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Dívida da empresa é da ordem de R$ 4 bilhões. Lojas físicas foram fechadas e aposta é aumentar faturamento com canais digitais. A Justiça deferiu na segunda-feira (10) o pedido de recuperação judicial solicitado na última sexta pela Máquina de Vendas, que controla a Ricardo Eletro. Dez empresas ligadas à operação de venda de produtos e serviços do grupo fazem parte do pedido. A decisão foi publicada pelo juiz Tiago Limongi, da 1ª Vara Civil de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A Laspro Consultores foi nomeada a administradora judicial. Pedidos de recuperação judicial e falência crescem no país e atingem mais as pequenas empresas Avianca Brasil tem falência decretada pela Justiça Ricardo Eletro: lojas físicas serão fechadas para dar lugar a investimento nos canais digitais Reprodução A dívida da empresa é de R$ 4 bilhões. Além da Ricardo Eletro, a empresa é dona da Insinuante, Salfer, City Lar e EletroShopping. Decisão da Justiça Na decisão, o juiz afirma que “os documentos juntados aos autos comprovam que as requerentes preenchem, ao menos em um exame formal, os requisitos legais para requerimento da recuperação judicial”. Segundo Limongi, a empresa diz que as dificuldades causadas pela pandemia neste ano afetaram o fluxo de caixa após o plano de recuperação extrajudicial, homologado em 2019. E, desde aquele ano, o objetivo era a retomada das operações por meio da concessão de linhas de crédito que permitissem a geração de fluxo de caixa e a reestruturação de suas atividades. “Contudo, alegam as requerentes que os credores, por receio em relação ao futuro das empresas, negaram-se a disponibilizar novas linhas de crédito, o que manteve suas operações em severas dificuldades”, disse o juiz, de acordo com o Valor. A empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação e depois disso, 90 dias para levá-lo a assembleia geral de credores. Crises seguidas A empresa alega que passou a enfrentar dificuldades no recebimento de produtos chineses com o início da pandemia na Ásia para, em seguida, sofrer com queima de caixa quando as medidas de isolamento social chegaram ao Brasil. "Nesse contexto, a alternativa da recuperação judicial mostra-se o caminho mais viável para que a empresa siga com suas operações normalmente e promova a reorganização administrativa e financeira necessária para superar a situação momentânea de crise e ajustar-se estruturalmente para a nova realidade com varejo, no pós-pandemia", diz a nota. A Ricardo Eletro, contudo, anunciou o fechamento de suas mais de 600 lojas físicas ao redor do país. A aposta é o crescimento dos canais digitais, que, segundo a empresa, tiveram crescimento no período de 50 mil para 350 mil visitas diárias. A Máquina de Vendas passava por processo de recuperação extrajudicial desde 2019. Bancos como Bradesco, Itaú e Santander, além da Whirlpool, estão entre os principais credores. 'Direto com o dono' No início de julho, Ricardo Nunes, fundador e ex-principal acionista da Ricardo Eletro, foi preso em São Paulo. Ele era investigado na operação "Direto com o dono", de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em Minas Gerais. De acordo com os investigadores, aproximadamente R$ 400 milhões de impostos da rede varejista foram embutidos no preço dos produtos, mas não era repassado ao estado. A filha de Ricardo, Laura Nunes, também foi presa, na Grande BH, mas teve a prisão revogada a pedido do Ministério Público, por ter contribuído com as investigações. "O valor da dívida dessa empresa está girando em torno de R$ 380 milhões com o estado de Minas Gerais. Colegas promotores da Paraíba, do Rio de Janeiro e de Goiás me ligaram hoje, interessados no compartilhamento de informações e provas. Também nesses estados esse grupo empresarial é detentor de dívidas", relatou no dia da operação o promotor de Justiça Fábio Reis de Nazareth. A Ricardo Eletro disse, naquele dia, que Ricardo Nunes e familiares "não fazem parte do seu quadro de acionistas e nem mesmo da administração da companhia desde 2019". Fundador da Ricardo Eletro, alvo de operação contra sonegação, é liberado pela Justica Histórico da empresa A primeira loja Ricardo Eletro surgiu em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, em 1989. Em pouco mais de 10 anos já estava entre as cinco maiores empresas de varejo de eletroeletrônicos do Brasil. Em 2010, a Ricardo Eletro se fundiu à rede de lojas Insinuante criando o terceiro maior grupo varejista do país, chamado Máquina de Vendas. Em seguida, incorporou as marcas Citylar, Eletroshop e Salfer, unificando as lojas com a marca da Ricardo Eletro. Em 2011, Nunes foi condenado à prisão por corrupção ativa, depois de ser alvo de denúncia da Procuradoria da República. Ele teria pago propina a um auditor da Receita para livrar a empresa de uma autuação. Ele recorreu da decisão. Em 2018, o grupo entrou com uma ação de recuperação extrajudicial e, no ano passado, foi vendido para o fundo de investimentos e reestruturação Starboard.

Time de mais de 200 cientistas de dados uniu a experiência de meio século de desenvolvimento de soluções de crédito no Brasil e o aprendizado no exterior para explorar todo o potencial da base de dados, auxiliando na redução do risco de inadimplência e no aumento de oportunidades de vendas neste momento econômico desafiador. As empresas brasileiras ganharam uma proteção eficiente para minimizar os riscos num cenário econômico conturbado pela pandemia da Covid-19 e para continuar concedendo crédito e realizando novos negócios com rentabilidade e segurança. As soluções da Serasa Experian, potencializadas pelos dados do Cadastro Positivo, conciliam dois benefícios para as empresas de todos os segmentos e portes: mais segurança para a tomada de decisões, reduzindo a inadimplência, e aproximação com seus clientes à medida em que se tornam parceiras no momento em que eles mais precisam. Mas de que maneira o Cadastro Positivo oferece essas vantagens? O Cadastro Positivo disponibiliza informações relacionadas ao adimplemento, ou seja, compromissos quitados no prazo, pagamentos realizados, obrigações em andamento e a capacidade de assumir novas obrigações financeiras de consumidores e empresas. Isso significa mais transparência e precisão para ambos os lados – tanto para quem solicita quanto para quem concede crédito – à medida em que permite uma visão muito mais completa dos hábitos de pagamento de uma pessoa ou empresa. Com esse arsenal de informações, somado à expertise analítica e tecnológica da Serasa Experian e ao poder das informações de inadimplência já contidas em seu banco de dados – o maior da América Latina –, cria-se uma nova dimensão de informações para a avaliação de crédito mais eficiente. Isso contribui para identificar comportamentos de pagamentos de consumidores e empresas, além de incluir mais pessoas no mercado de crédito, já que agora ficou mais fácil identificar os bons hábitos de pagamento. A partir desses dados, a Serasa Experian aplica técnicas de analytics para gerar uma série de outras informações que enriquecem as políticas de crédito, como novos modelos que apresentam as tendências ou perfis de consumo. Resultado: os dados positivos permitem a melhoria contínua dos modelos de score e a performance preditiva dessas ferramentas se tornou muito superior. Mas como o Cadastro Positivo pode ajudar nesse momento desafiador? Se são relevantes num cenário de normalidade, os dados do Cadastro Positivo ganham ainda mais destaque num contexto econômico desfavorável. Percebendo a importância desse banco de dados e consciente da necessidade de estar ao lado das empresas e dos consumidores, a Serasa Experian criou inovações que dão conta da complexidade do atual momento. Essa tarefa só se tornou bem-sucedida em tempo recorde por uma conjunção de dois fatores: 1. experiência de mais de meio século como referência em serviços de informação no Brasil; 2. expertise global no uso de dados positivos. A Serasa Experian faz parte do grupo Experian e trouxe para o Brasil a maturidade e aplicabilidade do uso dos dados positivos em países como Estados Unidos e Inglaterra. Aproveitando-se dessa expertise, os mais de 200 cientistas de dados da Serasa Experian começaram a trabalhar para responder à pergunta: como os dados do Cadastro Positivo podem ajudar as empresas nesse momento? A resposta foi: disponibilizando, a partir dos dados, alternativas inteligentes para as empresas minimizarem os impactos causados pela pandemia. A partir daí, em cinco meses a Serasa Experian planejou e lançou soluções que atacam as principais dores das empresas em toda a jornada de decisão. Novas oportunidades Você sabe que, no processo de aquisição de um cliente, os credores deparam com uma série de inquietações: ● É possível detectar o impacto da pandemia na situação financeira dele? ● Há como identificar se ele manterá a capacidade de pagamento nos próximos meses? Com o Serasa Score, enriquecido com o Cadastro Positivo, é possível estimar com confiabilidade a possibilidade de inadimplência de um consumidor ou empresa num horizonte de seis a 12 meses. Mas, para ter uma decisão ainda mais inteligente, o analista de crédito pode aliar o uso do score com outros atributos. Assim, ele consegue identificar com ainda mais precisão a situação atual de um cliente. Tem condições de avaliar como a crise afetou a renda de um consumidor ou o faturamento de uma empresa e pode até analisar a capacidade de pagamento do seu cliente diante do atual cenário. Dessa forma, o credor consegue oferecer o produto certo para seu novo cliente, contribuindo para evitar o superendividamento. Ele pode ainda identificar aqueles consumidores e empresas que foram negativados durante a crise, mas tinham um histórico anterior de bom pagador, avaliando a possibilidade de oferecer um financiamento ou uma venda a prazo a esse grupo, estreitando a relação de parceria num momento de dificuldade. Com uma avaliação baseada nas soluções da Serasa Experian, a empresa não só diminui o risco de inadimplência, mas abre oportunidade de novos negócios. Caso o Cadastro Positivo ajude a detectar um consumidor ou empresa que conseguiu driblar as dificuldades, há a chance de oferecer novos produtos ou serviços - ou uma condição de crédito diferenciada para ampliar uma compra. Ficou interessado em aumentar a imunidade de sua empresa em meio à crise? Então, conheça mais as soluções da Serasa Experian.

BP afirmou que o vídeo comparava executivos da empresa a nazistas. Um trabalhador australiano ganhou na Justiça o direito de receber 200 mil dólares australianos (o equivalente a cerca de R$ 770 mil) após ser demitido pela petroleira BP por ter compartilhado um meme de Hitler, durante negociações salariais com a empresa. O clipe compartilhado por Scott Tracey usa um conhecido trecho do filme alemão "A queda! As últimas horas de Hitler", de 2004, em que o ditador, interpretado pelo ator Bruno Ganz, é mostrado aos gritos com generais após a Alemanha perder a Segunda Guerra Mundial. A paródia teria sido feita pela esposa do trabalhador. Bruno Ganz em 'A queda! As últimas horas de Hitler' (2004) Divulgação Ao decidir pela demissão de Tracey em 2018, a petroleira afirmou que o vídeo comparava executivos da empresa a nazistas e que mostrá-lo a colegas utilizando um computador da empresa representava uma quebra do código de conduta, de acordo com a imprensa local. Em fevereiro deste ano, o trabalhador foi reintegrado à empresa por decisão da Justiça. Além disso, a empresa foi condenada a pagar a remuneração devida a Tracey pelo tempo que ele ficou afastado do emprego, além das contribuições para sua aposentadoria. A petroleira BP não comentou a decisão.

Candidatos precisam ter 18 anos ou mais, ensino médio completo e, no caso dos homens, dispensa do Exército. Entrega de currículos ocorre até 18 de agosto. Empresa em Campinas está com oportunidades de trabalho em aberto Mauro Pimentel/AFP/Arquivo Uma empresa que atua com soluções digitais em atendimento ao cliente oferece 100 vagas de emprego para o cargo de atendente de telemarketing em Campinas (SP). Os interessados devem entregar o currículo atualizado na sede da companhia até o dia 18 de agosto. Veja requisitos abaixo. A empresa está localizada na Avenida das Amoreiras, número 2187. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 13h30. Além do currículo, os recrutadores informam que os interessados devem comparecer ao local com caneta e documento de identificação. O uso de máscara de proteção facial é obrigatório. Após a etapa de entrega de currículos, os candidatos selecionados passarão por um processo de seleção com dinâmicas presenciais, que ocorrem a partir do dia 21 de agosto. Requisitos A empresa informa que aceita a candidatura tanto de profissionais com experiência em vendas, quanto daqueles que buscam o primeiro emprego. Outras características necessárias aos candidatos são: Residir em Campinas; Ter 18 anos ou mais; Possuir ensino médio completo; No caso de homens, já ter sido liberado do Exército. O salário não foi especificado, mas a empresa afirma que o valor é compatível com o mercado e inclui comissão e benefícios. A carga horária de trabalho dos selecionados será de 6h20 por dia. Veja mais notícias de empregos na região de Campinas

Desse total, referente ao primeiro semestre, US$ 31 bilhões tinham cobertura de seguros, mostra levantamento da Swiss Re. Montante inclui desastres naturais e aqueles causados pelo homem, mas excluem efeitos da Covid-19. As perdas econômicas globais trazidas por catástrofes naturais e eventos originados pela ação humana, sem considerar efeitos da Covid-19, alcançaram US$ 75 bilhões no primeiro semestre de 2020, segundo relatório da Swiss Re. Desse total, US$ 31 bilhões tinham cobertura de seguros. Os custos globais de eventos catastróficos na primeira metade de 2020 superaram em 31,6% o valor do mesmo período do ano passado, quando as perdas atingiram US$ 57 bilhões. Na mesma proporção, os US$ 31 bilhões de perdas de seguros com indenizações entre janeiro e junho representam uma elevação interanual de 34,8%. As perdas causadas por desastres não naturais recuaram 40% em 2020 se comparadas ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Swiss Re, "o declínio ocorreu em parte devido à pandemia de Covid-19, com os 'lockdowns' ao redor do mundo, que levaram a atividade econômica em muitos países a quase parar". Vulcão Krakatoa entra em erupção na Indonésia Centro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico de Desastres Geológicos da Indonésia / Via AFP Photo As catástrofes naturais exigiram o desembolso de US$ 28 bilhões pelas seguradoras e resseguradoras, enquanto os eventos causados pelo homem participaram com os demais US$ 3 bilhões, segundo os dados da Swiss Re. As principais perdas decorreram de tempestades na América do Norte, grupo que inclui furacões, tornados, enchentes e granizo, com um custo para as coberturas de seguros de US$ 21 bilhões. De acordo com a Swiss Re, é o montante mais alto desde o primeiro semestre de 2011. Apesar de ter apresentado elevação de 31% em comparação com o ano passado, as perdas globais no primeiro semestre de 2020 estão bem abaixo da média histórica. Nos últimos dez anos, a primeira metade do ano registrou valor médio de US$ 112 bilhões. Em termos de indenizações pagas, a média da última década se situa em US$ 36 bilhões.
Resultado confirma a tendência de recuperação da atividade econômica ante a flexibilização do isolamento social. A demanda interna por bens industriais avançou 5,2% de maio para junho, informou nesta terça-feira (11) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O resultado confirma a tendência de recuperação da atividade econômica ante a flexibilização do isolamento social. Produção industrial cresce em 14 dos 15 locais pesquisados em junho, aponta IBGE Em maio, o indicador já havia subido 2,2% perante o mês anterior. Apesar dos índices positivos, houve recuo de 19,6% no indicador na passagem do primeiro para o segundo trimestre. O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais considera a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações. Desagregando o indicador, sem ajuste sazonal, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) aumentou 16,2% em junho ante maio, e as importações de bens industriais recuaram 22,5% na mesma base de comparação. Indústria tomba quase 20% no segundo trimestre em relação ao mesmo período em 2019 Ante junho de 2019, a demanda interna por bens industriais se retraiu 12,4%. Com isso, o segundo trimestre do ano apresentou queda de 19,7% em relação ao verificado no mesmo período do calendário anterior. Com relação às categorias econômicas, o desempenho de junho foi "bastante disseminado", na definição do Ipea. Só a demanda por bens de capital recuou 13,9%, enquanto a demanda por todas as demais categorias variaram positivamente na margem. O destaque ficou por conta da demanda por bens de consumo duráveis, com alta de 72,1%. Na comparação interanual, porém, o resultado é negativo para todas as categorias, refletindo as dimensão da crise sobre a indústria. Já para as chamadas classes de produção, o Ipea detectou aumento da demanda interna por bens da indústria de transformação, que avançou 2,8% em junho sobre maio. A indústria extrativa mineral avançou 59,7% na margem, afetada por um forte crescimento das importações de petróleo e gás natural. Ao todo, 15 dos 22 segmentos investigados avançaram. Entre aqueles com peso relevante, o destaque positivo ficou por conta do segmento veículos, que registrou alta de 72,4% na comparação com maio, em linha com o que já havia apontado o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE).
Grupo pretende contratar 100 mil pessoas de comunidades negras, latinas e asiáticas de baixa renda até 2030. Líderes de grandes empresas dos Estados Unidos, incluindo bancos e gigantes da tecnologia, formaram um grupo com o objetivo de aumentar a contratação de indivíduos de comunidades minoritárias em Nova York. O grupo, chamado de New York Jobs CEO Council, que conta com presidentes-executivos de 27 empresas, pretende contratar 100 mil pessoas de comunidades negras, latinas e asiáticas de baixa renda até 2030. Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, Arvind Krishna, da IBM e Julie Doce, da Accenture vão copresidir o grupo. Nos EUA, pretos, hispânicos e outras minorias estão entre os mais atingidos pela Covid-19 O grupo ainda inclui empresas como Amazon, Google, Microsoft e Goldman Sachs, de acordo com um comunicado à imprensa. "A crise econômica de hoje está exacerbando a desigualdade econômica e racial e expondo barreiras sistêmicas às oportunidades", disse Dimon em um artigo no Wall Street Journal na segunda-feira. "Os jovens de comunidades de baixa renda e de minorias são os que mais sentem esse fracasso. A menos que trabalhemos ativamente para fechar a lacuna, o Covid-19 vai piorar as coisas", disse o artigo em coautoria com Félix V. Matos Rodríguez, reitor da City University of New York.

Na segunda-feira, bolsa subiu 0,65% e fechou a 103.444 pontos. Painel da B3, a bolsa brasileira Estadão Conteúdo/Cris Faga .se O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera sem direção definida nesta terça-feira (11), apesar da melhora do apetite a risco no mercado global, em meio ao anúncio da Rússia sobre vacina contra o Covid-19 e apostas de mais estímulos econômicos nos Estados Unidos. Às 11h26, o Ibovespa tinha queda de 0,05%, a 103.392 pontos. Veja mais cotações. Na segunda-feira, a bolsa fechou em alta de 0,65%, a 103.444 pontos. O acumulado do mês é de alta de 0,52%. No ano, o Ibovespa tem queda de 10,55%. Cenário "O dia está amanhecendo com mais um movimento de 'risk-on' generalizado, com bolsas em alta, dólar fraco, commodities metálicas não preciosas em alta e metais preciosos em queda", observou o estrategista Dan Kawa, da TAG Investimentos, de acordo com a Reuters. Ele destacou em comentários a clientes que o destaque da manhã é a notícia de que a Rússia teria aprovado a primeira vacina contra o Covid-19 e já estaria vacinando a sua população. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira que o país tornou-se o primeiro do mundo a dar aprovação regulatória para uma vacina contra a Covid-19 depois de menos de dois meses de testes em humanos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que está discutindo com autoridades de saúde da Rússia o processo para uma possível pré-qualificação pela OMS da vacina. O chefe do fundo soberano da Rússia, Kirill Dmitriev, disse que a vacina será produzida no Brasil e a fabricação dela na América Latina começará em novembro, desde que obtida aprovação regulatória. Nos EUA, o dia é positivo com esperanças de um acordo sobre ajuda federal para os 30 milhões de norte-americanos desempregados. O presidente norte-americano, Donald Trump, escreveu em uma rede social que os principais democratas do Congresso querem se reunir com ele para discutir estímulos, após negociações entre democratas e Trump não avançarem na semana passada. Do lado das commodities, os futuros de referência do minério de ferro na bolsa chinesa de Dalian fecharam em alta, mesmo viés adotado pelos preços do petróleo. Investidores do mercado brasileiro também analisam a ata da última reunião do Copom, na qual o Banco Central reduziu a Selic a 2%. No documento, o BC disse que a Selic está perto do limite e novos cortes podem ser temporalmente espaçados. Da temporada de balanços, BTG Pactual divulgou mais cedo queda de 4,1% no lucro líquido recorrente do segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$ 987 milhões. Na noite da véspera, a Cosan reportou prejuízo de R$ 174,4 milhões no segundo trimestre, revertendo lucro de um ano antes; e Itaúsa mostrou queda de 75,4% no lucro, a R$ 598 milhões. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia

Se confirmado, resultado representa um aumento de 3,8% na comparação com a colheita de 2019, com mais 9 milhões de toneladas. Colheita do milho safrinha avança em Mato Grosso do Sul Aprosoja-MS/Divulgação A safra de grãos em 2020 deverá alcançar 250,5 milhões de toneladas e bater um novo recorde, de acordo com as estimativas de julho divulgadas nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se confirmado, isso representa um aumento de 3,8% na comparação com a colheita de 2019, com mais 9 milhões de toneladas. A soja deve ter crescimento recorde de 5,9%, o que corresponde a 120,1 milhões de toneladas. “A produção da leguminosa só não deve ser maior devido à produção gaúcha, que caiu em 7,3 milhões de toneladas, em relação ao ano passado, por conta da estiagem prolongada. A produção de soja no Rio Grande do Sul foi estimada em 11,2 milhões de toneladas”, disse em nota o analista do IBGE Carlos Antônio Barradas. A produção do milho é outro destaque que, embora menor que a do ano passado, deve chegar a 99,8 milhões de toneladas em 2020. Barradas também lembra que a estimativa de produção de trigo está 41% maior e deve gerar 7,4 milhões de toneladas. Paraná se prepara para colher safra maior de trigo este ano, mas seca preocupa Ele afirma que as perdas decorrentes das estiagens em algumas regiões devem ter influenciado produtores a aumentar os investimentos nas lavouras de inverno, como forma de recuperar os prejuízos. “Com a valorização do dólar, os preços do trigo no mercado interno aumentaram, melhorando as perspectivas quanto à rentabilidade do produto”, explicou o analista de Agropecuária do IBGE. Na comparação mensal, a variação de 1,3% da safra de grãos decorre do milho 2ª safra (2,2 milhões de toneladas), do trigo (416,7 mil toneladas), da soja (231,3 mil toneladas), do arroz (196,0 mil toneladas), da aveia (70,5 mil toneladas) e do feijão 3ª safra (48,5 mil toneladas). O levantamento desta terça segue em linha com o divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A diferença é que o levantamento da Conab leva em conta o calendário de safra, que começa no segundo semestre de um ano e termina no início do segundo semestre do ano seguinte. Já o IBGE considera o que é produzido nos 12 meses do ano.

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (11) ao blog que a eventual prorrogação do estado de calamidade pública em 2021, com o objetivo de permitir a ampliação dos gastos públicos, "não prospera". Maia reforçou ainda que qualquer iniciativa nesse sentido precisa do aval do Congresso Nacional. O estado de calamidade em razão da pandemia do novo coronavírus vale até 31 de dezembro. Na prática, no estado de calamidade, o governo não precisa cumprir a meta de déficit primário, a regra de ouro e o teto de gastos públicos, que impede o crescimento dos gastos além da inflação. O debate sobre a eventual prorrogação surgiu na reunião da Junta de Execução Orçamentária, há cerca de três semanas. Na mesma reunião, debateu-se uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) para permitir recursos para obras a partir de gastos extraordinários, que não passariam pela regra do teto. Ambas ideias tiveram oposição da área econômica. Áreas técnicas do governo afirmam que estender o estado de calamidade tem entraves jurídicos, já que teria de ser feita por um ano, eliminando a obrigatoriedade de estabelecer a meta fiscal, uma das âncoras que indicam se o governo está ou não comprometido com o ajustes nas contas públicas. A meta inicial para 2020 era de déficit de R$ 124 bilhões, mas deve ultrapassar R$ 800 bilhões em razão dos gastos com a pandemia, autorizados pelo Congresso, que aprovou o estado de calamidade.

Parte dos trabalhadores chegou por volta de 22h de segunda-feira no local, segundo a rede de supermercados. Currículos podem ser entregues até quarta-feira (12). Trabalhadores formaram fila desde 22h de segunda-feira (10) para entregar currículos em rede de supermercado de Americana José Cena da Silva Trabalhadores formaram fila de dobrar quarteirões para entregar currículos e concorrer às 120 vagas de emprego abertas por uma rede de supermercados em Americana (SP) na manhã desta terça-feira (11). A entrega presencial começou nesta terça e segue até quarta-feira (12). Segundo a rede, os primeiros candidatos chegaram ao local por volta de 22h de segunda-feira. A empresa montou uma estrutura para atender os trabalhadores com protocolos para evitar a contaminação por Covid-19. Os contratados vão atuar em uma nova unidade de Americana. Imagens recebidas pela EPTV, afiliada da TV Globo, mostram os candidatos com máscaras e parte segue o distanciamento recomendado pelas autoridades de saúde durante a pandemia do novo coronavírus. O morador que enviou os vídeos para a EPTV, José Cena da Silva, informou que a fila chega a quatro quarteirões. A faixa salarial das vagas varia de R$ 1,4 mil a R$ 4,5 mil. Serão contratados, por exemplo, açougueiros, auxiliares de limpeza, auxiliares financeiros, auxiliares fiscais, balconistas, confeiteiros e empacotadores. Veja todos os cargos abaixo. Quem não puder comparecer poderá enviar o documento para o e-mail [email protected] entre 13, 14 e 15 de agosto. Fila de trabalhadores que vão concorrer às vagas de rede de supermercado em Americana José Cena da Silva Vagas Açougueiro (a) Auxiliar De Limpeza Auxiliar Financeiro Auxiliar Fiscal Balconista Açougue Balconista De Frios Balconista De Padaria Confeiteiro (a) Conferente Empacotador (a) Encarregado (a) Açougue Encarregado (a) Hortifruti Encarregado (a) Marcearia Encarregado (a) Padaria Fiscal De Caixa Fiscal De Loja Gerente Operador (a) De Caixa Padeiro (a) Repositor (a) Repositor (a) Hortifrúti Subgerente Veja mais notícias sobre emprego na região de Campinas

Dado sugere ligeira melhora frente à queda de 16,9% apurada de 16 de março a 2 de agosto. O tráfego de veículos em estradas administradas pela Ecorodovias recuou 16,1% no acumulado de 16 de março a 9 de agosto ante período similar de 2019, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (11) pela companhia. O dado sugere ligeira melhora frente à queda de 16,9% apurada de 16 de março a 2 de agosto. Trecho de serra da rodovia dos Imigrantes, na semana passada Ecovias Na rodovia dos Imigrantes, um dos principais ativos da empresa, a redução no tráfego passou de 18,3% para 17,5% na mesma base de comparação, informou a companhia.

Dados são da temporada iniciada em 2019 e que termina em setembro deste ano. Milho e soja foram os responsáveis pelo resultado positivo. Colheita de soja em Mato Gosso Secom-MT/ Divulgação A safra de grãos do Brasil, a principal do país, deverá atingir 253,7 milhões de toneladas na temporada 2019/2020, de acordo com o penúltimo levantamento do ciclo divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (11). Se confirmado, o resultado será 4,8% maior, ou o equivalente a 11,6 milhões de toneladas sobre a produção da safra passada. O carro-chefe dos grãos é comandado pela soja e milho, que garantem quase 90% da produção nacional. Com o final próximo da colheita da primeira e segunda safra das commodities, o estudo passa a analisar as culturas de terceira e de inverno, de olho no comportamento climático que vem favorecendo as lavouras até agora. A soja, principal produto do agronegócio brasileiro, já tem garantida a produção recorde estimada em 120,9 milhões de toneladas, com ganho de 5,1%, segundo a Conab. As safras de milho também estão recorde assegurado de 102,1 milhões de toneladas. A colheita da primeira safra já encerrou enquanto a segunda está em reta final, dependendo de 1,5% da contribuição das lavouras cultivadas na região do Sealba (Sergipe, Alagoas e nordeste da Bahia). Produção de milho movimenta economia de cidade do Mato Grosso O levantamento desta terça segue em linha com o divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diferença é que o levantamento da Conab leva em conta o calendário de safra, que começa no segundo semestre de um ano e termina no início do segundo semestre do ano seguinte. Já o IBGE considera o que é produzido nos 12 meses do ano. Trigo, aveia e afins Enquanto isso, as culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada trigo e triticale) finalizam o plantio neste mês, diz o governo. A estimativa é de crescimento de 12,1% na área plantada, com destaque para o trigo, que sinaliza um crescimento de 14,1% e alcance de 2,33 milhões de hectares. A depender da ajuda climática, a produção deve chegar a um recorde de 6,8 milhões de toneladas. O Brasil só ultrapassou a marca dos 6 milhões de toneladas de trigo em 4 ocasiões na série histórica, sendo esta a maior, caso se confirmem as estimativas. Os demais produtos que integram a cadeia de grãos, como algodão, arroz e feijão, caminham também para a finalização da colheita, com um desempenho de produção acima do produzido no último período. O arroz deve crescer 6,6% e colher 11,2 milhões de toneladas. Dessas, 10,3 milhões em áreas de cultivo irrigado. Por sua vez, o algodão aumenta 5,4%, prevendo uma produção de 2,93 milhões de toneladas de pluma. E o feijão total cresce 5,4%, alcançando 3,18 milhões de toneladas, dependendo da terceira safra que está em fase de colheita. Mais da metade dessa colheita (1,9 mi t) é da espécie comum cores.
No ano passado, Bolsonaro vetou distribuição de 100% do lucro, mas deixou percentual a cargo do colegiado. Tema é um dos itens da reunião desta terça. O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) se reunirá nesta terça-feira (11) por videoconferência e deve decidir se distribui parte do lucro de 2019 entre os trabalhadores. O jornal "O Globo" informou que o governo deve autorizar a distribuição de R$ 7,5 bilhões, e serão beneficiados os cotistas com saldo na conta vinculada em 31 de dezembro de 2019. A reunião está prevista para acabar por volta de 13h30. Distribuição de 100% do lucro Em dezembro, ao sancionar a lei que permitiu o saque imediato das contas do FGTS, o presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar a distribuição de 100% do lucro do FGTS aos trabalhadores, prevista na medida provisória que deu origem à lei. Na ocasião, o governo decidiu que ficaria sob responsabilidade do Conselho do FGTS a definição do percentual a ser distribuído a cada ano. Ainda na ocasião, a assessoria da Presidência informou que o percentual do lucro passaria a depender da "saúde financeira do fundo".

Frente a maio, apenas Mato Grosso teve queda (-0,4%). Maiores altas foram no Amazonas (65,7%) e no Ceará (39,2%). Na comparação com junho de 2019, porém, 12 regiões tiveram baixas. A produção industrial cresceu, na passagem de maio para junho, em 14 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme dados divulgados nesta terça-feira (11). Na comparação com maio, apenas a indústria de Mato Grosso teve queda (-0,4%). Os maiores avanços foram no Amazonas (65,7%) e no Ceará (39,2%). Rio Grande do Sul (12,6%), São Paulo (10,2%) e Santa Catarina (9,1%) também tiveram expansões acima da média nacional. No resultado geral do país, a produção industrial cresceu 8,9% em junho, na comparação com maio, conforme já divulgado anteriormente pelo IBGE. Foi a segunda alta seguida do setor, mas ainda insuficiente para eliminar a perda de 26,6% acumulada nos meses de março e abril, quando o setor atingiu o nível mais baixo já registrado no país. No 2º trimestre, a indústria teve queda de 17,5%, na comparação com os 3 primeiros meses do ano e tombo de 19,4% contra o mesmo trimestre do ano passado. Produção industrial mensal Economia G1 Indústria ainda não recuperou perdas com pandemia Segundo o IBGE, o resultado de junho reflete a ampliação do movimento de retorno à produção (mesmo que de forma parcial) de unidades produtivas que interromperam seus processos produtivos, por conta dos efeitos causados pela pandemia. Na comparação com junho do ano passado, a indústria teve queda em 12 dos 15 locais pesquisados pela PIM, mesmo com o chamado “efeito-calendário” sendo positivo, uma vez que junho de 2020 teve dois dias úteis a mais. Para Almeida, esse resultado mostra que, apesar de uma retomada progressiva, o ritmo da produção industrial no país permanece reduzido, ainda influenciado pelos efeitos do isolamento social. "A indústria, desde maio, segue um crescimento no intuito de compensar as perdas. Ainda estamos na pandemia, ainda há isolamento, mas no caminho para um retorno da produção nos patamares anteriores”, avaliou Bernardo Almeida, analista da pesquisa. Com o resultado de junho, o setor ainda está 27,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011 e acumula uma perda média no país de 13,5% na pandemia. Indústria tomba quase 20% no segundo trimestre em relação ao mesmo período em 2019 Destaques do mês Amazonas (65,7%) e Ceará (39,2%) assinalaram os maiores avanços na comparação com maio, com ambos marcando a segunda taxa positiva consecutiva e acumulando ganhos de 95,1% e 42,5% nesse período, respectivamente. Veja o resultado em cada um dos locais pesquisados: Amazonas: 65,7% Pará: 2,8% Região Nordeste: 8% Ceará: 39,2% Pernambuco: 3,5% Bahia: 0,6% Minas Gerais: 5,8% Espírito Santo: 0,4% Rio de Janeiro: 0,7% São Paulo: 10,2% Paraná: 5,2% Santa Catarina: 9,1% Rio Grande do Sul: 12,6% Mato Grosso: -0,4% Goiás: 0,7% Média Brasil: 8,9% Amazonas teve a segunda maior influência da taxa de junho e eliminou a perda acumulada durante os meses de abril e maio, quando teve queda de 55,1%. No confronto com junho de 2019, entretanto, o estado da Região Norte mostrou perda de 10,4%, e o Ceará recuo de 22,1%. Já a queda no Mato Grosso, segundo o IBGE, foi influenciada pelo setor de alimentos, bastante atuante na indústria do estado. A taxa negativa veio após um crescimento de 3,6% em maio. Maior parque industrial do país, São Paulo seguiu puxando a média nacional, com alta de 10,2% em comparação com maio. Apesar da segunda taxa positiva consecutiva, a indústria paulista ainda tem perda de 14,2% no acumulado do ano. No acumulado em 12 meses, 12 dos 15 locais seguem no vermelho, e 10 intensificaram suas quedas frente a maio. As maiores perdas são na indústria do Espírito Santo (-19,6%), Rio Grande do Sul (-8,9%) e Minas Gerais (-8,8%).

Na segunda-feira, moeda norte-americana subiu 0,94%, a R$ 5,4643 – maior patamar de fechamento desde 22 de maio. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira *4) REUTERS/Bruno Domingos O dólar opera em queda nesta terça-feira (11), com os investidores de olho na cena externa e avaliando a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na qual o Banco Central indica cautela na análise de novos cortes de juros. Às 11h25, a moeda norte-americana caía 0,65%, a R$ 5,4288. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 0,94%, a R$ 5.4643 – maior patamar de fechamento desde 22 de maio (R$ 5,5842). Na parcial do mês, o dólar acumula avanço de 4,74%. No ano, tem alta de 36,27%. Quase cem mil crianças foram infectadas pela Covid-19, em duas semanas de julho, nos EUA Cenário externo e local No exterior, os mercados continuavam guiados por expectativas de que estímulos nos Estados Unidos possam impulsionar a economia, apesar da piora das relações EUA-China e das incertezas sobre a pandemia de coronavírus e as eleições presidenciais norte-americanas de 2020. No Brasil, além do fator internacional, também tem peso a questão fiscal. Os riscos fiscais apontados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central continuam no radar, no momento em que as discussões em torno do Orçamento de 2021 se aproximam. Nesta terça, o Copom divulgou a ata da última reunião na qual vê recuperação parcial da economia e indica cautela na análise de novos cortes de juros. Segundo o documento, "dados recentes sugerem uma recuperação parcial da atividade econômica brasileira, e acrescentou que a imprevisibilidade e os riscos associados à evolução da pandemia do novo coronavírus podem implicar um cenário doméstico caracterizado por uma "retomada ainda mais gradual (lenta) da economia". O mercado brasileiro melhorou a projeção para o tombo do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, para uma retração 5,62%, ante estimativa anterior de queda de 5,66%, segundo pesquisa Focus divulgada na véspera pelo do Banco Central. Após a queda para a mínima histórica de 2% ao ano na semana passada, os analistas das instituições financeiras seguem prevendo manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano. A projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar. Por que o dólar continua acima de R$ 5 mesmo quando se enfraquece no mundo? Variação do dólar em 2020 Economia G1
Na tentativa de resolver a falta de recursos para investimentos, integrantes de áreas políticas do governo e aliados no Congresso discutem a possibilidade de propor uma extensão em 2021 do estado de calamidade pública, decretado no país em razão da pandemia do novo coronavírus. Na prática, no estado de calamidade, o governo não precisa cumprir a meta de déficit primário, a regra de ouro e o teto de gastos públicos, que impede o crescimento dos gastos além da inflação. O debate surgiu na reunião da Junta de Execução Orçamentária, há cerca de três semanas. Na mesma reunião, debateu-se uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) para permitir recursos para obras a partir de gastos extraordinários, que não passariam pela regra do teto. Ambas ideias tiveram oposição da área econômica. Áreas técnicas do governo afirmam que estender o estado de calamidade tem entraves jurídicos, já que teria de ser feita por um ano, eliminando a obrigatoriedade de estabelecer a meta fiscal, uma das âncoras que indicam se o governo está ou não comprometido com o ajustes nas contas públicas. A meta inicial para 2020 era de déficit de R$ 124 bilhões, mas deve ultrapassar R$ 800 bilhões em razão dos gastos com a pandemia, autorizados pelo Congresso, que aprovou o estado de calamidade. O aumento de gastos elevou o endividamento do país, que até o final deste ano pode chegar perto de 100% do PIB. O aumento de gastos e do endividamento mina a confiança de investidores de que o país terá condições de honrar suas contas. Nas últimas semanas, já se percebeu o aumento da curva de juros futuros, indicativo de que o país poderá gastar mais para rolar a dívida. Uma fonte da equipe econômica diz que os debates para ampliar gastos apesar da regra do teto "amainaram" desde o fim da semana passada. Estuda-se, agora, destinar para gastos em infraestrutura as sobras do Orçamento deste ano, em especial de ministérios que reduziram gastos por conta da pandemia.
Americanos, que possuem cota de exportação, querem tarifa zero para todo o combustível vendido. Presidente dos EUA afirmou que algo pode ser apresentado sobre o tema 'muito em breve'. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu em coletiva de imprensa na Casa Branca na noite de segunda-feira (10) que poderá tomar medidas tarifárias em relação ao Brasil por conta do etanol norte-americano. Questionado sobre a pressão que estaria fazendo para que o Brasil elimine tarifas sobre a importação do produto dos EUA, Trump afirmou que "em algum momento" esse assunto será discutido. "Nós não queremos pessoas nos tarifando". Há pouco menos de um ano, o Brasil elevou de 600 milhões para 750 de litros a cota de etanol importado sem tarifa. Acima desse volume, o imposto de importação é de 20%. Agora, os americanos pedem ao governo brasileiro a extinção da cota e a tarifa zero para a venda do produto. "Eu acho que, no que concerne o Brasil, se eles fizerem tarifas, nós temos que ter uma equalização de tarifas", disse o presidente dos EUA. "Vamos estar apresentando algo que tenha a ver com tarifas, e com justiça. Porque temos, muitos países, por muitos anos, têm nos cobrado tarifas para fazer negócios, e nós não cobramos deles. E isso se chama reciprocidade, se chama tarifas recíprocas, e talvez você veja algo sobre isso muito em breve", afirmou. Coletiva de imprensa de Trump é interrompida após tiros do lado de fora da Casa Branca
BC divulgou nesta terça (11) ata da última reunião do Comitê de Política Monetária, quando foi feito novo corte da taxa básica de juros, de 2,25% para 2% ao ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) avaliou que dados recentes sugerem uma recuperação parcial da atividade econômica brasileira. É o que informa a ata da última reunião do colegiado divulgada nesta terça-feira (11). Para o comitê, a imprevisibilidade e os riscos associados à evolução da pandemia do novo coronavírus podem implicar um cenário doméstico caracterizado por uma "retomada ainda mais gradual (lenta) da economia". "Os programas governamentais de recomposição de renda têm permitido uma retomada relativamente forte do consumo de bens duráveis e até do investimento. Contudo, várias atividades do setor de serviços, sobretudo aquelas mais diretamente afetadas pelo distanciamento social, permanecem bastante deprimidas", informou. Na reunião da qual trata a ata, o Copom fez um novo corte da taxa básica de juros da economia brasileira, de 2,25% ao ano para a mínima histórica de 2% ao ano. Copom reduz taxa básica de juros da economia brasileira para 2% ao ano Os economistas do mercado financeiro estimam uma retração de 5,62% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano, ao mesmo tempo em que o Ministério da Economia projeta um tombo de 4,7% para a economia em 2020. "Com relação à economia internacional, os dados já disponíveis para o PIB do segundo trimestre não surpreenderam, mas evidenciaram que a profundidade da atual retração econômica só é comparável a da Grande Depressão [de 1929]", acrescentou a instituição. De acordo com o BC, há "alguns sinais promissores de recuperação" que, porém, se mostra incompleta. O BC reiterou que manter o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para permitir a recuperação sustentável do PIB. "O Comitê ressalta, ainda, que questionamentos sobre a continuidade das reformas e alterações de caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas podem elevar a taxa de juros estrutural da economia", acrescentou. Cautela sobre novos cortes nos juros O Banco Central também informou que, em sua visão, o país já estaria próximo do nível a partir do qual reduções adicionais na taxa de juros poderiam gerar instabilidade nos preços de ativos (alta do dólar, por exemplo). Assim, a instituição indicou cautela sobre a possibilidade de novos cortes. "O Comitê concluiu que eventuais novas reduções na taxa de juros exigiriam cautela e gradualismo adicionais. Para tal, se necessárias, novas reduções de juros demandariam maior clareza sobre a atividade e inflação prospectivas e poderiam ser temporalmente espaçadas", informou a instituição. O mercado financeiro estima que taxa básica de juros permaneça no atual patamar de 2% ao ano até setembro do ano que vem, quando voltaria a subir, terminando 2021 em 3% ao ano. O Copom também considerou a utilização de uma chamada "prescrição futura" (forward guidance) como instrumento de política monetária adicional, ou seja, de definição da taxa de juros para controle da inflação – considerando as metas prefixadas. O comitê avaliou que países emergentes são mais suscetíveis ao contágio de crises externas e que, por isso, o uso de tal instrumento torna-se "mais desafiador". "Para adequar a prescrição futura ao dinamismo dos limites impostos por questões prudenciais, o Comitê ponderou que ele deveria ter uma intenção de política assimétrica, em que, satisfeitas as condições necessárias, o Copom não elevaria a taxa de juros, mas poderia reduzi-la", informou. O colegiado diz ainda que um eventual novo corte de juros estaria condicionado às expectativas de inflação e à manutenção do regime fiscal (controle das contas públicas).
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,91%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,15%. Os índices acionários da China fecharam em baixa nesta terça-feira (11), pressionados pelas empresas de tecnologia, conforme o aumento das tensões sino-americanas pesava sobre o sentimento do investidor. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,91%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,15%. O índice de start-ups ChiNext perdeu 1,7%, enquanto o recém-lançado STAR50 recuou 2,9%. A China adotou na segunda-feira sanções sobre 11 cidadãos dos Estados Unidos, incluindo parlamentares do Partido Republicano do presidente Donald Trump, em resposta à imposição dos EUA de sanções a autoridades da China e de Hong Kong acusadas de limitar as liberdades políticas na ex-colônia britânica. Os investidores aguardam uma reunião entre autoridades comerciais de ambos os países no sábado para revisar os primeiros seis meses da Fase 1 do acordo comercial. Governo da China apresenta sanções contra 11 cidadãos americanos Veja as cotações de fechamento das principais bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,88%, a 22.750 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 2,11%, a 24.890 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,15%, a 3.340 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,91%, a 4.681 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,35%, a 2.418 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,88%, a 12.780 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,05%, a 2.544 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,47%, a 6.138 pontos.
Banco registra lucro líquido ajustado de R$ 987 milhões. O lucro líquido ajustado do Banco BTG Pactual no segundo trimestre caiu 4,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 987 milhões, com despesas operacionais mais elevadas. Já o lucro líquido contábil somou R$ 977 milhões, alta de 0,6% quando comparado ao 2º trimestre do ano passado. As receitas do BTG subiram 14%, para R$ 2,482 bilhões, impulsionadas pelo crescimento em empréstimos corporativos, gestão de fortunas e comissões do banco de investimento, divulgou a instituição financeira nesta terça-feira. A carteira de crédito do banco cresceu 17% no trimestre, para 66,2 bilhões de reais, à medida que empresas da América Latina buscam liquidez em meio à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. A entrada líquida de recursos de clientes de gestão de ativos e fortunas chegou a R$ 22,5 bilhões, mantendo a tendência de alta dos trimestres anteriores, conforme brasileiros migram para produtos mais sofisticados em razão da baixa taxa de juros básica do país. Os ganhos das mesas de negociações também ajudaram o lucro líquido do banco, com alta 14,8% em relação ao ano anterior e atingiram R$ 1 bilhão. Apesar do crescimento em quase todas as unidades de negócios, o aumento de 18% nas despesas operacionais prejudicou parcialmente o lucro do BTG Pactual, principalmente devido a bônus, salários e maiores pagamentos de impostos. O retorno ajustado anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE Anualizado) foi de 17,5% no trimestre encerrado 30 em junho, de 20,6% um ano antes. Ex-secretário do Tesouro, Mansueto será sócio e economista-chefe do BTG Lucro dos grandes bancos cai 40% no 2º trimestre, para menor valor desde 2016 Brasil piora no número de mortes pela Covid-19 por milhão de habitantes

As vagas são para diversas funções como atendente, vendedor, pizzaiolo, cozinheiro, consultor óptico e gerente. Shopping de Itaquaquecetuba tem vagas de emprego abertas Jess Mariz / Cape Press Comunicação Os shoppings de Itaquaquecetuba e de Mogi das Cruzes estão com 11 oportunidades de emprego abertas nesta terça-feira (11). As vagas são para diversas funções, como atendente, vendedor, pizzaiolo, cozinheiro, consultor óptico e gerente. Mogi Shopping Em Mogi das Cruzes, os interessados devem deixar os currículos nas lojas contratantes. Para mais informações, o contato pode ser feito pelo telefone 4798-8800. O Mogi Shopping está localizado na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1.001, e o horário de funcionamento é das 12h às 18h. Confiras as vagas disponíveis: Consultor óptico – Sr. Óculo: com disponibilidade de horário e experiência no ramo óptico; Vendedor - Adji Man: acima de 23 anos, com experiência mínima de 1 ano e disponibilidade de horário; Vendedora/ Auxiliar de Caixa – Rivoli: entre 18 e 40 anos; Vendedor – Hering: acima de 18 anos, com experiência mínima de 6 meses e disponibilidade de horário; Vendedora - Mix eletrônicos: entre 21 e 30 anos, com disponibilidade de horário e experiência; Vendedor ou consultor óptico - Zeiss Vision: acima de 18 anos, com disponibilidade de horário e experiência; Vendedor - Iplace Mobile: acima de 21 anos, com experiência em vendas e disponibilidade de horário. Itaqua Garden Shopping Já no shopping de Itaquaquecetuba há 4 oportunidades de emprego disponíveis. A unidade está localizada na Estrada Municipal do Mandi, 1205, Mandi. Veja as vagas e requisitos para se candidatar: Atendente - Patroni Pizzaria: Resumo: Irá atuar com atendimento ao cliente, recepcionar, apresentar os produtos, realizar a organização de prateleiras, estocagem e organização do local; Experiência anterior na área e ensino médio completo; Cv para: [email protected] Pizzaiolo - Patroni Pizzaria: Resumo: Profissional responsável por preparação de massas, abertura de massas com as mãos (sem auxílio de rolo), preparação de materiais, experiência em fornear no forno a lenha, finalização e montagem de pizzas; Experiência anterior na área e ensino médio completo; Cv para: [email protected] Cozinheiro - Patroni Pizzaria: Resumo: Experiência em armazenamento de alimentos e higiene. Preparo das refeições, executar preparações culinárias simples, fazer o cozimento de legumes, verduras, preparar carnes, aves, para cozimento, cortando-os, limpando-os, pesando-os, separando-os de acordo com porções solicitadas pelo Nutricionista; Ensino médio completo; Cv para: [email protected] Gerente de Restaurante - Patroni Pizzaria: Resumo: Planejamento de estoque, liderar equipe e gestão de processos. Gerenciamento de unidade. Gestão de pessoas, motivação de equipe, estabelecimento de metas, treinamento. Pedido de compras para a matriz, recebimento de mercadorias, controle de estoque. Fiscalização de procedimentos e processos (etiquetagem, utilização de EPI, atendimento ao cliente). Redução de custo, Conhecimento em CMV, escala de colaboradores e inventários; Ensino médio completo e perfil de liderança; Cv para: [email protected]

Levantamento da consultoria iDados aponta que 525 mil trabalhadores com diploma, entre 22 e 25 anos, são considerados sobre-educados - exercem ocupações que não exigem faculdade; pandemia deve agravar esse cenário. Camila, Bruna e Bruno têm ensino superior, mas não conseguem emprego na área de estudo Acervo pessoal Filha de empregada doméstica, Camila Striato Martinez, de 22 anos, foi a primeira pessoa da família a concluir uma faculdade. Bruna Klingspiegel, também de 22 anos, se formou em história e fez pós-graduação. Bruno Vinícius Moreira Rodrigues, de 27, se graduou em direito há três anos. Os diplomas dos três, no entanto, permanecem nas gavetas. Camila, Bruna e Bruno estão entre os milhares de jovens brasileiros com ensino superior que as sucessivas crises econômicas enfrentadas pelo Brasil nos últimos anos têm empurrado para ocupações de baixa qualidade. No primeiro trimestre de 2020, 40% dos brasileiros entre 22 e 25 anos com faculdade no currículo eram considerados sobre-educados, revela um levantamento realizado pela consultoria iDados. Ou seja, eram 525,2 mil jovens graduados que estavam em ocupações que não exigem ensino superior. Desde 2014, os jovens que entraram ou se formaram no ensino superior enfrentam um mercado de trabalho bastante fragilizado. Nesse período, entre 2015 e 2016, houve uma forte recessão provocada pelos vários desequilíbrios macroeconômicos e pela turbulência política do governo Dilma Rousseff. Os anos seguintes foram de baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), insuficientes para recuperar todas as perdas da economia. Agora, a dura crise provocada pela pandemia do coronavírus deve agravar ainda mais esse cenário. "Houve uma formação muito grande de pessoas com ensino superior nos últimos 10 anos", afirma a pesquisadora do iDados e responsável pelo levantamento, Ana Tereza Pires. "As pessoas que se formaram a partir de 2015 enfrentaram um cenário de crise, em que elas não conseguiam mais encontrar uma vaga compatível com o nível de estudo." O levantamento realizado pelo iDados tem como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "O principal motor (para esse elevado nível de sobre-educação) foi a desaceleração da economia", diz Ana Tereza. "A crise econômica fez com que as pessoas não conseguissem encontrar vagas em níveis compatíveis com a formação delas." E as perspectivas são de piora desse quadro atual, alerta o professor titular e coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. “A pandemia está provocando o fechamento de negócios e queda generalizada de emprego e renda no país. Muitos desses jovens não estão conseguindo encontrar emprego nem no setor informal, então tudo o que eles aprenderem na faculdade e no ensino médio está sendo depreciado, eles não estão utilizando”, diz. "Isso vai fazer com que o salário deles, no futuro, seja ainda menor e a probabilidade de ficarem desempregados aumenta muito", destaca Naercio. Desemprego sobe para 13,3% em junho e país tem nova queda recorde no número de ocupados Fim dos auxílios federais pode aumentar taxa de desemprego Os jovens sobre-educados Pelo país, os jovens sobre-educados revelam a frustração por não exercer a profissão de estudo no ensino superior. Camila Striato Martinez Entrevista com Camila Striato Martinez Camila Striato Martinez, de 22 anos, foi a primeira pessoa da família a concluir uma faculdade. Filha de uma empregada doméstica e formada em história, está desempregada e sobrevive com trabalhos esporádicos, ajuda dos pais e auxílio emergencial. Seu sonho é dar aulas. "No começo do ano, eu participei de algumas entrevistas em escolas e cursinhos, mas nada foi muito para frente e aí veio a pandemia", diz Camila. "Agora, eu não estou trabalhando em nada, estou desempregada, ainda procuro vagas na área da educação, mas ainda está muito difícil." Para Camila, por ora, há pouca perspectiva de que as coisas possam melhorar nesse cenário de pandemia. "É frustrante fazer um curso durante quatro anos, numa universidade renomada, e não ter esse reconhecimento, esse retorno na área do trabalho, diz Camila. Bruna Klingspiegel Entrevista com Bruna Klingspiegel O mesmo cenário se repete com a também historiadora Bruna Klingspiegel, de 22 anos. Ela não consegue um trabalho fixo desde 2018. "Só existe vaga de estágio e, quando a gente se forma, parece que as oportunidades acabaram", afirma. Bruna também tem uma pós-graduação em dramaturgia, mas não viu suas chances no mercado de trabalho aumentarem. Decidiu, então, partir para uma segunda graduação, de jornalismo. "Eu vou sobrevivendo com esses trabalhos esporádicos e com a grana que ganho a cada dois meses, três meses", diz. "Na minha área não vou conseguir nada, então vou ter de começar a abrir mais, começar a procurar coisas que não estejam relacionadas ao que eu me formei mesmo." Bruno Vinícius Moreira Rodrigues Entrevista com Bruno Vinícius Moreira Rodrigues Bruno Vinícius Moreira Rodrigues se graduou em direito há três anos, mas só conseguiu entrar no mercado de trabalho formal como analista de crédito numa empresa do setor de agronegócio. "Terminei (a graduação) no fim de 2017, fiz o curso inteiro pelo ProUni", diz Bruno. "No início de 2018, eu passei no exame da OAB, mas, desde então, eu não atuei (na área). Fiz um estágio em um escritório de advocacia, mas fui demitido, porque o escritório perdeu um grande contrato." Bruno, que hoje está com 27 anos, ainda planeja retomar a carreira de advogado, mas, por ora, não consegue conciliar as duas atividades nem tem a segurança de abrir mão de um emprego fixo: "Eu não tenho tempo de ficar pegando causas. Eu cuido de duas filiais da empresa em que trabalho, então meu tempo é bem corrido." Faculdade ainda vale a pena? Embora o cenário do mercado de trabalho esteja fragilizado, um curso de ensino superior ainda faz muita diferença no país. A taxa de desocupação é menor entre aqueles trabalhadores com diploma universitário. "Ter ensino superior no Brasil continua sendo uma grande vantagem frente a outros trabalhadores", diz Ana Tereza. "Por mais que os jovens não estejam conseguindo encontrar vagas compatíveis com a formação deles, é importante lembrar a taxa de desemprego entre quem tem ensino superior é muito mais baixa do que, por exemplo, quem tem só ensino médio ou menos." A consequência para o país, no entanto, de ter jovens capacitados em ocupações que exigem baixa qualificação, é bastante perversa. Esses trabalhadores sobre-educados vão ter um salário mais baixo do que poderiam alcançar e uma produtividade menor, o que dificulta o enriquecimento do país. A economia brasileira lida com um problema crônico com a sua produtividade. Ela está estagnada há 40 anos. Em 2019, um trabalhador brasileiro produziu o mesmo do que em 1980. Produtividade estagnada PNAD e PNAD Contínua/IBGE; IBRE/FGV. Elaboração Cátedra Ruth Cardoso "Nós temos vários problemas que explicam essa baixa produtividade estrutural", diz Naercio. "Temos um problema de capital humano, de educação. Desde a primeira infância, as crianças têm baixo investimento para desenvolver suas habilidades, não só de raciocínio, de aprendizado em português e matemática, mas de habilidades socioemocionais." A melhora de produtividade brasileira passa por várias questões estruturais, segundo o economista do Insper, como melhorar a qualidade da educação, o ambiente de negócios do Brasil e aumentar a concorrência do país. "Ainda falta mais qualificação do jovem brasileiro, para que ele possa seguir carreiras de ponta”, diz Naercio. “Por outro lado, tem um problema estrutural do nosso ambiente de negócios totalmente deturpado, da falta de concorrência e infraestrutura. Se o país não fizer reformas estruturais para melhorar a concorrência internacional, simplificar a estrutura tributária e incentivar pesquisa e desenvolvimento, o Brasil não vai conseguir crescer.” *Colaborou João Paulo Machado, da GloboNews

Motoboys, motogirls e entregadores de bicicleta dizem que não estão ganhando mais com a alta demanda por delivery. Alguns relatam que, com mais concorrência, precisam trabalhar mais horas para manter renda. Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery Motoboys e entregadores de bicicletas viram a demanda de serviço aumentar com a pandemia de coronavírus, mas não necessariamente estão ganhando mais com isso. Alguns relatam que, com mais concorrência, precisam trabalhar mais horas para ter a mesma renda de antes. E parte desses trabalhadores demonstrou essa insatisfação com as paralisações de julho. Com o isolamento social para prevenção da Covid-19, quem está em casa pode contar com o delivery, muitas vezes feito por aplicativo, apesar de muitos motoboys ainda sobreviverem por trabalhos particulares, com entregas de documentação, ou fixos em determinados restaurantes, como pizzarias. Em entrevistas ao G1, entregadores de vários pontos do país, como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Recife, relatam a rotina de seu trabalho e o que mudou com a chegada da doença ao Brasil. Apesar de sentirem mais respeitados por clientes, eles contam que a concorrência aumentou e convivem com medo do coronavírus. O melhor tratamento, no entanto, não é generalizado. Na semana passada, um vídeo que mostra um entregador sofrendo ofensas racistas em condomínio no interior de São Paulo viralizou na internet. Com base nas ofensas do morador, o advogado do motoboy Matheus Pires Barbosa apresentou uma representação criminal por injúria racial contra o homem; a família diz que o agressor sofre de esquizofrenia. Kleyton Campos, 32 anos, São Paulo Kleyton Campos, 32 anos, faz entrega na região de São Paulo Arquivo Pessoal “Todo mundo tá falando que o entregador tá ganhando muito dinheiro, mas não é verdade. A demanda aumentou bastante, mas muitos profissionais estão entrando na moto (nos aplicativos)”, afirma Kleyton Campos, de 32 anos, que trabalha como motoboy há mais de 12 anos em São Paulo. Ele teve que mudar sua rotina durante a pandemia de coronavírus: perdeu o trabalho que tinha fixo em uma empresa de entregas depois do início da crise pela baixa demanda no transporte de documentos. A solução foi mudar o foco totalmente para os aplicativos de delivery, que antes eram apenas um maneira de complementar a renda. A média de faturamento, segundo ele, é de R$ 1 por km rodado. “Tenho que trabalhar até 14 horas por dia para manter o que ganhava antes da pandemia”, relata Kleyton. Antes, segundo o motoboy, ele trabalhava cerca de 8 horas por dia. Entre uma encomenda e outra durante a pandemia, Kleyton tem notado uma mudança na maioria dos clientes: o jeito de tratar o motoboy. “Eu sentia que antes da pandemia o meu trabalho não era valorizado, era discriminado. Eu percebi que nesse tempo de pandemia as pessoas mudaram”, afirma Kleyton. “As pessoas estão com afinidade com o motoboy. Estão gratas”, disse. Em um episódio que o marcou, ele relata um presente inesperado quando fazia entregas. “Ela (a cliente) me deu um ovo de páscoa. Fiquei emocionado”, relembra. Anna Rafaella, 25 anos, Brasília Anna Rafaella, 25 anos, faz entregas de bicicleta em Brasília Arquivo Pessoal Além das motos, outro tipo de forma de delivery em expansão é por meio de bicicletas. Anna Rafaella, de 25 anos, de Brasília, trabalha há 1 ano e meio pedalando pela capital federal levando entregas. “No início, era só um complemento de renda, pois eu ainda estava na universidade e fazia estágio, de forma que sobravam apenas os fins de semana para ficar online nos aplicativos de entrega. Como gostei da experiência, resolvi continuar nessa profissão após me formar, e hoje a minha renda provém integralmente dela”, explica Anna. Com o início da pandemia, ela também notou a mudança no trato por parte dos clientes: “Foi possível notar a preocupação com nós entregadores. Recebi várias mensagens de agradecimento, e pessoas pedindo para eu não esquecer de me proteger. É legal ver esse cuidado comunitário em tempos de pandemia”. Ela relata também mudanças nos pagamentos feitos pelas empresas de aplicativos. “Antes mesmo da pandemia os valores já estavam diminuindo. Na verdade, as promoções, dinâmicas (tarifas mais altas quando a procura está alta) e taxas extras é que reduziram ou deixaram de existir”, conta. “O domingo sempre foi um dia bom: antes eu conseguia aproximadamente R$ 150 nesse dia da semana. Hoje, se eu mantivesse o mesmo número de horas trabalhadas, não conseguiria nem a metade do valor. Então, a solução é trabalhar mais”, explica a entregadora. Com a renda em baixa, ela está fazendo uso do auxílio emergencial do governo durante a pandemia. “Estou usando para pagar meu aluguel”, disse. Josinei Rodrigues, 32 anos, Campinas Josinei Rodrigues, 32 anos, de Campinas (SP) abandonou os aplicativos na pandemia Arquivo Pessoal Enquanto muitos estão chegando para os aplicativos de entrega, Josinei Rodrigues, de Campinas (SP), resolveu abandonar os apps e, durante a pandemia, está fazendo apenas serviços de entregas particulares. “O aplicativo é muito bom quando chega na sua região, a taxa é boa, ele paga bem. Mas, quando começa a agregar muitos entregadores, ele abaixa o preço”, relata Josinei Rodrigues. Outro motivo para largar o atendimento via app foi a violência em sua região. “Está acontecendo muito roubo de motoboy aqui”, afirma Josinei. Além do medo de assaltos, o entregador diz tomar todos os cuidados de prevenção contra a Covid-19. “Eu tenho 3 crianças em casa. Quando chego, já vou tirando as roupas em um local separado e tenho toda precaução”, relata. Alice Rebello, 30 anos, Rio de Janeiro Alice Rebello, de 30 anos, faz entregas há 5 anos no Rio de Janeiro Arquivo Pessoal Entregadora no Rio de Janeiro há 5 anos, Alice Rebello da Costa, de 30 anos, trabalha com a sua moto depois do expediente diário normal. Além de ser motogirl, ela atua na área de seguros. “É complemento da minha renda, aquele dinheiro que realiza os desejos da minha vida. Tinha o sonho de comprar uma moto antes de começar com as entregas”, relembra. “Como uso os aplicativos, eu posso ligar eles a hora que quiser”, pondera Alice. Ela relata que não é de hoje, porém, que os entregadores reclamam das condições de trabalho. “Essa paralisação não é só motivada por esse momento, isso já vem de tempo. Essa briga é por melhor remuneração, algo que nos dê respaldo. Sem entregador, como vão oferecer o serviço?”, questiona. Mesmo com as dificuldades, Alice se declara uma apaixonada pela profissão: “Se eu não tivesse outra carreira, eu efetuaria a profissão de motogirl 100% do tempo. Seria um grande prazer”, explica. Felipe Mateus, 23 anos, Recife (PE) Felipe Mateus, 23 anos, de Recife (PE), entrou para o serviço entregas após perder emprego Arquivo Pessoal Depois de perder o emprego em uma empresa, Felipe Mateus, de 23 anos, começou a fazer entregas no Recife (PE). Ele está trabalhando com os aplicativos há cerca de 5 meses, ou seja, um pouco antes da crise do coronavírus estourar no Brasil. Ele ressalta a flexibilidade da profissão como um dos pontos positivos. "Eu mesmo faço meu horário, meu trabalho", disse. Sua rotina é trabalhar das 11 da manhã às 21h, e notou o recente aumento da concorrência. "Antes da pandemia a gente não via tanto motoboy na rua como hoje", afirma. "Muita gente está trabalhando com isso para não ficar parada". Felipe também relata que gosta de "ver a expressão no rosto das pessoas" ao fazer as entregas: "Dizem que somos guerreiros, lutadores". Mas ele também vê o medo por parte dos clientes pelo contato com os entregadores. "Tem gente que não gosta que a gente entregue diretamente nas mãos", conta. Para o recifense, em alguns lugares os entregadores estão correndo riscos por falta de medidas preventivas. "Ficamos muito em aglomerações, esperando pedidos. E vai chegando mais e mais gente", afirma. David Lima, 20 anos, Soure (PA) David Lima, Soure (PA), trabalha como entregador de pizzaria Arquivo Pessoal Em Soure, na Ilha de Marajó (PA), David Lima, de 20 anos, faz entregas para uma pizzaria há 1 ano e meio. Ele relata que o que mudou foi o uso de máscaras e álcool gel, além do número de entregas. "Dobrou (o serviço). Por um lado, a gente trabalha mais; e, por outro, o medo aumentou", diz. "Ficamos com medo de levar a doença para casa". David aponta que algumas pessoas tratam os entregadores como se estes estivessem infectados pela Covid. Durante a pandemia, ele está trabalhando das 6 da tarde até meia-noite como entregador, mas concilia com o trabalho em uma autopeça. "Aí, no outro dia, tenho que acordar às 7h da manhã". Ewerton de Lima Pereira, 31 anos, Osasco (SP) Rizolito, motoboy há 11 anos, nunca trabalhou por aplicativo Arquivo Pessoal Trabalhando há 11 anos na profissão de motoboy, Ewerton de Lima Pereira, o Rizolito, é apaixonado pelo que faz. "É muito interessante você ser livre; é muito interessante você fazer o seu próprio salário", diz. Mas, para ter os rendimentos para sustentar a família durante a pandemia, ele praticamente está preparado para atender pedidos a qualquer hora. "Na nossa profissão é um dia pelo outro. Geralmente, eu saio de casa às 7h da manhã e volto após às 18h. Mas, se eu chegar em casa e o telefone tocar de novo, eu vou de novo. Não tem horário", diz. Ao contrário de muitos que estão entrando na profissão atualmente, ele se mantém por sua própria clientela. "Eu nunca precisei trabalhar por aplicativo porque trabalho no particular há anos. Eu tenho uma carteira de clientes muito grande, mas se precisar eu vou no maior barato (trabalhar com os apps)", afirma. Mas a pandemia afetou diretamente seus negócios. "Os trampos diminuíram, sim, na pandemia. Principalmente a quantidade de clientes que eu tinha. Agora, essa carteira que eu tinha caiu 90%, mas os 10% que sobraram estão me chamando descontroladamente. O faturamento caiu, mas estou administrando". Motoboy recebe ofensas racistas no interior de SP Motoboy é vítima de agressões verbais e racismo ao fazer entrega em condomínio de Valinhos
Dados são do Índice Cielo de Varejo Ampliado; vendas de chocolates, vinhos e outros alimentos cresceram em relação a 2019, enquanto que as de vestuário e acessórios encolheram 21%. Em meio à pandemia do novo coronavírus, as vendas do varejo encolheram 8,8% na semana do Dia dos Pais, na comparação com o mesmo período de 2019, segundo dados divulgados pela Cielo nesta terça-feira (11). Os números da empresa de meio de pagamentos foram mensurados por meio do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que utiliza modelos matemáticos e estatísticos para calcular o desempenho do setor e não leva em conta apenas a base de clientes da companhia. Apesar do recuo, o número é visto como um sinal de recuperação. Resultado das vendas no Dia dos Pais é melhor que esperado pelo comércio em BH “No começo do isolamento, por volta da terceira semana de março, o faturamento do varejo teve queda de cerca de 50%”, compara o gerente de Inteligência da Cielo, Pedro Lippi. No Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio, a queda foi de 26%. Ou seja, os resultados negativos do setor têm sido cada vez menos intensos. Comércio eletrônico O faturamento das lojas físicas encolheu 6,7% na semana do Dia dos Pais, enquanto que o do e-commerce saltou 22,2%. “Mostra que os varejistas estão tendo de achar alternativas para continuar vendendo”, diz Lippi. Nessa conta do comércio eletrônico, não são levados em conta os números do setor de turismo e transporte, um dos mais atingidos pela crise. Caso fossem considerados, o e-commerce amargaria uma queda de 34,2% na comparação com 2019. Entre os setores típicos de presentes, o destaque ficou com o varejo alimentício especializado, que inclui as lojas de chocolate e vinho, por exemplo. O segmento aumentou as vendas mesmo em meio à pandemia: alta de 0,9% em relação a 2019. Cosméticos e higiene pessoal (-16,4%), óticas e joalherias (-16,7%) e vestuários e acessórios (-21%) amargaram quedas de dois dígitos. Pedro Lippi destaca que os segmentos classificados como essenciais, entre os quais os de supermercados, vêm tendo desempenho superior a 2019 durante a pandemia – comportamento que se repetiu no Dia dos Pais. “Nesse contexto de crise, ter crescimento em relação ao ano passado já é bem destacável”, diz ele. Empreendedores se reinventam com vendas na internet para sobreviver à pandemia
Fim dessa parcela de benefícios fiscais foi considerado no cálculo do governo para fixar em 12% — sem perda de arrecadação — alíquota da proposta de novo tributo, que unifica PIS e Cofins. A primeira parte da proposta de reforma tributária do governo federal, enviada para análise do Congresso no mês passado, prevê o corte de R$ 28,2 bilhões em benefícios fiscais concedidos a vários setores da economia, apontam números da Receita Federal. Esse valor representa 33,8% de um total de R$ 83,7 bilhões de benefícios fiscais decorrentes de incentivos, por meio isenção ou redução de PIS e Cofins, a todos os setores beneficiados. Para compensar a parcela dos benefícios fiscais que serão mantidos de maneira a não perder arrecadação, o governo calculou que será necessário aplicar uma alíquota de 12% no novo imposto que propõe criar, a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS). Esse novo imposto reúne PIS e Cofins em um só tributo. Entre os benefícios que seriam extintos estão os direcionados a aerogeradores (usados na produção de energia eólica); ao biodiesel; às cadeiras de rodas e aparelhos assistivos; e a embarcações e Aeronaves (veja a lista completa ao final desta reportagem). "Isso tudo vai acabar. Tem muita coisa que era puxadinho", disse a assessora especial do Ministério da Economia, Vanessa Canado, responsável pela proposta de reforma tributária juntamente com o secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto. Segundo ela, essas exceções são um dos pontos que geram um sistema tributário complexo no Brasil. O corte de benefícios proposto também equivale a 8,7% do valor total projetado para o próximo ano (R$ 325,704 bilhões). Além do PIS/Cofins, também há subsídios para o Imposto de Renda, como rendimentos isentos e deduções, além do IRPJ e do IPI. Esses pontos serão discutidos mais adiante, nas demais etapas da reforma tributária. A equipe econômica do governo já anunciou a intenção de reduzir nos próximos anos o patamar de todos os gastos tributários pela metade, de cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para cerca de 2% do PIB — percentual semelhante ao registrado em 2003 e em linha com outros países. Ministro da Economia volta a prometer que a reforma tributária não aumentará impostos Tributação elevada Ao eliminar a maior parte dos benefícios fiscais do PIS/Cofins, explicou Vanessa Canado, o governo "calibrou" alíquota da futura CBS em 12% — com a premissa de que a arrecadação da União ficará estável ao redor de R$ 340 bilhões. Se outros benefícios forem mantidos pelo Congresso Nacional, explicou Vanessa Canado, a alíquota do imposto federal terá de ser maior. Por outro lado, se mais incentivos forem eliminados, a alíquota poderá ser mais baixa. Nesta segunda-feira (10), o ministro Paulo Guedes, da Economia, admitiu que poderá rever a alíquota de 12% caso se revele "exagerada". Junto com o IVA dos estados e municípios, a alíquota total do tributo nacional estaria ao redor de 30% — patamar elevado na comparação internacional. A chamada "calibragem" do valor final da alíquota, porém, ainda está sendo discutida entre o governo e os estados. Até o momento, as propostas em debate da tributação sobre o consumo mantêm o elevado peso dos impostos nessa base de tributação na comparação com o resto do mundo — o que penaliza os mais pobres. Propostas no Congresso As outras duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso também alteram os benefícios fiscais. A proposta da PEC 45, de autoria do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) elimina mais benefícios ao manter apenas o Simples Nacional no formato atual. A redução dos benefícios seria progressiva, ao longo de dez anos. Para a Zona Franca de Manaus (ZFM), o texto prevê sua progressiva substituição pela alocação de recursos do fundo de desenvolvimento regional e, no caso da cesta básica, uma devolução de recursos para as famílias de menor renda através de crédito no cartão dos programas sociais. A proposta da PEC 110, de autoria do ex-deputado Luiz Carlos Hauly, mantém os benefícios para o Simples Nacional e para a Zona Franca de Manaus (ZFM). Também fixa alíquotas menores para "itens essenciais", como alimentos, medicamentos, transporte público coletivo urbano, saneamento básico, educação, saúde, biocombustíveis, operações de seguro, produtos de higiene pessoal e gás de cozinha, entre outros. Os demais benefícios são eliminados. Paulo Guedes entrega ao Congresso primeira parte da proposta de reforma tributária Proposta do governo federal Benefícios mantidos ou alterados Pela proposta do governo, os seguintes benefícios fiscais referentes a PIS e Cofins seriam mantidos ou alterados: Benefício para a cesta básica, no valor de R$ 16,054 bilhões, será mantido sem mudanças. Porém, o governo informou que pretende eliminá-lo mais adiante na reformulação dos programas de transferência de renda. Simples Nacional continuará beneficiado, no valor de R$ 28,270 bilhões para 2021, mas sistemática mudará para permitir geração de crédito financeiro. Zona Franca de Manaus: readequação e manutenção dos benefícios vinculados ao PIS/Cofins, no valor de R$ 9,59 bilhões no ano que vem. Transporte metropolitano de passageiros: isenção das receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte público coletivo municipal de passageiros, por meio rodoviário, metroviário, ferroviário e aquaviário, com impacto de R$ 694 milhões em 2021. Agricultura e agroindústria: manutenção do crédito presumido para agroindústria na compra de insumos de produtor pessoa física ou pessoa jurídica em 15%, com impacto de R$ 804 milhões. Benefícios extintos Pela proposta do governo, os seguintes benefícios fiscais referentes a PIS e Cofins seriam eliminados: Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que vale até 2022. Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que vale até 2032. Benefício para aerogeradores: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para biodiesel: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para cadeira de rodas e aparelhos assistivos: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para embarcações e Aeronaves: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para equipamentos para uso médico, hospitalar, clínico ou laboratorial: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para gás natural liquefeito: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a indústria Cinematográfica e Radiodifusão: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para livros: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para máquinas e equipamentos do CNPq: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para medicamentos: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a indústria petroquímica: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para produtos químicos e farmacêuticos: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Programa Universidade para Todos (Prouni): renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Rede Arrecadadora: renúncia da Cofins, que não tem prazo para terminar. Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infra-Estrutura (Reidi): renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a termoeletricidade: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para o transporte escolar: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para trem de alta velocidade: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para evento esportivo, cultural e científico: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a Academia Brasileira de Letras (ABL): renúncia de PIS/Pasep, que não tem prazo para terminar. Benefício para a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) - renúncia de PIS/Pasep, que não tem prazo para terminar. Benefício para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) - renúncia de PIS/Pasep, que não tem prazo para terminar.

Entre as oportunidades, há funções de salgadeiro, caseiro, carpinteiro, promotora de vendas, pintor, técnico em eletrônica, entre outros. Há vagas para carpinteiro no Sine Amapá Arquivo/ Secom-ES O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego em Macapá para esta terça-feira (11). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail [email protected] As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para terça-feira: almoxarife caseiro carpinteiro mestre doceiro mestre de obras promotora de vendas pintor de obras salgadeiro técnico em eletrônica Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
Empresas são acusadas de violarem legislação que exige que os motoristas sejam considerados funcionários se há controle de como eles executam funções, ou se trabalho for parte normal de seus afazeres. Um juiz na Califórnia deu ganho de causa a um pedido do Estado norte-americano para impedir que Uber e rival Lyft classifiquem seus motoristas como prestadores de serviço em vez de funcionários. A decisão do juiz Ethan Schulman, do Tribunal Superior de São Francisco, marca uma derrota para as empresas de transporte por aplicativo, que se defendem contra um processo de 5 de maio aberto pelo procurador geral Xavier Becerra e pelas cidades de Los Angeles, San Diego e São Francisco. Uber e Lyft, que ainda não dão lucro, são acusadas de violarem legislação do Estado conhecida como "Assembly Bill 5 (AB5)", que exige que as empresas classifiquem os motoristas como funcionários se elas controlarem como eles executam suas funções ou se o trabalho for parte normal de seus afazeres. Na decisão de 34 páginas que obriga as empresas a cumprirem com a legislação estadual, Schulman afirma que as partes acusadoras no processo mostraram uma "probabilidade esmagadora" de que podem provar que Uber e Lyft classificam os motoristas de maneira ilegal. "Está é uma vitória retumbante para os milhares de motoristas Uber e Lyft que trabalham duro nesta pandemia, incorrendo em todo o tipo de risco diário para levarem renda para suas famílias", disse o procurador de Los Angeles, Mike Feuer, em comunicado. Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery Schulman afirmou que sua decisão entre em vigor em 10 dias para permitir apelações, que a Lyft disse que vai encaminhar. Os eleitores da Califórnia vão decidir em novembro, em uma votação, se os motoristas de aplicativos podem ser classificados como prestadores de serviço. O Estado é o maior mercado de Uber e Lyft nos EUA. "Os motoristas não querem ser funcionários", afirmou a Lyft em comunicado. "Acreditamos que esta questão tenha que ser decidida pelos eleitores da Califórnia e que eles vão ficar do lado dos motoristas." A Uber não comentou o assunto. A legislação AB5 entrou em vigor em 1º de janeiro. Schulman disse que o público poderá enfrentar prejuízo substancial se os motoristas não tiverem direito a benefícios trabalhistas como salário mínimo, licença remunerada em caso de doença, seguro desemprego e seguro.

Companhia anunciou nesta segunda-feira (10) que o lucro líquido de abril a junho somou R$ 598 milhões, queda de 75,4% ante mesma etapa de 2019. A Itaúsa, holding do Itaú Unibanco que também tem participações em empresas industriais, reportou forte queda no lucro no segundo trimestre, em meio a baixas contábil relativa à participação no Corpbanca e doações para combate à Covid-19. A companhia anunciou nesta segunda-feira (10) que seu lucro líquido de abril a junho somou R$ 598 milhões, queda de 75,4% ante mesma etapa de 2019. Itaúsa anunciou nesta segunda-feira que seu lucro líquido de abril a junho somou R$ 598 Nacho Doce/Reuters Mas mesmo excluindo os efeitos citados acima, considerados extraordinários, o lucro recorrente foi 40,7% menor ano a ano, para R$ 1,43 bilhão, refletindo sobretudo a queda no resultado do Itaú, devido a maiores provisões para perdas esperadas com calotes. "As empresas investidas do portfólio (...) experimentaram os impactos nas suas operações ao longo do trimestre, seja pelo aumento de provisão para perdas esperadas com operações de crédito, como no caso do Itaú Unibanco, ou pela redução das vendas e menor diluição de custos fixos em função das restrições impostas ao varejo e ociosidade das fábricas, como no caso da Alpargatas e Duratex", afirmou a Itaúsa no relatório. O impairment, ajuste contábil, sobre o investimento na unidade Corpbanca, no Chile, foi de R$ 543 milhões no trimestre. A holding doou R$ 50 milhões próprios e contabilizou outros R$ 312 milhões feitos pelo Itaú Unibanco para o programa "Todos pela Saúde", para combate aos efeitos da Covid-19

Mansueto comandou o Tesouro Nacional no governo Michel Temer e foi mantido no cargo após o presidente Jair Bolsonaro assumir. O ex-secretário do Tesouro Mansueto Almeida será o novo economista-chefe do BTG Pactual, com início na função previsto para meados de janeiro de 2021, informou a assessoria de imprensa da instituição nesta segunda-feira. Mansueto Almeida em foto de fevereiro de 2020 Daniel Resende/Futura Press/Estadão Conteúdo Segundo o BTG, Mansueto também será sócio do banco após cumprido o período de quarentena do serviço público. Governo exonera Mansueto do Tesouro Nacional e nomeia Bruno Funchal para o cargo Mansueto comandou o Tesouro Nacional no governo Michel Temer, a partir de 2018, e foi mantido no cargo após o presidente Jair Bolsonaro assumir. Antes disso, respondia pela Secretaria de Acompanhamento Fiscal do Ministério da Fazenda. Decisão difícil, diz Mansueto Almeida sobre pedido de demissão do Ministério da Economia Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mansueto chegou a atuar na campanha de Aécio Neves (PSDB-MG) nas eleições de 2014 na elaboração do programa econômico do tucano. Sua saída do governo era dada como certa desde o fim do ano passado, mas só foi anunciada em junho. Em seu lugar no Tesouro assumiu o economista Bruno Funchal, em 15 de julho.

Resultado da companhia foi afetado pela pandemia de coronavírus e pelo movimento cambial. A Cosan reportou nesta segunda-feira prejuízo líquido de R$ 174,4 milhões no segundo trimestre, ante lucro de R$ 418,3 milhões no mesmo período de 2019, impactado pelos efeitos da pandemia do coronavírus e a efeitos cambiais. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado caiu 56,5% no comparativo anual, para R$ 517,8 milhões. Cosan apresenta pedido de registro de IPO da Compass Gás e Energia A empresa atribuiu a queda à rápida propagação da Covid-19, com intensificação das medidas de isolamento social, que resultaram em queda brusca da demanda e da atividade industrial. Sem ajuste, o recuo do Ebitda seria de 58,2%, para 590,8 milhões de reais, conforme a empresa. "O prejuízo do período foi...afetado também pelo efeito da desvalorização do real na parcela não protegida do bônus perpétuo", afirmou a Cosan. A geração de caixa proforma (FCFE) totalizou 1,1 bilhão de reais, devido à maior captação de recursos na Comgás e Raízen, parcialmente compensada pelo menor caixa gerado. A alavancagem mensurada pela relação entre dívida líquida e Ebitda subiu para 2,4 vezes, "em função de menor geração de caixa e contribuição dos resultados operacionais", acrescentou. A receita líquida baixou 33,1% no trimestre, para 11,8 bilhões de reais. Mas a Cosan considerou que a fase mais dura da crise já foi ultrapassada. "Já notamos recuperação gradual ao longo dos meses em todos nossos negócios, em linha com a flexibilização das medidas de restrição da circulação de pessoas, indicando que o pior parece ter ficado para trás." Sucroenergético O Ebitda ajustado do segundo trimestre - primeiro da safra 2020/21- da Raízen Energia registrou queda de 18%, atingindo R$ 329 milhões. Raízen em Araraquara Reprodução/ EPTV O resultado refletiu menor volume próprio de vendas de açúcar, em linha com a estratégia de venda para o ano-safra, disse a Cosan, explicando que esse efeito foi parcialmente compensado pelos melhores preços e pelo menor custo de produção. "O clima mais seco do período possibilitou um aumento da concentração de sacarose na cana e crescimento de 5% na moagem, que totalizou 22 milhões de toneladas", informou. A produção de açúcar equivalente foi de 2,7 milhões de toneladas, alta de 12%. O mix de produção foi de 54% para o açúcar (versus 49% um ano antes), em linha com o planejamento para o ano-safra, com foco na priorização do adoçante. Na Raizen Combustíveis, a queda na circulação de pessoas e o cenário decorrente da pandemia levou a um Ebitda ajustado negativo em R$ 213,3 milhões no trimestre.

Segundo o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, mudança foi recomendada para a Comissão de Valores Mobiliários na semana passada. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse nesta segunda-feira (10) que as empresas da China e de outros países que não cumprirem os padrões de contabilidade do país serão retiradas das bolsas de valores dos EUA no final de 2021. Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin Reuters Mnuchin e outras autoridades recomendaram a mudança para a Comissão de Valores Mobiliários na semana passada para garantir que as empresas chinesas sigam os mesmos padrões que as empresas dos Estados Unidos. "No final do ano que vem ... todas terão que cumprir exatamente a mesma contabilidade", disse Mnuchin durante uma reunião na Casa Branca.

Número representa 29% dos casos confirmados do novo coronavírus em frigoríficos do estado, segundo autoridades de saúde; trabalhadores diagnosticados são de unidade em Toledo. BRF registra 1.138 casos de Covid-19 em trabalhadores de fábrica, no Paraná Agênciapreview/Arquivo Uma fábrica do Grupo BRF em Toledo, no oeste do Paraná, teve 1.138 casos confirmados de Covid-19, segundo autoridades de saúde do estado. O número representa cerca de 29% dos casos de Covid-19 em frigoríficos do Paraná. Ainda conforme os registros, outros cinco casos foram confirmados na unidade da companhia em Carambeí. As autoridades de saúde confirmaram um total de 3.979 casos de Covid-19 nos frigoríficos paranaenses, até o dia 24 de julho. "Embora a maioria das empresas tenha apresentado um plano de contingência para o enfrentamento do COVID-19, os casos continuam a crescer de forma bastante expressiva", disseram, em comunicado. Casos e mortes A BRF, considerada maior exportadora de carne de frango do mundo, afirmou que “não há nenhum colaborador testado positivamente para Covid-19 trabalhando atualmente nas unidades de Toledo e Carambeí". A empresa informou que realizou 11 mil testes de coronavírus em Toledo e ressaltou que é uma das empresas do setor "que mais tem testado trabalhadores". A companhia disse que as fábricas em Carambeí e Toledo estão operando normalmente. O primeiro trabalhador com teste confirmado para Covid-19 no setor de frigoríficos do Paraná era contratado da GT Foods em Paranavaí, segundo os dados das autoridades de saúde do estado. Houve 137 casos e cinco mortes por Covid-19 ligados à GT Foods, incluindo três funcionários. Não houve mortes pela doença em outros frigoríficos paranaenses, segundo os registros. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias DECRETOS: Veja o que pode abrir e o que deve fechar nas principais cidades BEM AQUI: RPC tem plataforma com estabelecimentos e serviços que estão atendendo Adler Dourado, médico na GT Foods, confirmou as três mortes e, pelo menos, uma outra, vinculada à fábrica. Ele afirmou que a GT Foods emprega cerca de 2.250 pessoas em Paranavaí, no noroeste, e ficou fechada por 14 dias para manutenção e testes, medida que ajudou a conter o surto. A JBS, empresa que emprega 11 mil funcionários no Paraná, registrou pelo menos 88 casos em quatro fábricas no estado, incluindo 57 infecções na unidade de Santo Inacio, segundo os dados das autoridades paranaenses. A companhia, que teve registros de surtos da doença em fábricas, em pelo menos cinco estados do país, reafirmou que os protocolos de saúde da empresa "são robustos e seguem as regras federais de operação de frigoríficos durante a pandemia". Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Com o restaurante aberto, empresária teria um custo fixo de R$ 50 mil. Com a maioria das pessoas trabalhando em home office, não há clientes. A crise gerada pela pandemia do coronavírus trouxe uma triste realidade: muitos imóveis comerciais fechados. São empresas que não conseguiram se manter durante a crise e entregaram os pontos. Restaurantes por quilo, em bairros empresariais, lutam pra sobreviver nessa realidade. As cadeiras suspensas em um restaurante por quilo são a imagem da crise. A dona, a empresária Tereza Dias, está à frente do negócio há 24 anos, na Vila Olímpia, região nobre de São Paulo. Ela atendia 320 pessoas por dia. Para reabrir o restaurante depois da quarentena, Tereza teria um custo de R$ 50 mil por mês. Por isso, decidiu manter o estabelecimento fechado. “Não compensa, não tem como, é um passo para quebrar, é um passo para falência”, diz a dona do restaurante. Tereza decidiu manter restaurante fechado para evitar a falência Reprodução TV Globo A rua em que fica o restaurante da Tereza é cheia de escritórios e, antes da pandemia, na hora do almoço, ficava cheia de gente. Agora, os comerciantes procuram, esperam e não encontram o consumidor. “Não tem cliente, não tem ninguém. As empresas não trazem os funcionários de volta. As pessoas estão trabalhando em casa”, afirma. O índice de intenção de consumo das famílias atingiu o menor patamar desde 2010: -40,7%, segundo a FecomercioSP. “Pessoas estão insatisfeitas com seu emprego, com sua renda e isso prejudica a retomada do consumo”, explica o assessor econômico da FecomercioSP, Guilherme Dietze. Tereza vendeu o carro e pegou R$ 30 mil emprestados para pagar as contas. Só de IPTU, são R$ 28 mil por ano. Ela reforça que reabrir não é uma solução: “Quem abriu, está atendendo 20, 30 pessoas, não chega a R$ 2 mil, não paga as contas”. Veja a reportagem completa: Após reabertura do comércio em SP, alguns negócios faturam e outros lutam para sobreviver
Ministro afirmou que essa alíquota é uma primeira proposta e que pode ser reduzida caso se mostre 'exagerada'. Proposta de tributo nacional do governo unifica cobrança de PIS e Cofins. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (10) que, caso se mostre "exagerada", a alíquota de 12% proposta na primeira parte da reforma tributária enviada ao Congresso Nacional poderá ser reduzida. A primeira parte da reforma tributária do governo unifica a cobrança do PIS e do Cofins (incidente sobre receita, folha de salários e importação), com a criação de um tributo sobre valor agregado, com o nome de Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS). A alíquota proposta é de 12%. A exceção são as instituições financeiras, para as quais a alíquota é de 5,8%. A proposta implica um aumento de tributação para o setor de serviços. “Não estabilizamos ainda a alíquota. Fizemos uma primeira proposta. Se isso se revelar exagerado, a gente baixa”, afirmou Guedes durante evento online da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Paulo Guedes entrega ao Congresso primeira parte da proposta de reforma tributária Durante o evento, o ministro pediu que os produtores não se espantem com a alíquota de 12%, porque a reforma vai permitir deduções ao longo da cadeia e que, na prática, essa alíquota seria equivalente a 4% de PIS-Cofins. “Uma alíquota de 10%, 11%, 12% hoje é equivalente a uma alíquota que 4%, 3%, ou 5% no sistema antigo do PIS-Cofins”, disse. Guedes voltou a dizer que o sistema tributário atual é complicado e que hoje muitos não pagam impostos, o que eleva a carga para quem paga. “Estamos indo na outra direção. Quando todos pagam, pagamos todos menos. Quando muitos não pagam, os impostos ficam muito altos”, disse. Guedes voltou a criticar o grande volume de desonerações tributárias que, segundo ele, têm um custo de R$ 300 bilhões por ano. “Quando você tem um sistema complexo, quem tem dinheiro vai para a Justiça e quem tem poder político vem a Brasília e luta pela desoneração. É muito comum toda hora você ver um grupo que se organiza e tenta impedir a reoneração”, afirmou. Ministro da Economia volta a prometer que a reforma tributária não aumentará impostos

O Dow Jones e o S&P 500 fecharam a sexta sessão consecutiva de ganhos, com alta de 1,30% e 0,27%, respectivamente; o Nasdaq fechou em queda de 0,39%. Wall Street Lucas Jackson/Reuters Os índices acionários de Nova York fecharam sem direção única nesta segunda-feira (10), com os investidores pesando a expectativa de novos estímulos fiscais nos Estados Unidos contra a escalada de tensões com a China. O Dow Jones e o S&P 500 fecharam a sexta sessão consecutiva de ganhos. Após ajustes, o Dow Jones fechou em alta de 1,30%, a 27.791,44 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,27%, a 3.360,47 pontos. O Nasdaq, por sua vez, estendeu as perdas da última sessão, após interromper, na última sexta-feira (10), uma sequência de sete sessões consecutivas de ganhos, com os investidores realizando lucros após um rali que levou o índice tecnológico a anotar quatro recordes e a ultrapassar a marca dos 11 mil pontos. Hoje, o índice recuou 0,39%, a 10.968,36 pontos. Bovespa fecha em alta, com salto de Braskem Os índices setoriais do S&P 500 também fecharam mistos, com seis setores fechando a sessão em alta e cinco em queda. Do lado positivo, o destaque ficou com as ações do setor de energia (+3,08%), que liderou os ganhos puxado pela alta dos preços do petróleo. As ações do setor industrial também chamaram a atenção, fechando com ganhos de 2,43%, enquanto as ações de tecnologia moderaram as perdas ao longo do dia e encerraram em queda de 0,33%. Presidente Trump assina decretos para estimular economia dos EUA Divergências no Congresso O presidente Donald Trump assinou, no sábado (8), ordens executivas para o pagamento de US$ 300 semanais em auxílio-desemprego adicional durante a pandemia de covid-19 e cortando impostos sobre a folha de pagamentos. A medida de Trump, porém, já enfrenta críticas por não oferecer auxílio suficiente, além de potencialmente atropelar a autoridade constitucional do Legislativo americano sobre o orçamento do país. "A base legal para o Trump fazer muito com ordens executivas é frágil. Ele não chegará longe", disse Holger Schmieding, economista-chefe do Berenberg Bank, que adiciona, porém, que os políticos devem chegar a um acordo em breve, com a aproximação das eleições. "É muito provável que tenhamos um acordo nesta semana para estender o suporte até o fim do ano." Dólar fecha em alta em dia negativo para moedas emergentes e vai a R$ 5,46 O Congresso americano, por sua vez, segue em um impasse, com legisladores dos partidos Republicano e Democrata ainda divergindo em relação ao tamanho do pacote. Embora ambos os lados concordem com a necessidade de mais estímulos, os democratas propuseram, inicialmente, um pacote de US$ 3,4 trilhões e aceitaram reduzi-lo para US$ 2 trilhões, mas os congressistas republicanos querem uma ajuda extra de apenas US$ 1 trilhão. Um fator que compensa o otimismo dos investidores com o pacote de estímulos é a escalada das tensões entre os EUA e a China, depois que o país asiático anunciou que irá aplicar sanções contra 11 cidadãos americanos, incluindo os senadores republicanos Ted Cruz, Marco Rubio, Tom Cotton, Josh Hawley e Pat Toomey, além do deputado Chris Smith, e pessoas ligadas a organizações não governamentais. A medida vem depois que os EUA sancionaram autoridades chinesas e de Hong Kong na última sexta-feira sob a acusação de restringir as liberdades civis na cidade semiautônoma.

Segundo governador, projeto será enviado à Câmara Legislativa. Ibaneis disse, em entrevista à Rádio CBN, que está impedido de nomear servidores até 2022 por conta de pacote de auxílio do governo federal. Governador Ibaneis propõe prorrogar prazo de concursos públicos no DF O governador Ibaneis Rocha (MDB) disse nesta segunda-feira (10), em entrevista à rádio CBN, que vai propor a prorrogação dos prazos de concursos públicos válidos no Distrito Federal. Segundo ele, o projeto será enviado para análise da Câmara Legislativa do DF (CLDF) (ouça acima). "Eu vou mandar um projeto de lei, deve assinar hoje, prorrogando o prazo de todos os concursos que estão para vencer. Eu não quero que nenhum concursado deixe de tomar posse", disse. Governador do DF, Ibaneis Rocha TV Globo/Reprodução Ibaneis suspende nomeação de aprovados em concursos públicos do GDF durante pandemia de coronavírus Ibaneis disse que está impedido de nomear aprovados em concursos públicos até 31 de dezembro de 2021. São exceções apenas as contratações temporárias e as reposições de cargos vagos que não gerem aumento de despesa. Na entrevista, o governador disse que o impedimento às nomeações está previsto no pacote do governo federal que regulamenta a concessão de auxílio às unidades da federação durante a pandemia do novo coronavírus. Sancionado em 27 de maio pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o texto afirma que os governos locais não podem criar novas despesas com pessoal, até o fim do ano que vem. A medida proíbe, além das nomeações, a concessão de reajustes, por exemplo. Para receber o auxílio de até R$ 60 bilhões do governo federal, as unidades da federação precisam atender a esses requisitos. Segundo Ibaneis, a prorrogação dos prazos dos concursos pretende garantir a nomeação dos aprovados após o fim das restrições. "Você tá num período de pandemia. Eles foram concursados e, em uma temperatura normal, seriam todos chamados", disse. Initial plugin text Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
O contrato do Brent para outubro avançou 1,32%, a US$ 44,99 por barril, e o contrato do WTI para setembro subiu 1,74%, a US$ 41,94 por barril. Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (10), impulsionados pela expectativa por estímulos fiscais nos Estados Unidos e pela projeção positiva para a demanda da Saudi Aramco, a estatal saudita de petróleo. O contrato do petróleo Brent para outubro, a referência global da commodity, fechou em alta de 1,32%, a US$ 44,99 por barril, na ICE, em Londres. O contrato do WTI, a referência americana, para setembro, por sua vez, subiu 1,74%, a US$ 41,94 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York. Os investidores continuam atentos às perspectivas de um acordo para a aprovação de novos estímulos fiscais nos EUA. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou no fim de semana decretos autorizando a extensão de benefícios a milhões de americanos desempregados, durante a pandemia de Covid-19, e cortando impostos sobre a folha de pagamentos. Presidente Trump assina decretos para estimular economia dos EUA "A base legal para Trump fazer muito com ordens executivas é frágil. Ele não chegará longe", diz Holger Schmieding, economista-chefe do Berenberg Bank, que adiciona, porém, que os políticos devem chegar a um acordo em breve, com a aproximação das eleições. "É muito provável que tenhamos um acordo nesta semana para estender o suporte até o fim do ano." O petróleo também recebe algum suporte depois que o executivo-chefe da Saudi Aramco (a estatal saudita de petróleo), Amin Nasser, reportou projeções positivas para a demanda, no fim de semana, dizendo que espera que ela continue a subir ao longo do ano. Apesar de uma queda de 73% nos lucros da companhia no segundo trimestre, Nasser disse que a petroleira ainda planeja pagar US$ 75 milhões em dividendos neste ano. Os investidores seguem atentos também às tensões entre os EUA e a China, depois que o país asiático anunciou que irá aplicar sanções contra 11 cidadãos americanos, incluindo os senadores republicanos Ted Cruz, Marco Rubio, Tom Cotton, Josh Hawley e Pat Toomey, além do deputado Chris Smith e pessoas ligadas a organizações não governamentais. A medida vem depois que os EUA sancionaram autoridades chinesas e de Hong Kong, na última sexta-feira (7), sob a acusação de restringir as liberdades civis na cidade semiautônoma. A deterioração nas relações entre as duas maiores economias do mundo precede uma reunião entre representantes comerciais de alto escalão dos dois governos no fim desta semana.

Regra vale para modelos lançados desde o S10. Companhia confirmou que modelos brasileiros seguirão 'diretriz global'. Samsung Galaxy S10, lançado em 2019, deve receber atualizações do Android pelo menos até 2022 Thiago Lavado/G1 A Samsung anunciou no evento "Galaxy Unpacked" que pretende manter o sistema operacional Android atualizado na em seus smartphones topo da linha, como a linha Galaxy S e Galaxy Note. O benefício deve valer para o Galaxy S10 e modelos mais recentes, como o Galaxy S20. Samsung lança novo Galaxy Note para enfrentar Huawei e Apple Antes, a companhia mantinha os smartphones atualizados por mais ou menos 2 anos – prazo inferior aos 3 anos oferecidos pelo próprio Google nos celulares da linha Pixel e muito inferior aos 4 anos que a Apple tem atingido com suas próprias atualizações do iOS para o iPhone. As atualizações do Android garantem a segurança do sistema e a presença das funcionalidades mais modernas. Mesmo com um processador rápido e boa capacidade de memória, um smartphone com sistema desatualizado pode parecer defasado em relação a um celular mais simples com um sistema recente. Enquanto outras fabricantes de aparelhos com Android como Nokia, Motorola, LG e Xiaomi aderiram à iniciativa "Android One" do Google, oferecendo alguns aparelhos com Android "puro" e 3 anos de atualização garantida, a Samsung manteve suas personalizações do Android em toda a linha, sem garantias explícitas de atualização para a maioria dos modelos. A fabricante sul-coreana foi uma das marcas que não respondeu ao levantamento sobre as atualizações do Android feito por este blog em 2019. O blog procurou a Samsung para saber se a nova oferta vale para o mercado brasileiro. A marca deu uma resposta positiva. "A Samsung segue um calendário de desenvolvimento, em que será contemplada no Brasil a diretriz global de atualizações do sistema operacional para até três gerações", afirmou a empresa. Se cumprir sua nova promessa, a Samsung oferecerá atualizações ainda mais completas que o Android One, já que deve atualizar o Android por três gerações. O Galaxy S20, que saiu de fábrica com o Android 10, deve receber o Android 13, por exemplo. Android One Com exceção do Google, poucos fabricantes se comprometem a lançar atualizações regulares para seus aparelhos Android por períodos superiores a dois anos. Aparelhos de baixo custo muitas vezes não recebem nenhuma atualização. O "Android One" é uma iniciativa do Google para que fabricantes lancem smartphones com personalizações mínimas para o Android, concentrando a experiência do usuário nas funções universais do sistema. Dessa maneira, fica mais fácil distribuir atualizações – inclusive para aparelhos de custo mais baixo, que normalmente ficam em desvantagem nesse quesito. As atualizações de segurança no Android One são garantidas mensalmente por 3 anos e por duas gerações do Android. Ou seja, um aparelho "Android One" que sai de fábrica com o Android 9 deve receber o Android 11 até o fim da sua vida. No Brasil, apenas a Nokia e a Motorola disponibilizam produtos na linha "Android One". Aparelhos que não fazem parte da lista do Android One dependem das regras da fabricante para as atualizações – e nem sempre essa informação existe na data da compra. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected]
Empresas como Apple e Facebook são contra medida do presidente dos EUA que proibiu entrada de trabalhadores estrangeiros durante a pandemia. Amazon, Apple, Facebook, Microsoft, Netflix, Twitter e outras empresas de tecnologia entraram nesta segunda-feira (10) com processo contra restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos à entrada de trabalhadores estrangeiros no país durante a pandemia. O processo foi aberto na Califórnia. As empresas alegam que as restrições prejudicam as empresas norte-americanas e impactam a economia do país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu em junho uma ordem para suspender a entrada de uma série de trabalhadores estrangeiros até o fim do ano, alegando proteger empregos de norte-americanos em meio à pandemia. Entre os prejudicados pelas restrições estão trabalhadores com habilidades específicas que entravam no país com vistos de tipo H-1B e executivos e funcionários especializados que são transferidos dentro de uma mesma empresa via vistos L, ambos usados por empresas de tecnologia. Trump suspende concessão de alguns vistos de trabalho para estrangeiros No processo, as empresas argumentam que a determinação de Trump pode causar dano irreparável às empresas, trabalhadores e economia do país e que foi baseada em uma "presunção falsa" de que serviria para proteger trabalhadores norte-americanos. "Competidores globais no Canadá, China e Índia, entre outros, estão aproveitando oportunidades e atraindo indivíduos bem treinados e inovadores", afirmam. "E as empresas norte-americanas estão enfrentando dificuldades para se ajustarem e contratarem talentos para trabalharem em locais fora das fronteiras de nosso país".