. Diferenciais: para se destacar, dá para oferecer atendimento em domicílio para serviços mais simples, como manicure e pedicure; comercializar produtos como cosméticos, florais, velas aromatizadas; oferecer um cartão fidelidade; e fazer parcerias com academias, lojas de produtos naturais e profissionais da área de saúde, como nutricionistas e educadores físicos. Clientes: as mulheres representam 83% dos atendimentos realizados por prestadores de serviços nas áreas de beleza e estética. Porém, cada vez mais, o público masculino se interessa pelo serviço e muitos empresários estão de olho nesse crescimento. Outro nicho de público que tem despertado muito interesse no setor é o da terceira idade. Divulgação: fazer uma pesquisa de mercado antes de montar o negócio é uma boa estratégica para identificar o público-alvo. É ele que fará a melhor publicidade da empresa, no melhor estilo de divulgação boca a boca. Outra grande aliada é a internet e as redes sociais. Veja reportagem do PEGN sobre um modelo de negócio que une clínica de estética com venda de produtos de beleza: Microfranquia de beleza vende produtos e lucra com assinatura de planos de tratamento Vídeos: Conheça empreendedores que estão superando a crise