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Especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. O prazo para fazer a declaração do Imposto de Renda 2021 já começou – e com ele as dúvidas dos contribuintes. Para ajudar nessa tarefa, a pedido do G1, o especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. Serão 3 perguntas por dia, de segunda a sexta. Tem alguma dúvida? Mande sua pergunta e veja as já respondidas SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 1) Enviei minha declaração, mas errei o número da agência para receber a restituição. Como faço para corrigir? (Antonio Paiva) Resposta: A conta pode ser corrigida através do ECAC (https://www3.cav.receita.fazenda.gov.br). Para alteração de dados bancários para recebimento de restituição de Imposto sobre a Renda da Pessoa Física acesse o “Meu Imposto de Renda” (Extrato da DIRPF). No item Restituição, clique em "Consultar e Alterar Conta para Crédito de Restituição" e informe os novos dados bancários. Outra opção seria retificar a declaração, incluindo o dado correto. 2) Enviei a declaração com o programa de 2020. Quando percebi o erro, utilizei o programa 2021 e enviei. Isso vai dar problemas? (Egito Carvalho) Resposta: O programa gerador da declaração a ser utilizado deve ser correspondente exercício 2021, ano calendário 2020. Caso tenha entregado a declaração utilizando o programa referente a outro ano, deverá retificar a declaração entregue incorretamente, de acordo com as informações correspondentes àquele ano. Verifique através do portal E-CAC se consta alguma pendência ou divergência de dados da declaração indevida. Eventualmente poderá ser necessário apresentar uma petição administrativa para a Receita solicitando o cancelamento da declaração enviada indevidamente. 3) Minha declaração gerou imposto a ser pago. Imprimi o Darf e paguei, porém verifiquei que havia esquecido de colocar os gastos com educação. Retifiquei a declaração e gerou um imposto de quase R$ 500 a menos. Como já havia pago o Darf, como faço para ser ressarcido desses R$ 500? (Nivaldo) Resposta: O ressarcimento de valores de imposto pagos indevidamente pode solicitado através do PERD/DECOMP – Pedido Eletrônico de Restituição Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação. O pedido pode ser feito diretamente pelo portal ECAC (https://www3.cav.receita.fazenda.gov.br), através da opção Restituição e Compensação

Vagas são para trabalhar nos municípios de Ferraz de Vasconcelos, Suzano, Guararema e Mogi das Cruzes. Alto Tietê reúne mais de 300 oportunidades para quem busca emprego nesta segunda Heloise Hamada/G1 Os programas de encaminhamento ao emprego do Alto Tietê oferecem 320 vagas de trabalho nesta segunda-feira (19). As oportunidades são para atuar nas cidades de Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Guararema e Suzano. Vagas em Ferraz de Vasconcelos No Mural de Oportunidades de Ferraz de Vasconcelos estão disponíveis quatro oportunidades de emprego. Os interessados podem encaminhar currículos pelo e-mail [email protected] Mais informações pelo número 4674-7843. Vagas de emprego em Ferraz de Vasconcelos SAT de Guararema O Serviço de Atendimento ao Trabalhador (SAT) tem nesta semana 40 vagas. Em razão da pandemia da Covid-19 e da necessidade de fechamento dos prédios públicos, os candidatos devem se cadastrar às vagas pelos telefones 4693-1717 e 4693-1432. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30. Vagas de emprego em Guararema Suzano Já no programa de encaminhamento ao emprego de Suzano há 138 oportunidades. Os interessados podem procurar uma das duas unidades do Centro Unificado de Serviços (Centrus). A central fica na Avenida Paulo Portela, 210. Já o Centrus Norte está localizado na Avenida Francisco Marengo, 2.301, no Jardim Dona Benta. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 4745-2264. Vagas de emprego em Suzano Emprega Mogi A cidade de Mogi das Cruzes possui 138 vagas. As pessoas interessadas devem acessar a plataforma Emprega Mogi para participar. Os telefones para mais informações são 4699-1900, 4699-2784, 4798-6315 ou 97422-4273. Os detalhes sobre as vagas em Mogi, como remuneração oferecida e outras exigências, podem ser acessados no site da Prefeitura. Vagas de emprego do programa Emprega Mogi Assista a mais notícias

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Agência Brasil Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (19) em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Através da Agência do Trabalho, são oferecidas oportunidades para auxiliar de limpeza, servente de obras, vendedor, entre outras. Parte das vagas não exigem escolaridade ou experiência. Com a carteira de trabalho na mão, jovem aguarda por atendimento em processo seletivo Celso Tavares/G1 O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE) reúne 216 vagas de emprego em 18 municípios do estado, nesta segunda-feira (19). Os interessados podem se candidatar às oportunidades através das Agências do Trabalho. As vagas são nas seguintes cidades: Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paudalho, Pesqueira, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. Há oportunidades para quem busca trabalhar como operador de telemarketing, servente de obras, auxiliar de limpeza, entre outras profissões (veja lista abaixo). Os interessados podem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da secretaria ou do Portal Cidadão. Após realizar o cadastro, é preciso escolher a opção "intermediação de mão-de-obra". Vagas de emprego Vagas temporárias Vagas exclusivas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho. Saiba mais sobre no vídeo abaixo: Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias

Entre as áreas com maior previsão de demanda por projetos especializados no primeiro semestre de 2021 estão TI, atendimento ao cliente e apoio administrativo. Carteira de trabalho Gilson Abreu/AEN Pesquisa divulgada pela empresa de recrutamento especializado Robert Half mostra que 59% dos recrutadores entrevistados acreditam que sua empresa irá utilizar mais mão de obra especializada para projetos temporários nos próximos anos. Os motivos para a tendência de aumento na contratação de profissionais temporários são os seguintes: Oportunidades de projetos pontuais: 40% Necessidade de as organizações se tornarem mais ágeis e flexíveis: 17% Necessidade de aliviar as sobrecargas das equipes: 13% Falta de funcionários: 13% Ainda segundo o levantamento, 39% dos recrutadores afirmaram que contrataram profissionais temporários para a área de tecnologia da empresa nos últimos meses. As 5 áreas com maior previsão de demanda por projetos especializados no primeiro semestre de 2021 são as seguintes: TI Atendimento ao cliente Apoio administrativo Marketing e Vendas Finanças e Contabilidade Para Lucas Nogueira, diretor de Recrutamento da Robert Half, o aumento nos processos de contratação de profissionais especializados para projetos é um movimento que vem ocorrendo nos últimos anos e foi significativamente acelerado pela pandemia. Ele aponta ainda que os prazos dos projetos estão diminuindo, o que indica que o empresário vê a solução como estratégica para o seu negócio e não apenas para cobrir ausências temporárias. “Entre os principais motivos para o crescimento na demanda estão a flexibilização da legislação trabalhista brasileira que, desde novembro de 2017, possibilitou a terceirização de atividades-fim por parte das empresas, diminuindo a insegurança jurídica que antes era significativa. Além do próprio cenário de incertezas, diretamente associado à pandemia, que gera receio nas empresas em relação à possibilidade de contratações futuras de profissionais permanentes”, avalia Nogueira. Na visão dos profissionais entrevistados De acordo com a pesquisa, 78% dos profissionais empregados e desempregados acreditam que, em 5 anos, haverá mais oportunidades para atuar em projetos temporários do que atualmente. Os motivos elencados foram: Necessidade de as organizações se tornarem mais ágeis e flexíveis: 66% Preferência e facilidade de contratação por projetos do que ampliar o número de funcionários permanentes: 66% Mudança de mentalidade das organizações: 51% Oportunidades de projetos pontuais extras: 40% Além disso, 64% dos profissionais permanentes acreditam que trabalhar como um profissional especializado em um projeto temporário se consolidará como tendência para o futuro do trabalho nos próximos anos. Na pesquisa, 92% dos profissionais disseram que trabalhar como temporário foi ou é positivo para os seus currículos. As principais vantagens de trabalhar como temporário foram: Adquirir experiência: 69% Networking: 66% Contato com ferramentas novas: 55% Oportunidade de efetivação: 52% Flexibilidade: 42% Apenas 1% dos profissionais desempregados disse que não aceitaria uma oportunidade em um projeto temporário. Entre os profissionais empregados, o índice chega a 17%. As situações em que os profissionais empregados aceitariam uma oportunidade em um projeto temporário são: Para trabalhar em uma empresa fora do país, mesmo que remotamente: 49% Para atuar em um projeto desafiador: 43% Para ampliar meus conhecimentos e networking: 43% Os profissionais qualificados empregados em projetos foram a única categoria em que a situação futura (próximos 6 meses) voltou ao território otimista após queda na última pesquisa. A 15ª edição do Índice de Confiança foi feita entre os dias 9 e 28 de fevereiro, com base na percepção de 1.161 profissionais, igualmente divididos em três categorias: recrutadores (profissionais responsáveis por recrutamento nas empresas ou que têm participação no preenchimento das vagas); e profissionais qualificados empregados e desempregados (com 25 anos de idade ou mais e formação superior).

Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade, com salários que chegam a R$ 32.004,65. Somente em um processo seletivo, da MGS, são mais de 3,3 mil vagas. Candidatos de concurso público de máscaras durante a realização de provas em Divinópolis (MG), em março Marcela Mesquita/G1 Pelo menos 80 concursos públicos estão com inscrições abertas no país nesta segunda-feira (19) que, juntos, ofertam mais de 9,4 mil vagas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Somente um dos concursos abertos oferece mais de 3,3 mil vagas. Ele é realizado pela empresa Minas Gerais Administração e Serviços S.A. (MGS), que busca profissionais de nível fundamental e médio. VEJA A LISTA COMPLETA DE OPORTUNIDADES Além das vagas abertas, alguns processos seletivos têm, também, formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Dentre as oportunidades abertas no país, uma das remunerações mais altas é oferecida pelo Ministério Público do Distrito Federal ao cargo de promotor de Justiça, cujo salário inicial é de R$ 32 mil. A grande maioria dos concursos em aberto são para órgãos públicos municipais e estaduais. No âmbito federal, há pelo menos quatro processos seletivos em andamento. São eles: Aeronáutica, que oferece 130 vagas para a formação de cadetes, que exige escolaridade de nível médio; Exército, que tem 1,1 mil vagas para a Escola de Sargentos; Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que seleciona 107 profissionais de nível superior na área de engenharia e arquitetura; Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que oferece 165 vagas para cargos de nível superior. Pelo menos dois concursos começam a receber inscrições nesta segunda-feira (19). Veja os detalhes deles abaixo: Prefeitura de João Pessoa (PB) Inscrições: até 06/05/2021 618 vagas Salário de até R$ 6.412,30 Cargo de nível médio, técnico e superior Veja o edital Prefeitura de Porto Esperidião (MT) Inscrições: até 26/04/2021 10 vagas Salário de até R$ 1.550,00 Cargo de nível médio Veja o edital

Oportunidades são para profissionais de nível médio e superior distribuídas em dois editais. A AGU tem sede em Brasília, no Distrito Federal Sérgio Moraes/AGU A Advocacia-Geral da União (AGU) abre nesta terça-feira (20) as inscrições para dois processos seletivos para o total de 110 vagas temporárias em cargos de nível médio e superior. As contratações terão prazo de um ano, prorrogáveis por igual período. São dois editais distintos - veja os editais no site da AGU. Um deles é para 100 vagas, sendo 50 de nível médio, com remuneração de R$ 1,7 mil, e 50 de nível superior, com salário de R$ 3,8 mil. Para nível médio as vagas são para profissional de apoio em atividades técnicas de formação específica. A função é triagem e tratamento de processos judiciais e informações contidas em sistemas de consultas em bases de dados governamentais. É exigida experiência profissional de 1 ano, devidamente comprovada, relacionada a triagem e tratamento de processos judiciais. Para nível superior as vagas são para profissional de apoio em atividades técnicas de suporte. A função é análise de processos judiciais e elaboração de minutas de documentos. É exigida experiência profissional de 1 ano, devidamente comprovada, relacionada a análise de processos judiciais. Já o outro edital prevê 10 vagas, todas de nível superior, com remuneração de R$ 8,3 mil. Cinco vagas são para gerente em atividades Técnicas de Complexidade Gerencial. O candidato deve ter graduação em Administração, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Pública ou qualquer área correlata. Além de experiência profissional mínima de três anos na área de formação. As outras cinco vagas são para técnico em atividades Técnicas de Tecnologia da Informação. O candidato deve ter graduação em Análise de Sistemas, Tecnologia da Informação, Ciência da Computação ou qualquer área correlata. Além de experiência profissional mínima de três anos na área de formação. Para todos os cargos, de ambos editais, a jornada de trabalho será de 40 horas semanais. As vagas estão distribuídas entre as cidades de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Recife. A inscrições aos dois processos seletivos devem ser feitas exclusivamente pela internet até 28 de abril, no site da AGU. A seleção dos candidatos será feita apenas por meio de avaliação de títulos e contagem de tempo de experiência profissional. A previsão é que o resultado final dos dois processos seletivos seja divulgado até o dia 8 de junho.
Receita adiou o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda de 30 de abril para 31 de maio; veja o que pesar na decisão da data do envio. Imposto de Renda 2021: programa tira dúvidas sobre a declaração Com o adiamento do prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda de 30 de abril para 31 de maio, o que muda na vida do contribuinte? SAIBA MAIS SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 Mesmo com o adiamento do prazo, a recomendação é que o contribuinte prepare a declaração o quanto antes. "O alongamento de prazo é importante, mas é fundamental que o contribuinte faça o quanto antes a declaração, mesmo que faltem documentos. Isso evita erros que possam levar para a malha fina. Já a entrega pode ser feita de forma estratégica para o contribuinte", avalia Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil. Para a consultoria BDO, com essa mudança de data para a entrega, muitos brasileiros acabam deixando para declarar mais para o final, e isso, além de colocar em risco o preenchimento correto dos dados, atrasa também o recebimento da restituição, uma vez que o critério estabelecido pela Receita Federal para o pagamento é relacionado com a data da entrega, ou seja, o quanto antes a declaração é entregue, mais cedo o contribuinte recebe a valor devido, caso a declaração não esteja na malha fina. O contador e advogado especialista em Imposto de Renda e sócio da Calderon Contabilidade, Daniel Calderon, avalia que a vantagem do adiamento é para o contribuinte que identificar algum erro em sua declaração já enviada, pois ele ganhou um tempo maior para a correção. "A declaração retificadora pode ser enviada até o último dia do prazo para entrega, ou seja, até 31 de maio. O contribuinte deve entrar no programa do IR, selecionar a declaração enviada com erros, informar o número do recibo, corrigir os erros, informar que a declaração é retificadora e enviá-la", orienta. Para quem tem imposto a pagar Para Domingos, caso o contribuinte tenha imposto a pagar e esteja em dificuldade financeira, o ideal é entregar nos últimos dias, pois assim terá um prazo maior para se organizar financeiramente para a realização desse pagamento. No entanto, ele precisa se ater ao novo prazo de pagamento da 1ª cota do imposto devido. "Se o contribuinte deseja pagar o imposto devido via débito automático desde a 1ª cota, a solicitação deve ser feita até o dia 10 de maio. Caso envie a declaração após esta data, deverá pagar a 1ª cota por meio do Darf, gerado pelo próprio programa, sem prejuízo do débito automático das demais cotas", explica. A segunda cota, que deveria ser paga até o fim de maio, teve prazo prorrogado até 30 de junho. A terceira, que venceria no fim de junho, passou para 30 de julho, e as demais para o fechamento dos meses subsequentes. Assim, a oitava cota, que antes venceria no fim de novembro, passou para 31 de dezembro. Se não for feita a opção pelo débito automático, os Darfs podem ser emitidos pelo programa ou pelo Extrato da Declaração, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), da Receita Federal. Para quem tem imposto a receber Já para que tem imposto a restituir, a Receita manteve o calendário de pagamento mesmo com o adiamento. Também foi mantida a redução de sete para cinco lotes nas restituições deste ano. Veja como será o calendário da restituição do IRPF em 2021: 1º lote: 31 de maio 2º lote: 30 de junho 3º lote: 30 de julho 4º lote: 31 de agosto 5º lote: 30 de setembro O diretor da Confirp explica que antecipar a entrega é interessante para quem tem dinheiro a receber, ou seja, imposto a restituir. "Entregando o quanto antes a declaração, a chance de receber esse valor nos primeiros lotes é maior, e muita gente está necessitado desse dinheiro", explica Richard. Vantagens de entregar antes: Contribuinte que tem imposto a restituir e necessita de recursos financeiros receberá logo nos primeiros lotes; Se livra do compromisso e do risco de perda do prazo; Possui mais tempo para ajustes da declaração. Vantagem de entregar nos últimos dias: Quem tem que pagar para a Receita os valores de impostos terá como melhor planejar o caixa para esse pagamento, pois postergará o prazo. Veja vídeos sobre o Imposto de Renda 2021

Recebem trabalhadores com número do benefício encerrado em 2; ajuda creditada nesta segunda será paga da mesma forma que o Bolsa Família. Uma nova rodada de pagamento do Auxílio Emergencial 2021 para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família será feita nesta segunda-feira (19). Será creditada a primeira parcela para os beneficiários cujo número do NIS termina em 2. Segundo o Ministério da Cidadania, 10 milhões de beneficiários do Bolsa Família receberão o Auxílio Emergencial em abril – num total de R$ 2,98 bilhões. Mais de 50% desse público (5,098 milhões de pessoas) são mulheres chefes de família, que receberão R$ 375 cada uma. Outros 3,34 milhões receberão parcelas de R$ 250, enquanto 1,56 milhão terão pagamentos de R$ 150. Para os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos começaram em 6 de abril. Os nascidos em janeiro a junho já receberam a primeira parcela. Os pagamentos da primeira parcela do benefício, para todos os públicos, vão até o final do mês de abril (veja nos calendários mais abaixo). Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; veja como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL A ajuda creditada nesta segunda será paga da mesma forma que o Bolsa Família. Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM RECEBE NESTA SEGUNDA: trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS termina em 2, e que se enquadram nos critérios do programa Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Os integrantes do Bolsa Família que julgarem que se enquadram nos critérios determinados pela legislação do Auxílio Emergencial 2021 e não foram contemplados em abril podem fazer a contestação no Portal de Consultas da Dataprev. O período de contestações para esse público segue até 1º de maio. Veja aqui como fazer a contestação Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - Calendário para trabalhadores fora do Bolsa Família Economia G1 Volta do novo auxílio emergencial vai impactar na taxa de pobreza VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial

Atendimentos ocorrem pela internet, telefone ou com horário agendado. Há ofertas exclusivas para pessoas com deficiências (PCD). PATs ofertam 280 oportunidades de emprego na região de Campinas Agência Brasil Os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) da região de Campinas (SP) oferecem 290 vagas de emprego nesta segunda-feira (19), segundo dados fornecidos ao G1 pelas prefeituras de nove municípios. Veja, abaixo, a lista de cargos por cidade. As oportunidades são para diversos níveis de escolaridade e candidatos de todos os gêneros. Além disso, existem vagas exclusivas para pessoas com deficiência (PCD). As administrações municipais alertam que as os postos podem ser preenchidos ao longo do dia. Por conta da pandemia, os atendimentos nos postos têm sido realizados de forma online, por telefone ou presencialmente, com horário agendado. A recomendação é para que o candidato acompanhe os canais oficiais das prefeituras. Americana - 21 vagas Americana (SP) oferece 21 vagas de emprego através do PAT. Para se inscrever nas vagas é necessário comparecer na unidade de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h, na Rua Anhanguera, 16, Centro. ½ oficial de cozinha - 1 vaga; ½ oficial de mecânico de empilhadeira - 1 vaga; Assistente administrativo (a) - 1 vaga; Auxiliar de almoxarifado - 1 vaga; Balconista - 1 vaga; Costureiro (a) - 3 vagas; Cozinheiro (a) - 1 vaga; Encanador (a) industrial - 1 vaga; Instalador (a) de alarmes - 1 vaga; Mecânico (a) de automóveis e caminhão - 1 vaga; Mecânico (a) de refrigeração - 1 vaga; Mecânico (a) de tear - 1 vaga; Médico (a) veterinário (a) - 1 vaga; Operador (a) de máquina - 1 vaga; Operador (a) de manipulador telescópico - 1 vaga; Porteiro (a) - 1 vaga; Serralheiro (a) - 1 vaga; Torneiro (a) mecânico - 2 vagas. Para mais informações, os trabalhadores também podem entrar em contato pelo telefone (19) 3461-0289 ou na página do PAT. Campinas - 29 vagas O CPAT de Campinas (SP) disponibiliza 29 vagas de emprego em 21 ocupações. O agendamento de atendimentos presenciais deve ser feito pelo Portal do Cidadão. Acabador (a) de mármore e granito - 1 vaga; Agente de vistoria de alarmes - 3 vagas; Ajudante de reparador - 1 vaga; Chefe de serviço de limpeza - 6 vagas; Conferente de logística - 1 vaga; Costureira de máquina reta - 1 vaga; Costureira de máquinas industriais - 1 vaga; Instalador (a) de sistemas eletrônicos de segurança - 1 vaga; Jardineiro (a) - 1 vaga; Motorista de caminhão basculante e pá escavadeira - 1 vaga; Motorista de caminhão - 1 vaga; Pedreiro (a) - 1 vaga; Pedreiro (a) de acabamento - 1 vaga; Polidor (a) de metais - 1 vaga; Porteiro (a) - 2 vagas; Programador (a) de sistemas de informação - 1 vaga; Serrador (a) de mármore - 1 vaga; Soldador (a) - 1 vaga; Supervisor (a) de atendimento ao cliente - 1 vaga; Tratorista e operador (a) de roçadeira - 1 vaga; Vendedor (a) orçamentista para refrigeração e ar condicionado - 1 vaga. Espírito Santo do Pinhal - 6 vagas A cidade de Espírito Santo do Pinhal (SP) oferece nesta semana seis vagas de emprego pelo PAT. Para participar dos processos seletivos, é necessário enviar os currículos e número do CPF para [email protected] Cozinheira - 1 vaga; Costureira - 1 vaga; Fresador (a)/ torneiro convencional - 1 vaga; Marceneiro (a) - 1 vaga; Motorista de caminhão – 1 vaga; Operador (a) de produção (APTIV) - 1 vaga. O telefone (19) 3661-2114 ou site podem ser usados para atendimento. O PAT suspendeu temporariamente o trabalho presencial por conta da pandemia do coronavírus. Indaiatuba - 82 vagas O PAT de Indaiatuba está com 82 vagas abertas. Por conta da pandemia, a unidade pede que os interessados entrem em contato pelo telefone (19) 3816-9252. Exige fundamental incompleto: Ajudante de obras – 1 vaga Auxiliar de confeiteiro - 1 vaga Auxiliar de pizzaiolo - 1 vaga Caseiro - 1 vaga Cozinheiro - 1 vaga Jardineiro – 1 vaga Mecânico de auto em geral – 1 vaga Moldador de fundição (metais) – 1 vaga Montador de estruturas metálicas – 1 vaga Oficial de serviços gerais – 2 vagas Operador de tesoura mecânica e máquina de corte - 1 vaga Pedreiro – 2 vagas Pintor de obras – 1 vaga Pintor industrial – 1 vaga Serralheiro – 1 vaga Servente de obras – 1 vaga Soldador – 1 vaga Exige fundamental completo: Açougueiro – 3 vagas Agente de microcrédito - 1 vaga Ajudante de cozinha – 1 vaga Atendente de balconista – 1 vaga Auxiliar mecânico de refrigeração – 1 vaga Balconista de açougue – 1 vaga Barman – 1 vaga Caldeireiro montador – 1 vaga Cozinheiro geral – 1 vaga Eletricista – 1 vaga Garçom – 1 vaga Mecânico de manutenção de máquina industrial – 1 vaga Montador soldador – 1 vaga Motorista de caminhão – 1 vaga Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações - 1 vaga Pedreiro – 1 vaga Pizzaiolo – 1 vaga Porteiro – 1 vaga Soldador – 2 vagas Exige ensino médio completo: Agente de microcrédito - 1 vaga Analista de controle de qualidade – 1 vaga Ajudante de serralheiro - 1 vaga Apontador de produção – 1 vaga Auxiliar de confeitaria – 1 vaga Auxiliar de logística – 1 vaga Caldeireiro (chapas de ferro e aço) – 1 vaga Caseiro – 1 vaga Chefe de serviço de limpeza – 1 vaga Cozinheiro geral – 1 vaga Desenhista mecânico – 1 vaga Eletricista - 1 vaga Eletricista auxiliar – 1 vaga Empregado doméstico nos serviços gerais – 1 vaga Encarregado de orçamento – 1 vaga Enfestador de roupas – 1 vaga Ferramenteiro de bancada – 1 vaga Fiscal de prevenção de perdas – 2 vagas Fresador – 1 vaga Inspetor de montagem – 1 vaga Manobrista – 2 vagas Mecânico de diesel e eletricidade – 1 vaga Mecânico de manutenção de máquinas, em geral – 1 vaga Motorista de caminhão – 1 vaga Operador de tesoura mecânica e máquina de corte – 1 vaga Operador de triagem e transbordo – 1 vaga Preparador de torno automático – 1 vaga Programador de máq - ferramenta com comando numérico – 1 vaga Programador de risco e corte – 1 vaga Projetista de móveis – 1 vaga Torneiro mecânico – 2 vagas Traçador de caldeiraria – 1 vaga Vendedor – 1 vaga Exige curso técnico Técnico de enfermagem – 1 vaga Técnico eletrônico – 1 vaga Exige ensino superior incompleto Engenheiro mecânico – 1 vaga Exige superior completo Consultor de tecnologia da informação – 1 vaga Exclusiva PCD Auxiliar operacional de logística - 1 vaga Jaguariúna - 22 vagas O PAT de Jaguariúna (SP) oferece oportunidades de emprego em 22 cargos, mas não especificou a quantidade de vagas para cada posto de trabalho. Por conta da pandemia, o serviço é prestado pelo telefone (19) 3837-4530. Interessados também podem encaminhar um currículo por e-mail designando a vaga pretendida no endereço [email protected] Açougueiro (a); Agente de asseio e conservação; Ajudante de eletricista industrial; Ajudante de montagem; Ajudante de obra; Caldeireiro (a) industrial; Calheiro (a); Carpinteiro (a); Cuidador (a) de idoso; Eletricista de auto; Encanador industrial; Estagiário (a) de engenharia de produção; Estagiário (a) de marketing; Jardineiro (a); Marceneiro (a); Operador (a) de estação de tratamento de água; Pedreiro (a); Soldador (a); Soldador (a); Técnico (a) agrícola; Usinagem, meio/oficial; Vendedor (a). Mogi Guaçu - 67 vagas O PAT de Mogi Guaçu (SP) disponibiliza 67 vagas distribuídas entre 27 ocupações. Apesar de passar o total de oportunidades, o posto não detalha o número de vagas por cargos. Pessoas interessadas podem procurar a unidade da cidade na rua São José, número 49, no bairro Vila Julia ou entrar em contato pelos telefones (19) 3841-7323 e (19) 3891-5300. Açougueiro (a); Auxiliar Contábil; Auxiliar de corte; Auxiliar de escrituração fiscal; Auxiliar de mecânico a diesel; Balconista de açougue; Eletricista de manutenção industrial; Instalador (a) de estação de TV; Líder em reposição de mercadoria; Mecânico (a) em manutenção de automóveis; Mecânico (a) em manutenção de tratores; Mecânico (a) de motor a diesel; Mecânico (a) de suspensão; Montador (a) de estruturas metálicas; Montador (a) de paletes; Motorista de micro-ônibus; Oficial de manutenção; Operador (a) de escavadeira/retroescavadeira; Operador (a) de máquina de usinagem; Padeiro (a); Técnico (a) em saúde bucal; Torneiro (a) mecânico (a); Torneiro (a) mecânico (a) e fresador (a); Vendedor (a) interno (a); Vendedor (a). As especificações sobre as vagas estão disponíveis no site da unidade. Mogi Mirim - 9 vagas Mogi Mirim (SP) oferece vagas em nove cargos de emprego, porém não há especificação de quantidade de vagas. Os interessados devem comparecer ao PAT na Avenida Adib Chaib, 2.250, Espaço Cidadão de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h. É preciso levar carteira de trabalho, RG, CPF e currículo. Ajudante de serralheiro; Cortador (a) de tecidos; Costureiro (a); Jardineiro (a); Lubrificador (a) de caminhões e máquinas; Mecânico (a) automotivo; Motorista carreteiro; Padeiro (a); Vendedor (a) de consórcios. Serra Negra - 8 vagas O PAT de Serra Negra (SP) oferece oportunidades em oito cargos de emprego, sem especificação de quantidade de vagas. Os interessados devem comparecer até o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), na rua José Bonifácio, 283, no Centro. O local funciona de segunda, quarta e sexta-feira, das 9h às 14h. Caseiro (a); Caseiro (a) com experiência em café; Cozinheiro (a); Cozinheiro (a) necessário curso técnico em gastronomia; Motorista particular; Serviços gerais – trabalhador rural; Torneiro (a) mecânico; Tratorista. É preciso levar RG, CPF, carteira de trabalho e currículo. Para mais informações basta entrar em contato com o telefone (19) 3842-2514. Vinhedo - 46 vagas Vinhedo (SP) disponibiliza 46 vagas de emprego em diferentes áreas de atuação. Os interessados devem encaminhar o currículo para o e-mail [email protected] Por causa das medidas restritivas para impedir os avanços da Covid-19, o atendimento presencial está suspenso. ½ oficial de cozinha - 2 vagas; Auxiliar de Bob Cat - 1 vaga; Auxiliar administrativo - 1 vaga; Auxiliar de RH - 1 vaga; Auxiliar de limpeza - 4 vagas; Auxiliar de produção PCD - 10 vagas; Auxiliar de atendimento PCD - 5 vagas; Barman - 1 vaga; Cozinheira (o) industrial - 1 vaga; Empregada doméstica - 1 vaga; Mecânico (a) de máquinas industrial - 1 vaga; Ferramenteiro - 5 vagas; Eletricista de auto - 1 vaga; Porteiro (a) - 3 vagas; Serralheiro (a) - 2 vagas; Técnico (a) de qualidade - 1 vaga; Torneiro (a) Ferramenteiro - 5 vagas; Zelador (a) - 1 vaga. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas

Mudanças tecnológicas vão ajudar a evitar toque e compartilhamento de objetos; ar-condicionado deve dar lugar para a tentativa de uma ventilação mais natural. Quando o pior da pandemia de coronavírus for superado e houver o início de uma retomada do trabalho presencial nos escritórios, muita coisa será diferente para os trabalhadores. Um exercício realizado por Marcelo Barbosa, professor de arquitetura e urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie e sócio do escritório Bacco Arquitetos, tentou esboçar como será essa volta aos escritórios. Na visão do professor, haverá muita automação, aumento do uso da tecnologia, uma tentativa de aproveitar a ventilação natural e obviamente mais espaço entre as estações de trabalho. "A mudança no escritório vai passar por uma transformação digital muito grande", afirma Barbosa. "Por voz será possível fazer uma série de comando, como acender a luz e ligar um equipamento." Essa transformação digital deverá ser observada, por exemplo, na copa do escritório. Ela deve ser automatizada para evitar o toque e o compartilhamento de objetos. Veja na ilustração como os escritórios devem se adaptar: Escritórios antes e depois da pandemia Daniel Ivanaskas/G1 Com a popularização do home office para muitas categorias, a expectativa é que a rotina de trabalho possa ser mais híbrida – com divisão entre dias presenciais e em casa –, o que deve permitir uma circulação menor de pessoas no trabalho. O menor fluxo de pessoas deve fazer com que as estações de trabalho ganhem mais espaço e salas de videoconferência sejam criadas, substituindo os espaços tradicionais. Para dar conta de manter todos os funcionários conectados, os escritórios também devem ganhar um espaço para armazenar mais servidores. "Deve haver um equilíbrio porque uma parcela das pessoas vai querer continuar no home office, com todos os prós e contras", diz Barbosa. "A sala de reunião deve se transformar num espaço mais generoso, para não estar todo mundo apinhado numa salinha." Vídeos: Últimas notícias de economia

De acordo com o estudo, 18% dos trabalhadores brasileiros estão totalmente engajados e 16% se encontram totalmente resilientes. Funcionários usando máscaras trabalham em uma fábrica de componentes em Pequim Thomas Peter/Reuters Pesquisa realizada pela ADP Research Institute, no fim de 2020, em 25 países em todo o mundo, incluindo o Brasil, mostra como a pandemia influenciou o envolvimento dos funcionários e sua resiliência no local de trabalho. Apesar de globalmente o envolvimento dos profissionais continuar baixo, no Brasil houve aumento no ano passado. Em comparação com o estudo anterior, realizado em 2018, a porcentagem de funcionários totalmente envolvidos em nível global diminuiu um ponto percentual. Hoje, 14% dos trabalhadores estão totalmente engajados. Arábia Saudita (21%), Índia (20%) e África do Sul (19%) lideram a pesquisa. Já Coreia do Sul, Taiwan e China são os países com menor taxa de engajamento, com 6%, 8% e 8%, respectivamente . No Brasil, houve um ganho de 4 pontos percentuais no engajamento dos trabalhadores, que subiu de 14% em 2018 para 18% em 2020. No caso da resiliência, o índice também é baixo. Apenas 15% dos colaboradores em todo o mundo são altamente resilientes. Os países com maior porcentagem de funcionários altamente resilientes são: Índia (32%), Arábia Saudita (26%) e Emirados Árabes Unidos (24%). Já os com a menor taxa são Taiwan, Suécia e Coreia do Sul, com 8% cada. No Brasil, a taxa de trabalhadores altamente resilientes chega a 16%. No estudo, o engajamento é definido como uma atitude positiva e dedicada em relação ao trabalho e ao empregador. Já a resiliência é definida como a capacidade de resistir a condições desafiadoras no local e durante o trabalho. Foram entrevistados cerca de 27 mil colaboradores. Experiência pessoal com a Covid aumenta resiliência As pessoas que tiveram uma experiência pessoal com a Covid-19 demonstraram níveis mais elevados de resiliência. Esse nível variou bastante por país e tipo de trabalho: 61% dos egípcios e 51% dos brasileiros têm sido afetados pessoalmente, enquanto apenas 6% dos japoneses e 5% dos taiwaneses sentiram o efeito. Além disso, as mudanças no local de trabalho devido à pandemia acabaram produzindo efeitos secundários na economia e nas empresas. Entre as mudanças apontadas pelo estudo estão maior uso de tecnologia, mais horas de trabalho, migração para o trabalho virtual, demissões, diminuição de salário ou de jornada, incentivo a tirar férias antecipadas, promoções colocadas em espera, entre outras. Segundo Mariane Guerra, vice-presidente de Recursos Humanos da ADP na América Latina, a experiência de mudança também influenciou nas expectativas das pessoas em relação ao futuro do trabalho. Quanto mais mudanças os trabalhadores experimentaram, maior a probabilidade de preverem que elas se tornariam permanentes. No geral, 97% dos trabalhadores experimentaram uma ou mais dessas mudanças. Nenhum país ficou abaixo dos 90% de seus trabalhadores passando por mudanças como resultado da Covid-19. "Essa descoberta tem implicações profundas para os gestores das empresas. As pessoas precisam de fatos, não de ilusões. A experiência da realidade e a gravidade do problema ajudam a construir a resiliência no local de trabalho, fazendo com que as pessoas enfrentem seus medos e utilizem toda a sua capacidade de superação", conclui Mariane.
Pesquisa do Nube mostra que 19,93% dos graduados já inseridos no mercado estão executando atividades relacionadas às suas profissões; com a escassez de vagas, eles acabam trabalhando em funções de nível fundamental e médio. Pesquisa do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) mostra que apenas 14,87% dos recém-formados que pegaram o diploma em 2019 e 2020 conseguiram vagas nas suas áreas de formação após três meses da formatura. Em relação ao último levantamento, feito em 2019 com formados entre 2014 e 2018, houve uma redução de 45% na quantidade de pessoas que se colocaram no mercado de trabalho para o qual se formaram em até um trimestre depois da formatura. Há dois anos, 27,02% dos entrevistados afirmaram ter conseguido emprego em suas áreas de formação em menos de três meses. Dos entrevistados, 52,12% afirmaram não estar trabalhando - 27,85% estão desempregados há mais de um ano. Dos 43,05% já inseridos no mercado, apenas 19,93% estão executando atividades relacionadas às suas profissões. O estudo teve a participação de 8.465 brasileiros de todos os estados do país e Distrito Federal. Como os jovens podem se preparar para o mercado de trabalho Graduados trabalham em funções de menor escolaridade O levantamento mostra que, com a escassez de vagas, os profissionais com nível superior de escolaridade acabam aceitando trabalhar em funções que exigem nível fundamental e médio. De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego entre as pessoas de 18 a 24 anos ficou em 29,8% no último trimestre de 2020, mais que o dobro da taxa média nacional, de 13,9%. Entre os exemplos apontados na pesquisa estão administradores atuando como operadores de caixa e cozinheiros, e pedagogos exercendo funções de faxineiros ou acompanhantes de idosos. Há ainda contadores e advogados trabalhando como frentistas, designers de games como auxiliares de crédito imobiliário, enfermeiros como cabeleireiros, formados em letras na função de porteiro, nutricionistas trabalhando como babás ou manicures, engenheiro elétrico atuando como motorista de aplicativo e engenheiro mecânico que trabalha na função de motoboy. Para quem tem mais de uma graduação, a situação também pode ser difícil. “Isso mostra como antes mesmo do coronavírus as organizações já enfrentavam certas dificuldades. Entretanto, depois da chegada da crise sanitária, a realidade ficou ainda mais desafiadora, principalmente para o público mais novo”, diz Seme Arone Junior, presidente do Nube. Segundo Arone Junior, o jovem, ao concluir cursos como direito, psicologia, fisioterapia ou biologia, sonha em exercer funções na sua área de graduação. Por falta de chances, ele acaba buscando diferentes ocupações, mas ainda almeja uma possibilidade dentro do seu ramo. “Isso não é demérito algum. Seja como frentista, jardineiro ou faxineiro, certamente esse indivíduo fará o seu melhor. Contudo, o principal caminho para transformar o Brasil em uma nação altamente desenvolvida é por meio da educação e da capacitação. Portanto, é preciso criar mecanismos para aproveitar todos esses talentos com mão de obra qualificada. Não podemos deixar de lado esse conhecimento. Só assim poderemos mudar a realidade do nosso país", afirma. Empresas exigem demais, dizem candidatos Afetados pelo desemprego, cada vez mais jovens estão voltando para a casa dos pais Embora 60,81% dos participantes tenham estagiado durante a faculdade, 65,71% relataram como a maior dificuldade para serem aprovados para uma vaga o fato de as empresas exigirem experiências que os candidatos não possuem. O estudo mostra ainda que apenas 2,82% dos entrevistados conseguiram vagas de trainee. E 11,11% já desistiram de procurar empregos por conta da pandemia. “O estágio é uma excelente fonte de capacitação. Entretanto, com a economia incerta, as companhias demandam cada vez mais habilidades dos seus colaboradores, não apenas as técnicas oferecidas em sala de aula. É preciso também fazer cursos extracurriculares, construir um bom networking e aproveitar todas as chances para aprender sobre sua carreira”, orienta o presidente do Nube.

Estudo mostra que 46,4% dos estudantes pretendem prestar provas e se mudar para capital federal. Qualidade de vida e 'sensação de segurança' estão entre pontos destacados pelos entrevistados. Pessoas se preparam para concurso, em imagem de arquivo Fabiana Figueiredo/G1 Perto de completar 61 anos, Brasília – além de capital do país – é conhecida como a capital dos concursos e continua sendo destino para aqueles que apostam em uma carreira no funcionalismo público. Uma pesquisa feita por uma empresa que trabalha com cursos educacionais, mostra que 46,4% dos concurseiros do país pretendem prestar provas e morar no Distrito Federal . Ministério Público do DF divulga edital de concurso para promotor adjunto; salário é de R$ 32 mil Governo do DF autoriza realização de concursos para 14 carreiras públicas O estudo foi feito entre os dias 13 e 14 de abril, perto do aniversário da cidade, comemorado na próxima quarta-feira (21). Foram entrevistadas 2.716 pessoas que se preparam para concursos no país e Brasília, de acordo com 68% dos entrevistados, é o destino escolhido pela "boa remuneração". Além disso, 60% do público que respondeu a pesquisa considera o Distrito Federal como um local de estabilidade profissional. Os entrevistados também destacaram a "sensação de segurança" e a qualidade de vida como atrativos. Veja os outros pontos citados na pesquisa: 34% dos entrevistados veem na capital uma alta qualidade de vida ; 17% dos entrevistados afirmam que o planejamento e organização da cidade é um atrativo; 17% observam Brasília com uma alta sensação de segurança; 14% consideram que a capital é um bom ambiente para criar raízes; 10% analisam o sistema de educação da cidade como um diferencial; 8% apontam a economia, o sistema de saúde e a mistura de culturas como fatores importantes. A residente jurídica Adda Duarte, de 25 anos, está entre os concurseiros brasileiros que sonham em trabalhar em Brasília. Há dois anos, ela se prepara para as provas de ingresso no funcionalismo público e aguarda a chance de deixar o Ceará para vir ao Distrito Federal. Adda Duarte mora no Cerá e fará o concurso da Polícia Civil do DF Arquivo pessoal Adda está inscrita para fazer o concurso de escrivão da Polícia Civil do Distrito Federal, porém, a avaliação está suspensa devido à pandemia de Covid-19. "Estamos aguardando, mas ainda não há data", comentou. Polícia Civil do DF suspende mais uma vez aplicação de provas dos concursos para escrivão e agente A estudante diz que a decisão de se mudar para a capital do país já está tomada, basta conseguir aprovação no concurso. "Não tenho família em Brasília, mas um amigo próximo já morou na cidade. O que ele me disse é que a remuneração é boa e há qualidade de vida", diz ela. Perfil Caderno sendo foleado, em imagens de arquivo Giphy A pesquisa foi realizada pela empresa Gran Cursos Online. Dos entrevistados, 56,8% são mulheres, 42,6% homens e 0,6% se identificaram como outro gênero. Ao todo, 66% são solteiros e 65% não têm filhos. Mais da metade (54%) trabalham e estudam, e 69,6% já têm cargo público. VÍDEOS: veja mais sobre Concursos e Emprego Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
No projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano, governo estimou que despesas atingirão o limite do teto de gastos, comprimindo emendas e despesas não obrigatórias. Enquanto a área econômica discute com o Congresso Nacional a viabilidade do orçamento deste ano, números oficiais do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2022 indicam que o cenário de restrição de gastos continuaria no próximo ano e que as emendas parlamentares voltariam a ser comprimidas. A proposta para a LDO, que é a base para o orçamento do ano que vem, foi enviada nesta semana pela área econômica ao Congresso Nacional. O Ministério da Economia estimou no documento que as despesas projetadas em 2022 (R$ 1,592 trilhão) já estão no limite do teto de gastos — mecanismo que limita o crescimento dos gastos à variação da inflação do ano anterior. Por isso, o governo projetou que as emendas parlamentares, infladas para R$ 47,4 bilhões em 2021, mas cujo valor final ainda está sendo discutido entre Congresso e Executivo, teriam de cair para cerca de R$ 17 bilhões em 2022. E que os gastos não obrigatórios do governo continuariam restritos, em patamar historicamente baixo. Instituição Fiscal avalia Entretanto, a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, avalia que a área econômica superestimou os gastos previdenciários em 2022, que são obrigatórios, eliminando assim uma folga de mais de R$ 20 bilhões que poderia ser usada para alocar novas despesas. No projeto da LDO de 2022, o governo prevê que os gastos com benefícios previdenciários somarão R$ 762,9 bilhões no próximo ano. A IFI, do Senado Federal, entretanto, projeta uma despesa menor: de R$ 741,8 bilhões com a previdência. Se considerada a previsão da IFI, essa diferença de R$ 21,1 bilhões em gastos previdenciários poderia ser cancelada, abrindo espaço de igual tamanho para despesas não obrigatórias e emendas. "O teto vai ter uma folga no ano que vem, mas no projeto da LDO não aparece. A projeção das despesas obrigatórias, principalmente da Previdência, está superestimada em R$ 21,1 bilhões [no projeto da LDO]. É um espaço que existe, mas que está embutido nas projeções das despesas obrigatórias [com previdência social]", afirmou Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente. Emendas parlamentares No orçamento de 2021, aprovado em março pelo Congresso Nacional, os parlamentares cortaram R$ 26,45 bilhões em gastos obrigatórios, como benefícios previdenciários, despesas para o seguro desemprego e subsídios agrícolas, a fim de inflar as emendas parlamentares, que cresceram de R$ 16,3 bilhões (valor que estava na proposta do governo) para R$ 47,4 bilhões. As emendas são uma forma de os congressistas direcionarem recursos para as obras nos seus redutos eleitorais. Os valores para este ano, quando os parlamentares começam a se mobilizar para a campanha eleitoral de 2022, foram fortemente inflados com o corte de despesas obrigatórias e estão sendo contestados pelo Ministério da Economia, receoso de que o governo responda por crime de irresponsabilidade fiscal. Para o próximo ano, segundo números oficiais, estão previstos somente R$ 16,981 bilhões para as chamadas emendas impositivas (individuais e de bancada), o que representa um corte de cerca R$ 30 bilhões em relação ao valor aprovado para 2021 — ainda sob análise do governo e Congresso. As emendas do relator, infladas neste ano, são discutidas somente posteriormente. Para 2023, o cenário não é muito diferente: o valor estimado é de R$ 19 bilhões para emendas. Gastos não obrigatórios De acordo com as estimativas do projeto da LDO de 2022, feitas pela área econômica, os gastos não obrigatórios estão estimados em R$ 96,674 bilhões para o próximo ano e em R$ 85,356 bilhões para 2023, números historicamente baixos. Dentro desses valores, estão as despesas de custeio administrativo dos ministérios, ações com serviços públicos e os investimentos da União (sem contar as emendas parlamentares). No fim de março, o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, avaliou que o patamar mínimo somente para gastos de custeio administrativo é de R$ 70 bilhões, a fim de manter a máquina pública funcionando. Em 2019, as despesas administrativas somaram R$ 78,9 bilhões e, em 2020, R$ 76,9 bilhões, segundo dados da instituição. Nessa previsão, o Tesouro incluiu somente gastos administrativos: material de consumo, serviços terceirizados, serviços de saúde, tecnologia da informação, apoio administrativo, serviços técnicos especializados, copa e cozinha, telefonia, serviços prediais, limpeza, vigilância, água, esgoto, energia elétrica e gás, além de diárias e passagens. Desse modo, o Tesouro não considerou outras despesas discricionárias, que seriam comprimidas para manter os gastos administrativos e as despesas obrigatórias, como: investimentos da União em infraestrutura, ações de defesa agropecuária; bolsas do CNPq; concessão de bolsas de estudo (Capes); Pronatec; emissão de passaportes; programa Farmácia Popular; fiscalização ambiental (Ibama); bolsas para atletas; aquisição e distribuição de alimentos para agricultura familiar. Excluindo os gastos administrativos, os números do governo mostram que sobrariam R$ 26,674 bilhões para investimentos da União e serviços públicos em 2022, e R$ 15,356 bilhões em 2023, valores historicamente reduzidos. Neste ano, os valores estão abaixo de R$ 70 bilhões com as manobras contábeis implementadas pelos parlamentares, o que, de acordo com o Tesouro Nacional, pode comprometer o funcionamento da máquina pública. Discussões no Congresso A Lei de Diretrizes Orçamentárias é apenas o primeiro passo na discussão das receitas e despesas para o ano de 2022, pois ela serve de base para a proposta de orçamento, que tem de ser enviada pelo Executivo até o final do mês de agosto. Segundo Felipe Salto, da Instituição Fiscal Independente, os parlamentares serão responsáveis por decidir como será usada a verba de uma folga de recursos — resultante de um cálculo mais acurado sobre as despesas previdenciárias — quando o orçamento for proposto, podendo direcionar mais verbas para as emendas ou para as despesas não obrigatórias do governo. "Acho que a pressão vai continuar grande no ano que vem por emendas (...) Neste ano, revisaram obrigatórias pois não tinha espaço fiscal de fato [no teto de gastos]. Ano que vem vai ter esse desejo de aumento de gasto, mas vai ter espaço fiscal [a IFI calcula que as despesas previdenciárias estão superestimadas]", declarou. De acordo com o cientista político David Fleischer, os parlamentares "provavelmente" vão fazer uma pressão mais forte ainda para aumentar as emendas em 2022, pois é ano com eleições para deputados, senadores e presidente da República. "Eles vão prestigiar obras nos seus redutos, porque isso supostamente traz votos. Isso é uma coisa tradicional", afirmou. VÍDEOS: notícias de economia

Data é para beneficiários fora do Bolsa Família. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga neste domingo (18) a primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021 a beneficiários nascidos em junho e que não fazem parte do Bolsa Família. Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos começaram na sexta-feira (16) - veja calendário abaixo. Os pagamentos da primeira parcela do benefício, para todos os públicos, vão até o final de abril. Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; veja como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL A ajuda paga neste domingo será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito neste domingo serão liberados no dia 7 de maio (veja nos calendários mais abaixo). Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM RECEBE NESTE DOMINGO: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em junho, que receberam o benefício em dezembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - Calendário para trabalhadores fora do Bolsa Família Economia G1 Volta do novo auxílio emergencial vai impactar na taxa de pobreza VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial va. Também recebem a primeira parcela nesta quinta trabalhadores nascidos entre janeiro e abril que tiveram o benefício aproa
Métodos aplicados permitem parto e a fabricação de queijos variados, inclusive a burrata. Reportagem mostra como essa iguaria é feita. Fazenda investe em tecnologia na produção de leite de búfala Os queijos feitos com o leite de búfala conquistam um espaço cada vez maior no mercado brasileiro e, com isso, foram criadas mais oportunidades para os criadores no campo. Uma fazenda em São Paulo investe em tecnologia para garantir partos e a produção do leito durante todo o ano. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Os irmãos Fábio e Ricardo Cotrim dividem o negócio das búfalas. Um cuida da fazenda, enquanto o outro é o responsável pelo leite. Outro irmão deles, o Rodrigo, também já colaborou com a produção, auxiliando na parte comercial da empresa. Antes de encontrar o mercado de búfala, a família Cotrim já trabalhou com confecção, posto de gasolina, motéis, construção, restaurante e na criação de gado e ovinos. Nascidos e crescidos na capital paulista, a vida no campo veio a partir de um hobby do pai deles, que começou a criar vacas que davam leite. Para não desperdiçar o alimento, deu-se início a uma preparação de queijos, mas voltado aos amigos da família. A atividade foi crescendo até que se tornou em um verdadeiro empreendimento. A troca do animal veio tempos depois, quando conheceram a empresa Búfalo Dourado, que produzia laticínios. Após se interessarem pelo projeto, os irmãos Cotrim resolveram investir nele e adquiriram a marca, juntamente com as búfalas e o produto. Atualmente, eles possuem uma gama de mercadorias que engloba o requeijão de búfala, a manteiga, o queijo frescal, mozzarella em trança e a burrata, responsável por 30% da produção. Parto o ano todo O primeiro desafio do setor que teve de ser enfrentado pelos irmãos foi o fato de as búfalas não produzirem quase nada de leite entre novembro e março, a época das chuvas. Para sanar este problema, eles adotaram uma técnica utilizadas por criadores de bovino: a IATF, que é inseminação artificial em tempo fixo. Com ela, é possível ter partos programados o ano todo e, por consequência, regularizar o fornecimento de leite mesmo em meses mais chuvosos, quando acaba o período natural de cria destes animais. Na prática, a fêmea é submetida a uma indução hormonal cerca de 30 dias depois do parto. O processo é realizado após uma avaliação do útero e do ovário da búfala, que, em seguida, é submetida a um implante de progesterona e um hormônio à base de benzoato de estradiol, conta o veterinário da fazenda Walter Binotti. Cerca de 10 dias depois deste tratamento, ela recebe mais hormônios e, no dia seguinte, exatamente às 15 horas, acontece a inseminação. É essencial respeitar o número de dias e o horário, bem como ter qualidade no sêmen utilizado. A gestação dura em média 300 dias. Na fazenda dos irmãos Cotrim, a taxa de prenhez é de 60%, ou seja, a cada 100 fêmeas, 60 ficam prenhas. A técnica ajuda também a melhorar a genética dos búfalos e na seleção da raça mediterrâneo, preferida pelos produtores por ser de animais compactos, de porte médio, pele escura e pelos grossos que fornecem leite e carne bons. Antes da metodologia, todos os búfalos eram mestiços. Hoje, todo bezerro que nasce é desta raça. Búfalo gringo A origem do rebanho, bem como do sêmen utilizado, é a Itália. O país foi escolhido devido à origem do queijo mozzarella e por ser o local de ascendência do rebanho, assim, deixando a qualidade do produto final semelhante à italiana. Além disso, trazer o sêmen de fora auxilia a fazenda a driblar um problema comum nas criações brasileiras de búfalo: a consanguinidade, ou seja, o cruzamento entre parentes, ainda que distantes. Dá para lucrar com bezerros O investimento em genética permitiu que a fazenda ingressasse na venda de animais, gerando, inclusive, uma fila de espera em relação aos bezerros que ainda irão nascer. As fêmeas são vendidas com 5 meses de idade por cerca de R$ 3 mil. Os machos são mais baratos, ficando na casa dos R$ 500. Estes são comercializados para uma fazenda que cria búfalos para engorda e, no futuro, são encaminhados para a produção de carne. Por sua importância ao negócio, os filhotes são cuidados tão logo nascem. Eles fazem a cura do umbigo e recebem leite duas vezes por dia, até começarem a receber ração e água. A partir dos 60 dias, os machos seguem para os novos donos e as fêmeas passam a viver em piquetes onde podem pastar. Qualidade não é quantidade Para melhorar a eficiência do produto final, os irmãos Cotrim decidiram abandonar a cria em espaços fechados e começaram a deixar as búfalas soltas no pasto. Com isso, foi possível reduzir os custos de cerca de R$ 12 por animal para R$ 4. Eles também optaram por diminuir o número de cabeças que realizam a lactação, que passou de 500 para 150. Os animais mudam de piquete todos os dias devido ao pastejo racionado. São 18 piquetes divididos em formato de pizza. O pasto possui uma estrutura do pivô de irrigação, contendo um bebedouro, assim os animais se locomovem menos para buscar água. Também por causa da irrigação, os pastos estão sempre verdes e o excedente vira feno, que é vendido para outros criadores da região. Ordenha sem filhote Duas vezes por dia, as búfalas são ordenhadas. Cada fêmea produz cerca de 9 litros diariamente, um volume menor comparado à produção de vacas, mas que, na indústria, acaba rendendo mais. Para fazer um quilo de queijo, por exemplo, são necessários 10 litros de leite de vaca. No caso do de búfala, são apenas 5 litros. Toda a ordenha é realizada sem a presença dos bezerros e este era um dos objetivos para a produção, que levou 5 anos para ser alcançado. As fêmeas que precisavam dos filhotes para conseguir liberar o leite foram vendidas, enquanto as demais permaneceram reproduzindo. A partir deste procedimento, foi possível agilizar o tempo de ordenha em 50%. Parte deste leite vai para a produção da burrata, que chegou à fazenda em 2014. Para isso, os irmãos foram à Itália aprender as técnicas e ainda trouxeram queijeiros do país para dar continuidade ao aprendizado. Conheça o processo da burrata, um queijo de leite de búfala que tem receita italiana Hoje, a produção do queijo deve chegar em meio milhão de unidades (veja no vídeo acima como ele é feito). Investimento atrai investimento As mudanças implementadas também permitiram um maior investimento na indústria. Os irmãos Fábio, Rodrigo e Ricardo desenvolvem dois tipos de leite, que processam diariamente 10 mil litros, tanto da fazenda, quanto de outros produtores da região. Em 2020, eles passaram a integrar uma plataforma de produção de queijo gerida por um fundo de investimentos, focado em agronegócio e em médias empresas do setor. Por meio dele, foi possível expandir o negócio para outros produtores, bem como trazer mais tecnologia e melhoria aos processos. Antes do fundo, a empresa vendia basicamente para São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre devido à logística de entregar um produto fresco aos clientes. Atualmente, este mercado foi ampliado, porque, com o investimento, ocorreu uma melhoria na segurança do produto para manter a qualidade no envio. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural

Semente pode ser usada como tempero para carnes e no preparo de paçoca. Farofa de pinhão recebe carne, bacon e temperos Globo O Globo Rural deste domingo (18) mostrou o crescimento da safra de pinhão em Santa Catarina, que está 60% maior na comparação com o ano anterior. Veja mais receitas do Globo Rural O alimento pode ser usado em diversos pratos, até mesmo como tempero em carnes ou para fazer paçoca. Confira a receita da farofa de pinhão: 2 kg pinhão 200 g de bacon 500 g carne (porco), suína moída 500 g carne de gado moída 200 g linguiça calabresa ½ pimentão vermelho ½ pimentão amarelo 1 cebola grande 2 dentes alho 3 colheres (sopa) óleo ou banha Tempero verde Modo de preparo: Cozinhe o pinhão, o descasque e moa (pode ser no liquidificador processador ou na máquina de moer carne). Leve ao fogo uma panela com óleo e, em seguida, coloque o alho e a cebola ralada. Espere dourar, então acrescente a carne de porco moída e deixe fritar. Em outra panela, cozinhe a carne moída com o restante dos temperos (alho, cebola ralada e pimentões). Coloque o bacon cortado em cubos e a linguiça calabresa em uma frigideira e deixe refogar. Misture tudo (carnes, bacon, linguiça calabresa e o pinhão moído)! Cuidado com o excesso de sal, o bacon já é salgado. Por último coloque cebolinha e salsinha a gosto. Pronto, agora é saborear o seu prato! Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
Safra maior derrubou o preço da semente pela metade e agricultores estão comercializando o quilo por R$ 3. Santa Catarina deve ter safra de pinhão 60% maior do que em 2020 Em Santa Catarina, a colheita do pinhão já teve início. O estado deve ter uma safra de 1,4 mil toneladas, superando 2020 em 60%. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A semente garante o sustento de 300 mil famílias que vivem na região de Painel, a maior produtora do estado. Com a safra maior, o preço do pinhão caiu pela metade e os agricultores estão comercializando o quilo por R$ 3. O pinhão pode ser usado em vários alimentos, como tempero para carnes e na produção de paçocas, por exemplo. Veja receita completa da farofa de pinhão aqui. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
Manual da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ensina principais cuidados com alimentação e saúde das aves. Aprenda como começar a criação de galinha caipira Para ajudar os agricultores que desejam empreender na criação de galinha caipira, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) publicou um livro com o passo a passo contando por onde começar. O manual faz parte da linha "ABC da Agricultura Familiar". Nele há os principais cuidados com alimentação e saúde das aves. Confira aqui. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
Variedade do capim elefante rende 100 toneladas por rebrota. Criadores de gado no Mato Grosso investem em capiaçu para reduzir custos no período de seca Criadores de gado do Mato Grosso estão cultivando uma nova variedade de capim para a produção de silagem, o capiaçu. O objetivo é reduzir os custos com alimentação dos animais no período de seca. O capiaçu é derivado do capim napier, também conhecido como capim elefante. Ele fica bem alto e produz matéria verde em grandes volumes, ajudando a encorpar a alimentação dos animais. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Este tipo de capim pode ser colhido até quatro vezes por ano e rende cerca de 100 toneladas de matéria verde por hectare a cada rebrota. Se bem manejada, a mesma área pode ser mantida por até 5 anos sem necessidade de replantio. Com isso, o uso do capiaçu ajuda o produtor a reduzir custos. Cada tonelada de silagem do capim custa em torno de R$ 130, já no caso do milho, o valor sobe para R$ 300. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
Área plantada da flor aumentou 2% na comparação com o ano passado. Agricultores estão motivados pela valorização da saca de sementes. Produtores de girassol em Goiás se mantém otimistas mesmo com atraso no plantio Produtores de girassol em Goiás se mantém otimistas com a próxima safra, apesar do plantio ter começado com cerca de um mês de atraso por causa do impacto do ciclo da soja, que iniciou fora do tempo previsto. Assista a todos os vídeos do Globo Rural No estado, os agricultores estão plantando cerca de 20 mil hectares com a flor, 2% a mais do que no ano anterior. Este aumento deve se refletir na colheita, que ocorre em julho, gerando uma safra 3% maior do que em 2020, quando foram colhidas 33 mil toneladas de girassol. Uma das motivações dos produtores aumentarem o investimento no setor é a valorização da saca de semente vendida para as indústrias de óleo. No ano passado, uma saca de 60 kg saia em torno de R$ 78, atualmente, o valor pode chegar a R$ 125. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
Agentes de saúde já tiveram que arrumar estrada e atravessar rio de canoa para chegar aos pacientes. Estado conta com mais de meio milhão de idosos na zona rural. Profissionais de saúde enfrentam dificuldades para vacinar na zona rural do Ceará Profissionais da saúde têm enfrentado dificuldades para vacinar na zona rural do Ceará, onde vivem mais de meio milhão de idosos. Na região, os agentes de saúde já viram desde agricultor chegando para vacinar em cima de jumento à equipe tendo que arrumar a estrada para seguir viagem. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Uma dessas equipes teve que atravessar o rio Salgado de canoa para chegar aos pacientes. O caminho é a única alternativa para chegar ao sítio Espinheiro, uma comunidade onde vivem cerca de 100 famílias. No estado, estão sendo vacinados idosos entre 65 e 69 anos. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
A safra foi boa, mas não há para quem vender. Para piorar, o custo de produção aumentou. Produtores de goiaba do DF ficam sem compradores na pandemia Produtores de goiaba no Distrito Federal vivem um momento difícil com a falta de compradores. É mais um efeito da pandemia do coronavírus. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Hoje, o DF tem 90 produtores de goiaba. Juntos, devem colher 10 mil toneladas nesta safra, mesma quantidade do ano passado. O volume é bom, mas não tem para onde vender. Com as medidas para conter a contaminação pelo vírus, bares e restaurantes, que são os principais destinos da fruta, foram fechados em março. No auge da colheita, muitas goiabas acabam até apodrecendo no chão. Para piorar, o custo de produção subiu por causa dos insumos terem preço dolarizado. “Eu acho que esse ano foi um dos piores porque, praticamente, nós estamos vendendo nessa época da safra com o preço de três, quatro anos atrás”, resume o produtor Jose Luiz Yamagata, que trabalha com goiaba há uma década. Veja reportagem completa no vídeo acima
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Franquia de aluguel de equipamentos para construção registra faturamento de R$ 320 milhões em 2020 Casa do Construtor www.casadoconstrutor.com.br Facebook: CasaDoConstrutorFranquia Instagram: casadoconstrutorfranquia Veja a reportagem: Empresa ajuda startups a se consolidarem no mercado Seven Sete Rua General Furtado do Nascimento, 740 - 8º andar - Cj 81- Alto de Pinheiros São Paulo /SP - CEP: 05465-070 Telefone: (11) 2776 2714 E-mail: [email protected] https://sevensete.com.br/ Linkedin: www.linkedin.com/company/seven-sete/ Instagram: www.instagram.com/sevense7e/ Beepay Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302 - Cachoeira do Bom Jesus Florianópolis/SC - CEP: 88054-700 Telefone: (48) 98849-4242 E-mail: [email protected] https://beepayapp.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/beepayapp/ Instagram: https://www.instagram.com/beepayapp/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/beepay/ Veja a reportagem: Empresárias contam estratégias para vender mais no Dia das Mães Aos 30 Casa e Crochet Telefone: (11) 98782-3115 E-mail: [email protected] https://www.aos30.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/aos30casaecrochet Instagram: @aos30casaecrochet O que vai ter na janta? https://loja.oquevaiternajanta.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/oquevaiternajanta Instagram: @oquevaiternajanta Bazq https://www.bazq.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/sejaBAZQ Instagram: @sejabazq Consultor de finanças e varejo Eduardo Vils Justa Soluções Financeiras S.A. Alameda Xingu, 350 – 23º andar - Conjunto 2302 Alphaville Centro Industrial e Empresarial Barueri / SP – CEP: 06455-030 Telefone: Para fixos - 0800 87 88 307 (qualquer região) Para celulares: (11) 4000-1688 / WhatsApp:(11) 4949-6347 E-mail: [email protected] https://justa.com.vc/ Facebook: https://www.facebook.com/justa.com.vc/ Instagram: https://www.instagram.com/justacomvc/ Veja a reportagem: Empresas de eventos apostam no digital e se organizam para a futura retomada Associação Brasileira de Eventos - Abrafesta Rua Alvarenga, 515 - Butantã São Paulo /SP - CEP: 05509-000 Telefone: (11) 3842 2448 / (11) 94734-9085 E-mail: [email protected] www.abrafesta.com.br Facebook: /abrafesta Instagram: @abrafesta Salão de Festas Espaço Catedral Osasco Rua Dom Ercílio Turco, 60 – Vila Osasco Osasco/SP - CEP: 06080-000 Telefone: (11) 3607-1224 Celular/ WhatsApp: (11) 97457-5719 E-mail: [email protected] www.espacocatedral.com.br Facebook: www.facebook.com/espacocatedral Instagram: @espacocatedraleventos Convites Feito à Mão Avenida Zelina,1001 sala 12 - Vila Zelina São Paulo /SP - CEP: 03143-003 Telefone: 11 2501-8185/ 11 98931-6126 E-mail: [email protected] www.convitesfeitoamao.com.br Facebook: Convites Feito à Mão Instagram: @convitesfeitoamao Veja a reportagem: Empresário investe em delivery de comidas saudáveis Nutrideli Saúde & Sabor Rua Inês Pereira, 54 - Brooklin São Paulo/SP - CEP: 04557-080 Telefone: (11) 55052064 E-mail: [email protected] www.nutrideli.com.br Facebook: Nutrideli Saúde & Sabor Instagram: @nutridelisaudesabor
Clientes podem escolher entre refeições prontas entregues frescas ou congeladas, que representam 70% do faturamento da empresa. Empresário investe em delivery de comidas saudáveis O consumidor do isolamento social busca uma alimentação saudável, que chegue fresquinha em casa. Um delivery aberto no auge da pandemia do coronavírus está conquistando o mercado com essa proposta. Veja todos os vídeos do PEGN Tony Macedo Pedroso abriu a empresa em 2020 com um diferencial que ele não via no mercado. “Na época que eu comecei o projeto, era muito difícil achar alimentação saudável por delivery. Então, resolvi criar a minha própria empresa para fazer isso”, conta. O investimento foi alto: R$ 1,2 milhão para montar o site, equipar a cozinha e fazer uma comida com sabor e ingredientes de primeira linha. Ele oferece 14 pratos prontos, que custam de R$ 24 a R$ 35, mais a taxa de entrega. Os pedidos podem ser feitos também pelas plataformas de delivery. A comida é preparada por um chef de cozinha mineiro, com azeite ou óleo de coco. Eles também investem em condimentos saudáveis, como cardamomo e alecrim. Sessenta por cento dos consumidores brasileiros estão comprando mais produtos frescos e não industrializados do que antes da pandemia, de acordo com a consultoria McKinsey & Company. Outra pesquisa, da Kantar, mostra que entre as classes A e B, 79% dos consumidores buscam alimentos naturais e 75% querem menor teor de gordura. Tony começou só com a linha de refeições prontas para o público em casa. Clicou, pediu, entregou. Mas o empresário percebeu que, para atingir sua meta de faturamento, precisava dar mais opções ao cliente e passou a vender congelados saudáveis. Hoje, essa linha representa 70% do faturamento da empresa. Os congelados são vendidos em combos, de 10 pratos, que podem ser customizados pela nutricionista da empresa. “Ela te manda tudo via WhatsApp, com nossos combos e, a partir do que você queira mudar ou alterar algum tipo de proteína ou carboidrato, ela faz a alteração e te entrega um combo personalizado”, explica Tony. Nutrideli Saúde & Sabor Rua Inês Pereira, 54 - Brooklin, São Paulo/SP - CEP: 04557-080 Telefone: (11) 55052064 E-mail: [email protected] www.nutrideli.com.br Facebook: Nutrideli Saúde & Sabo Instagram: @nutridelisaudesabor Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Com o mercado paralisado por causa da pandemia, o setor precisou se reinventar para atravessar a crise. Empresas de eventos apostam no digital e se organizam para a futura retomada Empresários do setor de eventos, um dos mais afetados pela crise gerada pela pandemia do coronavírus, investem em novos produtos, apostam no digital e já se organizam para a retomada. O faturamento no setor de eventos caiu 98% em 2020, segundo a Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta). Uma saída nesse cenário foi se reinventar e 32% dos negócios do setor mudaram o foco de atuação, migraram para o digital e buscaram novas estratégias de negócio. Veja todos os vídeos do PEGN Dayane Pintos é gerente de novos negócios de um buffet em Osasco, na Grande São Paulo. Em 2020, fechou as portas do espaço para casamentos e reviu todos os contratos com fornecedores. Ela tem uma vantagem que a ajudou a sobreviver: os custos fixos do negócio são baixos. A gerente mudou o layout do espaço para quando puder reabrir. Não haverá mais pista de dança e cada mesa será ocupada pela mesma família. Já as vendas serão feitas pela internet e os clientes farão degustação dos doces e salgados em casa. A pandemia derrubou 70% do faturamento da gráfica da Juliana Mafra, em São Paulo. O forte do negócio sempre foi a papelaria para eventos. Com o movimento zerado, a empresária buscou alternativas para o negócio sobreviver. Ela criou uma caixa para comemorações em casa. Ela é personalizada com fotos e com o tema que o cliente escolher, e tem espaço para o bolo e os doces. A caixa custa R$ 230. Com a divulgação pelas redes sociais, a empresária chegou a vender 200 caixas por mês. Foi o que salvou a empresa. Enquanto aguarda a volta das festas, a gráfica aposta no mercado de embalagens. Apenas no estado de São Paulo, 350 mil eventos deixaram de acontecer desde o início da pandemia, segundo a Abrafesta. Em todo o Brasil, o prejuízo para o setor foi de R$ 270 bilhões. Mas as empresas que sobreviverem terão um mercado grande e com menos concorrentes. É preciso se preparar para quando os eventos voltarem com força total. “Tem que fazer o financeiro melhor, estruturar o marketing, o estoque, a contabilidade, para a hora que voltar. Tem muita oportunidade para o futuro no setor de eventos”, afirma Ricardo Dias, presidente da Abrafesta. Associação Brasileira de Eventos - Abrafesta Rua Alvarenga, 515 - Butantã São Paulo /SP - CEP: 05509-000 Telefone: (11) 3842 2448 / (11) 94734-9085 E-mail: [email protected] www.abrafesta.com.br Facebook: /abrafesta Instagram: @abrafesta Salão de Festas Espaço Catedral Osasco Rua Dom Ercílio Turco, 60 – Vila Osasco Osasco/SP - CEP: 06080-000 Telefone: (11) 3607-1224 Celular/ WhatsApp: (11) 97457-5719 E-mail: [email protected] www.espacocatedral.com.br Facebook: www.facebook.com/espacocatedral Instagram: @espacocatedraleventos Convites Feito à Mão Avenida Zelina,1001 sala 12 - Vila Zelina São Paulo /SP - CEP: 03143-003 Telefone: 11 2501-8185/ 11 98931-6126 E-mail: [email protected] www.convitesfeitoamao.com.br Facebook: Convites Feito à Mão Instagram: @convitesfeitoamao Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Donas de uma empresa de objetos de decoração, Ane e Renata montaram um planejamento para a data, a segunda mais importante do ano para o comércio - só perde para o Natal. Empresárias contam estratégias para vender mais no Dia das Mães O Dia das Mães é a segunda data mais importante do ano para o comércio e só perde para o Natal. Os empresários precisam se preparar para faturar mesmo com a pandemia do coronavírus. Ane Oliveira e Renata Arndt são sócias de uma empresa de objetos de decoração. As estratégias do negócio para o Dia das Mães deste ano já estão prontas, diferente de 2020, quando elas foram surpreendidas pela pandemia. Veja todos os vídeos do PEGN O negócio aposta em uma fórmula que funcionou bem no Natal: a venda de kits montados em parceria com outras pequenas empresas. De acordo com Eduardo Vils, consultor de finanças e varejo, unir forças nesse momento é uma estratégia valiosa para os negócios. Os kits custam de R$ 70 a R$ 150. A parceria que as empresárias fizeram com outros negócios traz um benefício para o consumidor: frete único para receber produtos de diferentes empresas. Para quem vende, a vantagem é ter o produto divulgado pelos negócios parceiros. “É muito importante marcas com propósito parecidos, com entregas similares, com a mesma vocação que a sua marca. Não adianta juntar uma empresa que pensa em A, a outra pensa em C, que não dá match”, diz Eduardo. Direcionar a campanha para o público certo também ajuda a converter venda. No Dia das Mães, por exemplo, o pequeno empresário precisa focar em dois perfis. De um lado, a mãe, que vai desejar receber aquele presente. De outro, o filho ou a pessoa responsável por fazer a compra. A divulgação em redes sociais e o uso de aplicativos de mensagens para falar com os clientes também fazem parte da estratégia para alavancar as vendas. O pequeno negócio precisa oferecer vantagens para se destacar: desconto no pagamento à vista, opção de parcelamento, pagamento com boleto ou em mais de um cartão de crédito. “Engajar sua empresa em ações sociais é muito legal. Em vez da pessoa pensar em desconto, ela fala: ‘vou comprar daquela marca porque ela é legal, vou presentear minha mãe, que é uma pessoa querida, e ainda vou ajudar a sociedade”, diz o consultor. Com a estratégia já em prática, Ane e Renata estão confiantes do sucesso com as vendas de Dia das Mães e já traçam metas de crescimento para o resto do ano. “No ano passado, a gente já teve um crescimento de aproximadamente 120% das nossas vendas. Este ano, a gente tá com a expectativa de dobrar novamente. A gente quer bater mais um crescimento de 100% em cima do que a gente vendeu no ano passado”, conta Ane. Aos 30 Casa e Crochet Telefone: (11) 98782-3115 E-mail: [email protected] https://www.aos30.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/aos30casaecrochet Instagram: @aos30casaecrochet O que vai ter na janta? https://loja.oquevaiternajanta.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/oquevaiternajanta Instagram: @oquevaiternajanta Bazq https://www.bazq.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/sejaBAZQ Instagram: @sejabazq Consultor de finanças e varejo Eduardo Vils Justa Soluções Financeiras S.A. Alameda Xingu, 350 – 23º andar - Conjunto 2302 Alphaville Centro Industrial e Empresarial Barueri / SP – CEP: 06455-030 Telefone: Para fixos - 0800 87 88 307 (qualquer região) Para celulares: (11) 4000-1688 / WhatsApp: (11) 4949-6347 E-mail: [email protected] https://justa.com.vc/ Facebook: https://www.facebook.com/justa.com.vc/ Instagram: https://www.instagram.com/justacomvc/ Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
Chamada de fábrica de startups, negócio ajuda empreendedores da área de tecnologia com conhecimento e investimento financeiro. Empresa ajuda startups a se consolidarem no mercado No setor de tecnologia é comum a presença de investidores que colocam dinheiro em startups com o objetivo de lucrar quando a empresa fizer sucesso no mercado. Agora, tem um tipo de investidor um pouco diferente: a fábrica de startups. Renata Costa e dois sócios são donos de uma startup do setor de varejo. Eles desenvolveram uma tecnologia que usa o escaneamento de códigos de barra de produtos para fazer o pagamento móvel. Veja todos os vídeos do PEGN Em 2020, a empresa viu que precisava de capital para crescer. Recebeu ajuda de quase 50 investidores. Um deles, uma venture builder, uma fábrica de startups. As ventures builders são criadas por empresários de sucesso, que colocam à disposição da startup conhecimento, tecnologia e sua rede de contatos, além do tão sonhado investimento. Muito mais do que dar recurso, elas ajudam a construir o negócio junto com os empreendedores. “A venture builder pega empresas em estágios diferentes, não precisa ser um estágio evoluído, pode ser um estágio bem no começo, e ajuda a transformar essa ideia num negócio perene e lucrativo”, explica Roberto Pina, fundador de uma venture builder. Roberto, depois que saiu do mercado financeiro, decidiu ajudar outras empresas a crescer com a fábrica de startups. Há cinco meses, a startup da Renata passa por um método criado pelo Roberto, com as seguintes etapas: Entender se tem um "fit", um encaixe entre as empresas; Bussines view (visão de negócios); Planejamento estratégico; Aprofundamento em dados; Finanças; Crescimento da empresa; Governança. “Tem também a preparação DA empresa para o empreendedor estar sempre apto a falar com o investidor”, explica Roberto. Renata está na fase três, de planejamento estratégico, e já sentiu mudanças. Ela tem a tecnologia em cerca de 30 lojas espalhadas nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste do país e espera crescer 10% este ano. O objetivo final da venture builder é deixar a startup pronta para faturar, e aí ganhar um percentual disso. Roberto ajuda, atualmente, 20 startups e está selecionando outras. Seven Sete Rua General Furtado do Nascimento, 740 - 8º andar - Cj 81- Alto de Pinheiros São Paulo /SP - CEP: 05465-070 Telefone: (11) 2776 2714 E-mail: [email protected] https://sevensete.com.br/ Linkedin: www.linkedin.com/company/seven-sete/ Instagram: www.instagram.com/sevense7e/ Beepay Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302 - Cachoeira do Bom Jesus Florianópolis/SC - CEP: 88054-700 Telefone: (48) 98849-4242 E-mail: [email protected] https://beepayapp.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/beepayapp/ Instagram: https://www.instagram.com/beepayapp/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/beepay/ Veja os vídeos mais assistidos do G1:
Rede abriu 46 novas lojas e cresceu 18% no ano passado. Pandemia do coronavírus aumentou a demanda por reformas caseiras. Franquia de aluguel de equipamentos para construção registra faturamento de R$ 320 milhões em 2020 O isolamento social ampliou o mercado de produtos e serviços para casa. Uma rede de franquias de aluguel de equipamentos para construção, reparos e limpeza abriu 46 novas lojas, cresceu 18% e faturou mais de R$ 320 milhões em 2020. A rede, que chegou a 335 franquias no Brasil, aluga mais de 100 tipos de equipamentos para construção civil, tanto para obras grandes, como para serviços mais caseiros. Veja todos os vídeos do PEGN O aluguel de uma furadeira, por exemplo, custa em média R$ 40 por dia ou R$ 250 por mês. A pandemia remodelou o negócio. O número de clientes pessoa física hoje responde por um terço do faturamento e o período de locação ficou mais curto. Para acompanhar o público, a venda foi toda digitalizada. As lojas entregam e retiram os equipamentos na casa ou nas obras. “A gente teve que se relacionar com esse cliente de forma mais digital, desde a hora do cadastro até a assinatura do contrato. Fortalecemos o nosso time para esse tipo de atendimento, seja na logística, na entrega das máquinas ou na forma como ajudamos na utilização desses equipamentos”, explica o empresário Altino Cristofoletti. O investimento para montar uma franquia da rede vai de R$ 370 mil a R$ 1 milhão, de acordo com o tamanho da cidade. Segundo o franqueador, a taxa de sucesso das franquias é superior a 95%. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Casa do Construtor www.casadoconstrutor.com.br Facebook: CasaDoConstrutorFranquia Instagram: casadoconstrutorfranquia Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:

Principal destino do produto é a Europa. Região de Bauru é responsável por mais de 80% da produção de seda do estado Reprodução/TV TEM O fio da seda é um dos produtos mais valorizados na indústria têxtil, sendo matéria-prima para o mercado da moda. De uma indústria em Bastos (SP) sai uma boa parte da produção brasileira. Mas, antes de chegar ao produto pronto, é preciso ir até o campo. É no campo que tudo começa e o bicho da seda é o grande responsável pelo processo. Sem ele, nenhum fio poderia ser produzido. O agente sericícola Ademir Esteves explica que o bicho da seda tem cinco idades. Ele é entregue ao produtor já na terceira idade. Nessa fase, o bicho vai comer em média por três dias e passar pelo processo de troca de pele. O processo se repete na quarta idade. Na quinta e última, o bicho da seda está praticamente pronto para fazer o casulo. O ciclo de uma lagarta dura de 21 a 24 dias. Para se desenvolver, ela precisa comer bastante. Pés de amora é o único alimento do bicho da seda, não o fruto, mas, sim, a folha. Depois de colhidas, o produtor José Rodrigues, acompanhado pelo filho, distribui a comida pelas camas de criação. Ele é terceirizado de uma empresa, cuida da produção no campo e recebe parte do lucro. A sericicultura, como é chamada, tem essa característica de contar com uma produção familiar. O processo de fazer o casulo dura alguns dias. O bicho faz para se proteger de possíveis predadores durante a metamorfose. Toda a cadeia de produção da seda é orgânica. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 18/04/2021) Região de Bauru é responsável por mais de 80% da produção de seda do estado O presidente da Câmara Setorial da Seda do Estado de São Paulo, William Aita, diz buscar novos produtores que estejam alinhados ao parâmetro de qualidade e aos ideais de responsabilidade ambiental para alavancar a produção da seda. Além da unidade da empresa que fica em Bastos, existem polos no Paraná e Mato Grosso do Sul. O casulo chega à empresa e passa por vários processos de classificação e seleção. Tudo para garantir que só os de melhor qualidade passem para a frente. Depois de tantas etapas, chega o momento em que o casulo começa finalmente a se parecer com a seda. Os casulos são jogados na água e a máquina começa a puxar o fio para cima. Um único casulo pode chegar até dois quilômetros de fio. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja mais reportagens do programa

Processo de fabricação não é complicado. Mel de consistência cremosa atrai apicultores na região de Sorocaba Reprodução/TV TEM Ele é cremoso, tem uma textura mais homogênea e pastosa, a consistência e coloração são diferentes do convencional e, por isso, se tornou uma tendência no mercado de apicultura. Mas, até chegar nas embalagens, o mel cremoso passa por um longo processo, que começa na floresta de eucaliptos. O apicultor Abimael Campos se formalizou há cinco anos e, nesse tempo, viu o negócio crescer. De seis colmeias, hoje tem 110 e, quanto mais colmeias, mais mel. Ele realiza seu trabalho em uma fazenda que fica em Votorantim (SP). O espaço foi cedido por uma empresa da cidade que há mais de 15 anos tem um programa de apoio técnico e gestão para apicultores da região. O coordenador de desenvolvimento social da empresa, Israel Batista Gabriel, conta que a premissa é desenvolver as localidades onde atuam. Uma das formas de fazer isso é oferecendo oportunidades de crescimento para quem está no entorno da base florestal. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 18/04/2021) Mel de consistência cremosa atrai apicultores na região de Sorocaba A colheita do mel é sempre separada por florada. Cada período do ano é uma diferente. As principais são a florada da laranja, florada silvestre e florada de eucalipto, que acontece entre os meses de janeiro e março. Do campo, o mel vai para a cooperativa dos apicultores de Sorocaba (SP) e região, onde ele é envasado e segue para o mercado. São 407 apicultores inscritos na cooperativa, de 76 municípios da região. Desde 2007, os apicultores mandam o mel que produzem para lá. Na maioria das vezes, o mel já chega beneficiado e, na cooperativa, vai para o encantador e é envasado. Gerson Silva Mercês trabalha com mel cremoso há mais de um ano e diz que, para o mel ficar na consistência cremosa, a batedeira é um item fundamental. Nela, Gerson coloca o mel in natura e mais um pouco de mel cremoso já pronto. A proporção de medida é cinco para um. O mel no formato cremoso agrega valor ao produto do apicultor, que no mercado acaba vendendo por um preço bem mais elevado que do mel natural. Segundo Gerson, cerca de 20 a 30% do valor do mel tradicional. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja mais reportagens do programa

Animais passarão por dieta especial para engordar e serão encaminhados para o abate. Fazenda em Guarantã recebe gado de todas as regiões do país para período de confinamento Reprodução/TV TEM Os animais de uma fazenda localizada no município de Guarantã (SP) passam por uma dieta no confinamento que recebe o gado de todas as regiões do país. No computador de bordo, a lista de ingredientes e a quantidade certa para as seis refeições do dia. A ração é feita com silagem de cana de açúcar, melaço de soja, milho, núcleo e torta de algodão. Durante o confinamento, cerca de 10 mil animais passam pela fazenda todo ano. Tem boi que chega com menos de 300 quilos e sai pronto para o abate com mais de meia tonelada. O período de engorda dura, em média, 100 dias, que pode aumentar em tempos como este, com dias mais chuvosos, porque o comportamento dos animais com a terra molhada fica diferente. Eles deitam pouco e, para ganhar peso, precisam, além da ração rica em nutrientes, descansar e ruminar. A fazenda recebeu, há uma semana, novilhas para começar todo o processo de confinamento. Neste lote, os gados já estão confinados há mais ou menos 50 dias. O produtor espera que os bois engordem bastante, o que nem sempre acontece com toda a boiada. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 18/04/2021) Fazenda em Guarantã recebe gado de todas as regiões do país para período de confinamento Estes bois que comem tudo e não engordam são chamados de "bois ladrões". Eles não se adaptam à dieta do confinamento. A causa pode ser algum problema de saúde ou a falta de uma boa genética, o que acaba sendo um grande problema, gerando prejuízo aos pecuaristas. Para tentar evitar isso, além de contar com a experiência dos trabalhadores da fazenda que identificam qual boi engorda mais e qual engorda menos, a tecnologia virou um forte aliado do campo. Um chip na orelha destes animais permite o acompanhamento da evolução do gado na balança. No confinamento, a maioria ganha peso rápido e logo segue para o abate. O "boi ladrão" tem outro destino: ou ele é devolvido ou fica pela fazenda. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja mais reportagens do programa

Com menos candidatos e etapas mais enxutas, processo da Sanofi desafiou jovens a apresentarem competências e resolverem desafio sobre vacinação em app de videoconferência. Líderes da dinâmica em grupo da Sanofi: Maria Motta e Bruna Martins, da Sanoffi, e Natália Moreira, da Companhia de Estágios. Reprodução Na sala da reunião, os participantes aguardavam ansiosos em seus assentos. A seleção teve início com a apresentação da empresa e da vaga de estágio aberta. Em seguida, os candidatos se apresentaram aos recrutadores e aos concorrentes. Só então, o grupo se uniu para resolver atividades e desafios. A dinâmica de grupo teria sido igual às que sempre aconteceram em processos seletivos para estágio, não fosse por um motivo: ocorreu pelo aplicativo Zoom. Ou seja, foi 100% à distância. Com pandemia, vagas de estágio recuam 37% no país; confira lista com mais de 480 oportunidades Com pandemia, videoentrevista ganha destaque nas seleções de emprego; veja dicas Veja dicas para se sair bem nas seleções para vagas em home office Na quarta-feira (14), o G1 acompanhou um processo da Sanofi, organizado pela Companhia de Estágios. Participaram cinco universitárias, duas profissionais da farmacêutica francesa e uma recrutadora. Agendado para às 14h, o processo seletivo não atrasou. Ninguém precisou se deslocar até a empresa. Em menos de cinco minutos, a recrutadora Natália Moreira deu as boas-vindas às candidatas e apresentou as profissionais da farmacêutica Bruna Martins (gerente de produtos sênior) e Maria Motta (atual estagiária). Como as reuniões de trabalho atualmente, o primeiro desafio das universitárias foi escolher o local adequado para participar da dinâmica: tranquilo, com boa iluminação e sem grandes interferências visuais. Apresentação Elas também tiveram que testar câmera, microfone e, acima de tudo, pesquisar sobre a unidade de imunização da Sanofi (à qual estavam pleiteando) e se preparar para apresentar as próprias competências e histórico profissional. Com três minutos cronometrados para cada candidata, as apresentações tiveram foco na experiência que cada uma teve na faculdade, pesquisas científicas realizadas fora de horário de aula e diferenciais competitivos. Um ponto de inflexão chamou atenção: projetos realizados durante a pandemia. Todas as participantes destacaram trabalhos voluntários e aprendizados conquistados durante o tempo livre da quarentena — desde curso de coreano a cuidados com idosos. Tiago Mavichian, CEO e fundador da Companhia de Estágios, afirma que essas iniciativas realmente chamam a atenção das empresas, principalmente em processos de estágio, em que os candidatos geralmente não têm experiência. "A pergunta de 2021 vai ser: o que você fez durante a pandemia? O trabalho voluntário é muito melhor do que um curso porque nele você desenvolve soft skills. Não é esperado trabalho para estagiários, mas sim, atitude", disse. Desafio Por volta das 15h, a parte prática da dinâmica teve início. As cinco candidatas se reuniram para solucionar um desafio que a Companhia de Estágios havia enviado na semana passada a elas por e-mail: "Criar estratégias para aumentar a cobertura vacinal no mercado público". Para discutir o caso, as jovens tiveram 25 minutos. Enquanto isso, as líderes do processo seletivo ativaram o mudo e acompanharam o desempenho das candidatas na discussão. É importante destacar a importância das universitárias terem respeitado a vez de cada uma expor sua ideia e argumentar. Em um grupo de cinco garotas, se todas tivessem falado ao mesmo tempo, teria sido difícil para as líderes entendê-las — o que causaria uma enorme confusão. Após o debate, restaram cinco minutos para apresentação dos resultados e minutos adicionais para as profissionais da Sanofi realizarem perguntas para as candidatas. Gabriella Yukie Araujo, de 21 anos, da Unesp, foi a candidata selecionada para a vaga da Sanofi. Arquivo Pessoal Seleção das finalistas Diferente dos processos seletivos mais antigos — que demoravam um semestre e reuniam até 10 candidatos em uma dinâmica — nos atuais, as etapas são mais enxutas e poucos jovens são reunidos virtualmente. Segundo Mavichian, antes da pandemia, as dinâmicas eram organizadas em grupos de 40 candidatos e as etapas eram agendadas para dias diferentes. Hoje, são reunidos no máximo 10 profissionais e a dinâmica de grupo ocorre na mesma data que a entrevista com os finalistas. Com isso, o processo seletivo completo passou de seis meses para pouco menos de três. "Fazemos um alinhamento com o gestor para dizer o papel a responsabilidade dele no processo. Ele realmente precisa sair dali com a decisão tomada. Demos objetividade ao processo", disse. Duas horas após o início da dinâmica da Sanofi, por exemplo, as líderes se reuniram virtualmente para definir as duas finalistas, enquanto as candidatas aguardaram no link da reunião anterior para receber os resultados — bastante ansiosas. O que acham os participantes? A estudante do último semestre de farmácia e bioquímica Gabriella Yukie Araújo, de 21 anos, foi selecionada para a vaga da Sanofi. Estudante da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, interior de São Paulo, foi o segundo processo seletivo à distância do qual participou — o anterior foi para a General Electric. A jovem participou apenas de processo seletivo presencial na empresa júnior da faculdade, mas já consegue avaliar os prós e contras de dinâmicas virtuais: "O legal de ficar em casa é que não há o imprevisto de chegar atrasada e dá para fazer uma colinha. Eu deixei minha folha sulfite ao lado do computador. Estava preparada para a apresentação. No entanto, ficamos presos numa tela. Não tem mais o olho no olho", avaliou a universitária. Apesar de distante fisicamente das demais candidatas, Gabriella afirma ter trocado contatos com a segunda colocada no processo seletivo, que também é estudante da Unesp. "Trocamos nossas contas de redes sociais porque tivemos mais tempo juntas na etapa de entrevista. O networking é fundamental para meu futuro profissional e, principalmente, de fazer novas amizades", comemorou a nova estagiária.

De acordo com a Aneel, pedidos iniciais de autorização de instalação dispararam após MP, publicada em setembro, que fixou data limite para concessão de benefício a fontes renováveis. Dobra o número de pedidos para a construção de usinas eólicas Os pedidos iniciais de autorização para instalação de usinas de geração de energia eólica e solar mais que dobraram após o governo fixar uma data limite para a concessão de subsídio a esses projetos, aponta levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a que o G1 teve acesso. A intenção de acabar com o benefício foi formalizada pelo governo com a publicação da medida provisória 998, em setembro de 2020. A MP estabeleceu que só teriam direito ao subsídio novas usinas cujos pedidos de autorização de construção fossem apresentados nos 12 meses seguintes à publicação do texto. A medida provisória foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no início de março de 2020. Segundo a Aneel, entre janeiro e agosto de 2020, ou seja, no período de oito meses antes da publicação da MP, foram apresentados 931 pedidos iniciais de autorização para instalação de usinas eólicas e solares, que totalizam potencial de geração de 41 gigawatts (GW) de energia. Já entre setembro de 2020 e março de 2021, ou seja, nos sete meses após a publicação da MP, foram 1.886 pedidos, 102,6% mais do que o registrado entre janeiro e agosto de 2020. Se saírem do papel, esses projetos terão, juntos, condições de produzir 85 GW de energia, o que equivale a cerca de metade da capacidade total de geração instalada no país hoje. Os números não incluem a chamada Geração Distribuída, que é a produção própria de energia em residências, normalmente por meio de painéis solares no telhado das casas. Energia barata, tarifa cara Essa corrida se justifica. A lei hoje garante a essas usinas de fontes alternativas renováveis desconto nas tarifas de transmissão e distribuição de energia. Isso permite que a energia produzida por elas seja mais barata. O benefício foi criado para incentivar o crescimento no país da produção de energia por novas fontes renováveis. Além de eólicas (vento) e solares, usinas que geram eletricidade por meio da queima de biomassa (bagaço de cana, por exemplo) e pequenas centrais hidrelétricas também contam com o benefício. Geradores de produção de energia eólica. Moraes Neto/Sebre/Divulgação Só que o desconto concedido às usinas é pago pelos demais consumidores do país, por meio das contas de luz. O crescimento dessas fontes nos últimos anos, e, por consequência, o aumento no valor do subsídio, começou a pesar sobre as tarifas de energia, o que levou o governo a rever a política de incentivo. De acordo com a Aneel, o custo do subsídio às fontes renováveis, que foi de R$ 1,1 bilhão em 2015, subiu para R$ 5 bilhões em 2020. A presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, diz que são investidos cerca de R$ 14 bilhões nessa fonte no Brasil anualmente. Para ela, o preço da energia renovável deve subir após o fim do subsídio. Mesmo assim, ela avalia que interesse no setor deve se manter alto. "Nós avaliamos que haverá uma demanda muito grande de energia para o Brasil nos próximos anos, por energia renovável, pelo fato de que o Brasil é um país que tem carência de muita estrutura e infraestrutura. E energia é uma das principais", disse Elbia. "E, com uma retomada econômica tão esperada e tão sonhada, nós vamos ter um crescimento [na demanda por energia renovável] que eu diria que será até maior do que essa projeção que estou apresentando", completou. Prazo para subsídio vence em fevereiro De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a conversão em lei da MP 998, em março, reiniciou a contagem do prazo de 12 meses para concessão de subsídios a novas usinas de fontes alternativas. Agora, os investidores têm até o final de fevereiro de 2022 para apresentar os pedidos de autorização e contar com o incentivo. A lei também estabelece que, para garantir o subsídio, as usinas devem gerar toda a energia planejada em até 48 meses após a concessão de autorização pela Aneel.
Presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que instituição pretende adicionar 'novas funcionalidades' aos dispositivos de segurança com o objetivo de bloquear 'contas-laranja'. O Banco Central pretende adicionar "novas funcionalidades" aos dispositivos de tecnologia capazes de bloquear "contas-laranja" do PIX, sistema de transferência de recursos em tempo real, 24 horas por dia. Nesta semana, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que o PIX é seguro, mas ressalvou que é preciso ter certeza de que todas as contas bancárias que estão sendo abertas são legítimas. Segundo Campos Neto, é preciso atacar o uso de "contas-laranja" abertas com documentos falsos, a fim de tornar o sistema de transferências ainda mais seguro. "O PIX é um sistema superseguro, mesmo quando se compara com TED e DOC. A gente está desenhando ele para ter mais segurança. Às vezes, se vê notícia de que está tendo sequestro relâmpago com PIX. Vamos lembrar que o PIX, para fazer transferência, precisa de conta cadastrada", declarou Campos Neto, em seminário virtual da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs). "Contas-laranja, com documentos falsos, a gente tem de atacar isso", afirmou. Entenda como mandar e receber dinheiro pelo Pix No ano passado, o chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Eduardo Brandt, informou que as instituições financeiras poderiam reter transferências e pagamentos feitos por meio do PIX por até uma hora em caso de suspeita de fraude. Questionado pelo G1, o BC informou que, tendo por base dados do atendimento ao cidadão e do monitoramento do sistema financeiro, não há evidência de aumento de fraudes, crime cibernéticos, financeiros ou contra pessoas após o lançamento do PIX. "Também não houve aumento de abertura de contas falsas após o PIX. Pelo contrário, segue a tendência de redução percentual de contas abertas com documentação falsa observada nos últimos anos, graças à evolução na tecnologia utilizada na abertura de conta digitais para combater fraudes e do acompanhamento feito pela supervisão do BC junto às instituições reguladas", acrescentou o Banco Central. A instituição informou, entretanto, que a despeito da segurança do PIX, sempre considera "aperfeiçoamentos que aumentem ainda mais a resiliência do PIX e, para isso, mantém constante diálogo com especialistas de segurança das instituições participantes por meio do GT-Seg, grupo de trabalho temático no âmbito do Fórum PIX". Em fevereiro, durante a primeira edição da Semana da Segurança Digital da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que, com a pandemia do novo coronavírus, criminosos estão aproveitando o maior tempo online das pessoas e o aumento das transações digitais devido ao isolamento social para aplicar golpes financeiros. Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da Febraban, diz que o cadastramento das chaves PIX deve ser feito diretamente nos canais oficiais das instituições financeiras, como o aplicativo bancário, internet banking, agências ou através de contato feito pelo cliente à central de atendimento. "O consumidor não deve clicar em links recebidos por e-mails, pelo WhatsApp, redes sociais e por mensagens de SMS, que direcionam o usuário a um suposto cadastro da chave do PIX", acrescentou. Aumenta número de golpes na internet e no telefone durante a pandemia Principais golpes São os seguintes as principais modalidades de golpes identificadas pela Febraban: Golpe da clonagem do Whatsapp - Segundo a Febraban, criminosos enviam uma mensagem pelo aplicativo fingindo ser de empresas em que a vítima tem cadastro e solicitam o código de segurança, já enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de uma atualização, manutenção ou confirmação de cadastro. Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado por transferência via Pix. Golpe de engenharia social com Whatsapp - Em outra fraude que usa o Whatsapp, informou a Febraban, o criminoso escolhe uma vítima, pega a foto dela em redes sociais, e, de alguma forma, consegue descobrir números de celulares de contatos da pessoa. Com um novo número de celular, manda mensagem para amigos e familiares da vítima, alegando que teve de trocar de número devido a algum problema, como, por exemplo, um assalto. A partir daí, pede uma transferência via PIX, dizendo estar em alguma situação de emergência. Golpe do falso funcionário de banco e das falsas centrais telefônicas - Nesse golpe, o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. O criminoso oferece ajuda para que o cliente cadastre a chave PIX ou ainda diz que o usuário precisa fazer um teste com o sistema de pagamentos instantâneos para regularizar seu cadastro, e o induz a fazer uma transferência bancária. A Febraban lembra que dados pessoais do cliente jamais são solicitados ativamente pelas instituições financeiras, tampouco funcionários de bancos ligam para clientes para fazer testes com o PIX. Na dúvida, a Febraban recomenda sempre procurar o banco para obter esclarecimentos. Golpe do 'bug' do PIX - Outra ação criminosa que está sendo praticada por quadrilhas e que envolvem o PIX, segundo a Febraban, é o golpe do "bug" (falha que ocorre ao executar algum sistema eletrônico). Nesse caso, mensagens e vídeos disseminados pelas redes sociais por bandidos afirmam que, graças a um "bug" no PIX, é possível ganhar o dobro do valor que foi transferido para chaves aleatórias. Entretanto, ao fazer este processo, o cliente está enviando dinheiro para golpistas. A entidade lembra que canais oficiais do Banco Central já alertaram que não há qualquer "bug" no PIX, e ressalta que o cliente sempre deve desconfiar de mensagens que prometem dinheiro fácil e que chegam pelas redes sociais ou e-mail. VÍDEOS: como funciona o PIX
Projeto foi enviado pelo governo ao Congresso no último dia 7. Para o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários, proposta reduz papel da fiscalização. Auditores fiscais agropecuários reagiram ao projeto de lei do governo que estabelece a fiscalização por autocontrole de produtos de origem animal e vegetal, fertilizantes, sementes, medicamentos veterinários e demais insumos. A proposta, encaminhada ao Congresso Nacional pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 7, prevê que o setor privado seja responsável pela qualidade e segurança da própria produção. Para o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), a iniciativa “coloca em risco a separação de responsabilidades entre o poder público e a iniciativa privada e contribui para uma redução do papel da fiscalização”. Em nota, os auditores criticam ainda a possibilidade de registro de estabelecimentos agropecuários junto ao Ministério da Agricultura apenas com o envio de informações pelo agente privado por meio eletrônico, e a possibilidade de checagem dos dados pelo governo sem previsão de vistoria in loco. O texto prevê também a concessão automática de registro de produtos quando houver “parâmetros ou padrões normatizados”. Para o sindicato, isso significa que produtos como leite e carne, por exemplo, estariam automaticamente autorizados, “eliminando a necessidade de fiscalização mais apurada de seus processos produtivos”. Questionado, o Ministério da Agricultura informou que a Secretaria de Defesa Agropecuária aguarda "parecer final do sindicato para poder se posicionar". O Anffa estuda apresentar alternativa ao texto enviado pelo governo federal. Sistema de fiscalização De acordo com o projeto de lei, o Ministério da Agricultura deverá disponibilizar sistema eletrônico para receber as solicitações de cadastro ou credenciamento dos estabelecimentos, além dos pedidos de registro dos produtos agropecuários. Em 2018, um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que o sistema de tecnologia da informação da Secretaria de Defesa Agropecuária era precário. A auditoria concluiu que existem “sistemas obsoletos e inseguros para gestão de cadastro de estabelecimentos”, e que não há “sistema corporativo para planejamento, execução e monitoramento das ações fiscalizatórias, o que gera ineficiência, insegurança, erros e risco de fraude no processo”. Para o programa de autocontrole, o Ministério da Agricultura informou que um novo sistema está sendo idealizado "para atender à nova maneira de fiscalizar, sem perder todos os sistemas de controle já existentes". De acordo com o ministério, ainda não há estimativa de custo porque a pasta está na fase de análise de orçamentos e de fontes e recursos. VÍDEOS: agropecuária

Internautas já tinham se queixado de problemas para acessar a rede social na sexta. Em nota, empresa citou problema com os servidores. Usuários em todo o mundo voltaram a relatar dificuldade para utilizar o Twitter neste sábado (17). Na noite de sexta-feira (16), internautas já tinham reclamado de problemas para acessar a rede social. Em nota, o Twitter afirmou que está corrigindo um problema com os servidores. "Sabemos que partes do Twitter ainda não estão funcionando para alguns de vocês. Estamos corrigindo um problema com nossos servidores para que as coisas voltem ao normal em breve. Obrigado por ficar com a gente." Twitter volta a apresentar instabilidade neste sábado (17) Reprodução Segundo o site Downdetector, que realiza monitoramento em tempo real de serviços on-line, às 9h43 deste sábado, havia 704 notificações. O número baixou após as 10h, mas a rede social continuou apresentando instabilidade à tarde. Na sexta-feira, foram registradas 9.396 notificações sobre o funcionamento do Twitter às 21h17. Downdetector aponta notificações com o Twitter Reprodução
Conheça a fazenda de criação de búfala que consegue ter parto e leite o ano inteiro graças a tecnologia. Veja também as dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde para vacinar idosos da zona rural do Ceará. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (18) O Globo Rural deste domingo (18) mostra a fazenda de criação de búfala dos irmãos Cotrim, em São Paulo, que, por meio da tecnologia, consegue ter partos e produzir leite o ano todo. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem também as dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde para vacinar idosos da zona rural do Ceará, o crescimento da safra de pinhão em Santa Catarina, que superou 2020 em 60% e mais. Não perca, o Globo Rural começa a partir das 8h30. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural

Planta tem mais de 1.600 espécies no mundo e cerca de 10 mil usos, passando pela construção civil, indústria de papel, móveis e até cosméticos e culinária. Aprenda a receita do pão de queijo. Aprenda a fazer um pão de queijo com broto de bambu O bambu é uma planta da família das gramíneas com 1.642 espécies espalhadas pelo mundo, das quais cerca de 20% estão no Brasil: 258 são nativas e cerca de 80 foram trazidas ao país, afirma o presidente da associação de produtores (​Aprobambu), Guilherme Korte. A planta tem, aproximadamente, 10 mil usos, sendo matéria-prima na produção de papel, celulose, móveis e artesanatos, além de gerar energia por meio de sua queima. De onde vem: série do G1 mostra origem dos alimentos Brasil tem 258 espécies nativas de bambu e cerca de 80 exóticas. Juliana Cortez/Arquivo pessoal Seu carvão pode ser usado em cosméticos e em cremes dentais por ter efeito clareador e, com tratamento correto, serve como estrutura e acabamento na construção de casas. A gramínea tem a mesma resistência da madeira com a vantagem de não precisar ser replantada. "O bambu rebrota, diferentemente do eucalipto", diz o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do Acre, Eufran Amaral. A planta também tem vocação para a culinária. Na Índia e na China, por exemplo, é comum o consumo da farinha de bambu, que ainda não é fabricada no Brasil, conta a pesquisadora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Juliana Cortez Barbosa. Países do Oriente também utilizam o broto do bambu, que, apesar de ser pouco conhecido no Brasil, já virou até receita de pão de queijo por aqui (veja mais abaixo na reportagem). Hectares no Brasil Estima-se que o Brasil tenha cerca de 9,2 milhões de hectares de florestas com bambu nativo e plantado, dos quais metade está no Acre (4,5 milhões de hectares), segundo um cruzamento de dados da Embrapa. A maior floresta do mundo com a presença de bambu fica na fronteira entre o Brasil, Bolívia e Peru (18 milhões de hectares). Nesta área, a gramínea está misturada com outros tipos de plantas, explica o analista da Embrapa, Bruno Imbroisi. Já a maior floresta do mundo onde só há a presença do bambu está na China, em uma área de 6 mil hectares. De acordo com a Aprobambu, as principais plantações para uso econômico no Brasil estão: Pernambuco: 22 mil hectares para a produção de papel e celulose; Maranhão: 15 mil hectares para a geração de energia à indústria, principalmente cervejarias, cerâmicas e produção de polpa de papel; Bahia: empresa Penha Papéis tem 3,5 mil hectares voltados para a geração de vapor em caldeiras; Mato Grosso: a FS Bioenergia possui 5 mil hectares para gerar vapor na produção de etanol de milho. Korte afirma que não há dados sobre o quanto o setor gira na economia. "Isso é difícil porque o próprio fazendeiro que produz o bambu, consome o bambu. Não existe a emissão de nota fiscal. (...) E se a gente olha para quem trabalha com artesanato, por exemplo, muitos são informais". Porém, este levantamento tem sido feito pela BambuBR, uma associação que reúne empresas, pesquisadores e produtores. Eles estão colhendo informações neste link. Bambu pode ser usado de 10 mil maneiras diferentes. Arte / G1. Broto de bambu Broto de bambu precisa ser colhido até 3 dias depois de sair da terra para usar na alimentação Instituto Jatobás e BambuBR O broto de bambu é a primeira estrutura da planta que sai da terra. "Assim que o broto sai, nós temos 2 ou 3 dias para colher, senão ele cresce e fica duro", explica Juliana Cortez, que também é presidente da BambuBR. Depois de colhido, o broto é descascado e precisa passar por um processo de cozimento antes de ir para o consumo humano. Esse processo serve para eliminar os glicosídeos cianogênios, que são tóxicos. Depois de pronto, o broto fica parecido com um palmito, “só que crocante”, diz Juliana, ressaltando que o alimento é rico em fibras e em proteínas. Broto de bambu: segundo Juliana Cortez, o alimento é semelhante a um palmito, só que crocante Arquivo pessoal/Juliana Cortez Depois do cozimento, a lista de possibilidades de preparo com o broto é muito variada, pois ele é uma "base neutra que absorve todos os sabores", explica a pesquisadora. O broto de bambu pode ser usado para fazer a base de um sorvete, por exemplo. "Você bate ele no liquidificador e depois com o creme de leite, leite condensado", diz. À esta massa, outros sabores podem ser acrescentados. Em um dos cursos promovidos pela Unesp, foi desenvolvido até um sorvete de morango com coentro que, apesar de não ser uma combinação muito convencional, Juliana diz ter gostado do sabor. Sorvete de morango com coentro à base de broto de bambu Arquivo pessoal/Juliana Cortez Pão de queijo com broto Pão de queijo com broto de bambu desenvolvido pela culinarista Iraci Araújo Arquivo pessoal/Iraci Araújo A culinarista Iraci Araújo, da cidade de Pardinho, interior de São Paulo, conhece bem a versatilidade do bambu na cozinha. Com a planta, ela já preparou diversos quitutes, como empadas doces e salgadas, patê, molho para salada, cuscuz, torta salgada e até pão de queijo, onde o broto é usado para preparar a massa e dar mais consistência ao salgado, segundo Iraci. Veja o passo a passo do pão de queijo: Ingredientes 300 gramas de polvilho azedo 300 gramas de polvilho doce 300 gramas de broto de bambu triturado 300 gramas de queijo parmesão ralado 200 ml de água 200 ml de leite 200 ml de óleo de canola 4 ovos 1 colher de chá de sal Modo de fazer Bata o broto de bambu no liquidificador com 100 ml de água e reserve Aqueça o leite, óleo e água até ferver e escalde o polvilho Deixe esfriar até conseguir manusear Acrescente os ovos, o broto de bambu e o queijo Amasse até não grudar nas mãos Molde os pãezinhos Asse em forno pré-aquecido a 180 graus por 30 a 35 minutos“Procuro aproveitar tudo que a natureza nos dá para nos alimentarmos. Na culinária nada se perde, tudo se transforma”, diz Iraci, contando que a sua mãe já preparava broto de bambu em sua infância. A culinarista desenvolveu todas essas receitas em 2019, por meio de uma ação do município de Pardinho junto à empresa Tudubambu, que, na ocasião, fez diversos experimentos do broto para comercialização. Atualmente, a empresa está se reestruturando e não comercializa mais o broto, afirma a coordenadora do Instituto Jatobás, Madalena Carneiro. O instituto, que desenvolve projetos sociais e sustentáveis com o bambu, fica localizado na Fazenda dos Bambus, em Pardinho, onde também está a Tudobambu. A empresa deve começar a fabricar, em breve, quadros de bicicletas com a planta e estuda, junto com pesquisadores da Unesp, a fabricação de próteses com o bambu. Uma edição de 2020 de Globo Rural comentou sobre essa e outras iniciativas, veja a seguir: Conheça a versatilidade do bambu A cadeia de broto de bambu para alimentação no Brasil é pequena e não há produção em larga escala. Juliana, da Unesp, coordena um projeto de fabricação do broto para comercialização por pequenos produtores de Itapeva e conta que, além de São Paulo, conhece produção em Goiás, Rio Grande do Sul e que, no Acre, há projetos iniciais. Farinha de bambu Farinha feita à base de bambu tem valor nutricional mais vantajoso do que farinhas convencionais EPTV 1 Outro produto que a Unesp está desenvolvendo no Brasil é a farinha de bambu, que, além da China e Índia, é muito consumida também na Tailândia e Indonésia, por causa do seu teor rico em fibras. Para fabricá-la, o bambu precisa ter, no máximo, 2 anos de vida. E, depois de colhido, é preciso tirar a parte mais dura e moer. “Ele fica bem fininho”, conta Juliana. “Nós estamos adquirindo máquinas para fazer o processamento deste material e vamos testar várias espécies para estudar o valor nutricional”, diz. Geração de renda no campo A universidade paulista também atua em Ribeirão Branco (SP) capacitando os produtores da cidade na produção de cabos, que são vendidos para uma indústria fabricar pentes e escovas de dentes e cabelos, por exemplo. Pentes de bambu que foram fabricados com os cabos produzidos por agricultores de Ribeirão Branco (SP) Divulgação Esses agricultores fazem parte da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Bairro dos Pacas e Região. E, além de capacitação, receberam máquinas para trabalhar. Os recursos do projeto vêm do Ministério da Ciência e Tecnologia. “Muitas vezes, esses agricultores ficam sem trabalho porque a cultura em que eles trabalham é sazonal. Quem trabalha com tomate, por exemplo, fica 6 meses parado. Mas, com a produção de cabo para indústria, eles conseguem ter uma renda”, diz Juliana. Agricultores de Ribeirão Branco (SP) na confecção de objetos de bambu Arquivo pessoal Diferentemente do processo de fabricação do broto e da farinha, o bambu para a produção de cabos precisa ser mais velho. “Neste caso, ele precisa ter mais de 3 anos de vida para ter uma boa resistência”, afirma a pesquisadora da Unesp. “O bambu usado pelos agricultores é colhido em uma área de uma empresa madeireira, por meio de uma outra parceria nossa. Tudo é feito por meio parceria”, diz. Pesquisa usa bambu na criação de plástico biodegradável Desafios Ampliar as diversas cadeias de produção de bambu no Brasil depende de uma regulamentação do setor, para o pesquisador da Embrapa Acre, Eufran Amaral. Em 2011, o governo federal lançou a Política Nacional do Bambu (Lei 12.484), mas, até hoje, não publicou nenhum decreto para regulamentá-la. “Isso [a regulamentação] é necessário para desenvolver linhas de crédito para os produtores avançarem no plantio do bambu, para que a gente tenha mais recursos para pesquisas, para a produção de máquinas”, diz. A falta de equipamentos, inclusive, é um forte gargalo do setor. “A maioria das máquinas que temos no Brasil é de origem asiática. Mas o bambu chinês tem menos fibra e é mais maleável. Então, hoje, nós temos que importar a máquina chinesa e adaptar", diz Amaral, da Embrapa. Benefícios ambientais Floresta com bambu Arquivo pessoal/Juliana Cortez Alguns dos principais benefícios do bambu são o "sequestro" de carbono da atmosfera, proteção do solo e recuperação da fauna e flora. "O bambu produz muita massa foliar, então as folhas que caem vão enriquecendo o solo, trazendo de volta os nutrientes", afirma a pesquisadora da Unesp. Segundo ela, o sistema radicular (raízes) do bambu tem cerca de 1 metro de profundidade. "Esse sistema de raízes não deixa a água escorrer e fazer erosão", diz. Amaral, da Embrapa, afirma ainda que uma floresta de bambu tem até 5 vezes mais de biomassa do que uma área de pastagem, por exemplo. Biomassa, neste caso, é toda a vida da planta: raiz, galhos, comos (popularmente conhecido como a vara do bambu). "Com isso, você consegue incorporar mais matéria orgânica ao solo e ter mais biodiversidade da fauna e flora", diz Amaral. Segundo ele, a sombra do bambu atrai um maior número de mamíferos e, os seus galhos, mais passarinhos. Além disso, o pesquisador lembra que diversos tipos de abelhas vivem dentro dos comos de bambu. Bambu pode ser usado na construção civil, artesanato e até em próteses Veja mais vídeos da indústria-riqueza do país Initial plugin text