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Economia subterrânea movimentou R$ 1,3 trilhão em 2021, o equivalente a 16,% do PIB, segundo a FGV/Ibre e o Etco. A economia informal voltou a avançar em 2021 no Brasil, segundo o Índice de Economia Subterrânea (IES), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e pelo Ibre/FGV. A chamada "economia subterrânea" movimentou R$ 1,3 trilhão ao longo do ano – o equivalente a 16,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Desemprego cai, mas às custas de empregos de baixa qualidade; entenda os motivos Com o resultado, o indicador aponta para uma volta ao padrão de elevações registrado até 2019, antes da pandemia da Covid-19. O indicador foi criado em 2003 para medir a chamada economia subterrânea, que consiste na produção e comercialização de bens e serviços que não é reportada oficialmente ao governo, e leva em conta tanto a sonegação quanto o descumprimento de regulamentações trabalhistas e previdenciárias. Retomada da informalidade Sardenberg analisa como a informalidade reflete no recuo do desemprego Em 2020, as restrições tiraram as pessoas das ruas, prejudicando ambulantes, motoristas de aplicativos e comerciantes informais. Já este ano, segundo o estudo, o "fim da fase mais aguda da pandemia e o início do processo de normalização da atividade econômica" favoreceram a recuperação mais rápida do emprego informal, contribuindo para a alta do indicador. Em nota, Edson Vismona, presidente do ETCO, aponta que o ligeiro aumento observado no índice está associado à flexibilidade no tipo de vínculo do emprego informal, interrompendo o processo de queda observado no passado. “É uma ocupação onde a pessoa não tem nenhuma garantia, não paga impostos, não tem nenhum auxílio previdenciário, é um subempregado. Nós temos que oferecer condições para que ela se formalize e saia da ilegalidade.”

Número de requerimentos permaneceu praticamente o mesmo em todo o ano de 2021. Falta de servidores é o principal motivo da estagnação da fila, segundo especialistas em direito previdenciário. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) segue com mais de 1,8 milhão de pedidos de concessão de benefícios em estoque. São 1.838.459 pedidos aguardando resposta, segundo dados obtidos pelo Instituto Brasileiro de Previdência Social (IBDP). Os últimos dados de requerimentos em estoque mostram que, em todo este ano, praticamente não houve redução na fila. Em abril, eram 1.833.815 e, em julho, 1.844.820. Além disso, houve aumento se comparado com 2020, quando havia cerca de 1,5 milhão de pedidos na fila. Pedidos de concessão de benefícios em estoque Economia g1 A estagnação da quantidade de pedidos se deve, principalmente, à falta de servidores públicos, segundo a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante. “Não houve aumento do número de processos desde junho de 2021 e, por mais esforço que a equipe atual faça, sem o aumento do número de servidores qualificados ficará difícil diminuir esse estoque”, diz a advogada. Os 1,8 milhão de pedidos em estoque só compreendem aqueles pedidos na fase de reconhecimento inicial do benefício. Além dessas, existem outras pessoas na fila, como aquelas aguardando pedidos de revisão ou em processo judicial. O vice-presidente do IBDP, Diego Cherulli, ressalta que sempre haverá pedidos em estoque no INSS, uma vez que é um órgão que lida com milhões de pessoas todos os meses. "Mas a estabilidade é muito preocupante, porque sem concurso público para contratação de novos servidores, as atuais medidas não têm sido suficientes", afirma o especialista em direito previdenciário. O INSS chegou a convocar militares e servidores aposentados para ajudar nas análises de pedidos, mas o estoque não foi reduzido. O amparo à pessoa com deficiência é o tipo de pedido de concessão com maior estoque. São cerca de 630 mil casos — mais de um terço do total de requerimentos que estão aguardando resposta do INSS. Segundo Cherulli, vice-presidente do IBDP, estes casos estão em número mais expressivo porque são aqueles que dependem de mais servidores atuando — além da perícia, também é necessário fazer uma avaliação social do potencial segurado. Benefícios em estoque Economia g1 Um dos milhares de brasileiros aguardando o reconhecimento do benefício é Maria Silvalina da Silva, de 61 anos. A moradora de uma comunidade na Zona Sul de São Paulo deu entrada neste ano no pedido de Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC/LOAS). No final de novembro, ela compareceu à perícia agendada. Agora, ela aguarda a avaliação social, que foi marcada para o dia 4 de março do próximo ano. "Marcaram muito longe da minha residência, mas eles falaram que no momento só tinha neste local para esta data, ou eu esperava até o final de 2022", conta Maria Silvalina. No momento, ela sobrevive com a renda que ganha do aluguel de uma garagem, de R$ 150 por mês, e com a aposentadoria de uma tia mais velha, que vive com Maria Silvalina pois precisa de ajuda por conta de problemas de locomoção. "Mas [a aposentadoria] para ela é muito pouco. Gasta com remédios e fraldas, tirando a alimentação, que precisa de um pouco de frutas, verduras e legumes para a dieta dela.” O vice-presidente do IBDP também ressalta que é importante reduzir essa fila de pessoas aguardando resposta com eficácia. "Se a fila não for reduzida com qualidade, muitas pessoas que tiveram o benefício negado vão entrar na fila de novo. É como enxugar gelo. Você não está resolvendo o problema", explica. "O INSS está melhorando sistemas e tecnologia, mas nesses casos a análise humana ainda é indispensável. Vemos má vontade do Ministério da Economia, que é quem tem que liberar a verba. O INSS tem sofrido uma escassez orçamentária cada vez maior." Além disso, Cherulli afirma que o prazo de análise desses pedidos não deve ultrapassar 60 dias. “Mais que isso prejudica muito o segurado. E, hoje, as análises têm demorado mais que isso, descumprindo, inclusive, o acordo feito com o STF". O que diz o INSS Procurado pela GloboNews, o INSS informou que a fila atualmente é de 1.865.209 benefícios, e que recebe cerca de 800 mil novos pedidos por mês. Segundo o instituto, são analisados cerca de 700.000 benefícios por mês, e cerca de 20% da fila depende de documentos que devem ser entregues pelos cidadãos. "O INSS fechou um acordo com o Ministério Público e com a Defensoria Pública, homologado pelo Supremo, para definir prazos que não haviam antes. Cada benefício possui um prazo que varia de acordo com a complexidade exigida para análise, reiterando a intenção em atender com responsabilidade e agilidade a todos os tipos de requerimentos que chegam. Além disso, estamos fazendo mutirões e implantando programas pilotos que podem se expandir para todos os municípios", diz o INSS em nota. "Quanto ao concurso público, o pedido foi enviado ao Ministério da Economia e agora aguardamos uma posição (...) A solicitação do concurso prevê 7.575 vagas, sendo 6.004 para Técnico do Seguro Social e 1.571 para Analista do Seguro Social". O que diz o Ministério da Economia O Ministério da Economia informou que não divulga ou adianta informações sobre concursos, sendo o Diário Oficial da União e o portal do Ministério os meios oficiais de transparência e divulgação dos certames autorizados. "Para 2022, eventuais autorizações dependerão da aprovação e sanção da Lei Orçamentária Anual (LOA), cujo projeto de lei está em análise no Congresso Nacional", apontou nota enviada à GloboNews.
Dados são do Programa Nacional de Prevenção à Corrupção. Levantamento inédito mapeou mecanismos de combate a fraudes e ilícitos nos três poderes da União, de estados e municípios. Menos de 2% dos órgãos públicos do Brasil possuem um sistema de proteção adequado contra fraudes e corrupção, apontam dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). A descoberta faz parte do Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC), um levantamento inédito que mapeou os mecanismos de combate à fraude e corrupção nos órgãos públicos do Executivo, Legislativo e Judiciário municipal, estadual e federal. O programa é voluntário e teve a adesão de 60% dos órgãos da administração pública – o equivalente a mais de 9 mil organizações públicas de todo o país. Entre os órgãos públicos que responderam ao levantamento: 82,4% apresentam um grau muito alto ou alto de exposição à corrupção; 15,99% demonstram risco médio; e 1,62% tem baixo risco de exposição à corrupção por contar com um sistema de proteção adequado. Os órgãos públicos foram convidados a informar se têm, em suas estruturas oficiais: sistema interno capaz de prevenir ocorrências de fraude e corrupção (código de ética, política formal para prevenir conflitos de interesse, campanhas internas e toda e qualquer estrutura de compliance); sistema interno capaz de detectar indícios de fraude/corrupção (softwares/planilhas de controles e canal de denúncia, por exemplo); sistema interno de monitoramento dos casos suspeitos; estrutura de investigação interna (equipe e procedimentos padronizados para investigações que envolvam casos suspeitos de fraude e corrupção); e mecanismos de punição a atos de fraude e corrupção. O secretário de Orientação, Métodos, Informações e Inteligência para o Controle Externo e o Combate à Corrupção, Tiago Modesto, explicou ao g1 que um sistema simples – por exemplo, uma planilha que compare o consumo real de combustível e a média de uso dos carros – já é considerado um mecanismo capaz de detectar possíveis irregularidades. Segundo Modesto, o objetivo é alcançar, dentro de quatro anos, 80% das organizações participantes com mecanismos adequados de combate à corrupção. O secretário destacou, ainda, que ter uma estrutura de prevenção e combate a fraudes e corrupção é um primeiro passo – que não significa necessariamente uma redução drástica ou eliminação completa da corrupção no país. "O que a gente está dando com esse programa é um primeiro passo para que os órgãos utilizem as ferramentas disponíveis como instrumento de melhoria", explicou. União, estados e municípios Ainda assim, o poder público carece de mecanismos de controle e combate aos ilícitos. A situação que mais preocupa é a dos municípios. Isso, porque 88% dos órgãos públicos municipais apresentaram alto grau de exposição à corrupção. Para efeitos de comparação: apenas 38% dos órgãos estaduais e 20% dos federais têm alto grau de exposição à corrupção. Três Poderes Se os dados forem agregados por cada um dos poderes da República, o levantamento aponta que o Poder Legislativo é o mais vulnerável. Somando União, estados e municípios, 96% das organizações legislativas têm alto grau de exposição à corrupção. Em seguida aparece o Judiciário, com 87% dos órgãos sob risco alto e muito elevado. O Executivo é o poder em uma situação menos vulnerável, mas o quadro não é tranquilizador. Os dados apontam 2% dos órgãos executivos com nível aceitável de proteção, 23% com nível médio e 75% em nível alto ou muito alto de vulnerabilidade. Metodologia Para chegar aos números obtidos, as organizações participantes do programa informaram a existência e o uso de mecanismos considerados, tanto no Brasil como no exterior, essenciais ao enfrentamento de situações relacionadas à fraude/corrupção. Foram incluídos na pesquisa mecanismos de prevenção, detecção, investigação, correção e monitoramento. Para estados e municípios, também foram avaliados os mecanismos de transparência e participação social. Os órgãos de controle, como os tribunais de contas, fizeram a validação desses mecanismos. Os dados divulgados nesta quarta-feira são o marco zero do levantamento. A cada dois anos, será feito um novo balanço nacional.
Com o aumento das vendas, criminosos se aproveitam para aplicar golpes nos consumidores. O brasileiro não está com muito dinheiro no bolso – mas o Natal ainda deve movimentar o comércio este ano. A data é esperada não só pelos comerciantes, mas pelos fraudadores também. Com o aumento das vendas, criminosos se aproveitam para aplicar golpes nos consumidores. Golpe do PIX: hackers contam como enganam vítimas; saiba como se proteger Tentativas de fraude sobem 32% no primeiro semestre, com avanço do e-commerce no Brasil Para evitar ser vítima desse tipo de golpe, e ter um natal mais tranquilo, a Federação Brasileira de Bancos preparou uma lista de dicas que os consumidores devem observar, tanto nas compras online quanto nas lojas físicas. "Quadrilhas especializadas se aproveitam da agitação, distração e pressa dos consumidores em finalizar a lista de presentes para aplicar golpes, que causam grande prejuízo, especialmente usando a tática da engenharia social, que consiste na manipulação do usuário para que ele lhe forneça informações confidenciais e para o roubo de dados pessoais", alerta a Febraban em nota. Especialistas alertam sobre o risco de golpes em sites de compras na internet VEJA AS DICAS DA FEBRABAN Ao fazem compras em lojas virtuais: Dê preferência a sites conhecidos e confira sempre se o endereço do site é o verdadeiro. Para garantir, não clique em links e digite o endereço no navegador; Sempre use o cartão virtual para realizar compras na internet; Leia comentários de clientes que já utilizaram as plataformas; Nunca clique em links desconhecidos para fazer suas compras e nem em links recebidos por WhatsApp e SMS; Verifique com atenção as formas de pagamento oferecidas pelo e-commerce e desconfie quando existem poucas opções; Desconfie das promoções cujos preços sejam muito menores que o valor real do produto, pois criminosos se utilizam da empolgação dos consumidores em fazer um grande negócio para coletar informações e aplicar golpes que geram grandes prejuízos; Nunca clique em links que peçam sincronização, atualização, manutenção de token, app ou cadastro do banco; Antes de incluir o número do cartão, veja, na barra do navegador, se está na página certa e oficial da loja; Não compartilhe sua senha com amigos e parentes ou encaminhe senhas por aplicativos de mensagens, e-mails ou SMS; Nunca utilize dados pessoais como senha (ex. data de aniversário, placa de carro, etc.), nem números repetidos ou sequenciais (ex. 111111 ou 123456), nem anote senhas em papel, no celular ou no computador; Se for pagar com Pix, sempre faça o pagamento dentro do ambiente da loja virtual. Quando o varejista fornecer o código QR Code, confira com atenção todos os dados do pagamento e se a loja escolhida é realmente quem irá receber o dinheiro. Só após essa checagem detalhada, faça a transferência; Se for pagar a compra com boleto, confira quem é a empresa beneficiária que aparece no momento do pagamento do boleto, no aplicativo ou site do banco. Se o nome for diferente da marca ou empresa onde a compra foi feita, a transação não deve ser concluída. Ao fazer compras em lojas físicas e shoppings Se for pagar com cartão, passe você mesmo o cartão na maquininha em vez de entregá-lo para outra pessoa; Sempre confira o valor na maquininha antes de digitar a sua senha. E proteja o código de segurança; Ao terminar de realizar uma compra na maquininha, verifique o nome no cartão para ter certeza de que realmente é o seu. Golpistas podem se aproveitar de distrações para trocar o seu cartão.
Na terça-feira, o principal índice da bolsa fechou em alta pela 4ª sessão seguida, aos 107.558 pontos. O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera com pequenas variações nesta quarta-feira (8), em sessão instável. Às 10h58, o Ibovespa subia 0,24%, a 107.814 pontos. Veja mais cotações. Já o dólar opera com pequenas oscilações. Na terça-feira, a bolsa subiu pela 4ª sessão seguida, fechando em alta de 0,65%, a 107.558 pontos. Com o resultado, passou a acumular avanço de 5,54% no mês. No ano, porém, o tombo ainda é de 9,63%. Copom se reúne nesta quarta, e mercado prevê 7ª alta seguida da Selic, para 9,25% ao ano Poupança deve voltar a ter rendimento pela regra antiga; entenda e Cenário Miriam Leitão: choque de juros é remédio amargo, mas necessário Lá fora, as principais bolsas tinham viés de alta depois das farmacêuticas Pfizer e BioNTech dizerem que um tratamento de três doses da sua vacina contra a Covid-19 demonstrou ter um efeito neutralizante contra a variante ômicron do coronavírus. Os fabricantes de medicamentos acrescentaram que, se necessário, podem entregar uma vacina focada na ômicron em março de 2022. Na cena doméstica, as atenções dos investidores estão voltadas para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que anuncia após as 18h a nova taxa básica de juros. A expectativa é de novo acréscimo de 1,50 ponto percentual (o que levaria a Selic para 9,25% ao ano). Se for confirmada essa alta prevista pelo mercado financeiro, a taxa Selic atingirá o maior patamar em pouco mais de quatro anos — em julho de 2017, estava em 10,25% ao ano. A previsão é que a taxa continue subindo nos próximos meses, atingindo 11,25% ao ano no fim de 2022. Na agenda de indicadores, o IBGE divulgou que as vendas do comércio varejista caíram 0,1% em outubro, na terceira retração mensal consecutiva, reforçando a leitura de desaceleração da recuperação da economia brasileira. Na cena política, os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciaram na véspera um acordo para promulgação "fatiada" da PEC dos Precatório, que abre espaço no Orçamento para o ano eleitoral de 2022. Lira se comprometeu a pautar na próxima terça-feira os pontos que serão incluídos em uma proposta em tramitação na Câmara e pronta para ser apreciada em plenário.
Governo editou Medida Provisória para pagar mínimo de R$ 400 aos beneficiários do Auxílio Brasil em dezembro, mas continuidade dos pagamentos depende de espaço no Orçamento. Anunciado às pressas, o Auxílio Brasil deveria pagar ao menos R$ 400 às famílias beneficiárias a partir de novembro deste ano, segundo afirmou, ainda em outubro, o governo federal. A promessa era pagar esse valor mínimo também ao longo de 2022 – deixando a decisão sobre a continuidade para o Orçamento seguinte. Mas, em novembro, os beneficiários receberam o valor apenas reajustado, em cerca de 18%, em relação ao que já recebiam do Bolsa Família. LEIA TAMBÉM: Veja como fica o pagamento de dezembro QUEM RECEBE: Preciso me inscrever? CALENDÁRIO DE PAGAMENTOS: veja quando benefício será pago CADASTRO ÚNICO: Veja como se inscrever COMPARAÇÃO: Auxílio Brasil X Bolsa Família TIRA DÚVIDAS: Perguntas e respostas sobre o programa TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL O governo então afirmou que, em dezembro, pagaria não só o benefício de R$ 400, como também o retroativo referente a novembro. Mas isso também não deve acontecer. Com a demora em aprovar a chamada PEC dos Precatórios, que deve 'abrir espaço' no Orçamento para o pagamento do benefício, o governo segue sem fonte de recursos para esses pagamentos. Para garantir o pagamento mínimo de R$ 400 neste mês de dezembro, o presidente Jair Bolsonaro editou uma Medida Provisória na terça-feira (7) que instituiu o chamado 'Benefício Extraordinário'. O texto, no entanto, não faz menção ao pagamento retroativo – nem garante a continuidade do pagamento em 2022. Bolsonaro edita MP para pagar Auxílio Brasil de R$ 400 já no mês de dezembro Isso por que o 'Benefício Extraordinário', de que trata a MP, fica instituído "na competência de dezembro de 2021", ou seja, só para os pagamentos deste mês. Para 2022, o texto menciona apenas que "ato do Poder Executivo federal poderá prorrogar a concessão do Benefício" para os meses de janeiro a dezembro de 2022, "observada a disponibilidade orçamentária e financeira". Questionado pelo g1 sobre o pagamento retroativo de novembro, o Ministério da Cidadania não respondeu até a última atualização desta reportagem. Auxílio Brasil: o que se sabe sobre o novo programa social Em busca dos R$ 400 O Congresso aprovou no início do mês a medida provisória que criou o Auxílio Brasil, mas o texto não define um valor para as parcelas. Para alcançar o pagamento mínimo de R$ 400, o governo conta com a aprovação da PEC dos Precatórios, que abriria espaço de mais de R$ 106 bilhões no Orçamento – parte dos quais seriam usados para bancar o Auxílio Brasil. Na terça-feira, os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, anunciaram um acordo para a promulgação "fatiada" da PEC – que foi aprovada na Câmara e alterada no Senado, o que faz com que o texto tenha que voltar à primeira Casa. Pelo acordo, o Congresso vai promulgar as partes do texto aprovadas em comum pelas duas Casas. Os demais trechos, alterados ou inseridos pelo Senado, deverão ser votados na próxima terça-feira (14) pela Câmara — em conjunto com uma outra proposta sobre precatórios, em tramitação desde 2012. Segundo Lira e Pacheco, a parte 'comum' do texto, que já poderá ser promulgada e entrar em vigor, libera R$ 62 bilhões no Orçamento, valor que servirá para o início do pagamento do auxílio, que custará, ao todo, R$ 54 bilhões.

Famílias beneficiárias vão receber um valor mínimo de R$ 400 neste mês, seguindo calendário do antigo Bolsa Família. As famílias beneficiárias do Auxílio Brasil vão receber um valor mínimo de R$ 400 em dezembro, garantido por meio de uma Medida Provisória editada na terça-feira (7). Diferente do prometido pelo governo, no entanto, a MP não garante o pagamento do complemento retroativo a novembro. LEIA TAMBÉM: SAQUES: como será pago? QUEM RECEBE: preciso me inscrever? BENEFICIÁRIOS DO AUXÍLIO EMERGENCIAL: como ficam? CALENDÁRIO: veja datas dos pagamentos CONCESSÃO E VALORES: como consultar seu benefício TIRA DÚVIDAS: perguntas e respostas sobre o programa TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL Veja abaixo perguntas e respostas sobre o pagamento do Auxílio Brasil deste mês: Quanto vou receber? Todas as famílias que recebiam menos de R$ 400 no Auxílio Brasil receberão um complemento até alcançar esse valor. De acordo com o Ministério da Cidadania, 13 milhões de famílias serão beneficiadas pela parcela de R$ 400 neste mês de dezembro. Quando vou receber? O pagamento no valor mínimo de R$ 400 será feito a partir do dia 10 deste mês, de acordo com o calendário do Auxílio Brasil, levando em conta o fim do Número de Inscrição Social (NIS) do beneficiário. Veja abaixo: Calendário do Auxílio Brasil de dezembro Economia g1 Quem já recebia a partir de R$ 400 também será beneficiado? Não, quem recebia acima de R$ 400 não terá direito a qualquer complementação neste mês de dezembro. Recebi menos de R$ 400 em novembro, o complemento será pago também sobre essa parcela? Não, o pagamento do complemento para chegar aos R$ 400 será pago apenas no mês de dezembro. Não haverá pagamento retroativo. Como ficam os pagamentos de 2022? De acordo com a Medida Provisória, o governo poderá prorrogar para o ano de 2022 o complemento para chegar aos R$ 400, mas isso depende de disponibilidade orçamentária e financeira. Isso porque, para pagar a complementação de forma "oficial", o governo precisa de um espaço no Orçamento que só será aberto com a promulgação da PEC dos Precatórios. Se não for possível manter o valor de R$ 400, como fica meu benefício? Se o governo não tiver dinheiro para manter o pagamento mínimo de R$ 400 no ano que vem, a parcela do Auxílio Brasil voltará ao valor que o beneficiário recebeu em novembro, cujo valor médio foi de R$ 224,41 por família, correção de cerca de 18% em relação ao que era pago pelo Bolsa Família. Bolsonaro edita MP para pagar Auxílio Brasil de R$ 400 já no mês de dezembro Entenda o Auxílio Brasil O Auxílio Brasil começou a ser pago em novembro para as 14,5 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família, que foi extinto. O valor médio em novembro foi de R$ 224,41 por família. Quem recebeu o Auxílio Emergencial, mas não recebia Bolsa Família, não está automaticamente incluído no Auxílio Brasil. Quem ainda não recebia Bolsa Família, mas está inscrito no Cadastro Único e atende os requisitos do programa, poderá ser incluído nos próximos meses, mas não há garantias nem prazos. O Ministério da Cidadania chegou a prometer que iria adicionar mais 2,4 milhões de beneficiários em dezembro, o que ainda não aconteceu. Quem ainda não está no CadÚnico precisa se inscrever para ser considerado para o programa. Veja aqui como se inscrever. EM RESUMO: Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente este mês Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva, e pode receber o Auxílio Brasil no futuro, caso se enquadre nas regras do programa Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber

Na terça-feira (7), moeda norte-americana fechou em queda de 1,27%, a R$ 5,6178. Nota de US$ 5 dólares REUTERS/Thomas White O dólar opera em queda nesta quarta-feira (8), à espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que anuncia após o fechamento dos mercados a nova taxa básica de juros. Às 10h59, a moeda norte-americana caía 0,71%, cotada a R$ 5,5777. Veja mais cotações. Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 1,27%, a R$ 5,6178. No mês, acumula queda de 0,34%. No ano, o salto é de 8,30% frente ao real. Copom se reúne nesta quarta, e mercado prevê 7ª alta seguida da Selic, para 9,25% ao ano Poupança deve voltar a ter rendimento pela regra antiga; entenda v Para economista, Banco Central deve indicar proximidade do fim do ciclo de alta de juros Cenário O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia após as 18h a nova taxa básica de juros, e a ampla expectativa é elevação da taxa Selic em 1,50 ponto percentual, para 9,25% ao ano. Se for confirmada essa alta prevista pelo mercado financeiro, a taxa Selic atingirá o maior patamar em pouco mais de quatro anos — em julho de 2017, estava em 10,25% ao ano. A previsão é que a taxa continue subindo nos próximos meses, atingindo 11,25% ao ano no fim de 2022. Juros mais altos no Brasil elevam a rentabilidade do mercado de renda fixa doméstico, o que tenderia a atrair mais recursos estrangeiros para o país, aumentando a demanda pelo real. Na agenda de indicadores, o IBGE divulgou que as vendas do comércio varejista caíram 0,1% em outubro, na terceira retração mensal consecutiva, reforçando a leitura de desaceleração da recuperação da economia brasileira. Na cena política, os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciaram na véspera um acordo para promulgação "fatiada" da PEC dos Precatório, que abre espaço no Orçamento para o ano eleitoral de 2022. Lira se comprometeu a pautar na próxima terça-feira os pontos que serão incluídos em uma proposta em tramitação na Câmara e pronta para ser apreciada em plenário. Na cena externa, investidores avaliavam notícias sobre a eficácia das vacinas existentes contra a variante ômicron do coronavírus, em meio às preocupações sobre os possíveis impactos de novas ondas de Covid-19 na recuperação econômica global. Projeções do mercado A projeção do mercado financeiro para a inflação de 2021 subiu de 10,15% para 10,18%. Foi a trigésima quinta semana seguida de aumento, de acordo com o Boletim Focus do Banco Central. Para 2022, subiu de 5% para 5,02%. Ou seja, a expectativa é de estouro da meta do governo pelo 2º ano seguido. Os analistas também baixaram a previsão de crescimento do PIB deste ano, que passou de 4,78% para 4,71%. Para 2022, o mercado reduziu a previsão de alta do PIB de 0,58% para 0,51%. Já para o dólar, a projeção subiu de R$ 5,50 para R$ 5,56 para o fim de 2021 e de R$ 5,50 para R$ 5,55 para o fim de 2022. Por que o dólar sobe? Assista no vídeo abaixo: Entenda a alta do dólar

Em outubro, setor registrou queda de 0,1%, na comparação com setembro, contrariando expectativa de alta. Volume de vendas no varejo cai 0,1% em outubro, segundo IBGE As vendas do comércio varejista caíram 0,1% em outubro, na comparação com setembro, na terceira retração mensal consecutiva, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com outubro do ano passado, houve queda de 7,1% – também a terceira queda seguida. Com esse resultado, o varejo encontra-se 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020, e 6,4% abaixo do nível recorde de vendas alcançado em outubro de 2020, e segundo o IBGE. Vendas do comércio mês a mês Economia g1 O resultado veio menor do que o esperado. A expectativa era de alta de 0,8% na base mensal e queda de 5,60% na comparação anual, conforme pesquisa da Reuters. O IBGE revisou o resultado de setembro, para uma queda menos acentuada, de -1,1%, ante leitura inicial de -1,3%. Já o índice de agosto foi atualizado de -4,3% para -4,1%. Copom se reúne nesta quarta, e mercado prevê 7ª alta seguida da Selic, para 9,25% ao ano Prévia da inflação fica em 1,17% em novembro e atinge 10,73% em 12 meses Desaceleração da economia No ano, setor ainda acumula crescimento de 2,6%. Em 12 meses até outubro, a alta desacelerou para 2,6%, contra 3,9% nos 12 meses imediatamente anteriores, evidenciando a perda de fôlego da economia. Vendas do comércio no acumulado em 12 meses Economia g1 A receita nominal do varejo teve alta de 0,7% em outubro, frente a setembro. Na comparação com outubro de 2020, houve alta de 6,2%. O volume de vendas, entretanto, cresceu em 17 das 27 unidades da federação, com destaque para: Acre (3,0%), Alagoas (2,4%) e Rondônia (2,4%). Já as maiores quedas foram registradas no Amapá (-2,8%), Roraima (-2,3%) e Rio de Janeiro (-2,2%). Veja o desempenho de cada um dos segmentos em outubro, na comparação com setembro: Combustíveis e lubrificantes: -0,3% Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: -0,3% Tecidos, vestuário e calçados: 0,6% Móveis e eletrodomésticos: -0,5% Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: -0,1% Livros, jornais, revistas e papelaria: -1,1% Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 5,6% Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 1,4% Veículos, motos, partes e peças: -0,5% (varejo ampliado) Material de construção: -0,9% (varejo ampliado) No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e material de construção, a queda foi de 0,9% em relação a setembro e de 7,1% na comparação anual. O que puxou a queda Em outubro, cinco das oito atividades pesquisadas tiveram queda, com destaque para Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,1%), Móveis e eletrodomésticos (-0,5%), Combustíveis e lubrificantes (-0,3%), e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%). "A inflação continua exercendo impacto nos indicadores, uma vez que a variação de receita nominal de vendas do varejo é positiva, na passagem de setembro para outubro, em 0,9%. Tal impacto pode ser observado sobretudo nas atividades de Combustíveis e lubrificantes, Hiper e supermercados e Tecidos, vestuário e calçados", destacou o IBGE. Com o novo recuo, o nível de vendas dos supermercados, que tem um peso grande no índice, agora está 0,2% abaixo do patamar pré-pandemia. Com as revisões dos meses anteriores, a atividade no comércio geral voltou a ficar em níveis abaixo da pré-pandemia, em queda de 0,1%. A última vez que o setor havia caído abaixo desse patamar tinha sido em março passado, quando ficou 0,9% aquém de fevereiro de 2020. Distância (%) do patamar pré-pandemia por segmento do varejo Economia g1 Já o forte recuou na comparação interanual, segundo o IBGE, é explicada principalmente pela base de comparação. “Em outubro e novembro do ano passado, tivemos o recorde da série histórica da PMC. Isso significa que a base de comparação estava bastante elevada. Essa queda foi bastante equilibrada entre todas as atividades, que ficaram no campo negativo”, afirmou o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. Piora das expectativas Na avaliação do economista-chefe da Necton, André Perfeito, o resultado abaixo das expectativas mostra que o 4º trimestre "começou mal" e reforça a perspectiva de desaceleração. No 3º trimestre, o PIB (Produto Interno Bruto) caiu 0,1%, colocando o país em recessão técnica. O comércio acompanhou a retração da economia e acumulou queda de 0,4% na comparação com o trimestre anterior, voltando a ficar abaixo do patamar pré-pandemia. A desaceleração do setor vem sendo pressionada pela escalada da inflação, queda de renda das famílias, aumento do endividamento e desemprego ainda elevado no país. A confiança do consumidor cai em novembro para o menor nível desde abril, segundo sondagem da Fundação Getúlio Vargas. Na semana passada, o IBGE mostrou que a produção industrial caiu 0,6% em outubro, na comparação com setembro, na quinta retração mensal consecutiva. O mercado financeiro tem revisado para baixo as projeções de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e elevado as estimativas para a inflação e para a taxa básica de juros (Selic). Os analistas projetam atualmente uma inflação de 10,18% em 2021, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Para 2022, a previsão subiu para 5,02%. Para a Selic, a projeção é de uma taxa de 9,25% ao fim de 2021, chegando a 11,25% ao ano em 2022. Para a alta do PIB deste ano, o mercado passou a projetar um avanço de 4,71%. Já a previsão de crescimento para o ano que vem agora está em apenas 0,51%. E parte dos analistas já fala em estagnação e até mesmo uma nova recessão. "Em linhas gerais, as atividades varejistas permanecem em trajetória cadente em meio à inflação persistentemente elevada, aperto das condições financeiras, aumento do endividamento das famílias e deslocamento de maior proporção do consumo privado do mercado de bens para o setor de serviços (decorrente da flexibilização das restrições sanitárias e maior mobilidade)", destacou Rodolfo Margato, economista da XP, acrescentando em relatório ao mercado que a recuperação do nível de emprego e a implementação do Auxílio Brasil "permitirão algum crescimento da massa de renda ampliada disponível às famílias em 2022, ainda que modestamente". Initial plugin text

Embargo imposto pela China derrubou a cotação da arroba do boi em outubro - a queda, contudo, praticamente não chegou ao bolso dos consumidores brasileiros. Impacto do embargo da China não chegou a reduzir significativamente preço da carne bovina no varejo Getty Images via BBC Em setembro, a China parou de importar carne do Brasil. O país declarou embargo às exportações brasileiras após a identificação de dois casos de vaca louca em frigoríficos em Minas Gerais e Mato Grosso. O efeito foi imediato. Em outubro, os embarques de carne bovina despencaram 43% em relação ao mesmo mês de 2020. Com o embargo mantido — apesar de a Organização Mundial de Saúde Animal afirmar que os casos eram atípicos e espontâneos e que, portanto, não apresentavam risco para a cadeia produtiva —, a situação se repetiu em novembro. Vaca louca: relembre a doença que ficou conhecida nos anos 80 e 90, após surto no Reino Unido Conforme os números levantados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), as exportações de carne bovina in natura e processada recuaram 47% em volume, na comparação com novembro do ano passado. Os dados são compilados a partir das informações da Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Ministério da Economia. Com a perspectiva de queda nas vendas para a China no curto prazo, o volume de animais abatidos diminuiu. Com a demanda menor, o preço do boi gordo despencou em outubro, com a arroba cotada a R$ 255, cerca de R$ 60 menos do que no início de setembro, conforme o indicador do Cepea. Os consumidores brasileiros, entretanto, praticamente não sentiram essa queda no bolso. "O boi caiu mais que no atacado, que, por sua vez, caiu mais do que no varejo", resumiu em entrevista recente à BBC News Brasil César de Castro Alves, da Consultoria Agro do Itaú BBA. Essa dinâmica fica clara em indicadores de inflação como o IGP-M, elaborado pela Fundação Getulio Vargas, que engloba os preços pagos tanto pelos produtores (Índice de Preços ao Produtor, o IPA) quanto consumidores (Índice de Preços ao Consumidor, IPC). Conforme os dados compilados a pedido da reportagem pelo coordenador do IPC, André Braz, o item bovinos do IPA (boi vivo no pasto) tem registrado deflação desde setembro, chegando a recuar expressivos 5,92% em outubro. A carne bovina no IPA, por sua vez, que reflete o preço do animal abatido, recuou em setembro e novembro, sendo a queda mais forte neste último mês, de 1,01%. Já as carnes bovinas no IPC seguiram registrando alta em setembro e outubro. A primeira retração veio em novembro, de 1,07% — o alívio, contudo, pode durar pouco. "A gente tem percebido que a parte de carnes está aquecendo de novo. Então pode ser que um novo ciclo de aperto comece, e isso não permita um ciclo de desacelerações muito longo. Vamos ter que observar o comportamento dos preços a partir dos próximos meses", avalia o economista. As razões O pesquisador de pecuária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, Thiago Bernardino de Carvalho, identifica pelo menos duas das razões que explicam porque a queda no preço dos bois praticamente não foi sentida no bolso dos consumidores. Uma delas foi a autorização dada em outubro pelo Ministério da Agricultura para o armazenamento por até 60 dias em contêineres (e não apenas em câmaras frias, como coloca a legislação sanitária atual) do que foi produzido antes do bloqueio, em 4 de setembro. Assim, a indústria pode manter o produto estocado e não precisou necessariamente disponibilizar o excedente para o mercado interno. Essa dinâmica ajudou a segurar os preços elevados no mercado doméstico. No fim de novembro, a China deu o primeiro sinal de flexibilização e permitiu a exportação da carne certificada pelo menos até o dia anterior ao embargo (3 de setembro), que foi, então, embarcada para a Ásia. De lá para cá, a indústria vem reequilibrando seus estoques, enquanto o bloqueio segue mantido. Outro fator colocado pelo pesquisador está no último elo da cadeia, o varejo. Em sua avaliação, os açougues e supermercados aproveitaram para comprar carne mais barata em outubro para estocar para as festas — e o processo de estocagem, que envolve refrigeração, é custoso, ele pontua. "O consumidor, se puder, não vai abrir mão da carne, do churrasco no fim do ano. Ele vai cortar outros produtos antes, e o supermercado sabe disso." Há ainda a possibilidade de o varejo ter aproveitado parte da redução de preços pelos fornecedores para aumentar suas margens de lucro. Essa foi a hipótese levantada em uma nota dura divulgada no fim de outubro pelo Sindicato das Indústrias de Frigoríficos de Mato Grosso (Sindifrigo-MT), que chamava de "distorção" a diferença de preços entre atacado e varejo e afirmava que ela mostrava "a ganância de um elo que não quer fazer parte de uma corrente da cadeia". "Os balcões dos açougues e supermercados precisam se engajar na cadeia e não se apresentarem como inimigos", concluía o texto. A reportagem procurou a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que não se manifestou até o fechamento deste texto. Cotação da arroba do boi gordo recuou cerca de R$ 60 em outubro Agência Pará via BBC Ciclo de alta do boi Toda essa questão conjuntural se dá em um momento em que o preço da carne já está pressionado por uma questão estrutural do setor. Há meses o preço do boi bate recordes porque há uma menor disponibilidade de animais para o abate — reflexo do próprio ciclo da bovinocultura, que compreende os períodos de reprodução e reposição dos animais. Isso porque a cadeia de produção de carne bovina tem uma série de particularidades. Não é possível aumentar e diminuir a quantidade de bois no pasto tempestivamente, a depender do nível de demanda. O tempo de gestação das vacas é de cerca de 9 meses. O período para que um bezerro se torne um animal pronto para o abate, por sua vez, gira em torno de dois anos. Tudo isso faz com que o ciclo seja mais longo que o de outras proteínas e dure cerca de 6 ou 7 anos. Quando o preço do boi está elevado, como atualmente, a tendência é que os pecuaristas mandem as fêmeas (chamadas no setor de "matrizes") para o abate. Aos poucos, a oferta de animais aumenta e o preço do boi tende a reduzir. Um volume menor de fêmeas, contudo, significa uma menor produção de bezerros (chamados no setor de "animais de reposição"). E é por isso que, no momento seguinte do ciclo, a tendência é de elevação nos preços dos bezerros. Essa alta, por sua vez, estimula a retenção de fêmeas, de forma que os preços dos bezerros tendem aos poucos a recuar. Com menos fêmeas disponíveis para o abate, é o preço do boi que começa a subir, e o ciclo tem início outra vez. O ciclo que começou em 2018, ilustra Carvalho, quando a indústria começava a se recuperar dos impactos da Operação Carne Fraca, deve se estender até 2023 ou 2024. "O ciclo do frango, por exemplo, tem 60 dias — é muito menor." O momento atual tem uma outra particularidade que contribui para empurrar os preços para cima. De um lado, o dólar alto e o aumento da cotação das commodities elevou o preço das rações, que utilizam muitas vezes milho e soja como matérias-primas. De outro, a seca severa que atingiu o Centro-Sul do país reduziu as áreas de pasto e obrigou muitos produtores a confinar o gado, elevando ainda mais as despesas com ração. Preço alto e renda em queda Conforme destacado por Braz, do Ibre-FGV, já há sinais de que o segmento de carnes volta a aquecer. A arroba do boi gordo, por exemplo, já se recompôs da queda observada em outubro e voltou a atingir valores máximos. Assim, a redução de preços sinalizada pelas últimas divulgações nos índices de inflação corre o risco de ser apenas um soluço, e não uma tendência. No IPC, as carnes bovinas acumulam 16,6% de aumento nos 12 meses até novembro, quase o dobro da variação do índice fechado, que chegou a 9,72%. Assim, mesmo com o alívio mostrado pelos indicadores, os preços seguem em patamar bastante superior do que um ano atrás. Do outro lado da equação, a renda dos brasileiros vem encolhendo, na medida em que a pobreza aumenta e que o mercado de trabalho gera vagas mais precárias. Esse último aspecto aparece nas estatística da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que mostra que a renda média de quem está empregado vem diminuindo consecutivamente há 12 meses, desde outubro de 2020. Apesar de a taxa de desemprego estar recuando desde maio, ela segue em patamar bastante elevado - 12,6% da força de trabalho, ou 13,5 milhões de desempregados. Brasil tem a 4ª maior taxa de desemprego do mundo, aponta ranking com 44 países
Se confirmado esse aumento, será o maior percentual em mais de 4 anos. Alta nos juros encarece o crédito, freia a economia e institui de volta a antiga regra de remuneração da poupança. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reunirá nesta quarta-feira (8) para definir a taxa básica de juros da economia. Analistas do mercado financeiro preveem o sétimo aumento seguido da Selic, passando de 7,75% para 9,25% ao ano. ENTENDA: como a Selic influencia o seu bolso Se for confirmada essa alta prevista pelo mercado financeiro, a taxa Selic atingirá o maior patamar em pouco mais de quatro anos — em julho de 2017, estava em 10,25% ao ano. A decisão será anunciada após as 18h. A previsão do mercado é que a taxa continue subindo nos próximos meses, atingindo 11,25% ao ano no fim de 2022. Dicionário da crise: o que significam as expressões ‘teto de gastos’, ‘âncora fiscal’ e ‘Selic’ Como a taxa Selic é definida O principal instrumento do Banco Central para conter o aumento de preços é a taxa básica de juros, definida com base no sistema de metas de inflação. Quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, reduz a Selic. Para 2021, a meta central de inflação é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Neste momento, o BC já está olhando para a meta de inflação de 2022 para definir os juros. No próximo ano, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. Inflação Na prévia de novembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, ficou em 1,17%. Esta foi a maior taxa para o período desde 2002. Em 12 meses, a inflação atingiu o patamar de dois dígitos: 10,73%, a mais alta desde fevereiro de 2016. De acordo com levantamento do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), mais da metade da inflação, neste ano, é resultado da disparada dos combustíveis, energia e carne. Esses estão entre os itens que mais têm pesado no bolso do brasileiro e na inflação. O mercado financeiro estima que a inflação medida pelo IPCA somará 10,18% neste ano, mais do que o dobro da meta central (7,5%) e acima do teto de 5,25% do sistema de metas. Para 2022, a previsão de inflação do mercado está em 5,02%, acima do teto do sistema de metas pelo segundo ano seguido. Poupança Se a taxa básica de juros da economia subir para 9,25% ao ano, as aplicações em caderneta de poupança deverão passar a ter o mesmo rendimento da chamada "poupança velha". Desde 2012, a poupança passou a ter dois tipos de remuneração. Quando a Selic está em até 8,5% ao ano, o rendimento é limitado a um percentual de 70% dos juros básicos mais a Taxa Referencial (TR, calculada pelo Banco Central e que está em zero desde 2017). Acima desse patamar, o rendimento é de 0,50% ao mês, ou 6,17% ao ano. Para os depósitos feitos até abril de 2012, ou seja, na chamada "poupança velha", os rendimentos são sempre calculados da segunda forma – independente da taxa de juros que estiver em vigor. Mesmo passando a render mais a partir dezembro, a modalidade continuará perdendo para a inflação e para outros investimento de renda fixa. Ao menos no curto prazo. Consequências da alta dos juros De acordo com economistas, o aumento do juro básico da economia, tem vários reflexos na economia. Veja abaixo os principais: A elevação da taxa de juros, o aumento do juro básico da economia, já está resultando em taxas bancárias mais elevadas e a tendência é de que novos aumentos também sejam repassados aos clientes. Em outubro, a taxa média dos bancos foi a maior desde março de 2020. Além do juro básico, o aumento do IOF anunciado pelo governo também impacta o custo final dos empréstimos. O aumento da taxa de juros também influencia negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos, impactando, assim, o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e a renda. Economistas estão baixando há semanas a previsão de crescimento da atividade econômica em 2022, que está em 0,51% de alta. O aumento da taxa básica da economia gera uma despesa adicional com juros da dívida pública. Gabriel Leal de Barros, da RPS Capital, calculou que o ciclo de alta da Selic de 2% ao ano, em março de 2021, para 9,25% ao ano, se confirmada, geraria uma despesa adicional de quase de R$ 240 bilhões com juros da dívida (em 12 meses).
Ministro Paulo Guedes deve anunciar 'supersecretaria' de Estudos Econômicos. Atual secretário da Receita, Tostes assumirá cargo na OCDE; auditor Julio Cesar Vieira assume o posto. O presidente Jair Bolsonaro exonerou nesta terça-feira (7), a pedido, o secretário da Receita Federal José Barroso Tostes Neto. A vaga será assumida pelo auditor-fiscal da Receita Julio Cesar Vieira Gomes. A mudança faz parte de uma reestruturação nas secretarias do Ministério da Economia, já antecipada pelo blog da Ana Flor. O governo deve reorganizar três das secretarias da pasta e criar uma nova secretaria especial, de Estudos Econômicos. A mudança na Receita foi publicada em uma edição extra do "Diário Oficial da União". As outras duas trocas previstas, nas secretarias de Produtividade e de Estudos Econômicos, ainda não foram publicadas. Ana Flor: Ministério da Economia vai reformular três secretarias José Tostes deixa o cargo para assumir um novo posto, junto à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, na França. Essa nomeação ainda não foi publicada no "Diário Oficial". O auditor-fiscal Julio Cesar Vieira Gomes assume o comando do Fisco. Ele é auditor-fiscal da Receita Federal há 24 anos. Antes, foi Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Ministério do Planejamento no governo Fernando Henrique Cardoso. É formado em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), tendo feito mestrado em direito tributário pela mesma instituição.
Medida provisória que criou programa foi aprovada em definitivo na última semana; novo texto inclui auxílio no orçamento deste ano. Para 2022, governo ainda depende da PEC dos Precatórios. O presidente Jair Bolsonaro editou, nesta terça-feira (7), uma medida provisória para permitir o pagamento do Auxílio Brasil no valor mínimo de R$ 400 aos beneficiários ainda neste mês de dezembro. A medida havia sido antecipada pelo blog do Valdo Cruz. O texto foi publicado em edição extra do "Diário Oficial da União" e cria um "benefício extraordinário" para complementar o Auxílio Brasil que será pago em dezembro e atingir o mínimo de R$ 400 prometido pelo governo. De acordo com o governo, esse complemento será pago a partir da próxima sexta (10), junto com o calendário regular que já havia sido anunciado. Veja as datas no link abaixo: AUXÍLIO BRASIL: veja o calendário de pagamentos Isso porque, para pagar a complementação de forma "oficial", o governo precisa de um espaço no Orçamento que só será aberto com a promulgação da PEC dos Precatórios. Se a PEC não for promulgada até janeiro, a MP editada nesta terça já prevê que a complementação "extraordinária" seja prorrogada para evitar a interrupção dos pagamentos. As medidas provisórias entram em vigor assim que são assinadas pelo presidente e publicadas em "Diário Oficial", mas precisam ser aprovadas pela Câmara e pelo Senado em até 120 dias para não perderem validade. Neste caso, como a MP cria um pagamento temporário, a aprovação definitiva da medida provisória se torna dispensável assim que a complementação permanente do Auxílio Brasil entrar em vigor. Auxílio Brasil: quase metade dos beneficiários estão no Nordeste Em busca dos R$ 400 O Congresso aprovou na semana passada a medida provisória que criou o Auxílio Brasil, mas o texto não define um valor para as parcelas. Em novembro, o valor médio do benefício foi de R$ 224, uma correção de cerca de 18% em relação ao que era pago pelo Bolsa Família. O presidente Bolsonaro definiu, porém, que quer fechar o ano já pagando o piso de R$ 400 por beneficiário – anunciado pelo governo em outubro. Para isso, o governo precisará da medida provisória. Questionado nesta terça, o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a eventual edição da MP daria mais prazo para o parlamento resolver os impasses na aprovação da PEC dos Precatórios (veja abaixo), mas reforçou a necessidade de dar uma saída rápida para o texto. "Em tese, [daria mais tempo] sim, mas nós não devemos nos influenciar por isso. Nós temos que dar solução ao problema da PEC dos Precatórios o quanto antes. Há um senso de urgência nisso. E vamos trabalhar dentro dessa linha de fazer, independente de MP que resolva pontualmente, tentar dar uma solução macro para o problema, que se dá através da PEC", declarou. Raio-X da política: impasse com a PEC dos precatórios pode atrasar planos de implantar Auxílio Brasil
Tribunal de Contas defende que política de testagem deve continuar mesmo com avanço da vacinação. Ministério da Saúde diz que vai se manifestar dentro do prazo dado pelo TCU. O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou desempenho ruim do governo federal na condução de políticas de testagem contra a Covid. Segundo auditoria do órgão, apenas 9% da população brasileira foi testada para o coronavírus em 2021. A avaliação consta de um relatório do tribunal sobre as ações do Ministério da Saúde durante o enfrentamento da pandemia. De acordo com o TCU, o Ministério da Saúde informou, em maio de 2021, que iria elaborar um programa de testagem em massa, com a realização de 10 a 20 milhões de testes por mês. Só que, na prática, a pasta distribuiu apenas 19.448.534 testes aos estados e municípios entre janeiro e setembro de 2021. O tribunal destaca que o número representa um percentual de testagem de apenas 9% da população brasileira. “A documentação trazida aos autos demonstra, mais uma vez, que o governo federal não dispensa a devida importância ao estabelecimento de um programa de testagem amplo e efetivo, capaz de identificar tempestivamente focos de transmissão e, assim, adotar as medidas adequadas para conter a disseminação da Covid-19”, aponta o documento. Questionado pela TV Globo sobre as conclusões do tribunal, o Ministério da Saúde informou que "irá se manifestar no prazo definido" pela Corte. Testagem para Covid ganha maior importância por causa da ômicron, mesmo em assintomáticos Brasil não faz quantidade suficiente de testes para Covid e fica atrás no ranking mundial Proporção de testes negativos para Covid atinge maior patamar na pandemia Testagem ainda é importante O TCU avalia ainda que a política de testagem em massa é importante mesmo diante do avanço da vacinação – principalmente, em um momento em que se discute a reabertura de espaços públicos. "A consolidação das ações de reabertura de espaços coletivos depende, além da vacinação em massa que reduziu mortes, internações e novas contaminações, do acompanhamento das transmissões comunitárias, realizado por meio da testagem em massa, inclusive, da população já vacinada", diz o acordão. O tribunal também analisou os processos para compra de testes feitos pelo Ministério da Saúde. Os auditores identificaram casos que estão abertos há mais de cinco meses, “o que pode comprometer a eficácia do plano de testagem apresentado pelo Ministério bem como a execução das ações de vigilância epidemiológica e sanitária”.
Relatório afirma que banco não demonstrou 'conhecer o mercado' e gestão de riscos foi 'superficial'. Banco do Brasil diz ter seguido rigorosos processos de governança. A Controladoria-Geral da União (CGU) avaliou que o Banco do Brasil cedeu uma carteira de crédito ao BTG Pactual, em 2020, sem fazer um planejamento estruturado e "sem as devidas justificativas" de mercado. O banco público realizou a operação a terceiros pela primeira vez em julho de 2020, ao ceder uma carteira de crédito de R$ 2,9 bilhões – a maioria, em perdas – a um fundo de investimentos administrado pelo BTG. Os problemas constam em um relatório produzido pela CGU no início de novembro. O Banco do Brasil nega irregularidades e diz ter seguido rigorosos processos de governança (veja detalhes abaixo). "O banco realizou uma operação piloto de cessão sem um plano diretor que a balizasse, sem demonstrar conhecer o mercado onde está se inserindo, tomou decisões sem as devidas justificativas e com um processo de gerenciamento de riscos superficial", concluiu o relatório da CGU. Esse tipo de carteira concentra créditos que o banco tem baixa expectativa de recuperar. Para tentar receber os valores que os devedores têm a pagar, o banco costuma negociar ou até cobrar as dívidas na Justiça. Porém, os processos judiciais costumam ser demorados e caros, de forma que esse tipo de ativo é chamado comumente no mercado como “carteira de créditos podres”. No relatório, a CGU avaliou que o processo de cessão dessa carteira de crédito a terceiros não está “devidamente estruturado” no Banco do Brasil e que o volume elevado do estoque de créditos a serem cedidos em uma única carteira não se justifica. Se a instituição decidir continuar com esse tipo de operação, a controladoria recomendou que seja elaborada uma estratégia para a inserção do banco nesse mercado que assegure uma atuação com "segurança razoável" e o "devido tratamento dos riscos inerentes a essa modalidade". O relatório da CGU integra a auditoria anual de contas do Banco do Brasil, feita pela CGU para avaliar a gestão da instituição de janeiro a dezembro de 2020. Devido a um acordo junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), a auditoria se concentrou em avaliar o processo de cessão de carteira de crédito e a variação nos ativos que ocorreram no ano passado. Em comunicado ao mercado publicado em 1º de julho de 2020, o Banco do Brasil informou que a cessão da carteira ao BTG teria impacto financeiro de R$ 371 milhões. “Esta operação é o piloto de um modelo de negócios recorrente que o banco está desenvolvendo para dinamizar, ainda mais, a gestão do portfólio de crédito”, afirmou. Até então, o Banco do Brasil só fazia esse tipo de operação dentro do conglomerado. O que diz o Banco do Brasil Aos auditores da CGU, o Banco do Brasil afirmou que seguiu rigorosos processos de governança para preparar a cessão, já que solicitou pareceres a áreas técnicas e houve assessoramento jurídico e acompanhamento do processo por um comitê de riscos. Ainda segundo o banco público, o projeto piloto teve como objetivo preparar a instituição para “considerar a possibilidade de cessão de carteiras” quando lhe for mais conveniente e vantajoso. “Não há a intenção de buscar a venda de todo o portfólio em perdas e sim de parcelas desse portfólio que possam gerar eficiência econômica”, afirmou. Entretanto, a equipe de auditoria da CGU afirmou que a pesquisa de mercado feita pelo banco não foi abrangente o bastante, por ter apresentado apenas uma relação de instituições que atuam no mercado e arquivos do tipo “PowerPoint” com material sobre a operação. “Mantém-se a avaliação de que a operação de venda de ativos no valor de R$ 373 milhões, com potencial de geração de mais R$ 93 milhões com o compartilhamento de resultados, foi realizada sem estudo do mercado compatível com o porte da operação”, concluem os auditores. Ainda, o Banco do Brasil explicou que, em vez de precificar a carteira proposta, projetou o resultado esperado dessa carteira em cinco anos e apresentou os dados para duas empresas interessadas. Segundo o banco público, foi contratada a melhor proposta entre as duas. Assim, a equipe de auditoria concluiu que o Banco do Brasil não realizou uma “avaliação prévia do valor potencial da carteira”. Porém, os auditores lembram que a instituição já aprovou uma metodologia de avaliação para ser utilizada em novas operações de cessão. Quanto à gestão de riscos, o Banco do Brasil afirmou que identificou, avaliou e mitigou os riscos envolvidos na operação, além de a Diretoria de Controles Internos ter avaliado o processo de cessão ao longo do segundo semestre de 2020. Entretanto, a equipe de auditoria ressaltou que a ficha com os resultados da gestão da diretoria tem data de outubro de 2020, apenas três meses após o fechamento do negócio. “Está evidenciado que não houve um trabalho sistemático e documentado de gerenciamento de riscos”, concluem os auditores.

Em outubro e novembro, a média de produção mensal de gasolina nas refinarias da Petrobras subiu 17% ante o segundo trimestre, enquanto a produção de diesel cresceu 8% no mesmo período. A Petrobras elevou a produção de gasolina e diesel no quarto trimestre, após concluir paradas de manutenção preventivas em refinarias, com aportes de R$ 2 bilhões neste ano, informou a companhia nesta terça-feira (7) em nota à Reuters. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters Em outubro e novembro, a média de produção mensal de gasolina nas refinarias da Petrobras subiu 17% ante o segundo trimestre, enquanto a produção de diesel cresceu 8% no mesmo período, disse a empresa. A estatal não detalhou a variação contra o mesmo período de 2020. "As paradas se concentraram no segundo trimestre de 2021 com algumas ações ainda no terceiro trimestre. Após a conclusão das campanhas de manutenção, a Petrobras retomou o alto nível de produção de combustíveis", afirmou no comunicado. Com isso, o fator de utilização das refinarias da Petrobras fechou novembro em 87% da capacidade, 12 pontos percentuais acima do segundo trimestre. CVM abre processo administrativo envolvendo a Petrobras Privatização da Petrobras faria pouca diferença com atuais regras de governança, diz CEO Ao todo, segundo a empresa, foram inspecionados nas paradas de manutenção mais de 4 mil equipamentos em todas as refinarias da companhia. "O objetivo principal do investimento é garantir a segurança e a continuidade operacional, assim como adequar as capacidades de produção das unidades e promover melhorias nas instalações", afirmou a empresa.   A petroleira pontuou ainda que "sempre busca a utilização mais eficiente de seus ativos e o nível de processamento pode flutuar, de acordo com a disponibilidade dos equipamentos, a economicidade das operações e o atendimento aos clientes".  "O nível de processamento das refinarias é planejado com base nas disponibilidades e tipos de petróleo, na capacidade das refinarias e dos ativos logísticos, assim como nas previsões de demanda. A partir de critérios técnicos, o sistema aponta a solução com melhor resultado econômico para todo o parque." A Petrobras anunciou, em seu Plano Estratégico 2022-2026, que investirá US$ 6,1 bilhões no refino nos próximos cinco anos.  A empresa ressaltou que buscará projetos para posicionar a companhia entre as melhores refinadoras do mundo, em termos de eficiência e desempenho operacional, com produtos de maior valor agregado e menor emissão de carbono.  Um dos compromissos, por exemplo, é ampliar a capacidade de produção, especialmente de derivados de alta qualidade, como o diesel S-10. O plano inclui grandes projetos de expansão, dentre eles a conclusão da segunda unidade de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), que prevê elevar a capacidade de produção de diesel S-10 em 95 mil barris por dia. Além disso, a empresa planeja a integração entre a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) e o GasLub Itaboraí, com capacidade adicional de 93 mil barris por dia de diesel S-10 e querosene de aviação (QAV) e 12 mil barris por dia de lubrificantes de maior qualidade; uma nova unidade na Replan, além de adaptações na Reduc e na Revap, com capacidade adicional de 132 mil barris por dia de diesel S-10 nas três refinarias. Vídeos: Últimas notícias de economia
Ministro da Economia afirmou que projeção para 2022 considera espaço fiscal aberto pela PEC dos Precatórios. Segundo Guedes, Bolsonaro não permitiu venda da Petrobras até 2022. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (7) que o rombo nas contas públicas neste ano deve se limitar a 1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Para 2022, o ministro projetou que o déficit primário será de 0,5% do PIB. O déficit primário ocorre quando os gastos do governo superam as receitas com tributos e impostos. Ficam de fora desta conta as despesas com o pagamento de juros da dívida pública. Quando as receitas superam as despesas, o resultado é de superávit. “Então, 2021, há três ou quatro dias fechamos os números: estamos de volta a 1% do PIB”, afirmou em um evento virtual realizado pela bolsa de valores de São Paulo, a B3, e por uma consultoria. De acordo com Guedes, em 2021 o Brasil voltará ao patamar de déficit público de 2019, o primeiro ano do governo do presidente Jair Bolsonaro. Em 2020, em decorrência dos gastos para enfrentar a pandemia de Covid, o ministro diz que o déficit chegou a 10,5% do PIB no cálculo mais atualizado. “Nenhum país no mundo na história voltou de 10,5% para 1% do PIB, o que significa que estamos exatamente onde estivemos no nosso primeiro ano de governo”, complementou. O relatório "Focus", divulgado nesta segunda (6) pelo Banco Central com estimativas do mercado financeiro, prevê valores "opostos" em relação aos citados por Guedes: um déficit de 0,6% do PIB em 2021 e de 1,2% em 2022. Bresser-Pereira fala sobre a desorganização das contas públicas Ainda segundo o ministro, a previsão de déficit primário de 0,5% para 2022 considera a ampliação do Auxílio Brasil e a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios. Principal aposta do governo para viabilizar o Auxílio Brasil de R$ 400 no ano que vem, a PEC deve abrir uma folga no teto de gastos estimada pelo ministério em R$ 106,1 bilhões. O ministro vinha dizendo em ocasiões anteriores que, com a PEC dos Precatórios, o déficit do governo em 2022 se elevaria de 0,5% do PIB para de cerca de 1,5%. “0,5%, é claro, é apenas uma projeção para o próximo ano. Mas com toda a informação relevante que temos esse ano, incluindo a PEC dos Precatórios que estamos em vias de aprovar”, afirmou. VÍDEO: Entenda como o desequilíbrio nas contas públicas pode afetar a inflação Privatização da Petrobras Paulo Guedes também afirmou no evento que o presidente Jair Bolsonaro não permitiu a privatização da Petrobras no que o ministro chamou de "primeiro" mandato. De acordo com o ministro da Economia, Bolsonaro teria feito uma lista de estatais que poderiam ser privatizadas por enquanto, mas a Petrobras teria ficado de fora. “Todos sabem que sou a favor de privatizar todas essas companhias. Mas o presidente separou. Disse: ‘ok, pode vender Correios, Eletrobras, subsidiárias’, então temos um propósito muito claro de desinvestir. Mas a Petrobras não está na lista de privatizações, pelo menos para esse primeiro governo”, disse. Em outubro, durante a trajetória de alta nos preços dos combustíveis, Bolsonaro disse ter “vontade de privatizar a Petrobras” em entrevista a uma rádio de Pernambuco. Porém, o presidente não deu detalhes sobre como seria o processo de venda da estatal e disse que discutiria o tema com a equipe econômica.
Brasil rejeita passaporte da vacina e decide exigir quarentena de cinco dias de viajantes não vacinados O Palácio do Planalto procurou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após o pronunciamento desta terça-feira (7) dos ministros Marcelo Queiroga (Saúde) e Ciro Nogueira (Casa Civil), para pedir ajuda na formulação da nova portaria que vai normatizar a entrada de viajantes no Brasil. O blog apurou com membros da Anvisa que o governo indicou a intenção de "se adequar" às regras que há mais de um mês vêm sendo recomendadas pela agência reguladora. No pronuncialmento (vídeo abaixo), Queiroga informou que o governo pedirá quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados que pretendam ingressar no Brasil. Governo rejeita passaporte da vacina: "mais discórdia do que consenso cria" Diretores do órgão consideraram que o anúncio do governo foi positivo, apesar do "sinal trocado" no discurso sobre liberdades feito, em especial, pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga — nesta terça, o presidente classificou como "coleira" o chamado passaporte de vacinação. A agência divulgou nota nesta terça afirmando não conhecer o texto formalmente. "Com relação ao anúncio dos ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Casa Civil, Ciro Nogueira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aguarda a publicação da nova portaria sobre atualização das medidas excepcionais e temporárias para entrada no País como forma de enfrentamento da Covid-19", diz o texto. Uma fonte chegou a afirmar ao blog que, se o texto confirmar a exigência de cinco dias de quarentena para não vacinados, “a vacina se consolida definitivamente” entre viajantes que procuram o Brasil. O Planalto pretende publicar a portaria na tarde desta quarta (8), em resposta ao pedido de informações feito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. Segundo um integrante da Anvisa, o Brasil já possui estrutura em andamento para a quarentena dos não vacinados. As pessoas que chegam no país e precisam ser submetidas à quarentena informam um local de isolamento ao governo, e o monitoramento é feito pelos Centros de Informação em Saúde municipais e estaduais. Os custos para uma pessoa não vacinada entrar no Brasil são altos: teste RT-PCR negativo até 72 horas antes; hospedagem em local que possibilite quarentena; e um novo teste RT-PCR negativo ao fim do isolamento. Técnicos da Anvisa veem esse protocolo como um desestímulo à recepção dos não vacinados. O maior problema que ainda persiste são as declarações do governo em sentido oposto. "Infelizmente se reforça pouco a importância da vacina", afirmou um membro da Anvisa ao blog.
Enquanto aguarda uma solução para a PEC dos Precatórios, o governo Jair Bolsonaro vai editar nos próximos dias uma medida provisória para pagar o Auxílio Brasil de R$ 400 ainda no mês de dezembro. Os recursos para bancar esse pagamento virão do Orçamento da União deste ano. O Congresso aprovou na semana passada a medida provisória que criou o Auxílio Brasil, mas o texto não define um valor para as parcelas. Em novembro, o valor médio do benefício foi de R$ 224, uma correção de cerca de 18% em relação ao que era pago pelo Bolsa Família. O presidente Bolsonaro definiu, porém, que quer fechar o ano já pagando o piso de R$ 400 por beneficiário – anunciado pelo governo em outubro. Para isso, o governo precisará da medida provisória. Questionado nesta terça, o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a eventual edição da MP daria mais prazo para o parlamento resolver os impasses na aprovação da PEC dos Precatórios (veja abaixo), mas reforçou a necessidade de dar uma saída rápida para o texto. "Em tese, [daria mais tempo] sim, mas nós não devemos nos influenciar por isso. Nós temos que dar solução ao problema da PEC dos Precatórios o quanto antes. Há um senso de urgência nisso. E vamos trabalhar dentro dessa linha de fazer, independente de MP que resolva pontualmente, tentar dar uma solução macro para o problema, que se dá através da PEC", declarou. Raio-X da política: impasse com a PEC dos precatórios pode atrasar planos de implantar Auxílio Brasil Impasse na PEC dos Precatórios A partir de janeiro, para manter esse patamar de R$ 400 por família, o governo depende da aprovação e da promulgação da PEC dos Precatórios pelo Congresso Nacional. O Senado aprovou o texto com uma série de mudanças e devolveu a proposta à Câmara, que terá de analisá-la novamente. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defende que a parte inalterada seja promulgada e o restante da PEC, sobre o qual ainda não há consenso, continue a tramitar. Senadores são contrários a essa solução e dizem que o "fatiamento" coloca em risco as medidas incluídas pelo Senado para evitar o uso eleitoral do espaço aberto no orçamento. Os trechos de comum acordo, que poderiam ser promulgados ainda este mês, incluem a mudança no cálculo do teto dos gastos públicos – que vai abrir um espaço fiscal no Orçamento do próximo ano de cerca de R$ 60 bilhões. Já os pontos alterados, como o adiamento do pagamento de parte da conta dos precatórios, passariam por nova votação na Câmara dos Deputados. Caso esse ponto não seja aprovado pelos deputados, o governo corre o risco de ser obrigado a pagar a conta dos precatórios na íntegra no ano que vem, de R$ 89 bilhões. O acordo que está sendo costurado prevê a promulgação fatiada na próxima quinta (9). No mesmo dia, a Câmara votaria o restante da PEC dos Precatórios diretamente em plenário. Para isso, esses trechos seriam incluídos em uma outra PEC que já tem tramitação avançada na Casa e também trata de precatórios. Veja, abaixo, declaração de Rodrigo Pacheco sobre o tema: Pacheco diz que vai se reunir com Lira nesta terça (7) sobre PEC dos Precatórios
Assinatura aconteceu em ato no Planalto. Expectativa é que sinal será ofertado somente após infraestrutura necessária estar pronta; calendário prevê início até julho de 2022. O governo federal e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fizeram nesta terça-feira (7) no Palácio do Planalto a cerimônia de assinatura dos contratos com as empresas vencedoras do leilão do 5G, a nova geração de internet móvel. Os termos de autorização de uso das faixas de frequência foram assinados digitalmente na última sexta (3) pelas vencedoras e, agora, presencialmente. O prazo de outorga, isto é, o tempo de direito de exploração das faixas, começa a contar a partir da publicação dos termos assinados no "Diário Oficial da União". Uma vez publicados, as empresas já podem iniciar a utilização das faixas arrematadas, com exceção da de 3,5 gigahertz (GHz), que terá de passar por uma espécie de "limpeza" para transferir o sinal das antenas parabólicas. A expectativa é que o sinal do 5G será ofertado somente após toda a infraestrutura necessária estar pronta. O prazo previsto em edital é oferecer o serviço inicialmente nas capitais até julho de 2022, e gradativamente nas demais cidades até 2029. 5G: Segundo maior leilão da história movimentou R$ 46,7 bilhões 'Hub de inovação' Durante a cerimônia de assinatura dos termos de autorização, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou que a celebração dos contratos é o primeiro passo para conectar 39 milhões de pessoas que hoje, segundo o ministro, não têm acesso à internet. "O Brasil que o senhor [presidente Jair Bolsonaro] assumiu tinha quase 50 milhões de pessoas que não tinham acesso à internet, hoje temos 39 milhões e é com esse grupo que temos aqui hoje [empresas vencedoras do leilão] que vamos fazer com que essas pessoas que estão hoje sem celular, sem internet, sem poder estudar, isoladas do mundo, [possam se conectar]", afirmou. Faria disse que o próximo passo é transformar o Brasil num "hub de inovação", trazendo uma empresa fabricante de semicondutores (chips) para o Brasil. "E qual o próximo passo? Agora é chamar as empresas pra virem pro Brasil, temos hub de inovação na Califórnia (EUA), Europa, Ásia, e não temos no Brasil. Eu vou trabalhar todos os dias para que a gente possa buscar empresas para investirem no Brasil, empresas de tecnologia, quem sabe não tenhamos aqui uma planta de semicondutores, chips, estamos negociando pra trazer uma dessas pro Brasil", disse o ministro, sem dar mais detalhe sobre as negociações. O Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) – estatal fabricante de chips – está em processo de liquidação (fechamento) pelo governo. O decreto autorizando o fechamento foi assinado em dezembro de 2020. O processo estava previsto para ser encerrado neste ano, mas o Tribunal de Contas da União (TCU) paralisou a liquidação e pediu ao Ministério da Economia mais informações sobre os motivos que levaram o governo a decidir pelo fechamento da empresa. O plenário ainda não analisou o mérito, ou seja, a legalidade ou ilegalidade do processo de extinção da estatal. Neste ano, a escassez de chips afetou a indústria global, paralisando a produção desde montadoras de veículos a fabricantes de smartphones. O leilão O leilão do 5G aconteceu nos dias 4 e 5 de novembro e movimentou R$ 47,2 bilhões, valor abaixo dos R$ 49,7 bilhões esperados inicialmente. Foram oferecidos lotes nacionais e regionais de quatro faixas de frequência 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; 26GHz. Essas faixas funcionam como "avenidas no ar", por onde há a transmissão de dados. As faixas de 3,5GHz e de 26GHz serão usadas exclusivamente para o 5G. Já as faixas de 700 MHz e de 2,3 GHz são compatíveis com quinta geração de internet móvel, mas serão usadas inicialmente para expandir o 4G pelo país. O governo vai arrecadar R$ 4,8 bilhões com o leilão. O restante, R$ 42,4 bilhões, corresponde ao total que deverá ser investido pelas empresas vencedoras para cumprir obrigações previstas no edital. Entre as obrigações estão: levar internet de qualidade às escolas públicas de educação básica; conectar 35,8 mil quilômetros de rodovias federais; construir uma rede privativa de comunicação para a administração federal; levar internet de fibra óptica, via fluvial, para a região amazônica. Especialista tira dúvidas e fala o que o Brasil pode esperar com a chegada do 5G Vencedoras Ao todo, das 15 empresas credenciadas para participar do leilão, 11 empresas arremataram algum lote. Porém, a FlyLink desistiu do lote que arrematou. Com isso, dez empresas foram credenciadas vencedoras do leilão do 5G. Dessas, cinco já têm autorização para prestação de serviço móvel pessoal: Algar Telecom; Claro; Telefônica (dona da marca Vivo); TIM; Sercomtel. As demais são consideradas estreantes no mercado, pois não possuíam, até então, autorização para prestação de serviço móvel pessoal. São elas: Winity (Fundo Pátria) Cloud2U; Consórcio 5G Sul (Copel Telecom e Unifique); Brisanet; Neko (Surf Telecom). As cinco, contudo, não necessariamente vão virar novas operadoras de telefonia móvel destinadas a oferecer o serviço ao consumidor final, conhecida como operadora de varejo. Caso tenham interesse, as empresas podem "alugar" a frequência arrematada para que outras operadoras ofertem o serviço, atuando como intermediárias. Nesse caso, são chamadas operadoras de atacado. É o caso da Winity, provedora de infraestrutura de telecomunicações do Fundo Pátria, que já informou ao mercado que atuará no atacado.
Projeto beneficia 17 setores da economia mais intensivos em mão de obra, entre eles indústria têxtil, de calçados e construção civil. Acordo prevê prorrogação até 2023. Presidente do Senado quer votar na quinta-feira (09/12) prorrogação da desoneração da folha de pagamentos O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), informou que o projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento das empresas será votado na quinta-feira (9). O anúncio foi feito nesta terça-feira (7), após reunião entre Pacheco e empresários no gabinete da presidência do Senado. No encontro, eles pediram para que a votação acontecesse ainda nesta semana. “[É] Um projeto importante porque ele alcança setores com alto índice de empregabilidade, daí a razão de ser do projeto e da importância do seu mérito. Então, há um compromisso nosso, da presidência, e acredito que com a colaboração, se não unânime, mas de uma grande maioria do Senado Federal, que tenhamos a apreciação no plenário do Senado ainda essa semana”, disse Pacheco. O presidente do Senado designou o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) para a relatoria. O projeto da desoneração passou pela Câmara dos Deputados em 17 de novembro e, desde então, aguarda a análise dos senadores. De acordo com Pacheco, o texto será votado diretamente no plenário. A desoneração da folha beneficia 17 setores da economia e permite às empresas substituir a contribuição previdenciária, de 20% sobre os salários dos empregados, por uma alíquota sobre a receita bruta, que varia de 1% a 4,5%. A desoneração está prevista para acabar neste ano, e a proposta original em discussão no Congresso previa a prorrogação até 2026. No entanto, o relator da proposta na Câmara, Marcelo Freitas (PSL-MG), e o governo chegaram a um acordo para estender a medida até 2023. Bolsonaro diz que prorrogará por 2 anos a desoneração da folha de pagamento Entre os 17 setores da economia que podem aderir a esse modelo estão: indústria têxtil; calçados; máquinas e equipamentos; proteína animal; construção civil; comunicação; e transporte rodoviário. VÍDEOS: notícias de política
Evento foi organizado pela CNI. Presidente da entidade apontou encolhimento da indústria nacional e pediu medidas para reduzir inflação e juros e para retomada dos investimentos. O presidente Jair Bolsonaro se reuniu nesta terça-feira (7) com empresários da indústria e recebeu uma lista com 44 pedidos de medidas para a retomada do setor em 2022. O encontro foi organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Além do presidente, estavam presentes os ministros Paulo Guedes (Economia), Carlos França (Relações Exteriores), Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Walter Braga Netto (Defesa). O presidente da CNI, Robson Braga, afirmou durante o evento que a indústria de transformação brasileira encolheu, em média, 1,6% ao ano nos últimos 10 anos, perdendo espaço no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e na produção mundial. LEIA MAIS Produção industrial recua 0,6% em outubro e tem 5ª queda seguida Ele defendeu a aprovação de reformas pelo Congresso, entre elas a tributária, além da adoção pelo governo de medidas para promover a estabilidade, o controle da inflação, a queda nos juros e a retomada dos investimentos no país. Economia paralisada no 3º trimestre: agropecuária cai 8%, e indústria fica estagnada "As disfunções enfrentadas diariamente pelas empresas afetam com mais intensidade os fabricantes de bens de capital e de produtos de consumo duráveis, que são segmentos dinâmicos, de maior complexidade tecnológica e com impacto significativo sobre a produtividade e no emprego", afirmou. Entre as propostas defendidas pela indústria e entregues a Bolsonaro estão: Fortalecer o financiamento público às exportações; Regulamentar a Nova Lei do Gás Natural; Privatizar as administrações portuárias públicas; Implementar o Sistema de Rastreabilidade da Madeira e a Plataforma Pau-Brasil; Acelerar a conclusão e a internalização de acordos comerciais; Autorizar o trabalho aos domingos e feriados para todas as atividades industriais; Instituir programa de parcelamento de débitos com a União; Fazer a reforma administrativa e regulamentar o teto remuneratório dos servidores; Bolsonaro fez um discurso e disse que os empresários não devem “nenhum favor” ao governo, mas o contrário. O presidente afirmou ainda que “é duro ser patrão no Brasil” e quem “cria realmente a massa de empregados que gera riqueza no país” são os empresários. “Quem cria realmente a massa de empregados que gera riqueza no país são vocês. Qual a nossa obrigação? Ajuda vocês. Não atrapalhar vocês em primeiro lugar”, disse o presidente. VÍDEOS: notícias de economia

Em receita, as vendas cresceram 25,3%, para US$ 6,944 bilhões, diz a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Brasil caminha para recorde histórico anual. Em receita, as vendas tiveram uma alta ainda mais expressiva, de 25,3%, para US$ 6,944 bilhões. Carol Pomplana/foto As exportações de carne de frango alcançaram 4,198 milhões de toneladas entre janeiro e novembro deste ano, uma alta de 9,08% em relação a igual período de 2020, mostram dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, as vendas tiveram uma alta ainda mais expressiva, de 25,3%, para US$ 6,944 bilhões, influenciada pelo valorização do dólar em relação ao real. Leia também: Exportação de carne bovina tem nova queda mensal com embargo da China Considerando apenas o mês de novembro, foram exportadas 334,7 mil toneladas de carne de frango, número 4,5% menor que o efetuado no mesmo período de 2020, com 350,7 mil toneladas. Por outro lado, a receita dos embarques de novembro cresceu 26,9%, com US$ 605,3 milhões neste ano, contra US$ 476,8 milhões no décimo primeiro mês de 2020. “O Brasil se encaminha, de fato, para o recorde histórico nas exportações de carne de frango, muito possivelmente ampliando a distância em volume para os principais concorrentes”, diz o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Entre os principais destinos das exportações no ano está o Japão, com 403,5 mil toneladas exportadas, 8,8% a mais que o embarcado no mesmo período de 2020, além dos Emirados Árabes Unidos, com 344 mil toneladas (26,4%), África do Sul, com 268,8 mil toneladas (13,3%), União Europeia, com 178,7 mil toneladas (+14%) e Filipinas, com 154,8 mil toneladas (158,7%). “As vendas de produtos de maior valor agregado foram mais representativas na pauta externa de carne de frango do Brasil, tendo influência direta na receita de exportações de novembro e dos demais meses do ano”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.
Retomada do comércio regional é sustentada pela alta nos preços de vários de seus principais produtos de exportação, entre eles petróleo, cobre e grãos. O comércio latino-americano de bens deve aumentar 25% em 2021, devido principalmente aos preços mais altos das commodities, embora o desempenho futuro dependa da evolução da pandemia do coronavírus e de seu impacto na economia global, disse uma comissão das Nações Unidas nesta terça-feira (7). A Comissão Econômica da ONU para a América Latina (Cepal), com sede em Santiago, disse que para 2021 projeta recuperação anual de 25% no valor das exportações regionais, sem incluir serviços, impulsionadas pelo aumento de 17% nos preços de exportação e pelo aumento de 8% no volume. O valor das importações aumentaria 32%, disse, resultado de aumento de 20% no volume e de 12% nos preços. "A região como um todo deve registrar um superávit de 24 bilhões de dólares em seu comércio de bens em 2021", disse a comissão no relatório. "É menor do que em 2020, o que se explica principalmente pela recuperação considerável dos volumes de importação." A retomada do comércio regional é sustentada pela alta nos preços de vários de seus principais produtos de exportação, entre eles petróleo, cobre e grãos. O crescimento da demanda da China, dos Estados Unidos e da Europa também é um fator, além da recuperação da atividade econômica na própria região da Cepal. Os países exportadores de petróleo devem registrar uma melhora de 15% no comércio neste ano, disse a comissão, seguidos por exportadores de produtos agroindustriais, incluindo Argentina e Paraguai, e os exportadores de metais Chile e Peru. A comissão alertou que "embora os preços de muitos produtos básicos exportados pela região estejam em patamares elevados, não há dados para afirmar que haja um novo superciclo" de commodities.

Estilo de gestão de Vishal Garg já havia sido criticado anteriormente — mas não é apenas a conduta do executivo com os funcionários que é alvo de polêmica. O CEO de uma empresa americana foi criticado depois de demitir cerca de 900 de seus funcionários em uma única reunião via Zoom. "Se você está nesta teleconferência, você faz parte do grupo azarado que está sendo demitido", afirmou Vishal Garg, CEO da empresa Better.com, durante a reunião, que posteriormente viralizou nas redes sociais. LEIA TAMBÉM: CEO de empresa dos EUA demite 900 funcionários por chamada de vídeo A iniciativa gerou polêmica e questionamentos entre aqueles que consideram que a empresa utilizou um método "antiético", "duro" e "frio" para rescindir o contrato de seus funcionários, sobretudo às vésperas do Natal. "Da última vez que fiz [isso], chorei", disse Garg à equipe durante a chamada de vídeo. O número de funcionários demitidos representa 15% da folha de pagamento da empresa. Vishal Garg, CEO da Better.com, demitiu cerca de 900 funcionários por videoconferência Reprodução O executivo explicou que por trás da decisão estão "o desempenho e a produtividade da equipe", além das "mudanças no mercado". Ele não mencionou, no entanto, a injeção de capital de US$ 750 milhões (R$ 4,2 bilhões) que a Better.com recebeu de investidores na semana passada. Um gestor polêmico Nascido na Índia, Vishal Garg, de 43 anos, se mudou para Nova York com a família quando tinha sete anos. Atualmente, é o CEO da Better.com, empresa americana do ramo de hipotecas que visa usar a tecnologia para tornar o processo de compra de imóvel "mais rápido e eficiente". Fundada por Garg em 2015, a companhia é respaldada pelo conglomerado japonês Softbank e está avaliada hoje em cerca de US$ 6 bilhões (R$ 34 bilhões). O estilo de gestão de Garg já havia sido criticado anteriormente, sobretudo após um e-mail que enviou à equipe e foi obtido pela revista Forbes no ano passado. No e-mail, Garg escreveu: "Vocês são MUITO LENTOS. São um bando de GOLFINHOS ESTÚPIDOS... APENAS PAREM. PAREM. PAREM AGORA MESMO. VOCÊS ESTÃO ME ENVERGONHANDO." Após a notícia da demissão em massa, a revista Fortune confirmou que Garg era o autor de uma postagem anônima em um blog em que acusava funcionários que demitiu de "roubar" colegas e clientes por serem improdutivos. No texto, o executivo também afirmava que eles trabalhavam apenas duas horas por dia, enquanto alegavam trabalhar oito horas ou mais. Mas as polêmicas envolvendo Garg vão além da conduta controversa com seus funcionários. Ele também é alvo de denúncias de fraude e má gestão financeira. De acordo com a revista Forbes, processos judiciais em andamento acusam Garg ou entidades que ele controla de atividade imprópria e até fraudulenta em dois empreendimentos anteriores e de apropriação indébita de "dezenas de milhões de dólares". De acordo com a reportagem, um dos processos foi aberto por seu ex-sócio e amigo de faculdade, Raza Khan, que o acusa de ter transferido indevidamente US$ 3 milhões (R$ 17 milhões) de uma empresa de software que ambos abriram juntos para sua conta bancária pessoal e, em seguida, ter usado a tecnologia supostamente roubada para ajudar a construir a Better.com. Ainda segundo a Forbes, o executivo nega as acusações e está contra-atacando com um processo, em uma batalha judicial que se arrasta por quase uma década. A disputa é tão acirrada que Garg teria ameaçado em um dos depoimentos "grampear (o ex-amigo) contra a p*** de uma parede e queimá-lo vivo." Mais tarde, ele teria, no entanto, se desculpado pela declaração. "Não podemos comentar sobre processos em andamento, mas estamos seguros de que essas acusações são infundadas", teria dito um porta-voz da Better.com, segundo a Forbes. O anúncio de demissão em massa "Olá a todos, obrigado pela presença. Não venho a vocês com boas notícias. O mercado mudou, como vocês sabem, e temos que seguir em frente para sobreviver para que possamos continuar a prosperar e cumprir nossa missão. "Não é uma notícia que vocês vão querer ouvir, mas no fim das contas a decisão foi minha, e eu queria que vocês ouvissem de mim. Foi uma decisão muito, muito desafiadora de tomar. É a segunda vez na minha carreira que estou fazendo isso, e não quero fazer isso. A última vez que fiz, eu chorei. Desta vez, espero ser mais forte. Mas estamos demitindo cerca de 15% da empresa por [uma série de] motivos: o mercado, eficiência, desempenho e produtividade." "Se você está nesta teleconferência, você faz parte do grupo azarado que está sendo demitido. Seu contrato aqui foi rescindido. Com efeito imediato." 'Eu falhei' A Business Insider informou que, após demitir os 900 funcionários, Garg realizou uma reunião subsequente com os empregados restantes. O executivo teria dito à equipe que a Better.com recrutou um grande número de funcionários durante a pandemia, mas que muitas contratações se revelaram um equívoco. "Hoje, reconhecemos que contratamos em excesso e contratamos pessoas erradas e, ao fazer isso, fracassamos." "Eu falhei. Não fui disciplinado nos últimos 18 meses." O diretor financeiro da Better.com, Kevin Ryan, disse que "ter que conduzir demissões é desolador, especialmente nesta época do ano". Mas acrescentou que ter "um balanço patrimonial forte e uma força de trabalho reduzida e concentrada" era necessário para fazer frente ao "mercado imobiliário em evolução radical". 'Empatia importa' Ann Francke, diretora-executiva do Chartered Management Institute do Reino Unido, criticou a forma como os funcionários foram demitidos. "Gestores ruins vão demitir pessoas de forma ruim, seja virtualmente ou pessoalmente", disse ela ao programa Today da BBC. "Mas a maneira insensível como esta (demissão) foi conduzida foi potencializada pelo fato de que foi feita neste tipo de estilo virtual e bastante insensível." "O que sabemos na pandemia é que a empatia importa." Para Francke, a maneira como Garg demitiu sua equipe pode ter um efeito nos negócios futuros da Better.com. "Este é um negócio voltado para o cliente, eles estão tentando oferecer financiamento imobiliário às pessoas. Tenho certeza de que muitos clientes ou clientes em potencial estão pensando: 'Caramba, se eles tratam seus funcionários dessa maneira, me pergunto como eles tratam seus clientes'." 'Há maneiras decentes' Gemma Dale, professora de direito do trabalho e estudos de negócios na Liverpool John Moores University, no Reino Unido, também acredita que essa "não era a maneira de liderar uma organização". Uma demissão em massa como esta não seria legal no Reino Unido, segundo ela. "Só porque você pode fazer isso nos EUA, não significa que você deveria", acrescentou. "Há maneiras de fazer essas coisas que, mesmo em condições difíceis, são empáticas e decentes." Na opinião dela, isso pode prejudicar a empresa e também seus funcionários, já que "os funcionários existentes vão ver como a empresa trata as pessoas como um sinal de como as tratará no futuro". "Há canais adequados para lidar com funcionários que não atendem aos padrões exigidos ou ao volume de trabalho e, embora os empregadores tenham o direito de tomar as medidas adequadas, existe uma maneira correta de fazer essas coisas tanto moralmente como legalmente", avalia.

Há oportunidades para PCD, pessoas graduadas, para as que ainda estão estudando ou já concluíram o ensino médio, fundamental ou superior, e até mesmo para quem ainda não possui experiência profissional. Carteira de trabalho Reprodução O Balcão de Empregos, mantido por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Presidente Prudente (Sedepp), está com 254 vagas disponíveis nesta terça-feira (7). Dentre os postos de trabalho vagos, há oportunidades para pessoas com deficiência, graduadas, para as que ainda estão estudando ou já concluíram o ensino médio, fundamental ou superior, e até mesmo para quem ainda não possui experiência profissional. O Balcão de Empregos reforça que os currículos serão recebidos apenas de forma virtual, ou seja, pelo e-mail: [email protected] A medida é a fim de evitar aglomeração no espaço, como forma de prevenção ao coronavírus, a Covid-19. Para facilitar o trabalho de distribuição dos currículos às empresas, o órgão solicita que no assunto do e-mail seja colocada a vaga desejada. Vendas 1 vaga para gerente de loja. É necessário experiência com lideranças de equipe; ter habilitação; boa dicção; proativa e possuir disponibilidade de horário; 1 vaga para negociador. É necessário ensino médio completo e experiência de no mínimo 1 ano com vendas (experiência em ramo de veículos será um diferencial);02 vagas para vendedor interno. É necessário ensino médio completo e experiência na função com confecção; 1 vaga para vendedor interno. É necessário ensino médio completo; experiência na função e Pacote Office intermediário; 1 vaga para vendedor. É necessário ensino médio completo; experiência na função, e no mínimo três referências com mais de um ano; 1 vaga para vendedor. É necessário ensino médio completo; experiência com vendas e negociações e desejável experiência na área assistencial ou saúde; 5 vagas para vendedor interno. É necessário ensino médio completo e experiência na área; 2 vagas para telemarketing. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para vendedor externo. É necessário ensino médio completo; experiência na função preferencialmente no ramo de bebidas e possuir CNH B; Auto Posto contrata 2 vagas para frentista. É necessário ensino médio completo; experiência na função e disponibilidade para trabalhar tarde e noite; 1 vaga para frentista. É necessário ensino médio completo com experiência na função; disponibilidade de horário; ter condução própria e facilidade em informática; 1 vaga para líder de prevenção e perdas. Necessário ensino superior completo ou cursando e experiência em gestão de equipe; 1 vaga para departamento de pessoal. É necessário ensino médio completo e experiência em E-Social; 1 vaga para técnico em eletroeletrônica. É necessário ensino médio completo e curso completo ou cursando de técnico de eletroeletrônica. Experiência de um ano na função; 1 vaga para técnico em segurança do trabalho. É necessário ensino médio completo e curso completo. Experiência na função; 1 vaga para técnico em segurança do trabalho. É necessário ensino médio completo e curso na função; Empresa de engenharia elétrica contrata 1 vaga para eletrotécnico ou eletricista industrial. É necessário experiência em montagens de painéis, automação banco de capacitores, quadro geral e cabine primária; Empresa contrata 2 vagas para eletricista. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para eletricista de manutenção industrial. É necessário ensino técnico em elétrica industrial e experiência anterior de 2 anos na função; desejável conhecimento em manutenção mecânica e eletrônica; obrigatório curso de NR 10; desejável NR 33 e NR 35; 1 vaga para soldador. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 2 vagas para soldador. É necessário ensino médio completo; experiência em solda MIG e residir em Presidente Prudente; 1 vaga para soldador. É necessário ensino médio completo; experiência em solda TIG, MIG e eletrodo e possuir certificado de classificação; 1 vaga para encanador/caldeiro. É necessário ensino médio completo com experiência na função e conhecimento em tubulações; 2 vagas para pedreiro. É necessário ensino fundamental completo, com experiência em carteira e referências; 2 vagas para ajudante geral. É necessário ensino fundamental completo com experiência em carteira e referências; 2 vagas para eletricista de obras. É necessário ensino fundamental completo com experiência em carteira e referências; Empresa de Pirapozinho contrata 2 vagas para inspetora de alunos. É necessário ensino médio completo; ser casada; e experiência em ambiente escolar será um diferencial; Clínica contrata 1 vaga para psicopedagoga. É necessário ensino superior completo e pós-graduação em análise do comportamento aplicada e experiência na função; 1 vaga para terapeuta ocupacional. É necessário ensino superior completo e experiência na função. Disponibilidade para trabalhar 30 horas semanais; 1 vaga para fonoaudiólogo. É necessário ensino superior completo e experiência na função. Disponibilidade para trabalhar 30 horas semanais. 1 vaga para recepcionista. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para recepcionista. É necessário ensino médio completo; experiência na função; conhecimento em Pacote Office e habilidades tecnológicas; 1 vaga para monitor de crianças. É necessário ensino superior completo em pedagogia e habilidade para trabalhar com crianças com deficiência; 1 vaga para monitor geral. É necessário formação em auxiliar de enfermagem e experiência como cuidador de crianças com deficiência; 1 vaga para técnico/auxiliar de enfermagem. É necessário ensino médio completo e experiência na função para atuar em consultório médico; 1 vaga para auxiliar/técnico de enfermagem. É necessário ensino médio completo e experiência na função. Trabalho 12/36; RH contrata 1 vaga para farmacêutico. É necessário ensino superior completo e experiência na função; 1 vaga para farmacêutico (a). É necessário ensino superior completo; 1 vaga para auxiliar de farmácia. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para atendente de farmácia. É necessário ensino médio completo; 1 vaga para gerente de contas. É necessário ensino médio; desejável superior completo ou cursando administração, gestão comercial, marketing, comunicação ou áreas afins; experiência acima de dois anos no setor de segurança/vigilante e em vendas consultivas a clientes jurídicos e administrativos; ter CNH A/B e carro próprio; 1 vaga para coordenador de vendas. É necessário ensino superior completo ou cursando administração de empresas, gestão comercial, marketing ou correlatas; experiência acima de dois anos na área comercial e de alimentação/bebidas e possuir CNH A/B; 1 vaga para coordenador comercial. É necessário ensino superior completo ou cursando; experiência acima de dois anos na área de alimentação/bebidas e liderança de equipe; disponibilidade de viagens na região e residir em Presidente Prudente; 1 vaga para representante comercial. É necessário ensino médio completo; experiência de no mínimo 2 anos com vendas externas em varejo, no seguimento de alimentos; conhecimento do Pacote Office; ter habilidades na área comercial e planejamento de vendas externas; possuir carteira de habilitação categoria AB e veículo próprio; disponibilidade de viagens e residir em Presidente Prudente. Área de atuação Teodoro Sampaio; 1 vaga para vendedor externo. É necessário ensino médio completo e experiência de no mínimo dois anos na função. Área de Atuação Teodoro Sampaio; RH contrata 1 vaga para repositor. É necessário médio ensino completo; experiência na função e disponibilidade de horário; 1 vaga para estoquista. É necessário ensino médio completo; experiência na função e conhecimento intermediário em informática; 1 vaga para conferente de cargas/arrumador. É necessário ensino médio completo; residir em Presidente Prudente e ter disponibilidade de horários; 1 vaga para auxiliar de funilaria. É necessário ensino fundamental completo com ou sem experiência na função; 2 vagas para preparador-pintura. É necessário ensino médio completo com habilidades em lixar na mão e usando maquina, passar massa e pintar; Cozinheira e auxiliar de cozinha 1 vaga para cozinheira. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para auxiliar de cozinha. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para sushiman. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para auxiliar de cozinha. É necessário ensino médio completo; experiência na função e experiência na cozinha oriental será um diferencial. Possuir disponibilidade de horário; 1 vaga para auxiliar de cozinha. É necessário ensino médio completo e experiência na função. Trabalhar todos os dias das 7h30 às 16h30 com uma folga semanal; 1 vaga para chapeiro. É necessário ensino médio completo e experiência na função; Analistas, técnicos e auxiliar técnicos 1 vaga para técnico em informática. É necessário ensino médio completo; experiência na função; possuir CNH A/B e ter conhecimento em hardware, impressoras e rede; 1 vaga para analista fiscal. É necessário ensino médio completo e experiência na função de no mínimo 2 anos, 1 vaga para auxiliar técnico. É necessário ensino médio completo; experiência de no mínimo 1 ano; possuir CNH B; ter disponibilidade para viajar; ser assíduo, comprometido, proativo e organizado. Atividades: lançamento de fibra optica; certificação de rede; cabeamento de rede estruturada e instalação de sistema de segurança; Área ADM 1 vaga para social media júnior. É necessário ensino médio completo; experiência na função; ter cursado ou estar cursando publicidade e propaganda, marketing digital ou marketing; ter conhecimento com redes sociais, Pacote Office, design gráfico e E-commerce (desejável); 1 vaga para estágio. É necessário ensino superior em marketing ou publicidade e propaganda; 1 vaga para estágio para área de marketing. É necessário ensino superior cursando em marketing ou publicidade e propaganda; 1 vaga para auxiliar administrativo. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para auxiliar administrativo. É necessário ensino médio completo; experiência mínima de três anos na função e possuir conhecimento em conciliação bancária e rotinas administrativas; 1 vaga para auxiliar administrativo. É necessário ensino médio completo; experiência na função; formação em Pacote OFFICE; conhecimento em computação/redes sociais e possuir CNH A/B; 1 vaga para auxiliar de sala. É necessário ensino superior completo em pedagogia e habilidade para trabalhar com crianças com deficiência; 2 vagas para jovem aprendiz. É necessário ensino médio completo, com ou sem experiência na função e disponibilidade de horário. Realizar atividades na área administrativa de PCP/ Vendas, e conhecimento em informática e rotinas administrativas será um diferencial; 1 vaga para secretária. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para secretária (auxiliar administrativo). É necessário ensino médio completo; ensino superior será um diferencial e possuir experiência na função; 1 vaga para recepcionista. É necessário ensino médio completo e experiência de recepcionista/telefonista; 1 vaga para recepcionista. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 2 vagas para recepcionista. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para recepcionista. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 8 vagas para atendente multitarefa. É necessário ensino médio completo; experiência na função e residir em Presidente Epitácio; 1 vaga para atendente de cartão. É necessário ensino médio completo; experiência com vendas de cartão e ter disponibilidade de horário; 1 vaga para atendente pós-venda. É necessário ensino médio completo; experiência na função de atendente e ser comunicativa; 1 vaga para atendente-papelaria. É necessário ensino médio completo; não é necessário experiência, somente disposição e vontade de aprender; possuir conhecimento básico de informática e ter boa comunicação; 1 vaga para manicure. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para auxiliar de limpeza. É necessário ensino médio completo; experiência na função de no mínimo um ano em condomínios, para trabalhar em condomínio, e ter condução própria; 1 vaga para auxiliar de limpeza. É necessário ensino médio completo; experiência na função e possuir disponibilidade de horário; 3 vagas para auxiliar de limpeza. É necessário ensino fundamental completo e experiência na função. Trabalhar todos os dias das 7h às 15h20 com folga um domingo por mês; 4 vagas para auxiliar de limpeza. É necessário ensino fundamental completo e experiência na função; 1 vaga para auxiliar/assistente. É necessário ensino médio completo e possuir experiência em instalação e manutenção de aparelhos de água, bebedouros, purificadores e troca de filtros; 1 vaga para soldador. É necessário ensino médio completo e experiência de no mínimo seis meses na função; 1 vaga para soldador. É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para marceneiro. É necessário ensino médio completo e experiência comprovada na função e em moveis planejados; 1 vaga para marceneiro. É necessário ensino médio completo; experiência em produção de cenários, manutenção e restauração de peças de cenografia em geral; conhecimento avançado na área, possuir referências e disponibilidade de horário e viagens; 1 vaga para auxiliar de marcenaria. É necessário ensino médio completo; experiência em produção de cenários, manutenção e restauração de peças de cenografia em geral; possuir conhecimento avançado na área; ter referência e disponibilidade de horário e viagens; 1 vaga para marceneiro. É necessário ensino médio completo e experiência de no mínimo 1 ano na função em marcenaria; 1 vaga para tapeceiro. É necessário ensino médio completo e experiência de no mínimo 1 ano na função em marcenaria; 1 vaga para analista de produção. É necessário ensino superior completo ou cursando administração, engenharia de produção ou áreas afins; 2 vagas para auxiliar de produção. É necessário ensino médio completo; experiência na indústria e ter disponibilidade de horário para trabalhar em turnos de segunda a sábado; 5 vagas para auxiliar de produção. (ser casado). É necessário ensino médio completo; não há necessidade de experiência; possuir disponibilidade de horas extras sempre quando a empresa precisar, e morar próximo ao Terminal Rodoviário, Avenida Manoel Goulart ou Rodovia Raposo Tavares; 2 vagas para auxiliar de produção. É necessário ensino médio completo e desejável experiência com facas. Atividades: realizar atividades na área geral da produção, operando máquinas, refilando matérias primas e produtos acabados; 1 vaga para auxiliar geral. É necessário ensino médio completo; experiência na função e disponibilidade de horário; 1 vaga para instalador de ar condicionado. É necessário ensino médio completo e experiência na função de no mínimo dois anos; 1 vaga para auxiliar técnico de ar condicionado. É necessário ensino médio completo; experiência na área e disponibilidade para fazer horas extras; 1 vaga para técnico em impressora jato de tinta. É necessário ensino médio completo; experiência na função e possuir CNH A/B; Construção civil 1 vaga para pedreiro. É necessário ensino fundamental completo e experiência na função; 3 vagas para pedreiro. É necessário ensino fundamental completo e experiência na função; 3 vagas para servente de pedreiro. É necessário ensino fundamental completo; 3 vagas para armador. É necessário ensino fundamental completo; 3 vagas para carpinteiro. É necessário ensino fundamental completo; 1 vaga para serralheiro. É necessário ensino médio completo; experiência na função de 6 meses em carteira; saber interpretar desenhos técnicos e residir em Presidente Prudente ou região; 1 vaga para serralheiro. É necessário ensino médio completo e experiência na função 1 vaga de ajudante de serralheiro. É necessário ensino médio completo; experiência na função e residir em Presidente Prudente ou região; 1 vaga para marmorista. É necessário ensino médio completo; 1 vaga para serrador. É necessário ensino médio completo; Motorista 1 vaga para motorista de ônibus rodoviário. É necessário ensino médio completo; possuir CNH D; experiência com transporte rodoviário comprovada em carteira e curso atualizado do Transporte Coletivo de Passageiros; 1 vaga para motorista munck. É necessário ensino médio completo; experiência na função, saber dirigir e operar caminhão munck, e possuir CNH D ou E; 1 vaga para motorista. É necessário ensino médio completo; experiência profissional e possuir CNH E; 1 vaga para motorista entregador. É necessário ensino médio completo; experiência na função e possuir CNH D; 1 vaga para motorista entregador. É necessário ensino médio completo; experiência na função; possuir CNH B; ter disponibilidade de horário e possuir moto ou veículo próprio; Operador de máquinas 1 vaga para operador de guindaste. É necessário ensino médio completo; experiência na função; possuir curso de operador de guindaste e ter CNH D ou E; 2 vagas para operador de maquinas. É necessário ensino médio completo; experiência na indústria e ter disponibilidade de horário para trabalhar em turnos de segunda a sábado; 1 vaga para operador de maquinas de retro escavadeira e pá carregadeira. É necessário ensino médio completo; 1 vaga para operador de máquina. É necessário ensino médio completo; experiência ou habilidade com máquinas; disponibilidade de horário e possuir moto ou veículo próprio; 2 vagas para operador de caldeira. É necessário ensino médio completo; experiência na função; possuir certificado de conclusão do curso; disponibilidade de horário e residir em Presidente Prudente; Mais oportunidades 1 vaga para mecânico linha diesel pesada (caminhões). É necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para mecânico. É necessário ensino médio completo com experiência em suspensão e motor; 1 vaga para mecânico. É necessário ensino médio completo com experiência ou vivência; 1 vaga para ajudante mecânico. É necessário ensino médio completo com experiência ou vivência; 1 vaga para torneiro mecânico. É necessário ensino fundamental completo com experiência na função; 1 vaga para auxiliar de mecânico. É necessário ensino médio completo com experiência na função; 1 vaga para eletricista linha diesel pesada (caminhões). É necessário ensino médio completo com experiência na função; 1 vaga para estágio em eletroeletrônica. É necessário estar cursando áreas afins. Turno de 30 horas semanais; 1 vaga para técnico em segurança do trabalho. É necessário ensino médio completo e curso completo. Experiência na função; 2 vagas para montador. É necessário ensino fundamental completo; possuir experiência em forro PVC (gesso e Drywall); divisória (Eucatex e gesso) e possuir CNH A/B/C; 1 vaga para manutenção industrial. É necessário ensino médio completo; experiência em indústria, manutenção de maquinas de indústria; possuir curso NR-10 atualizado, conhecimento em comandos elétricos e disponibilidade de horários para trabalhar em turnos de segunda a sábado; 1 vaga para estágio. É necessário estar cursando administração, marketing ou publicidade e propaganda; possuir conhecimento no Pacote Office, e exercerá atividades de atendimento/prospecção do cliente e rotinas administrativas; 1 vaga para vendedor (a) externo. É necessário ensino médio completo; experiência em vendas e veículo próprio; 1 vaga para auxiliar administrativo. Residente em Presidente Prudente e preferencialmente Álvares Machado; 1 vaga para cozinheiro (a). Residente em Presidente Prudente e preferencialmente Álvares Machado; 1 vaga para auxiliar de cozinha. Residente em Presidente Prudente e preferencialmente Álvares Machado; 1 vaga para auxiliar de manutenção. Residente em Presidente Prudente e preferencialmente em Álvares Machado; 1 vaga para pintor (a). Residente em Presidente Prudente e preferencialmente Álvares Machado; 3 vagas para operador (a) de loja. Residente em Presidente Prudente e possuir ensino médio completo, com ou sem experiência; 1 vaga para operador (a) de caixa. Residente em Presidente Prudente, ensino médio completo, com ou sem experiência; 2 vagas para operador de caixa. É necessário ensino médio completo; experiência na função e disponibilidade para trabalhar no período da tarde; 1 vaga para auxiliar de limpeza; 1 vaga para jardineiro (a); 1 vaga para vendedor (a) externo. É necessário experiência com vendas e possuir moto; 1 vaga para vendedor. É necessário ensino médio completo com experiência na função; 1 vaga para serviços gerais. Ser casado (a); possuir ensino médio ou fundamental; experiência em construção civil (ajudante ou servente de pedreiro) e experiência em movimentador de cargas/mercadorias; 2 vagas para auxiliar geral. É necessário ensino médio completo, preferencialmente ser do sexo feminino; possuir experiência na área e residir em Presidente Prudente; 1 vaga para secretário (a). Ensino médio completo, formação acadêmica compatível ou curso técnico, experiência na área, residir em Prudente; 1 vaga para motorista truck. É necessário ensino fundamental completo e possuir CNH D; 1 vaga para promotor (a) de marketing. Necessário ter veículo próprio; 1 vaga para recepcionista. Necessário ensino médio completo e experiência na função; 1 vaga para representante comercial. Necessário ter veículo próprio; 1 vaga para motorista. Necessário ter veículo próprio; 1 vaga para motorista. É necessário ensino médio completo, habilitação AD, curso de transportes coletivo de passageiro; 1 vaga para auxiliar técnico de eletrônica. É necessário ensino médio completo e curso técnico de eletrônica será um diferencial; 1 vaga para analista de recursos humanos pleno. É necessário ensino superior completo em gestão de RH, administração, psicologia, ou áreas afins. Diferencial: cursando pós graduação em: gestão de pessoas ou áreas afins; 1 vaga para auxiliar administrativo. É necessário ensino médio completo. Diferencial: curso técnico em segurança do trabalho e/ou cursando superior administração ou áreas afins; 1 vaga para assistente de custos. É necessário estar cursando ensino superior em administração, ciências contábeis e áreas afins; 1 vaga para analista de recursos humanos. É necessário ensino superior completo em gestão de RH, administração, psicologia, ou áreas afins; 1 vaga para analista de suporte. É necessário ensino superior ou cursando tecnologia da informação; desejável especialização em rede de computadores; possuir conhecimento de conceitos ITIL V4, sistemas operacionais, Windows, aplicativos Microsoft e trend micro; experiência com manutenção e instalação de aplicativos, computadores e periféricos, redes, rotina administrativas do setor e residir na região de Presidente Prudente, Paraguaçu Paulista ou Assis; 1 vaga para expedição. Será responsável pela conferência e separação de material para construção. Diferencial: conhecimento em material de construção; 1 vaga para controle de estoque. Será responsável pela organização das mercadorias recebidas. Diferencial: conhecimento em material de construção; 1 vaga para empacotador. É necessário ensino médio completo; 1 vaga para líder de prevenção e perdas. É necessário ensino superior completo ou cursando e experiência em gestão de equipe; 5 vagas para garçom. É necessário experiência na área e disponibilidade de horário; 2 vagas para caixa. É necessário experiência na área; ensino médio completo; conhecimento básico em informática e disponibilidade de horário; 1 vaga para auxiliar de limpeza. É necessário experiência na área; PCD 2 vagas para auxiliar geral. Possuir laudo médico comprovando a deficiência; 1 vaga para PCD. Possuir laudo médico comprovando a deficiência e ter disponibilidade para trabalhar em horário noturno das 22h às 6h; 1 vaga para auxiliar de produção. Possuir laudo médico comprovando a deficiência; 1 vaga para operador de tráfego. É necessário experiência com atendimento ao público; atendimento telefônico e informática básica. Possuir laudo médico comprovando a deficiência. Serviço O telefone para mais informações é o (18) 3918-4200 e o e-mail para envio de currículos é o [email protected] VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.
Dados foram divulgados nesta terça (7) pelo Tesouro Nacional. União é garantidora em operações de crédito dos estados; em outubro, valor somou R$ 662 milhões. A Secretaria do Tesouro Nacional informou nesta terça-feira (7) que a União pagou em novembro deste ano R$ 832,25 milhões em dívidas atrasadas dos estados. O dado consta do Relatório de Garantias Honradas pela União em operações de crédito. Os valores foram pagos porque a União é garantidora dos estados e municípios em operações de crédito junto a instituições financeiras (leia detalhes mais abaixo). No acumulado do ano, as dívidas de estados e municípios quitadas pelo governo federal somam R$ 7,65 bilhões. Em outubro, o montante chegou a R$ 662 milhões. Desde 2016, a União já fez o pagamento de R$ 40,60 bilhões de dívidas de estados e municípios. Estados Segundo o Tesouro, cinco estados concentraram os pagamentos feitos pelo governo federal em novembro: Rio de Janeiro: R$ 687,50 milhões Goiás: R$ 81,46 milhões Minas Gerais: R$ 41,13 milhões Amapá: R$ 16,99 milhões Rio Grande do Norte: R$ 5,18 milhões Já no acumulado do ano de 2021, os estados que tiveram os maiores valores de dívidas honradas pela União foram: Rio de Janeiro: R$ 3,58 bilhões - 46,74% do total; Minas Gerais: R$ 2,56 bilhões - 33,46% do total; Goiás: R$ 1,22 bilhão - 16,01% do total. Garantidora A União pode ser garantidora de operações de crédito de estados e municípios se os requisitos estabelecidos pelo Tesouro Nacional forem cumpridos. Geralmente, os empréstimos feitos com a União como garantidora têm taxas de juros menores. Quando o estado ou município não paga as parcelas, o governo federal, representado pelo Tesouro Nacional, é comunicado pelos credores. Diante dessa notificação, a União paga os valores devidos, que incidem juros, mora e outros custos operacionais. Paralelamente, o Tesouro inicia o processo de recuperação de crédito, previsto contratualmente. A recuperação costuma ser feita por meio de bloqueios nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Porém, alguns estados têm conseguido na Justiça evitar o bloqueio de recursos.

Inaugurado em 1979, hotel foi o primeiro cinco estrelas da cidade e recebeu, ao longo dos anos, mais de 3 milhões de hóspedes, dentre eles, celebridades internacionais como Margareth Thatcher, os Rolling Stones e Ray Charles. Ano passado, empresa pediu à Justiça recuperação judicial de R$ 81 milhões. Novos donos do prédio são os irmãos Fernando e Jussara Simões, do grupo JSL. Maksoud Hotel em SP pede recuperação judicial Reprodução/redes sociais O hotel Maksoud Plaza, localizado na Bela Vista, no Centro da capital paulista, fechou definitivamente as portas nesta terça-feira (7) após 42 anos. O hotel operava com 20% da capacidade e não resistiu aos prejuízos financeiros provocado pelo fechamento durante o período mais crítico da pandemia de coronavírus. Segundo a HM Hotéis, administradora do Maksoud e a Hidroservice Engenharia, controladora do hotel, os últimos hóspedes deixaram a unidade ao meio-dia desta segunda (6). Os demais clientes que tinham reservas futuras serão reembolsados. A HM Hotéis diz que prosseguirá no segmento de hospitalidade, utilizando a marca Maksoud Plaza. A empresa busca parceiros para um projeto com a marca em um novo endereço. Nesta terça, foi iniciado o processo de desmontagem do espaço. A empresa tem até o dia 31 de dezembro para entregar o prédio. Os novos donos serão os irmãos Fernando e Jussara Simões, empresários do grupo JSL, sediado em Mogi das Cruzes. Eles arremataram o hotel em leilão em 2011 e, desde então, vinham tentando a posse do imóvel.. A assessoria do grupo disse não ter informações sobre o que será feito com o prédio onde ficava o Maksoud. Recuperação Judicial No ano passado, por conta das dívidas, a administradora do Maksoud e a Hidroservice Engenharia entraram com um pedido de recuperação judicial avaliado em R$ 81 milhões, excluindo as dívidas tributárias, junto à Justiça de São Paulo. Com a recuperação judicial, as empresas conseguiram reduzir e alongar o prazo de pagamento das dívidas, utilizando-se de imóveis que compunham o patrimônio do grupo. Maksoud Plaza estava avaliado em R$ 140 milhões Diogo Moreira/Futura Press/AE As dívidas incluídas na recuperação foram reduzidas pela metade e parceladas para pagamento em até 23 anos – com exceção dos créditos trabalhistas, que serão pagos em até 12 meses. O grupo também renegociou outros débitos herdados pela HM Hotéis que não estavam incluídos no processo, como dívidas tributárias. O endividamento fiscal federal total do grupo foi reduzido em mais de 60% e o saldo remanescente parcelado em até 10 anos. No caso do hotel, o prédio e seu terreno foram arrematados em 2011 por Fernando e Jussara Simões, em leilão da Justiça do Trabalho, para pagar dívidas trabalhistas do grupo. O leilão, porém, foi suspenso pela Justiça, e as partes entraram em acordo para encerrar a disputa judicial. O grupo seguirá com a marca, mas o prédio deverá ser entregue até o final do ano. Sobre o Maksoud Plaza Inaugurado em 1979, o hotel foi o primeiro cinco estrelas da cidade. O edifício foi um dos primeiros do país a ter atrium lobby e elevadores panorâmicos. Em 1981, Frank Sinatra apresentou-se no Salão Nobre do hotel. O Maksoud Plaza hospedou os príncipes Rainier e Albert, de Mônaco, a primeira-ministra da Grã-Bretanha, Margareth Thatcher, os Rolling Stones, Ray Charles, a atriz francesa Catherine Deneuve e o diretor espanhol Pedro Almodóvar, entre tantos outros. Nos anos 1980 e 1990, o 150 Night Club foi uma das casas de espetáculos mais disputadas do Brasil. Músicos como Tom Jobim, Julio Iglesias, Bobby Short, Alberta Hunter, Etta James, Billy Eckstine, Buddy Guy e Dorival Caymmi fizeram shows memoráveis no local. Em 2015, o Frank Bar foi inaugurado e que entrou na lista dos melhores bares do mundo, segundo a World's 50 Best Bars. VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana
Empresa que não fizer o recolhimento fica impedida de emitir o certificado de regularidade do Fundo. Os empregadores que aderiram à suspensão temporária da arrecadação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem efetuar o pagamento da última parcela até esta terça-feira (7). A suspensão dos recolhimentos referentes a abril, maio, junho e julho de 2021, com vencimento em maio, junho, julho e agosto de 2021, foi permitida pela Medida Provisória 1.046/21, que flexibilizou regras trabalhistas como forma de suporte às empresas durante a pandemia. A medida perdeu a validade em 25 de agosto. Minha empresa não depositou o FGTS; o que eu faço? MP que flexibiliza regras trabalhistas perde a validade; veja o que muda O pagamento dos meses suspensos começou a ser feito em setembro e termina este mês. "Caso ainda existam parcelas em aberto, é necessário regularizar até a data limite. O não recolhimento dos valores ao Fundo gera impedimento ao empregador para emitir o Certificado de Regularidade do FGTS – CRF", alerta a Caixa Econômica Federal em comunicado. Como fazer o pagamento Acesse o site www.conectividadesocial.caixa.gov.br; Entre usando o certificado digital ou o CPF e senha cadastrados previamente; Gere a guia “GRFGTS” e realize o pagamento. Para evitar o acréscimo de encargos e multa, a Caixa alerta que a quitação deve ser feita dentro do prazo. Segundo a Caixa, R$ 5,9 bilhões em recolhimentos do FGTS foram suspensos nesses quatro meses. Ao todo, mais de 100 mil empregadores aderiram à medida criada para preservar mais de 7 milhões de empregos.

Nesta terça-feira, o principal índice da bolsa s subiu 0,65%, a 107.558 pontos. Imagem ilustrativa sobre a alta do dólar e o mercado de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em alta nesta terça-feira (7), acompanhando o dia positivo nos mercados externos. O Ibovespa subiu 0,65%, a 107.558 pontos. Veja mais cotações. Na segunda-feira, a bolsa subiu pela 3ª sessão seguida, fechando em alta de 1,70%, a 106.859 pontos. Com o resultado de hoje, passou a acumular avanço de 5,54% no mês. No ano, porém, o tombo ainda é de 9,63%. e Senado e Câmara negociam fatiamento da PEC dos Precatórios para pagar Auxílio Brasil Cenário Lá fora, os mercados passaram o dia em viés de alta, na esteira de relativo alívio nas preocupações com a variante Ômicron da Covid-19. Em Wall Street, o Dow Jones subiu 1,4%, o S&P 500 ganhou 2,07% e o Nasdaq Composite avançou 3,03%. Os preços do petróleo tiveram mais uma sessão de alta, após salto de quase 5% na véspera. Os contratos futuros do Brent fecharam em alta de 3,2%, a US$ 75,44 o barril. O WTI subiu mais 3,7%, para US$ 72,05 o barril. Na agenda de indicadores, o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou deflação de 0,58% em novembro, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando subira 1,60%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com esse resultado, o índice acumula alta de 16,28% no ano e de 17,16% em 12 meses. Na cena doméstica, as atenções dos investidores estão voltadas para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que anuncia nesta quarta-feira (8) a nova taxa básica de juros. A expectativa é de novo acréscimo de 1,50 ponto percentual (o que levaria a Selic para 9,25% ao ano). O mercado segue de olho também na tramitação da PEC dos Precatórios, que foi aprovada pelo Senado e retornou à Câmara, mas ainda há dúvidas sobre como será o texto final. Considerada prioritária pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, a proposta altera o prazo de correção do teto de gastos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que abriria espaço fiscal para o pagamento de auxílio de R$ 400 por família em 2022. Enquanto aguarda uma solução, o governo vai editar nos próximos dias uma medida provisória para pagar o Auxílio Brasil de R$ 400 ainda no mês de dezembro, informa o blog do Valdo Cruz. Os recursos para bancar esse pagamento virão do Orçamento da União deste ano. Economia paralisada no 3º trimestre: agropecuária cai 8%, e indústria fica estagnada
Texto passou pela Câmara em novembro e aguarda votação dos senadores. Proposta prorroga desoneração até 2023 e vale para os 17 setores da economia que mais empregam no país. Empresários se reunirão nesta terça-feira (7) com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para pedir a votação ainda nesta semana do projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento das empresas. O encontro está previsto para as 14h30. O projeto passou pela Câmara dos Deputados em novembro e aguarda votação dos senadores. A proposta prorroga a desoneração até 2023 e vale para os 17 setores da economia que mais empregam no país. A desoneração está prevista para acabar neste ano, e a proposta original em discussão no Congresso previa a prorrogação até 2026. No entanto, o relator da proposta na Câmara, Marcelo Freitas (PSL-MG), e o governo chegaram a um acordo para estender a medida até 2023. A desoneração da folha permite às empresas substituir a contribuição previdenciária, de 20% sobre os salários dos empregados, por uma alíquota sobre a receita bruta, que varia de 1% a 4,5%. Senado dará prioridade para desoneração da folha até 2023 A desoneração A desoneração acabaria em 2020, e o Congresso Nacional aprovou a prorrogação até o fim de 2021. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, vetou a prorrogação, mas o Congresso Nacional derrubou o veto, o que, na prática, estendeu a desoneração. Entre os 17 setores da economia que podem aderir a esse modelo estão: indústria têxtil; calçados; máquinas e equipamentos; proteína animal; construção civil; comunicação; e transporte rodoviário. Cabe aos parlamentares analisar vetos presidenciais a trechos de projetos aprovados pelos legislativos. Deputados e senadores podem manter ou derrubar a decisão do presidente da República.

Nesta terça-feira (7), moeda norte-americana recuou 1,27%, a R$ 5,6178. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar fechou em queda nesta terça-feira (6), acompanhando a melhora no apetite por risco internacional diante de redução nos temores relacionados à variante Ômicron da Covid-19 e com os investidores à espera também da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que anuncia nesta quarta-feira a nova taxa básica de juros. A moeda norte-americana recuou 1,27%, a R$ 5,6178. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o dólar subiu 0,13%, a R$ 5,6898 – maior patamar de fechamento desde 13 de abril (R$ 5,7161). No mês, acumula queda de 0,34%. No ano, o salto é de 8,30% frente ao real. Mercado prevê mais inflação e crescimento menor do PIB em 2021 e 2022 Poupança deve voltar a ter rendimento pela regra antiga; entenda v Volpon: ‘Já começamos a ficar preocupados com o cenário econômico de 2023’ Cenário Segundo a agência Reuters, a Ômicron tem ficado sob os holofotes dos mercados financeiros globais nos últimos dias, uma vez que ainda há dúvidas sobre o quão grave e contagiosa é a cepa recém-descoberta, listada pela OMS como "variante preocupante". Mas muitos investidores têm mostrado esperança de que a variante não terá um impacto sanitário tão grande, uma vez que ainda não há evidências concretas de que a cepa seria resistente às vacinas contra a Covid-19. "O receio está passando, (a Ômicron) parece ser menos letal do que se temia", disse Vanei Nagem, responsável pela mesa de câmbio da Terra Investimentos. Nagem também citou o encontro de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central como fator de suporte para o real, já que há ampla expectativa de elevação da taxa Selic em 1,50 ponto percentual, a 9,25% ao ano. Juros mais altos no Brasil elevam a rentabilidade do mercado de renda fixa doméstico, o que tenderia a atrair mais recursos estrangeiros para o país, aumentando a demanda pelo real. Apesar da queda do dólar neste pregão, alguns investidores apontaram incertezas à frente para o mercado local em meio a debates em torno da promulgação de partes da PEC dos Precatórios, o chamado "fatiamento". "Caso possa ser fatiada, o governo poderá iniciar o pagamento do programa Auxílio Brasil já em dezembro de 2021. Caso contrario, como não haverá tempo antes do recesso parlamentar de discutir e aprovar a PEC na Câmara, não sabemos que solução será adotada para que o presidente possa iniciar o programa ainda em 2021, o que vai aumentar a tensão nos mercados financeiros do Brasil", avaliaram em nota analistas da Genial Investimentos. A Proposta da Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios altera as regras do pagamento dessas dívidas do governo e modifica o prazo de correção do teto de gastos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), abrindo espaço fiscal de mais de R$ 100 bilhões. Já analisada pelas duas Casas do Congresso, a PEC foi bastante modificada em sua tramitação no Senado. Mercado financeiro aumentou, pela 35ª semana seguida, a expectativa para a inflação oficial deste ano Projeções do mercado A projeção do mercado financeiro para a inflação de 2021 subiu de 10,15% para 10,18%. Foi a trigésima quinta semana seguida de aumento, de acordo com o Boletim Focus do Banco Central. Para 2022, subiu de 5% para 5,02%. Ou seja, a expectativa é de estouro da meta do governo pelo 2º ano seguido. Os analistas também baixaram a previsão de crescimento do PIB deste ano, que passou de 4,78% para 4,71%. Para 2022, o mercado reduziu a previsão de alta do PIB de 0,58% para 0,51%. Para a Selic, a estimativa foi mantida em 9,25% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021. Para o fim de 2022, os economistas mantiveram a expectativa para a taxa Selic de em 11,25% ao ano. Já para o dólar, a projeção subiu de R$ 5,50 para R$ 5,56 para o fim de 2021 e de R$ 5,50 para R$ 5,55 para o fim de 2022. Por que o dólar sobe? Assista no vídeo abaixo: Entenda a alta do dólar

0,01% mais ricos do mundo viram sua fatia na riqueza global atingir 11% este ano. Crise da Covid exacerbou as desigualdades entre os muito ricos e o resto da população. A parcela da riqueza das famílias nas mãos dos bilionários aumentou em um valor recorde durante a pandemia, com os milionários também 'saindo da Covid-19' à frente dos demais, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira (7). O Relatório Global de Desigualdade, produzido por uma rede de cientistas sociais, estimou que os bilionários detêm 3,5% de toda a riqueza global das famílias, acima dos 2% registrados no início da pandemia, no começo de 2020. "A crise da Covid exacerbou as desigualdades entre os muito ricos e o resto da população", afirmou Lucas Chancel, um dos autores do estudo, apontando que as economias ricas usaram apoio fiscal maciço para reduzir a forte alta da pobreza vista em outros lugares. 4 dados que mostram por que Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, segundo relatório Distribuição da riqueza global Economia g1 O relatório usou como base uma série de pesquisas de especialistas e dados de domínio público, com um prefácio escrito pelos economistas Abhijit Banerjee e Esther Duflo, dois dos três que receberam, em 2019, o prêmio Nobel por seu trabalho sobre a pobreza. "Uma vez que a riqueza é a principal fonte de ganhos econômicos futuros e, cada vez mais, de poder e influência, isso sugere novos aumentos futuros da desigualdade", escreverem os economistas, sobre o que eles chamaram de "extrema concentração de poder econômico nas mãos de uma minoria muito pequena de super ricos". Jeff Bezos, dono da Amazon e homem mais rico do mundo segundo a Forbes EPA Os resultados corroboram uma série de estudos já existentes, "listas de mais ricos" e outras evidências que apontam para um crescimento das desigualdades de saúde, sociais, de gênero e raciais durante a pandemia. A lista de bilionários da Forbes deste ano, por exemplo, incluiu um recorde de 2.755 bilionários, com uma riqueza combinada de US$ 13,1 trilhões – no ano passado, eram US$ 8 trilhões. O novo relatório mostra que os 520 mil adultos que correspondem aos 0,01% mais ricos do mundo viram sua fatia na riqueza global atingir 11% este ano, ante 10% no ano passado. Pertencer a essa parcela da população significa ter pelo menos US$ 19 milhões (cerca de R$ 108 milhões). Analistas dizem que alguns dos 'super ricos' se beneficiaram da mudança para o ambiente digital durante os lockdowns em diversas partes da economia global, enquanto outros simplesmente lucraram com a alta dos preços dos ativos enquanto os mercados financeiros apostam na velocidade e 'forma' da recuperação global. O estudo também apontou que, embora a pobreza tenha crescido acentuadamente em países com uma cobertura de bem estar mais fraca, o pesado apoio governamental nos Estados Unidos e na Europa conseguiu reduzir pelo menos parte do impacto sobre as faixas de renda mais baixas. "Isso mostra a importância dos estados sociais na luta contra a pobreza", disse Chancel.

Grupo que integra os 10% mais ricos ganha quase 60% da renda nacional, calcula estudo do World Inequality Lab. A metade mais pobres do Brasil ganha 29 vezes menos do que os 10% mais ricos Getty Images via BBC O Brasil permanece um dos países com maior desigualdade social e de renda do mundo, segundo o novo estudo lançado mundialmente nesta terça-feira (7) pelo World Inequality Lab (Laboratório das Desigualdades Mundiais), que integra a Escola de Economia de Paris e é codirigido pelo economista francês Thomas Piketty, autor do bestseller O Capital no Século 21, entre outros livros sobre o tema. O novo Relatório sobre as Desigualdades Mundiais é o segundo realizado desde 2018 e teve a colaboração de cerca de uma centena de pesquisadores internacionais. O documento de mais de 200 páginas inclui análise sobre o impacto da pandemia de covid-19, que exacerbou o aumento da fatia dos bilionários no total da riqueza global. Pela primeira vez o estudo inclui dados sobre as desigualdades de gênero e ecológicas (a pegada de carbono entre países ricos e pobres, mas também entre as categorias de renda). O estudo se refere ao Brasil como "um dos países mais desiguais do mundo" e diz que as discrepâncias de renda no país "é marcada por níveis extremos há muito tempo". O texto afirma que as diferenças salariais no país foram reduzidas desde 2000, graças sobretudo à política de transferência de renda do Bolsa Família e ao aumento do salário mínimo. Ao mesmo tempo, os níveis extremos de desigualdade patrimonial no país continuaram aumentando desde meados dos anos 90. "Entre os mais de 100 países analisados no relatório, o Brasil é um dos mais desiguais. Após a África do Sul, é o segundo com maiores desigualdades entre os membros do G20", disse à BBC News Brasil Lucas Chancel, principal autor do relatório e codiretor do Laboratório das Desigualdades Mundiais. A seguir, cinco dados do novo relatório que mostram por que a desigualdade de renda e de patrimônio no Brasil é uma das maiores do mundo: 1. Os 10% mais ricos no Brasil ganham quase 59% da renda nacional total No Brasil, a renda média nacional da população adulta, em termos de paridade de poder de compra (PPP, na sigla em inglês), é de 14 mil euros, o equivalente a R$ 43,7 mil, nos cálculos dos autores do estudo. Os 10% mais ricos no Brasil, com renda de 81,9 mil euros (R$ 253,9 mil em PPP), representam 58,6% da renda total do país. O estudo afirma que as estatísticas disponíveis indicam que os 10% mais ricos no Brasil sempre ganharam mais da metade da renda nacional. O Chile, que não integra o G20, tem números equivalentes (58,9%) ao Brasil em relação à fatia de renda dos mais ricos. O país sofreu nos dois últimos anos uma onda de violentos protestos por melhores condições de vida. Nos Estados Unidos, país com fortes desigualdades sociais, os 10% mais ricos ganham 45% da renda geral do país, ressalta Chancel. Na China, esse índice é de 42%. Na Europa, ele se situa entre 30% e 35%, completa o economista. Já o 1% mais rico no Brasil, com uma média de renda de 372 mil euros (quase R$ 1,2 milhão), em paridade de poder de compra, leva mais de um quarto (26,6%) dos ganhos nacionais. Pandemia agravou desigualdade entre educação pública e particular 2. Os 50% mais pobres ganham 29 vezes menos do que os 10% mais ricos A metade da população brasileira mais pobre só ganha 10% do total da renda nacional. Na prática, isso significa que os 50% mais pobres ganham 29 vezes menos do que recebem os 10% mais ricos no Brasil. Na França, essa proporção é de apenas 7 vezes. "O Bolsa Família conseguiu reduzir uma parte das desigualdades nas camadas mais pobres da população", diz Chancel. Mas em razão da falta de uma reforma tributária aprofundada, além da agrária, a desigualdade de renda no Brasil "permaneceu virtualmente inalterada", já que a discrepância se mantém em patamares muito elevados, aponta o estudo. Metade mais pobre dos brasileiros possui menos de 1% da riqueza total do país Getty Images via BBC 3. A metade mais pobre no Brasil possui menos de 1% da riqueza do país As desigualdades patrimoniais são ainda maiores do que as de renda no Brasil e são uma das mais altas do mundo. Em 2021, os 50% mais pobres possuem apenas 0,4% da riqueza brasileira (ativos financeiros e não financeiros, como propriedades imobiliárias). Na Argentina, essa fatia da população possui 5,7% da fortuna do país. 4. O 1% mais rico possui quase a metade da fortuna patrimonial brasileira Os 10% mais ricos no Brasil possuem quase 80% do patrimônio privado do país. A concentração de capital é ainda maior na faixa dos ultra-ricos, o 1% mais abastado da população, que possui, em 2021, praticamente a metade (48,9%) da riqueza nacional. Nos Estados Unidos, o 1% mais rico detém 35% da fortuna americana. O relatório afirma que a desigualdade de riqueza cresceu no Brasil desde meados dos anos 90, em um contexto de desregulação financeira e falta de uma reforma fiscal mais ampla. De acordo com o estudo, o patrimônio do 1% da população mais rica do planeta vem crescendo entre 6% e 9% ao ano desde 1995, enquanto, na média, o crescimento de toda a riqueza gerada no mundo foi de 3,2% ao ano. Esse aumento global, diz o relatório, foi exacerbado durante a pandemia de Covid-19. O Brasil seguiu essa tendência: o patrimônio do 1% mais rico no Brasil passou de 48,5% em 2019 para 48,9% do patrimônio total em 2021, afirma Chancel, que considera a progressão "significativa". Segundo ele, os ultra-ricos no mundo aumentaram suas fortunas porque há uma desconexão entre a economia real, duramente afetada pela crise sanitária, e as bolsas de valores. Com o aumento da pobreza no país, mais pessoas foram obrigadas a viver nas ruas Sistema tributário O estudo sobre a Desigualdade Mundial sugere opções de políticas para redistribuir renda e riqueza, como a taxação progressiva de multimilionários, o que permitiria investimentos em educação, saúde e transição ecológica. O texto defende que o surgimento de Estados de bem-estar social no século 20 estava ligado ao aumento de impostos progressivos. O principal autor do estudo à BBC News Brasil defende que a falta de uma reforma fiscal ambiciosa no Brasil, que tornasse o sistema tributário mais progressivo, dificulta a redução das desigualdades. O Brasil é um dos poucos países no mundo que não cobra imposto sobre dividendos (uma parcela do lucro das empresas distribuído aos acionistas), por exemplo. Para Lucas Chancel, a criação de um imposto sobre dividendos, paralisada no Congresso, é uma boa iniciativa, mas é necessário ir além. Ele sugere o aumento da tributação sobre a herança no Brasil (na França, a alíquota pode chegar a 60%) e a taxação progressiva do estoque de capital, o que poderia incluir um imposto sobre a fortuna. Sistema tributário brasileiro é pesado, complexo e injusto; entenda Ele diz que o Bolsa Família, uma iniciativa positiva que contribuiu na redução de parte das desigualdades, acabou sendo pago, em parte, pela classe média e camadas populares. Isso porque o programa de transferência de renda não foi acompanhado de uma reforma fiscal que aumentasse a contribuição da elite econômica de acordo com suas capacidades. O país, diz ele, acaba sendo "um exemplo infeliz da adoção de um programa de redistribuição de renda sem modificar estruturalmente, ao mesmo tempo, quem vai pagar o imposto" que financia a medida, ressalta. O mesmo ocorre agora em relação ao novo Auxílio Brasil. Dados globais do estudo Na Argentina, que vem enfrentando graves crises econômicas, as desigualdades se situam um pouco abaixo da média na América Latina, embora permaneçam elevadas, ressalta do estudo. Os 10% mais ricos do país ganham quase 43% da renda nacional e possuem 58,2% da fortuna (no Brasil esse número é de 79,8%). As regiões com maiores desigualdades sociais no mundo são a África e o Oriente Médio. Na Europa, a renda dos 10% mais ricos representa cerca de 36%% do total, enquanto no Oriente Médio e Norte da África, ela atinge 58%, número similar ao do Brasil. Senadores democratas querem imposto para bilionários americanos Os 10% mais ricos do mundo ganham 52% da renda mundial, enquanto os 50% mais pobres recebe apenas 8,5% do total. As diferenças são ainda maiores em relação ao patrimônio: a metade mais pobre possui apenas 2% da riqueza mundial (no Brasil é menos de 1%), enquanto os 10% mais abastados possuem 76% da fortuna global. Desde 1995, o 1% mais rico do mundo levou 38% do aumento da riqueza global, enquanto os 50% mais pobres ficaram com apenas 2% da fortuna adicional acumulada no mundo nesse período. A pandemia de covid-19 exacerbou as disparidades. O ano passado marcou o maior aumento na fortuna dos bilionários, que cresceu US$ 3,7 trilhões, o equivalente aos orçamentos de saúde do mundo todo, segundo o relatório. O estudo afirma que após três décadas de globalização comercial e financeira, as desigualdades globais permanecem extremamente significativas. Em 2021, elas estão no mesmo nível do que eram no início do século 20, época do chamado imperialismo moderno ocidental, com colônias e territórios que criaram disparidades econômicas entre os países. Além disso, a renda dos 50% mais pobres no mundo hoje é a metade do que era em 1820. O relatório também leva em conta a desigualdade de renda relacionada ao gênero. No mundo, as mulheres ganham, em geral, um terço dos homens. O Brasil tem desempenho igual à média dos países ricos da Europa: os salários da população feminina brasileira representam 38% da renda total do país.

Decreto foi publicado nesta terça (7) no 'Diário Oficial' e é assinado por Bolsonaro e Guedes. Governo incluiu órgão no programa em 2019, mas conselho recomendou retirada. O governo federal excluiu nesta terça-feira (7) a Casa da Moeda do Programa Nacional de Desestatização (PND) e do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" e é assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Em 2017, durante a gestão de Michel Temer, o governo anunciou que iria privatizar a Casa da Moeda. Em 2019, já no governo Bolsonaro, o órgão foi incluído no programa de privatizações. Leia também: Paulo Guedes diz que governos têm 'fetiche' por estatais; Bolsonaro diz ter 'vontade de privatizar' a Petrobras. >>> Veja o decreto do governo sobre a Casa da Moeda: Decreto publicado nesta terça (7) no 'Diário Oficial' exclui a Casa da Moeda do programa de privatizações do governo Reprodução Conselho recomendou retirada No dia 25 de agosto deste ano, o conselho do PPI recomendou a exclusão da Casa da Moeda da lista de privatizações. Segundo o conselho, a permanência da empresa no rol de companhias a serem privatizadas não se justificava mais porque a Casa da Moeda continuava sendo portadora da exclusividade da fabricação de notas e moedas de real, passaportes e selos. "Diante da ausência de um instrumento legal que determine as condições essenciais para desestatização da CMB, a permanência da empresa no PND (Programa Nacional de Desestatização) no PPI, neste momento, não se justifica", informou o conselho do PPI na ocasião. Medida Provisória põe fim ao monopólio da Casa da Moeda Monopólio Em novembro de 2019, Bolsonaro chegou a editar uma medida provisória que colocava fim ao monopólio da Casa da Moeda na confecção de dinheiro e passaporte (relembre no vídeo acima). No entanto, a MP caducou, isto é, perdeu validade sem ter sido votada pelo Congresso Nacional no prazo de 180 dias.
Manzar Feres, líder de Negócios Integrados em Publicidade, e Samantha Almeida, líder de Criação de Conteúdo, foram premiadas nas categorias Profissional de Veículo do Ano e Profissional de Inovação do Ano, respectivamente. Duas profissionais da Globo ganham o prêmio Caboré O Prêmio Caboré, que é a principal premiação da comunicação no Brasil, reconheceu os trabalhos de duas profissionais da Globo. Os vencedores da edição de 2021 foram anunciados na noite desta segunda-feira (6), em São Paulo Manzar Feres, diretora de Negócios Integrados em Publicidade da Globo, venceu na categoria melhor "Profissional de Veículo". Samantha Almeida, diretora de Criação e Conteúdo dos Estúdios Globo, venceu na categoria melhor "Profissional de Inovação". Veja vídeo acima. Este é o 10º ano seguido em que a Globo este entre os premiados. Esta foi a 42º edição da premiação. O Prêmio Caboré, considerado o Oscar da comunicação no Brasil, reconhece os profissionais e empresas de comunicação, marketing e mídia que se destacaram ao longo do ano. O prêmio foi criado em 1980 pelo Grupo Meio & Mensagem. Os vencedores são escolhidos em votação aberta aos assinantes da publicação e auditada pela PWC. Veja todos os vencedores Dirigente da indústria da comunicação: Sergio Gordilho (AFRICA) Profissional de veículo: Manzar Feres (GLOBO) Serviço de marketing: Spark Profissional de inovação: Samantha Almeida (GLOBO) Profissional de atendimento: Fernanda Tedde (ALMAPBBDO) Veículo de comunicação – Produtor de conteúdo: Porta dos Fundos Produção: Endemol Shine Brasil Profissional de mídia: Vanessa Gianotti (OGILVY) Veículo de comunicação – Plataforma de mídia: TikTok Profissional de planejamento: Gabriela Rodrigues (SOKO) Profissional de marketing: Poliana Sousa (COCA-COLA) Profissional de criação: Mariana Sá (WMcCANN) Anunciante: Vivo Agência de comunicação: Publicis Cerimônia foi recheada de emoção e empoderamento feminino
Lojas Renner, PwC, Voith, PagBrasil, Konduto, Sambatech, Far.me, Group Software, Melhor Envio, Getrak, NeuralMed, Nvoip, SalesFarm, Instituto Cliente Feliz, SGA TI em Nuvem, Showkase, Track.co, Aivo, Tuim, Abstartups, Dataside, Hospital Adventista Silvestre, AMcom, ESSS, Avalara, Zappts, Hi Platform, Printi, EDC Group são as empresas com seleções abertas. As empresas Lojas Renner, PwC, Voith, PagBrasil, Konduto, Sambatech, Far.me, Group Software, Melhor Envio, Getrak, NeuralMed, Nvoip, SalesFarm, Instituto Cliente Feliz, SGA TI em Nuvem, Showkase, Track.co, Aivo, Tuim, Abstartups, Dataside, Hospital Adventista Silvestre, AMcom, ESSS, Avalara, Zappts, Hi Platform, Printi, EDC Group estão com vagas de emprego e estágio abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos. Veja mais vagas de emprego pelo país Lojas Renner As Lojas Renner abriu o Varejo Play 2022 para vagas de supervisor de vendas. O candidato deve ter qualquer curso em andamento ou concluído; disponibilidade de mudança para qualquer região do Brasil e para trabalhar no final de semana e feriados. As Inscrições podem ser feitas através do site https://bit.ly/3G9JfLm até o dia 15 de dezembro. PwC A PwC está com inscrições abertas para a seleção de sua nova geração de solvers, para quem deseja iniciar a carreira em Consultoria Tributária, de Negócios ou em Tecnologia. Podem participar estudantes e profissionais com até dois anos de formação nos cursos de Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Administração, Análise de Sistemas, Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Processamento de Dados, Sistemas de Informação, Tecnologia de Sistemas e Redes, Tecnologia em Desenvolvimento de Software, Ciência de Dados, Inteligência Artificial, Estatística, Psicologia, Comércio Exterior e Relações Internacionais. Os interessados podem se candidatar até 17 de janeiro pelo link Voith A Voith lançou o programa de estágio #Delas, exclusivo para mulheres. Ao todo são 20 vagas disponíveis para atuar nas três divisões da Voith – Hydro, Paper e Turbo. Serão aceitos currículos de todos os cursos de graduação com previsão de conclusão entre dezembro de 2023 e dezembro de 2024. Outros pré-requisitos é ter inglês avançado ou fluente e disponibilidade para estagiar na região do Jaraguá, na zona noroeste da cidade de São Paulo, 6 horas por dia. Para isso, a candidata deve estudar à noite. Para mais informações, acesse o site: https://voith.across.jobs/ PagBrasil A PagBrasil está com vagas abertas para Analista de Testes Pleno, Desenvolvedor(a) de Automação de Testes Pleno, Desenvolvedor(a) Full Stack Pleno, Jovem Aprendiz para o time de Infraestrutura, além do Banco de Talentos disponível. As vagas são para Porto Alegre. Inscrições no link https://pagbrasil.gupy.io/. Konduto A Konduto está com vagas em aberto para diferentes funções como Analista de Atendimento Bilíngue, Dev FullStack PL, Dev FullStack JR e Dev Backend Pleno, além do Banco de Talentos. Os interessados podem se candidatar pelo link https://konduto.recruitee.com/. Sambatech A Sambatech está com 21 vagas abertas para cargos como Pessoa Desenvolvedora FullStack Pleno, Pessoa estagiária de Marketing, Engenheiro de Dados, Pessoa Scrum Master Pleno, Pessoa Arquiteta de Soluções, Pessoa Arquiteta de Software, Pessoa Desenvolvedora Backend Senior, Pessoa estagiária de Suporte, Tech Lead, UX/UI Designer, entre outros. Informações no link https://sambatech.kula.jobs/. Far.me A Far.me está com uma vaga aberta para Assistente Administrativo em Belo Horizonte, e Inside Sales B2C em São Paulo. Para mais informações: https://farme.gupy.io/. Group Software A Group Software está com mais de 30 oportunidades de emprego nas áreas de Backoffice, Mercado, Sucesso do Cliente e Tecnologia. Mais informações no link https://www.groupsoftware.com.br/carreira/. Melhor Envio O Melhor Envio está com 11 vagas em aberto para as seguintes áreas: Customer Success, Auxiliar de Departamento Pessoal, Analista de Recrutamento e Seleção, Product Designer Júnior, Auxiliar de Suporte Operacional e Logística, Data Engineer pleno, Devops Engineer, Front-end Pleno, Qa Engineer Pleno. Para o Melhor Ponto, as vagas são de Atendimento e Supervisor de Atendimento Externo. Inscrições pelo link https://jobs.kenoby.com/melhorenvio. Getrak A Getrak tem vagas abertas para Analista de Relacionamento e Auxiliar Administrativo, com vagas para PCD, todas para a cidade de Belo Horizonte. Os interessados devem acessar o link https://getrak.gupy.io/. NeuralMed A NeuralMed está com 4 vagas abertas para Desenvolvedor Devops Sênior, Desenvolvedor FrontEnd Pleno, Desenvolvedor FrontEnd Sênior e Desenvolvedor Python. Inscrições no link https://neuralmed.gupy.io/. Nvoip A Nvoip está com vagas disponíveis para as funções de Estágio em Designer e Criação, Estágio Comercial, Estágio em Atendimento, Estágio em Redação, Estágio em Suporte Técnico, Analista de Suporte Técnico Jr., Auxiliar de atendimento, Gestor(a) de Tráfego e Banco de Talentos. Os interessados podem se candidatar pelo link https://www.nvoip.com.br/quero-ser-um-nvoiper/. SalesFarm A SalesFarm está com mais de 80 vagas para vendedor, pré-vendedor, desenvolvedor, RH, analista de dados e coordenador comercial. Inscrições no link https://plataforma.salesfarm.com.br/register. Instituto Cliente Feliz O Instituto Cliente Feliz está com vaga aberta para o cargo de Designer Instrucional. Para se candidatar, é preciso enviar o currículo para: [email protected] SGA TI em Nuvem A SGA TI em Nuvem está com cinco vagas para as funções de executivo de negócios digitais, analista de projetos, cientista de dados, consultor de cloud e analista de processos. Os interessados podem se inscrever pelo link https://sga.solides.jobs/vacancies. Showkase A Showkase está com oito vagas abertas para as funções de Growth Marketer | Digital Strategist; Social Media Analyst; Marketing Digital | Conteúdo | Inbound Marketing; UX/UI Designer | Product Designer; Consultor Comercial; Engenheiro de Software Fullstack Pleno (com Background em Java); Estagiário de Desenvolvimento de Software e Estagiário de Marketing. Os interessados podem enviar e-mail para: [email protected] Track.co A Track.co está com mais de 10 vagas abertas para funções de Consultor de Vendas (BDR e SDR), Analista Fiscal, Analista Devops, Analista de Infraestrutura e Redes, Pessoa Desenvolvedora Backend e Frontend. Os interessados podem se candidatar no link https://jobs.kenoby.com/trackco. Aivo A Aivo está com três vagas abertas para Administration Analyst, SR Account Manager e Customer Success Manager. Inscrições no link https://aivorrhh.hiringroom.com/jobs. Tuim A Tuim está com 15 vagas abertas para funções de Arquiteto Sênior, Analista de Faturamento, Customer Service, Analista de Inside Sales, Auxiliar de Montagem de Móveis, Analista de Logística, Analista de B.I, Gestor Financeiro, Líder B2B2C e Mobility, Redator, Coordenador Digital, Designer, Analista de Marketing e de Planejamento Estratégico, Auxiliar de Serviços Gerais e Líder de Planejamento Estratégico. Os interessados podem enviar e-mail para: [email protected] Abstartups A Associação Brasileira de Startups (Abstartups) está com cinco vagas abertas, sendo quatro para Analista de Comunidades e uma para Analista de Controles Internos. Inscrições no link https://abstartups.solides.jobs/. Dataside A Dataside está com vagas abertas na área de tecnologia para os cargos de Analista de Infraestrutura Sênior, Analista de Monitoramento, Analista de Requisitos Pleno, DBA SQL Server Pleno e Sênior, Engenheiro de Software Sênior, Desenvolvedor Front-End Pleno (ReactJS), Desenvolvedor Back-End Pleno PHP/Python, Analista de Governança de Dados, Analista de Zabbix e Engenheiro de Dados Pleno e Sênior. Os interessados podem se inscrever no link https://dataside.solides.jobs/. Hospital Adventista Silvestre O Hospital Adventista Silvestre está com 10 vagas abertas para estágio médico na área de Terapia Intensiva para o primeiro semestre de 2022. O candidato precisa estar entre o 8º e 11º período do curso de Medicina e residir no Rio de Janeiro. As inscrições vão até o dia 10 de dezembro no link http://www.redeadventistasilvestre.com/programas/estagio-medico/ AMcom A AMcom está com 40 vagas abertas para Analista de Sistemas, Analista de Testes, Arquiteto de Software, Consultor Funcional, Desenvolvedor e Sistemas, Gerente de Projetos, entre outras. As inscrições podem ser feitas por meio do site https://amcom.gupy.io/ ESSS A ESSS — Engineering Simulation and Scientific Software — está com vagas abertas em diferentes segmentos de atuação no mercado de tecnologia. Além das vagas abertas, a companhia também disponibiliza um banco de talentos para cadastro de currículos que serão avaliados em futuras oportunidades. Confira: Especialista em Aplicações CAE | Colômbia Especialista em Aplicações CAE | Rio de Janeiro Executivo de Negócios | Argentina Executivo de Negócios | Portugal Gerente de Contas Vertical Energia | Rio de Janeiro Inside Sales | Chile Desenvolvedor de Software Pleno | Florianópolis Avalara A Avalara está com quatro vagas de emprego abertas para diferentes áreas relacionadas à tecnologia. Entre as oportunidades estão sênior SRE – Operações SaaS, analista de teste de software, especialista de Suporte ao Cliente e analista de desenvolvimento de software sênior. Inscrições no link Zappts A Zappts está com 8 vagas disponíveis para trabalho 100% remoto para Desenvolvedores, Analistas de Qualidade de Software, Analista de Excelência Operacional Jr. e Tech Recruiter. Informações no link https://zappts.gupy.io/ Hi Platform A Hi Platform tem 28 vagas abertas para as áreas comercial e de tecnologia. Todas as oportunidades são para o modelo home office e os salários chegam a R$ 12 mil. A startup busca profissionais para atuar com pré-vendas e para atuar em Back-end, Front-end e QA. Para se candidatar, basta acessar a página https://hiplatform.gupy.io/ Printi A Printi está com vagas de emprego abertas para os cargos de Analista de Marketing de Performance, Analista de Qualidade, Desenvolvedor Back-end, Product Owner e Tech Lead Front-End. Os interessados devem se candidatar através do link https://vagas.byintera.com/printi/ EDC Group A EDC Group está com duas vagas abertas para o cargo de Engenheiro cientista de P&D (Iluminação) e Engenheiro de Validação, ambas para trabalhar em Lima, no Peru. É necessário ter inglês fluente e disponibilidade para viagens. As inscrições podem ser realizadas no link: https://portalsinergyrh.com.br/MeuPortal/edcgroup

Motorista carreteiro, vendedor porta a porta e recepcionista atendente são alguns dos cargos disponíveis. Atendimento só precisa ser marcado em unidades de três cidades. Oportunidades desta terça-feira (7) foram ofertadas em 20 municípios do estado Julia Galvão/g1 Profissionais que estão em busca de emprego têm 262 vagas disponíveis oferecidas pelas 29 unidades da Agência do Trabalho, da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq). As oportunidades desta terça-feira (7) foram disponibilizadas em 20 municípios do estado. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Do total, 28 vagas foram reservadas para pessoas com deficiência e outras 14 são temporárias. Fiscal de atividades urbanas, vendedor porta a porta, motorista carreteiro e funileiro de automóveis são alguns dos cargos disponíveis (confira lista completa mais abaixo). LEIA TAMBÉM: Em Jaboatão, há 211 vagas para diversos níveis Governo faz seleção para contratar 40 professores UFRPE abre 17 vagas para profissionais de todos os níveis As oportunidades foram disponibilizadas no Recife (66) e em Araripina (3), Arcoverde (1), Belo Jardim (1), Bezerros (3), Cabo de Santo Agostinho (19), Camaragibe (4), Caruaru (21), Garanhuns (6), Goiana (3), Igarassu (6), Ipojuca (8), Nazaré da Mata (10), Paudalho (1), Paulista (43), Pesqueira (5), Petrolina (9), Salgueiro (16), Santa Cruz do Capibaribe (27) e Vitória de Santo Antão (9). O agendamento pelo do site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, Salgueiro e Vitória de Santo Antão. Nas outras, o atendimento é sem necessidade de marcação, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos mais assistidos de Pernambuco

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho Divulgação/prefeitura de Rio das Ostras Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (7) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Acer, Asus, Apple, Dell… conheça modelos e veja como fazer a melhor compra para estudar, trabalhar e jogar. Guia de Compras 2021: notebooks g1 Comprar um notebook novo às vezes parece mais complicado que trocar de carro. Termos como SSD, RAM, resolução de tela e até mesmo qual é a geração de um processador importam muito na hora da compra. Neste guia, o g1 selecionou 14 modelos em três categorias principais: Básicos: notebooks de entrada com boas configurações e preços mais baixos, a partir dos R$ 3.200 no início de dezembro. Para estudar e trabalhar: com configurações mais avançadas e valores um pouco mais altos entre R$ 5.500 e R$ 11.000 na primeira semana de dezembro. Para jogar: com especificações técnicas voltadas ao público gamer. Outros guias: Fones bluetooth: teste com opções que cabem em todo tipo de bolso Celulares intermediários: qual modelo escolher com preço até R$ 2.000? Smart TV: 4K, 8K, QLED, OLED… saiba como escolher TODOS OS GUIAS DE COMPRAS Veja a lista a seguir e, ao final da reportagem, leia o que é preciso entender para comprar um notebook. Guia de Compras 2021: notebooks básicos g1 Acer Aspire 5 (A514) Acer Aspire 5 Divulgação É o notebook com um dos menores preços desta lista, custando em torno de R$ 3.200 nas lojas on-line no começo de dezembro, o Acer Aspire 5 tem design fino (1,8 cm de espessura) e tela de 14 polegadas com resolução Full HD. O notebook pesa 1,9 kg. Nas configurações, vem com processador Intel Core de 11ª geração (a mais recente), 256 GB de armazenamento interno (SSD), 8 GB de memória RAM e roda Windows 10. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Dell Inspiron 15 3000 Dell Inspiron 15 3000 Divulgação O modelo básico da Dell tem uma tela de 15,6 polegadas (resolução 1366 x 768) e vem com Windows 10 instalado. Por dentro, o Dell Inspiron 15 3000 tem processador Intel Core i3 (10ª geração), 4 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento SSD. O modelo pesa 1,74 kg. No começo de dezembro, seu preço nas grandes lojas da internet era de R$ 3.500. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas HP 256 G8 HP 256 G8 Divulgação Com um preço na faixa dos R$ 4.000 nas lojas on-line no início de dezembro, o HP 256 G8 traz em sua configuração um processador Intel Core i5 (10ª geração), 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno (SSD). O notebook pesa 1,74 kg. Sua tela é de 15,6 polegadas (resolução 1366 x 768) e o notebook vem com Windows 10 instalado. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Lenovo Ideapad 3 Lenovo Ideapad 3 Divulgação A linha Ideapad 3 da Lenovo vem com processador AMD Ryzen 5 5500U e Windows 11 instalado. Por dentro, suas especificações técnicas incluem 256 GB de SSD, 8 GB de memória RAM e uma tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD. A máquina pesa 1,7 kg. Nas grandes lojas on-line, o preço do notebook era de R$ 3.500 no começo de dezembro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Samsung Book (NP550) Samsung Book Divulgação O modelo básico da Samsung conta com diversas configurações. O Book (NP500) vem com processador Intel Core i5 (11ª geração), 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento SSD. O portátil pesa 1,81 kg. Sua tela é de 15,6 polegadas com resolução Full HD e o Samsung Book conta com Windows 10 instalado. No início de dezembro, seu preço nas lojas on-line ficava na faixa de R$ 3.800. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Guia de Compras 2021: Notebooks para estudar e trabalhar g1 Apple MacBook Air M1 Apple MacBook Air M1 Divulgação O MacBook Air faz parte da geração mais recente de notebooks da Apple com o processador M1, desenvolvido pela fabricante. Nas lojas on-line, no início de dezembro, era possível encontrar o portátil da Apple em configurações com 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento SSD na faixa dos R$ 8.500. O MacBook Air pesa 1,2 kg. O modelo roda sistema operacional Mac OS X “Monterey" e tem tela de 13 polegadas (resolução "retina" de 2560 x 1600). 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Asus VivoBook 15 (K513EQ) Asus VivoBook 15 Divulgação O notebook com tela de 15,6 polegadas e resolução Full HD tem bastante memória RAM: vem com 16 GB instalados, além de 512 GB de armazenamento interno no SSD. As configurações do Asus VivoBook 15 incluem ainda um processador Intel Core i7 (11ª geração) e placa de vídeo Nvidia GeForce MX350. O portátil vem com Windows 10 instalado e pesa 1,7 kg. No começo de dezembro, seu preço nas lojas on-line ficava na faixa de R$ 7.500. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Asus ZenBook Duo 14 (UX482EA) Asus ZenBook Duo 14 Divulgação O ZenBook Duo 14 é um modelo com duas telas: uma principal de 14 polegadas (Full HD) e uma sensível ao toque localizada acima do teclado, com 12,6. A máquina, com preço na faixa dos R$ 11.000 nas lojas online na primeira semana de dezembro, vem com Windows 10 e pesa 1,6 kg. Suas configurações incluem processador Intel Core i7 (11ª geração), 8 GB de memória RAM, placa de vídeo Intel Iris Xe e 512 GB de armazenamento interno em SSD. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Avell B.On Avell B.On Divulgação O notebook da fabricante brasileira tem uma tela de 15,6” touchscreen com resolução Full HD e vem com processador Intel Core i5 (11ª geração) e Windows 10. As configurações do Avell B.on incluem ainda 8 GB de memória RAM, 250 GB de armazenamento interno em SSD e placa de vídeo Intel Iris Xe. O portátil pesa 1,6 kg. No começo de dezembro, seu preço nas lojas on-line era de R$ 9.000. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Lenovo ThinkPad E14 Gen 3 Lenovo ThinkPad E14 Gen3 Divulgação Com tela de 14 polegadas com resolução Full HD, o ThinkPad E14 Gen 3 é um notebook que inclui em suas especificações técnicas um processador Intel Core i5 (10ª geração) com placa de vídeo integrada e Windows 10. As configurações do notebook também incluem 16 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento no SSD. O computador pesa 2,2 kg. Seu preço médio nas lojas on-line era de R$ 6.500 na primeira semana de dezembro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas LG Gram 14Z90N LG Gram 14Z90N Divulgação O modelo com tela de 14 polegadas Full HD da LG traz uma configuração com processador Intel Core i5 (10ª geração) com 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento SSD e placa de vídeo Intel Iris Plus. O LG Gram 14Z90N pesa 999 gramas e roda Windows 10. No início de dezembro, seu preço nas grandes lojas da internet era de R$ 6.000. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Samsung Galaxy Book Pro 360 Samsung Galaxy Book Pro 360 Divulgação O notebook é do tipo 2-em-1, pois sua tela gira 360 graus e transforma o produto com tela sensível ao toque de 13,3 polegadas Full HD em um tablet. Vem até com uma caneta (S-Pen) para escrever e desenhar. As especificações do Galaxy Book Pro 360 incluem processador Intel Core i7 (11ª geração), 16 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento SSD. Vem com Windows 10 instalado e pesa 1,04 kg. Na primeira semana de dezembro, ele custava em torno de R$ 11.000 nas lojas on-line. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Guia de Compras 2021: notebooks para jogar g1 Acer Nitro 5 (AN517) Acer Nitro 5 Divulgação O notebook gamer da Acer vem com processador Intel Core i7 (10ª geração), 8 GB de memória RAM e placa de vídeo Nvidia GeForce GTX1650. O Acer Nitro 5 traz ainda uma tela de 17,3 polegadas Full HD com taxa de atualizaçao de 144 Hz e 512 GB de armazenamento SSD. Seu design conta com um chassi com acabamento texturizado e detalhes em vermelho. Vem com Windows 10 instalado. No início de dezembro, seu preço nas lojas on-line estava em torno de R$ 8.000. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Dell G15 Dell G15 Divulgação O modelo da Dell para jogar vem em configuração com processador AMD Ryzen 5, placa de vídeo Nvidia GeForce RTX3050 e 8 GB de RAM. A tela do Dell G1 é de 15,6 polegadas com taxa de atualizaçao de 120 Hz e o armazenamento interno, de 512 GB. O notebook já vem com Windows 11 instalado e pesa 2,5 kg. Nas grandes lojas on-line, seu preço era de R$ 6.500 no começo de dezembro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas No que prestar atenção na hora de comprar um notebook ARMAZENAMENTO INTERNO: Segundo o especialista em tecnologia Bruno Lagoela, o maior gargalo de desempenho dos notebooks está no disco rígido – a parte que guarda seus dados, fotos e documentos, o sistema operacional. A máquina pode até ter um bom processador, mas o uso do HD acaba criando um gargalo no desempenho do notebook. A solução é comprar uma máquina com SSD, um disco de estado sólido, que é mais rápido que o HD convencional. “É importante prestar atenção em formas de armazenamento mais rápidas. Em notebooks mais baratos isso vem com o nome de eMMC, que é pelo menos quatro vezes mais rápido que um HD”, diz Lagoela, que também tem um canal no YouTube. O indicado mesmo é a presença de um SSD, que é de 5 a 20 vezes mais rápido que um HD, segundo o especialista. MEMÓRIA RAM: É o segundo pilar mais importante, pois é onde o sistema operacional e os aplicativos acessam informações rápidas. Quanto mais RAM, melhor. Para rodar o Windows 10 ou 11 sem travar, o mais indicado é ter ao menos 8 GB de RAM no notebook, de acordo com Lagoela. Seu computador está lento? Descubra o que pode ser a causa PROCESSADOR AMD OU INTEL?: Segundo o especialista, no geral não importa se o processador utilizado no notebook é AMD ou Intel. Caso a escolha seja por um notebooks Intel, vale notar a geração do chip: as mais utilizadas e recentes são a 10ª e 11ª gerações dos processadores Core (com versões i3, i5 e i7). GAMER OU NÃO? “Notebook gamer compensa para quem realmente quer jogar ou trabalha com softwares mais pesados”, explica Lagoela. “Mas tem que lembrar que ele consome mais energia, esquenta mais e, por causa disso, precisa de equipamentos de resfriamento”, diz o especialista. Isso deixa o design dos notebooks gamers mais robusto. “No fim, é um notebook mais potente e com placa de vídeo dedicada”, conclui. 2 EM 1 E TELA TOUCH: Alguns notebooks vêm com tela sensível ao toque e determinados modelos até giram por completo a tela, permitindo seu uso como tablet. "É algo do que designers, arquitetos e afins podem se beneficiar”, comenta o especialista. TELA: O tamanho de tela importa pelo tipo de uso – um modelo de 13 ou 14 polegadas cabe na mochila e pode não ser muito pesado. Já um notebook com tela de 17” é mais difícil de levar por aí. O recomendável é que a tela tenha resolução Full HD (1920 x 1080 pontos) para mais ter detalhes na visualização. Os notebooks gamers têm telas com altas taxas de atualização (120Hz ou 144Hz). Isso corresponde a quantas vezes a tela "pisca" para atualizar por segundo. Quanto maior o número, mais rápido o notebook recarrega as informações demonstradas e deixa a sensação de uso com maior fluidez nos games. ATENÇÃO AO SISTEMA OPERACIONAL: Alguns fabricantes oferecem versões mais baratas dos seus notebooks com sistema operacional Linux. Isso não é um problema para quem precisa apenas editar textos e navegar na web, mas pode ser para quem precisa de aplicativos específicos para Windows ou rodar jogos mais sofisticados. Na hora da compra, verifique se tem Windows 10 ou Windows 11 pré-instalados no computador. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. 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